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Marque a opção correta. A educação profissional técnica de nível médio articulada, prevista no inciso I do caput do art. 36-B da LDB, será desenvolvida de forma:
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Nós tínhamos acabado de descobrir o segredo das letras e das sílabas; já sabíamos escrever nossos nomes, ler todos os letreiros das lojas, os cartazes do cinema, as manchetes dos jornais e os títulos dos anúncios nas revistas, quando ela chegou em nossas vidas.
Quando ela entrou pela primeira vez na nossa sala e falou que ia ser nossa professora naquele ano, todas as meninas quiseram ser lindas e todos os meninos quiseram crescer na mesma hora pra poder casar com ela!$ ^{a)} !$.
A primeira chamada que ela fez foi assim: mandou cada um de nós escrever o nome de outro aluno. O nome por inteiro. “Grande vantagem saber escrever seu próprio nome” – ela brincou!$ ^{b)} !$. Depois embaralhou os nomes de todos nós e mandou que a gente arrumasse tudo direitinho na exata ordem do ABC.
Gastamos quase a aula inteira só para descobrir que o nome de um colega nosso chamado Pedro da Silva Marins tinha que ficar na frente do nome de outro colega que – imaginem só! – chamava-se Pedro da Silva Martins. Em compensação ficamos craques em dicionários e catálogos.
Nas aulas seguintes ela resolveu dividir a classe em dois times. Nós adoramos! No começo era menina contra menino. Como havia dezessete meninos e dezesseis meninas, ela reforçava o time feminino. Mas, às vezes, perdia.
[...] E era tanto barulho na sala; e era tanto riso e tanta alegria que lá vinha a diretora saber o que estava acontecendo!$ ^{c)} !$: “Vocês estão prejudicando as outras classes”.
Ela conquistou tão depressa todos nós que, logo, logo, já havia meninas chorando no seu colo!$ ^{d)} !$.
Os meninos não entendiam nada!$ ^{d)} !$.
Havia segredos que pertenciam somente a elas, e eram tantos que a professora acabou inventando um código para trocar bilhetinhos secretos com as meninas!$ ^{e)} !$. Houve um dia, porém, que elas tiveram que revelar seu código. Foi quando um grande segredo da Professora Maluquinha teve que ser repartido por todos nós.
Mas isto aconteceu muito tempo depois.
ZIRALDO. Uma professora muito maluquinha. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1995, p. 21-33.
Analise os excertos a seguir e assinale a alternativa cujo trecho destacado estabelece uma espécie de correção: se ele não aparecesse, a informação anterior do excerto apresentaria outra interpretação.
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É correto afirmar que a educação profissional no Brasil tem a sua origem dentro de uma perspectiva:
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Quatro características de um líder
Como qualquer outro profissional que coordena equipes, um bom gestor escolar precisa ser um líder. A boa notícia é que a liderança não é nata – ao contrário, ela se aprende. Conheça suas principais características e saiba como desenvolvê-las.
Para você, o que é ser um líder? Possuir carisma? Ter o dom da oratória? Ser querido por chefes e subordinados? Muitas vezes, as respostas mais comuns vão nessa direção – e acabam por construir um retrato inadequado da liderança. Fazem supor que ela seria totalmente subjetiva, um dom, uma inspiração. Sim, existem líderes natos ou intuitivos. Mas eles são a minoria (e nem sempre são os mais eficientes).
A boa notícia é que a liderança, essa qualidade que permite a um profissional criar e manter um grupo coeso, inspirado e trabalhando motivado, pode ser desenvolvida ao longo da carreira. Todo profissional que tem um coletivo sob sua responsabilidade deve procurar aprimorá-la. “É o caso do gestor escolar, que tem a tarefa de articular a equipe visando à aprendizagem dos alunos”, afirma Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Com a ajuda desse especialista, selecionamos iniciativas que podem tornar o gestor escolar em um bom líder. Conheça-as abaixo e saiba como desenvolvê-las.
1 Envolva a equipe no planejamento, dê autonomia nas ações
Todo líder deve construir coletivamente seu planejamento e dar uma certa autonomia para que cada um desempenhe suas tarefas. Gerir um time dessa maneira é estar aberto para conflitos e opiniões contraditórias, de modo que seu papel é encaminhar a discussão e garantir espaço para que todos se manifestem. Dá trabalho, mas ajuda a criar um modelo de corresponsabilidade, em que todos se envolvem com o que o grupo decidiu, sem transferir a outros a culpa ou os méritos pelos resultados.
2 Estabeleça metas claras
Qual o resultado que pretendo obter com meu trabalho e da equipe? Estabelecer metas é o primeiro passo para conseguir melhorar a realidade de sua escola. Nesse processo, duas coisas são fundamentais. Primeiro, conhecer os dados da escola para decidir o que você quer transformar (abandono? repetência? etc.). Segundo, envolver a equipe para discutir as expectativas e construir as estratégias – sua função é enfatizar o tempo todo que elas devem ser viáveis. Vale lembrar que o planejamento não é imutável. Vale (e muito!) organizar reuniões periódicas de avaliação para saber quais são as impressões de cada um sobre as ações propostas e o que deve ser mudado.
3 Preocupe-se com o que interessa: o aprendizado dos alunos
Cuidar apenas de assuntos burocráticos ou relacionados à estrutura da escola e não querer saber o que acontece dentro das salas de aula é um dos maiores erros que um gestor pode cometer. Quando os professores e os outros colaboradores percebem que o gestor não acompanha o dia a dia da escola, eles ficam muito frustrados. É somente ao andar pela escola, ao conversar com alunos e funcionários e ao fazer reuniões periódicas de acompanhamento que o diretor consegue perceber realmente quais são os problemas da escola. Esse conhecimento vai auxiliar no passo posterior: como encaminhar a resolução das dificuldades (O que é prioridade? Quem deve estar envolvido? É necessário chamar os pais? Em que momento?).
4 Saiba como fazer a gestão da aprendizagem
A equipe precisa saber que existe alguém – você – realmente interessado em ajudar a fazer um trabalho de formação focado nas dificuldades dos professores e dos alunos. Mais que isso: precisa confiar que essa pessoa (adivinha quem?) pode estar à frente desse processo. Nenhum diretor de escola precisa ser um especialista em todas as disciplinas. Ele precisa, sim, saber o que é um bom professor, como ele trabalha e quais são os elementos fundamentais para a realização da formação continuada desses profissionais. Um bom líder deve ter conhecimento para identificar quem são as pessoas que mais podem ajudá-lo no trabalho de formação. Ter acesso a uma rede de contatos de especialistas em cada disciplina, dentro e fora da secretaria de educação, é fundamental. Muitas vezes, a solução está dentro da própria escola: há alguém na equipe capaz de exercer parte da formação? Agir assim é uma boa forma de engajar professores experientes em querer aprender outras coisas e em compartilhar seu conhecimento com seus pares.
PECHI, Daniele. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/quatro-caracteristicas-lider-687495.shtml. Acesso em 14 ago. 2012. Texto adaptado.
Uma estratégia frequente no texto é a utilização de perguntas, as quais podem exercer diferentes funções. Sobre isso, conclui-se corretamente que:
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Quatro características de um líder
Como qualquer outro profissional que coordena equipes, um bom gestor escolar precisa ser um líder. A boa notícia é que a liderança não é nata – ao contrário, ela se aprende. Conheça suas principais características e saiba como desenvolvê-las.
Para você, o que é ser um líder? Possuir carisma? Ter o dom da oratória? Ser querido por chefes e subordinados? Muitas vezes, as respostas mais comuns vão nessa direção – e acabam por construir um retrato inadequado da liderança. Fazem supor que ela seria totalmente subjetiva, um dom, uma inspiração. Sim, existem líderes natos ou intuitivos. Mas eles são a minoria (e nem sempre são os mais eficientes).
A boa notícia é que a liderança, essa qualidade que permite a um profissional criar e manter um grupo coeso, inspirado e trabalhando motivado, pode ser desenvolvida ao longo da carreira. Todo profissional que tem um coletivo sob sua responsabilidade deve procurar aprimorá-la. “É o caso do gestor escolar, que tem a tarefa de articular a equipe visando à aprendizagem dos alunos”, afirma Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Com a ajuda desse especialista, selecionamos iniciativas que podem tornar o gestor escolar em um bom líder. Conheça-as abaixo e saiba como desenvolvê-las.
1 Envolva a equipe no planejamento, dê autonomia nas ações
Todo líder deve construir coletivamente seu planejamento e dar uma certa autonomia para que cada um desempenhe suas tarefas. Gerir um time dessa maneira é estar aberto para conflitos e opiniões contraditórias, de modo que seu papel é encaminhar a discussão e garantir espaço para que todos se manifestem. Dá trabalho, mas ajuda a criar um modelo de corresponsabilidade, em que todos se envolvem com o que o grupo decidiu, sem transferir a outros a culpa ou os méritos pelos resultados.
2 Estabeleça metas claras
Qual o resultado que pretendo obter com meu trabalho e da equipe? Estabelecer metas é o primeiro passo para conseguir melhorar a realidade de sua escola. Nesse processo, duas coisas são fundamentais. Primeiro, conhecer os dados da escola para decidir o que você quer transformar (abandono? repetência? etc.). Segundo, envolver a equipe para discutir as expectativas e construir as estratégias – sua função é enfatizar o tempo todo que elas devem ser viáveis. Vale lembrar que o planejamento não é imutável. Vale (e muito!) organizar reuniões periódicas de avaliação para saber quais são as impressões de cada um sobre as ações propostas e o que deve ser mudado.
3 Preocupe-se com o que interessa: o aprendizado dos alunos
Cuidar apenas de assuntos burocráticos ou relacionados à estrutura da escola e não querer saber o que acontece dentro das salas de aula é um dos maiores erros que um gestor pode cometer. Quando os professores e os outros colaboradores percebem que o gestor não acompanha o dia a dia da escola, eles ficam muito frustrados. É somente ao andar pela escola, ao conversar com alunos e funcionários e ao fazer reuniões periódicas de acompanhamento que o diretor consegue perceber realmente quais são os problemas da escola. Esse conhecimento vai auxiliar no passo posterior: como encaminhar a resolução das dificuldades (O que é prioridade? Quem deve estar envolvido? É necessário chamar os pais? Em que momento?).
4 Saiba como fazer a gestão da aprendizagem
A equipe precisa saber que existe alguém – você – realmente interessado em ajudar a fazer um trabalho de formação focado nas dificuldades dos professores e dos alunos. Mais que isso: precisa confiar que essa pessoa (adivinha quem?) pode estar à frente desse processo. Nenhum diretor de escola precisa ser um especialista em todas as disciplinas. Ele precisa, sim, saber o que é um bom professor, como ele trabalha e quais são os elementos fundamentais para a realização da formação continuada desses profissionais. Um bom líder deve ter conhecimento para identificar quem são as pessoas que mais podem ajudá-lo no trabalho de formação. Ter acesso a uma rede de contatos de especialistas em cada disciplina, dentro e fora da secretaria de educação, é fundamental. Muitas vezes, a solução está dentro da própria escola: há alguém na equipe capaz de exercer parte da formação? Agir assim é uma boa forma de engajar professores experientes em querer aprender outras coisas e em compartilhar seu conhecimento com seus pares.
PECHI, Daniele. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/quatro-caracteristicas-lider-687495.shtml. Acesso em 14 ago. 2012. Texto adaptado.
O conectivo “porque” pode ser acrescentado, sem que haja alteração de sentido, ao seguinte trecho:
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É amplamente conhecido que muitos jovens que ingressam precocemente no trabalho deixam de efetuar investimentos educacionais em si mesmos, dessa forma renunciando a melhores resultados posteriores em termos de status ocupacional e renda.
(Adaptado de GOMES, Candido Alberto da Costa. Tendências da educação e formação profissional no Hemisfério Sul / Candido Alberto da Costa Gomes. – Brasília: SENAI.DN, 2009.)
Sobre a relação escolaridade, primeiro emprego e renda, é correto afirmar que:
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Quatro características de um líder
Como qualquer outro profissional que coordena equipes, um bom gestor escolar precisa ser um líder. A boa notícia é que a liderança não é nata – ao contrário, ela se aprende. Conheça suas principais características e saiba como desenvolvê-las.
Para você, o que é ser um líder? Possuir carisma? Ter o dom da oratória? Ser querido por chefes e subordinados? Muitas vezes, as respostas mais comuns vão nessa direção – e acabam por construir um retrato inadequado da liderança. Fazem supor que ela seria totalmente subjetiva, um dom, uma inspiração. Sim, existem líderes natos ou intuitivos. Mas eles são a minoria (e nem sempre são os mais eficientes).
A boa notícia é que a liderança, essa qualidade que permite a um profissional criar e manter um grupo coeso, inspirado e trabalhando motivado, pode ser desenvolvida ao longo da carreira. Todo profissional que tem um coletivo sob sua responsabilidade deve procurar aprimorá-la. “É o caso do gestor escolar, que tem a tarefa de articular a equipe visando à aprendizagem dos alunos”, afirma Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Com a ajuda desse especialista, selecionamos iniciativas que podem tornar o gestor escolar em um bom líder. Conheça-as abaixo e saiba como desenvolvê-las.
1 Envolva a equipe no planejamento, dê autonomia nas ações
Todo líder deve construir coletivamente seu planejamento e dar uma certa autonomia para que cada um desempenhe suas tarefas. Gerir um time dessa maneira é estar aberto para conflitos e opiniões contraditórias, de modo que seu papel é encaminhar a discussão e garantir espaço para que todos se manifestem. Dá trabalho, mas ajuda a criar um modelo de corresponsabilidade, em que todos se envolvem com o que o grupo decidiu, sem transferir a outros a culpa ou os méritos pelos resultados.
2 Estabeleça metas claras
Qual o resultado que pretendo obter com meu trabalho e da equipe? Estabelecer metas é o primeiro passo para conseguir melhorar a realidade de sua escola. Nesse processo, duas coisas são fundamentais. Primeiro, conhecer os dados da escola para decidir o que você quer transformar (abandono? repetência? etc.). Segundo, envolver a equipe para discutir as expectativas e construir as estratégias – sua função é enfatizar o tempo todo que elas devem ser viáveis. Vale lembrar que o planejamento não é imutável. Vale (e muito!) organizar reuniões periódicas de avaliação para saber quais são as impressões de cada um sobre as ações propostas e o que deve ser mudado.
3 Preocupe-se com o que interessa: o aprendizado dos alunos
Cuidar apenas de assuntos burocráticos ou relacionados à estrutura da escola e não querer saber o que acontece dentro das salas de aula é um dos maiores erros que um gestor pode cometer. Quando os professores e os outros colaboradores percebem que o gestor não acompanha o dia a dia da escola, eles ficam muito frustrados. É somente ao andar pela escola, ao conversar com alunos e funcionários e ao fazer reuniões periódicas de acompanhamento que o diretor consegue perceber realmente quais são os problemas da escola. Esse conhecimento vai auxiliar no passo posterior: como encaminhar a resolução das dificuldades (O que é prioridade? Quem deve estar envolvido? É necessário chamar os pais? Em que momento?).
4 Saiba como fazer a gestão da aprendizagem
A equipe precisa saber que existe alguém – você – realmente interessado em ajudar a fazer um trabalho de formação focado nas dificuldades dos professores e dos alunos. Mais que isso: precisa confiar que essa pessoa (adivinha quem?) pode estar à frente desse processo. Nenhum diretor de escola precisa ser um especialista em todas as disciplinas. Ele precisa, sim, saber o que é um bom professor, como ele trabalha e quais são os elementos fundamentais para a realização da formação continuada desses profissionais. Um bom líder deve ter conhecimento para identificar quem são as pessoas que mais podem ajudá-lo no trabalho de formação. Ter acesso a uma rede de contatos de especialistas em cada disciplina, dentro e fora da secretaria de educação, é fundamental. Muitas vezes, a solução está dentro da própria escola: há alguém na equipe capaz de exercer parte da formação? Agir assim é uma boa forma de engajar professores experientes em querer aprender outras coisas e em compartilhar seu conhecimento com seus pares.
PECHI, Daniele. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/quatro-caracteristicas-lider-687495.shtml. Acesso em 14 ago. 2012. Texto adaptado.
O pronome “sua” tem como referente o mesmo elemento retomado pelos vocábulos:
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A LDB prevê, em seu artigo 38, a realização, pelos sistemas de ensino, de exames supletivos que garantam ao indivíduo a possibilidade de continuar seus estudos em caráter regular. Com esse objetivo, o INEP realiza o ENCCEJA que é um instrumento de avaliação que mede as competências e habilidades de jovens e adultos. Em relação aos objetivos do ENCCEJA, são feitas as seguintes afirmativas. Classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Oferecer uma avaliação para fins de classificação na correção do fluxo escolar, nos termos do art. 24 da LDB.
( ) Construir um indicador qualitativo que possa ser incorporado à avaliação de políticas públicas da Educação de Jovens e Adultos.
( ) Estruturar uma avaliação direcionada a jovens e adultos, que sirva às secretarias de educação para que procedam à certificação das competências do Ensino Fundamental.
( ) Selecionar candidatos para preenchimento de vagas em instituições de Ensino Superior reservadas ao ProUni.
A sequência correta dessa classificação, de cima para baixo, é:
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O gráfico abaixo, publicado pelo Ministério da Educação, apresenta a série histórica da taxa de analfabetismo no Brasil, em porcentagem das pessoas de 15 anos ou mais, no período 2003-2009. O caráter decrescente da curva aponta uma redução nessa taxa a cada ano.

Disponível em: <http://gestao2010.mec.gov.br/download/sinopse_acoes_mec.pdf>
A taxa média de decrescimento do analfabetismo no período 2003-2009 é de, aproximadamente,
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Saiba como os conselhos escolares funcionam e por que você deve aderir ao da sua escola
O conselho escolar cria uma relação entre a instituição e os pais, o que estimula a participação na vida escolar dos filhos
A participação das famílias na educação formal dos estudantes pode ir muito além do acompanhamento de boletins e de conversas com professores. O envolvimento direto dos pais no dia a dia da escola, acompanhando questões ligadas à administração e ao ensino, pode ser vital para a melhoria da educação – e os conselhos escolares são ótimas formas de fazer isso acontecer.
“Por meio do conselho é possível envolver a comunidade e estimulá-la a acompanhar os estudos dos seus filhos e o que está acontecendo na escola”, conta Maria Luiza Martins Aléssio, diretora de Fortalecimento Institucional e Gestão Educacional do Ministério da Educação.
Um exemplo bem sucedido é o da escola de educação infantil Sarah Victalino Gueiros, no município de Vila Velha (ES). Com o estímulo da Secretaria de Educação do município, os professores do colégio tomaram a iniciativa, convocaram a comunidade e criaram um conselho escolar no colégio. Mais de duzentos pais participaram das primeiras votações. Agora, os integrantes do conselho deliberam juntos sobre questões que vão do plano pedagógico à merenda servida no colégio. “Sem um conselho, é impossível ter uma escola pública de qualidade”, diz a diretora da escola, Lidia de Vargas Araújo. “Não sei como eu conseguiria trabalhar sem o conselho lado a lado comigo”.
O conselho é formado por representantes de todos os grupos envolvidos com a educação: funcionários e professores da escola, pais e outros membros da comunidade. Ao trazer todos os interessados para a discussão e tirar as decisões da mão de poucos, ele transforma a escola em um ambiente mais democrático e transparente.
LOCATELLI, Piero. Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/democracia-gestao-escolar-490189.shtml. Acesso em 14 ago. 2012. Texto adaptado.
Observe o enunciado a seguir:
X e Y não são tudo o que A pode fazer. Além disso, A também pode Z. Uma das formas de Z é M.
Considere que esse enunciado apresenta as ideias principais do primeiro parágrafo. Levando-se em conta que A corresponde às famílias dos alunos, conclui-se corretamente que:
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