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Foram encontradas 60 questões.

685440 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Quatro características de um líder
Como qualquer outro profissional que coordena equipes, um bom gestor escolar precisa ser um líder. A boa notícia é que a liderança não é nata – ao contrário, ela se aprende. Conheça suas principais características e saiba como desenvolvê-las.
Para você, o que é ser um líder? Possuir carisma? Ter o dom da oratória? Ser querido por chefes e subordinados? Muitas vezes, as respostas mais comuns vão nessa direção – e acabam por construir um retrato inadequado da liderança. Fazem supor que ela seria totalmente subjetiva, um dom, uma inspiração. Sim, existem líderes natos ou intuitivos. Mas eles são a minoria (e nem sempre são os mais eficientes).
A boa notícia é que a liderança, essa qualidade que permite a um profissional criar e manter um grupo coeso, inspirado e trabalhando motivado, pode ser desenvolvida ao longo da carreira. Todo profissional que tem um coletivo sob sua responsabilidade deve procurar aprimorá-la. “É o caso do gestor escolar, que tem a tarefa de articular a equipe visando à aprendizagem dos alunos”, afirma Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Com a ajuda desse especialista, selecionamos iniciativas que podem tornar o gestor escolar em um bom líder. Conheça-as abaixo e saiba como desenvolvê-las.
1 Envolva a equipe no planejamento, dê autonomia nas ações
Todo líder deve construir coletivamente seu planejamento e dar uma certa autonomia para que cada um desempenhe suas tarefas. Gerir um time dessa maneira é estar aberto para conflitos e opiniões contraditórias, de modo que seu papel é encaminhar a discussão e garantir espaço para que todos se manifestem. Dá trabalho, mas ajuda a criar um modelo de corresponsabilidade, em que todos se envolvem com o que o grupo decidiu, sem transferir a outros a culpa ou os méritos pelos resultados.
2 Estabeleça metas claras
Qual o resultado que pretendo obter com meu trabalho e da equipe? Estabelecer metas é o primeiro passo para conseguir melhorar a realidade de sua escola. Nesse processo, duas coisas são fundamentais. Primeiro, conhecer os dados da escola para decidir o que você quer transformar (abandono? repetência? etc.). Segundo, envolver a equipe para discutir as expectativas e construir as estratégias – sua função é enfatizar o tempo todo que elas devem ser viáveis. Vale lembrar que o planejamento não é imutável. Vale (e muito!) organizar reuniões periódicas de avaliação para saber quais são as impressões de cada um sobre as ações propostas e o que deve ser mudado.
3 Preocupe-se com o que interessa: o aprendizado dos alunos
Cuidar apenas de assuntos burocráticos ou relacionados à estrutura da escola e não querer saber o que acontece dentro das salas de aula é um dos maiores erros que um gestor pode cometer. Quando os professores e os outros colaboradores percebem que o gestor não acompanha o dia a dia da escola, eles ficam muito frustrados. É somente ao andar pela escola, ao conversar com alunos e funcionários e ao fazer reuniões periódicas de acompanhamento que o diretor consegue perceber realmente quais são os problemas da escola. Esse conhecimento vai auxiliar no passo posterior: como encaminhar a resolução das dificuldades (O que é prioridade? Quem deve estar envolvido? É necessário chamar os pais? Em que momento?).
4 Saiba como fazer a gestão da aprendizagem
A equipe precisa saber que existe alguém – você – realmente interessado em ajudar a fazer um trabalho de formação focado nas dificuldades dos professores e dos alunos. Mais que isso: precisa confiar que essa pessoa (adivinha quem?) pode estar à frente desse processo. Nenhum diretor de escola precisa ser um especialista em todas as disciplinas. Ele precisa, sim, saber o que é um bom professor, como ele trabalha e quais são os elementos fundamentais para a realização da formação continuada desses profissionais. Um bom líder deve ter conhecimento para identificar quem são as pessoas que mais podem ajudá-lo no trabalho de formação. Ter acesso a uma rede de contatos de especialistas em cada disciplina, dentro e fora da secretaria de educação, é fundamental. Muitas vezes, a solução está dentro da própria escola: há alguém na equipe capaz de exercer parte da formação? Agir assim é uma boa forma de engajar professores experientes em querer aprender outras coisas e em compartilhar seu conhecimento com seus pares.
PECHI, Daniele. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/quatro-caracteristicas-lider-687495.shtml. Acesso em 14 ago. 2012. Texto adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta uma relação correta entre interpretação inferida e trecho confirmador.
enunciado 685440-1
 

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683312 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Nós tínhamos acabado de descobrir o segredo das letras e das sílabas; já sabíamos escrever nossos nomes, ler todos os letreiros das lojas, os cartazes do cinema, as manchetes dos jornais e os títulos dos anúncios nas revistas, quando ela chegou!$ ^{a)} !$ em nossas vidas.
Quando ela entrou!$ ^{b)} !$ pela primeira vez na nossa sala e falou que ia ser nossa professora naquele ano, todas as meninas quiseram ser lindas e todos os meninos quiseram crescer na mesma hora pra poder casar com ela.
A primeira chamada que ela fez foi assim: mandou cada um de nós escrever o nome de outro aluno. O nome por inteiro. “Grande vantagem saber escrever seu próprio nome” – ela brincou. Depois embaralhou os nomes de todos nós e mandou que a gente arrumasse tudo direitinho na exata ordem do ABC.
Gastamos quase a aula inteira só para descobrir que o nome de um colega nosso chamado Pedro da Silva Marins tinha que ficar na frente do nome de outro colega que – imaginem só! – chamava-se Pedro da Silva Martins. Em compensação ficamos craques em dicionários e catálogos.
Nas aulas seguintes!$ ^{c)} !$ ela resolveu dividir a classe em dois times. Nós adoramos! No começo era menina contra menino. Como havia dezessete meninos e dezesseis meninas, ela reforçava o time feminino. Mas, às vezes, perdia.
[...] E era tanto barulho!$ ^{d)} !$ na sala; e era tanto riso e tanta alegria que lá vinha a diretora saber o que estava acontecendo: “Vocês estão prejudicando as outras classes”.
Ela conquistou tão depressa todos nós que, logo, logo, já havia meninas chorando no seu colo.
Os meninos não entendiam nada.
Havia segredos que pertenciam somente a elas, e eram tantos que a professora acabou inventando um código para trocar bilhetinhos secretos com as meninas. Houve um dia!$ ^{e)} !$, porém, que elas tiveram que revelar seu código. Foi quando um grande segredo da Professora Maluquinha teve que ser repartido por todos nós.
Mas isto aconteceu muito tempo depois.
ZIRALDO. Uma professora muito maluquinha. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1995, p. 21-33.
Quanto à organização temporal da narrativa, o texto pode ser dividido em duas partes: na primeira, apresenta-se uma cena específica; na segunda, apresenta-se um conjunto de cenas que dão uma ideia da rotina dos personagens. A expressão que inicia essa segunda parte é:
 

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678626 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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O direito à educação foi tratado com tanto empenho na Lei nº 9394/96, que o § 5º do art. 5º claramente determina: “Para garantir a obrigatoriedade do ensino, o Poder Público criará formas alternativas de acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização anterior”. Dessa maneira, a Lei valoriza as experiências extraescolares e permite a classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do Ensino Fundamental. Esse ato cria possibilidades de oferta de escolarização, cujas características são, exceto:
 

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672760 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 9.394/96) determina que “a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino” (art. 8º), sendo distribuídas competências específicas a cada ente federativo. Ressalta-se que ao Distrito Federal aplicar-se-ão as competências referentes aos Estados e aos Municípios.
Associe as duas colunas, relacionando os entes federativos às suas respectivas competências.
Entes federativos:
1. União.
2. Estados.
3. Municípios.
Competências:
( ) Assegurar o Ensino Fundamental e oferecer, com prioridade, o Ensino Médio a todos que o demandarem.
( ) Oferecer a Educação Infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o Ensino Fundamental.
( ) Coordenar a política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva.
( ) Assegurar o processo nacional de avaliação do rendimento escolar no Ensino Fundamental, Médio e Superior, em colaboração com os sistemas de ensino.
( ) Definir, com os municípios, formas de colaboração na oferta do Ensino Fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades.
A sequência correta dessa associação, de cima para baixo, é:
 

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672563 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Quatro características de um líder
Como qualquer outro profissional que coordena equipes, um bom gestor escolar precisa ser um líder. A boa notícia é que a liderança não é nata – ao contrário, ela se aprende. Conheça suas principais características e saiba como desenvolvê-las.
Para você, o que é ser um líder? Possuir carisma? Ter o dom da oratória? Ser querido por chefes e subordinados? Muitas vezes, as respostas mais comuns vão nessa direção – e acabam por construir um retrato inadequado da liderança. Fazem supor que ela seria totalmente subjetiva, um dom, uma inspiração. Sim, existem líderes natos ou intuitivos. Mas eles são a minoria (e nem sempre são os mais eficientes).
A boa notícia é que a liderança, essa qualidade que permite a um profissional criar e manter um grupo coeso, inspirado e trabalhando motivado, pode ser desenvolvida ao longo da carreira. Todo profissional que tem um coletivo sob sua responsabilidade deve procurar aprimorá-la. “É o caso do gestor escolar, que tem a tarefa de articular a equipe visando à aprendizagem dos alunos”, afirma Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Com a ajuda desse especialista, selecionamos iniciativas que podem tornar o gestor escolar em um bom líder. Conheça-as abaixo e saiba como desenvolvê-las.
1 Envolva a equipe no planejamento, dê autonomia nas ações
Todo líder deve construir coletivamente seu planejamento e dar uma certa autonomia para que cada um desempenhe suas tarefas. Gerir um time dessa maneira é estar aberto para conflitos e opiniões contraditórias, de modo que seu papel é encaminhar a discussão e garantir espaço para que todos se manifestem. Dá trabalho, mas ajuda a criar um modelo de corresponsabilidade, em que todos se envolvem com o que o grupo decidiu, sem transferir a outros a culpa ou os méritos pelos resultados.
2 Estabeleça metas claras
Qual o resultado que pretendo obter com meu trabalho e da equipe? Estabelecer metas é o primeiro passo para conseguir melhorar a realidade de sua escola. Nesse processo, duas coisas são fundamentais. Primeiro, conhecer os dados da escola para decidir o que você quer transformar (abandono? repetência? etc.). Segundo, envolver a equipe para discutir as expectativas e construir as estratégias – sua função é enfatizar o tempo todo que elas devem ser viáveis. Vale lembrar que o planejamento não é imutável. Vale (e muito!) organizar reuniões periódicas de avaliação para saber quais são as impressões de cada um sobre as ações propostas e o que deve ser mudado.
3 Preocupe-se com o que interessa: o aprendizado dos alunos
Cuidar apenas de assuntos burocráticos ou relacionados à estrutura da escola e não querer saber o que acontece dentro das salas de aula é um dos maiores erros que um gestor pode cometer. Quando os professores e os outros colaboradores percebem que o gestor não acompanha o dia a dia da escola, eles ficam muito frustrados. É somente ao andar pela escola, ao conversar com alunos e funcionários e ao fazer reuniões periódicas de acompanhamento que o diretor consegue perceber realmente quais são os problemas da escola. Esse conhecimento vai auxiliar no passo posterior: como encaminhar a resolução das dificuldades (O que é prioridade? Quem deve estar envolvido? É necessário chamar os pais? Em que momento?).
4 Saiba como fazer a gestão da aprendizagem
A equipe precisa saber que existe alguém – você – realmente interessado em ajudar a fazer um trabalho de formação focado nas dificuldades dos professores e dos alunos. Mais que isso: precisa confiar que essa pessoa (adivinha quem?) pode estar à frente desse processo. Nenhum diretor de escola precisa ser um especialista em todas as disciplinas. Ele precisa, sim, saber o que é um bom professor, como ele trabalha e quais são os elementos fundamentais para a realização da formação continuada desses profissionais. Um bom líder deve ter conhecimento para identificar quem são as pessoas que mais podem ajudá-lo no trabalho de formação. Ter acesso a uma rede de contatos de especialistas em cada disciplina, dentro e fora da secretaria de educação, é fundamental. Muitas vezes, a solução está dentro da própria escola: há alguém na equipe capaz de exercer parte da formação? Agir assim é uma boa forma de engajar professores experientes em querer aprender outras coisas e em compartilhar seu conhecimento com seus pares.
PECHI, Daniele. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/quatro-caracteristicas-lider-687495.shtml. Acesso em 14 ago. 2012. Texto adaptado.
A organização dos dois primeiros parágrafos do texto autoriza concluir corretamente que:
 

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672539 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Na década de 1990, iniciou-se um ciclo de reformas na gestão pública, sendo a responsabilização na educação mais uma face desse processo. Um dos elementos centrais da reforma educacional foi a criação de sistemas de avaliação. Sobre a experiência brasileira na área de avaliação em larga escala, é correto afirmar que:
 

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667913 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) tem como uma de suas ferramentas o PDE-Escola, um programa que foi concebido ainda em 1998, no âmbito do Fundescola, objeto do acordo de empréstimo firmado entre o governo brasileiro e o Banco Mundial. Sobre o PDE-Escola são feitas as seguintes afirmativas. Classifique-as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A instituição escolar recebe recursos financeiros para a implementação do PDE-Escola desde que tenha aderido ao Plano de Metas “Compromisso Todos pela Educação” e tenha elaborado o planejamento.
( ) A política do PDE-Escola estabelece que ele seja planejado a partir de um diagnóstico, além da elaboração de um plano de ação, que deve ser submetido à análise e aprovação do Conselho Nacional de Educação.
( ) A escola não pode empregar os recursos oriundos do PDE-Escola para a contratação de serviços e aquisição de materiais para a formação de profissionais da educação.
( ) O PDE-Escola é um programa que deve se consolidar a partir da participação da comunidade escolar, envolvendo direção, professores, pais, educandos e funcionários.
A sequência correta dessa classificação, de cima para baixo, é:
 

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657177 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Quatro características de um líder
Como qualquer outro profissional que coordena equipes, um bom gestor escolar precisa ser um líder. A boa notícia é que a liderança não é nata – ao contrário, ela se aprende. Conheça suas principais características e saiba como desenvolvê-las.
Para você, o que é ser um líder? Possuir carisma? Ter o dom da oratória? Ser querido por chefes e subordinados? Muitas vezes, as respostas mais comuns vão nessa direção – e acabam por construir um retrato inadequado da liderança. Fazem supor que ela seria totalmente subjetiva, um dom, uma inspiração. Sim, existem líderes natos ou intuitivos. Mas eles são a minoria (e nem sempre são os mais eficientes).
A boa notícia é que a liderança, essa qualidade que permite a um profissional criar e manter um grupo coeso, inspirado e trabalhando motivado, pode ser desenvolvida ao longo da carreira. Todo profissional que tem um coletivo sob sua responsabilidade deve procurar aprimorá-la. “É o caso do gestor escolar, que tem a tarefa de articular a equipe visando à aprendizagem dos alunos”, afirma Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. Com a ajuda desse especialista, selecionamos iniciativas que podem tornar o gestor escolar em um bom líder. Conheça-as abaixo e saiba como desenvolvê-las.
1 Envolva a equipe no planejamento, dê autonomia nas ações
Todo líder deve construir coletivamente seu planejamento e dar uma certa autonomia para que cada um desempenhe suas tarefas. Gerir um time dessa maneira é estar aberto para conflitos e opiniões contraditórias, de modo que seu papel é encaminhar a discussão e garantir espaço para que todos se manifestem. Dá trabalho, mas ajuda a criar um modelo de corresponsabilidade, em que todos se envolvem com o que o grupo decidiu, sem transferir a outros a culpa ou os méritos pelos resultados.
2 Estabeleça metas claras
Qual o resultado que pretendo obter com meu trabalho e da equipe? Estabelecer metas é o primeiro passo para conseguir melhorar a realidade de sua escola. Nesse processo, duas coisas são fundamentais. Primeiro, conhecer os dados da escola para decidir o que você quer transformar (abandono? repetência? etc.). Segundo, envolver a equipe para discutir as expectativas e construir as estratégias – sua função é enfatizar o tempo todo que elas devem ser viáveis. Vale lembrar que o planejamento não é imutável. Vale (e muito!) organizar reuniões periódicas de avaliação para saber quais são as impressões de cada um sobre as ações propostas e o que deve ser mudado.
3 Preocupe-se com o que interessa: o aprendizado dos alunos
Cuidar apenas de assuntos burocráticos ou relacionados à estrutura da escola e não querer saber o que acontece dentro das salas de aula é um dos maiores erros que um gestor pode cometer. Quando os professores e os outros colaboradores percebem que o gestor não acompanha o dia a dia da escola, eles ficam muito frustrados. É somente ao andar pela escola, ao conversar com alunos e funcionários e ao fazer reuniões periódicas de acompanhamento que o diretor consegue perceber realmente quais são os problemas da escola. Esse conhecimento vai auxiliar no passo posterior: como encaminhar a resolução das dificuldades (O que é prioridade? Quem deve estar envolvido? É necessário chamar os pais? Em que momento?).
4 Saiba como fazer a gestão da aprendizagem
A equipe precisa saber que existe alguém – você – realmente interessado em ajudar a fazer um trabalho de formação focado nas dificuldades dos professores e dos alunos. Mais que isso: precisa confiar que essa pessoa (adivinha quem?) pode estar à frente desse processo. Nenhum diretor de escola precisa ser um especialista em todas as disciplinas. Ele precisa, sim, saber o que é um bom professor, como ele trabalha e quais são os elementos fundamentais para a realização da formação continuada desses profissionais. Um bom líder deve ter conhecimento para identificar quem são as pessoas que mais podem ajudá-lo no trabalho de formação. Ter acesso a uma rede de contatos de especialistas em cada disciplina, dentro e fora da secretaria de educação, é fundamental. Muitas vezes, a solução está dentro da própria escola: há alguém na equipe capaz de exercer parte da formação? Agir assim é uma boa forma de engajar professores experientes em querer aprender outras coisas e em compartilhar seu conhecimento com seus pares.
PECHI, Daniele. Disponível em http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/quatro-caracteristicas-lider-687495.shtml. Acesso em 14 ago. 2012. Texto adaptado.
A fim de tratar a relação entre liderança e gestão escolar, o enunciador do texto:
 

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1183956 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Marque a opção correta. Segundo o Art. 208 da Constituição da República Federativa do Brasil, o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de:

Questão Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
1186344 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Conforme Dales (1997), os sistemas educacionais nacionais diferem entre si pelas raízes históricas e pelas relações com a sociedade, daí uma inovação que se desenvolve bem em um contexto pode não se desenvolver necessariamente em outro. (Adaptado de GOMES, Candido Alberto da Costa. Tendências da educação e formação profissional no Hemisfério Sul / – Brasília: SENAI.DN, 2009.)
Sobre o contexto das políticas de educação e formação profissional nos hemisférios Norte e Sul, considere as afirmativas abaixo.
I. Assim como o Brasil, a França centralizou a formação profissional na escola, sob regulamentação e financiamento estatal.
II. Na Finlândia, é acentuada a interação da educação profissional com as empresas e sociedade.
III. Na Alemanha, há estreita relação entre a empresa e o preparo profissional.
IV. No México, a oferta da educação da profissional é fortemente influenciada pelo setor produtivo.
V. O sistema escolar formal do Japão possui ênfase curricular na educação técnica.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas verdadeiras.
Questão Anulada e Desatualizada

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