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Foram encontradas 50 questões.

1201174 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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E-mail: um aliado na formação
Estabelecer um diálogo virtual com a equipe complementa a discussão das reuniões pedagógicas
Foi-se o tempo em que o e-mail era usado entre gestores e professores somente para a troca de avisos gerais, convocações e informações burocráticas. Hoje, muitas equipes descobriram que o correio eletrônico é uma ferramenta para o aperfeiçoamento da prática pedagógica. A lógica é bastante simples: antes dos encontros de formação, os docentes partilham dúvidas e experiências com o coordenador pedagógico, que, por sua vez, indica materiais bibliográficos e faz comentários e sugestões. Assim, o professor ganha bagagem extra para começar a pensar sobre sua prática e chegar à reunião pedagógica mais preparado. O coordenador pedagógico, por sua vez, adquire subsídios para planejar a formação, ancorando-se nas necessidades de sua equipe, e forma um acervo de qualidade, com experiências de sucesso que poderão ser compartilhadas com os pares.
É certo que esse trânsito prévio de informações pode – e deve – acontecer presencialmente. Porém, o uso do e-mail tem uma vantagem: viabiliza diálogos que poderiam ter de esperar muito para acontecer. Por exemplo, o do coordenador com os professores que não vão à escola todos os dias e o que deve se dar entre grupos que atuam em turnos distintos e dificilmente se encontram ao longo da semana. Quando o coordenador pedagógico se ausenta para receber formação própria, ele pode continuar orientando a equipe. Trocar e-mails com propósitos formativos tem certo paralelo, portanto, com o ensino a distância: a interação presencial jamais será descartada, mas é bastante facilitada pela vivência online. [...]
Pelos corredores da EEB Wanderley Júnior, em São José, na Grande Florianópolis, circulam cerca de 1.170 alunos e mais de 80 professores, que dão aulas às turmas do 7º ano do ensino fundamental ao ensino médio em horários diferentes. “Com uma equipe desse tamanho e tantos especialistas que pouco se encontram, o e-mail facilita a troca informativa e formativa”, conta a orientadora educacional, Sônia Souto Mayor Rondon Montebello.
Para começar, os docentes opinam a respeito das datas das reuniões pedagógicas mensais. Elas nunca são marcadas no mesmo dia da semana a fim de permitir que todos participem da maioria dos encontros, evitando assim a ausência dos que atuam em outras escolas. O e-mail também é usado para definir a pauta: “Já recebi sugestões para organizar oficinas sobre o uso das novas tecnologias e da legislação educacional, palestras com membros do conselho tutelar e do Ministério Público e cursos de aprofundamento didático dos conteúdos que estão sendo trabalhados em sala de aula”, relata Sônia.
Com o objetivo de ajudar a equipe, a orientadora busca indicar previamente materiais de leitura. Ela nota que, quando isso acontece, os professores chegam aos encontros mais seguros. Até a frequência aumenta, pela expectativa que as mensagens eletrônicas criam no grupo. “Como não estou todos os dias na escola, o e-mail é uma forma prática de me inteirar sobre os projetos em andamento e tirar dúvidas. Quando organizamos o produto final do projeto de dança da escola, redigimos propostas e enviamos por e-mail aos gestores, pedindo sugestões e orientações. As reuniões para decidir e tirar dúvidas ficaram mais curtas, pois já tínhamos as informações e a discussão estava avançada”, diz Clarice Corrêa, professora da oficina oferecida no Ensino Médio Inovador, iniciativa do governo federal com turmas do período integral. O computador com internet na sala dos professores ficou disputado, e os gestores já buscam verbas para ampliar as possibilidades de acesso para essa equipe, que é grande e conectada.
LOPES, Noêmia. Nova Escola – Gestão Escolar. Ano V, n. 24, fev./mar. 2013, p. 48-53. Adaptado.
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado estabelece a mesma relação semântica que se vê em “Até a frequência aumenta, pela expectativa que as mensagens eletrônicas criam no grupo”.
 

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466878 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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E-mail: um aliado na formação
Estabelecer um diálogo virtual com a equipe complementa a discussão das reuniões pedagógicas
Foi-se o tempo em que o e-mail era usado entre gestores e professores somente para a troca de avisos gerais, convocações e informações burocráticas. Hoje, muitas equipes descobriram que o correio eletrônico é uma ferramenta para o aperfeiçoamento da prática pedagógica. A lógica é bastante simples: antes dos encontros de formação, os docentes partilham dúvidas e experiências com o coordenador pedagógico, que, por sua vez, indica materiais bibliográficos e faz comentários e sugestões. Assim, o professor ganha bagagem extra para começar a pensar sobre sua prática e chegar à reunião pedagógica mais preparado. O coordenador pedagógico, por sua vez, adquire subsídios para planejar a formação, ancorando-se nas necessidades de sua equipe, e forma um acervo de qualidade, com experiências de sucesso que poderão ser compartilhadas com os pares.
É certo que esse trânsito prévio de informações pode – e deve – acontecer presencialmente. Porém, o uso do e-mail tem uma vantagem: viabiliza diálogos que poderiam ter de esperar muito para acontecer. Por exemplo, o do coordenador com os professores que não vão à escola todos os dias e o que deve se dar entre grupos que atuam em turnos distintos e dificilmente se encontram ao longo da semana. Quando o coordenador pedagógico se ausenta para receber formação própria, ele pode continuar orientando a equipe. Trocar e-mails com propósitos formativos tem certo paralelo, portanto, com o ensino a distância: a interação presencial jamais será descartada, mas é bastante facilitada pela vivência online. [...]
Pelos corredores da EEB Wanderley Júnior, em São José, na Grande Florianópolis, circulam cerca de 1.170 alunos e mais de 80 professores, que dão aulas às turmas do 7º ano do ensino fundamental ao ensino médio em horários diferentes. “Com uma equipe desse tamanho e tantos especialistas que pouco se encontram, o e-mail facilita a troca informativa e formativa”, conta a orientadora educacional, Sônia Souto Mayor Rondon Montebello.
Para começar, os docentes opinam a respeito das datas das reuniões pedagógicas mensais. Elas nunca são marcadas no mesmo dia da semana a fim de permitir que todos participem da maioria dos encontros, evitando assim a ausência dos que atuam em outras escolas. O e-mail também é usado para definir a pauta: “Já recebi sugestões para organizar oficinas sobre o uso das novas tecnologias e da legislação educacional, palestras com membros do conselho tutelar e do Ministério Público e cursos de aprofundamento didático dos conteúdos que estão sendo trabalhados em sala de aula”, relata Sônia.
Com o objetivo de ajudar a equipe, a orientadora busca indicar previamente materiais de leitura. Ela nota que, quando isso acontece, os professores chegam aos encontros mais seguros. Até a frequência aumenta, pela expectativa que as mensagens eletrônicas criam no grupo. “Como não estou todos os dias na escola, o e-mail é uma forma prática de me inteirar sobre os projetos em andamento e tirar dúvidas. Quando organizamos o produto final do projeto de dança da escola, redigimos propostas e enviamos por e-mail aos gestores, pedindo sugestões e orientações. As reuniões para decidir e tirar dúvidas ficaram mais curtas, pois já tínhamos as informações e a discussão estava avançada”, diz Clarice Corrêa, professora da oficina oferecida no Ensino Médio Inovador, iniciativa do governo federal com turmas do período integral. O computador com internet na sala dos professores ficou disputado, e os gestores já buscam verbas para ampliar as possibilidades de acesso para essa equipe, que é grande e conectada.
LOPES, Noêmia. Nova Escola – Gestão Escolar. Ano V, n. 24, fev./mar. 2013, p. 48-53. Adaptado.
Considere que o segundo parágrafo do texto pode ser dividido em três partes:
Parte 1 – “É certo [...] acontecer presencialmente” ;
Parte 2 – “Porém [...] orientando a equipe” ;
Parte 3 – “Trocar e-mails [...] vivência online” .
As partes sugeridas equivalem, respectivamente:
 

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466595 Ano: 2013
Disciplina: Nutrição
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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A Resolução/CD/FNDE nº 17, de 2011 dispõe sobre os procedimentos de adesão e habilitação e as formas de execução e prestação de contas referentes ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Sobre o PDDE, assinale a alternativa correta.

 

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466314 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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O Art. 70 da Constituição Federal de 1988 determina que prestará contas qualquer pessoa física ou entidade pública que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, bens e valores públicos. Sobre as etapas de execução financeira e prestação de contas, são feitas as seguintes declarações:

I. É fundamental, na etapa de execução financeira, um acompanhamento dos cronogramas elaborados no planejamento, observando os movimentos financeiros.

II. É fundamental, na etapa de execução financeira, observar os aspectos legais, como a liquidação, que é o ato emanado de autoridade competente, que cria obrigação de pagamento.

III. A prestação de contas é o momento de comprovar como os recursos destinados à educação foram utilizados, evidenciando como a sua aplicação impactou na aprendizagem dos alunos.

IV. A prestação de contas, de uma forma geral, é um instrumento capaz de fornecer uma análise detalhada das operações e fluxo financeiro da escola, auxiliando o gestor na sua tomada de decisão.

V. Quando há troca de gestores, é preciso atualizar o cadastro da entidade, registrando o novo gestor no FNDE, inclusive com a indicação de endereço eletrônico.

Assinale a alternativa que contém, exclusivamente, as declarações corretas.

 

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397833 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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E-mail: um aliado na formação
Estabelecer um diálogo virtual com a equipe complementa a discussão das reuniões pedagógicas
Foi-se o tempo em que o e-mail era usado entre gestores e professores somente para a troca de avisos gerais, convocações e informações burocráticas. Hoje, muitas equipes descobriram que o correio eletrônico é uma ferramenta para o aperfeiçoamento da prática pedagógica. A lógica é bastante simples: antes dos encontros de formação, os docentes partilham dúvidas e experiências com o coordenador pedagógico, que, por sua vez, indica materiais bibliográficos e faz comentários e sugestões. Assim, o professor ganha bagagem extra para começar a pensar sobre sua prática e chegar à reunião pedagógica mais preparado. O coordenador pedagógico, por sua vez, adquire subsídios para planejar a formação, ancorando-se nas necessidades de sua equipe, e forma um acervo de qualidade, com experiências de sucesso que poderão ser compartilhadas com os pares.
É certo que esse trânsito prévio de informações pode – e deve – acontecer presencialmente. Porém, o uso do e-mail tem uma vantagem: viabiliza diálogos que poderiam ter de esperar muito para acontecer. Por exemplo, o do coordenador com os professores que não vão à escola todos os dias e o que deve se dar entre grupos que atuam em turnos distintos e dificilmente se encontram ao longo da semana. Quando o coordenador pedagógico se ausenta para receber formação própria, ele pode continuar orientando a equipe. Trocar e-mails com propósitos formativos tem certo paralelo, portanto, com o ensino a distância: a interação presencial jamais será descartada, mas é bastante facilitada pela vivência online. [...]
Pelos corredores da EEB Wanderley Júnior, em São José, na Grande Florianópolis, circulam cerca de 1.170 alunos e mais de 80 professores, que dão aulas às turmas do 7º ano do ensino fundamental ao ensino médio em horários diferentes. “Com uma equipe desse tamanho e tantos especialistas que pouco se encontram, o e-mail facilita a troca informativa e formativa”, conta a orientadora educacional, Sônia Souto Mayor Rondon Montebello.
Para começar, os docentes opinam a respeito das datas das reuniões pedagógicas mensais. Elas nunca são marcadas no mesmo dia da semana a fim de permitir que todos participem da maioria dos encontros, evitando assim a ausência dos que atuam em outras escolas. O e-mail também é usado para definir a pauta: “Já recebi sugestões para organizar oficinas sobre o uso das novas tecnologias e da legislação educacional, palestras com membros do conselho tutelar e do Ministério Público e cursos de aprofundamento didático dos conteúdos que estão sendo trabalhados em sala de aula”, relata Sônia.
Com o objetivo de ajudar a equipe, a orientadora busca indicar previamente materiais de leitura. Ela nota que, quando isso acontece, os professores chegam aos encontros mais seguros. Até a frequência aumenta, pela expectativa que as mensagens eletrônicas criam no grupo. “Como não estou todos os dias na escola, o e-mail é uma forma prática de me inteirar sobre os projetos em andamento e tirar dúvidas. Quando organizamos o produto final do projeto de dança da escola, redigimos propostas e enviamos por e-mail aos gestores, pedindo sugestões e orientações. As reuniões para decidir e tirar dúvidas ficaram mais curtas, pois já tínhamos as informações e a discussão estava avançada”, diz Clarice Corrêa, professora da oficina oferecida no Ensino Médio Inovador, iniciativa do governo federal com turmas do período integral. O computador com internet na sala dos professores ficou disputado, e os gestores já buscam verbas para ampliar as possibilidades de acesso para essa equipe, que é grande e conectada.
LOPES, Noêmia. Nova Escola – Gestão Escolar. Ano V, n. 24, fev./mar. 2013, p. 48-53. Adaptado.
As alternativas a seguir apresentam reescritas de trechos do texto. Assinale aquela cuja reescrita modifica o sentido original de constatação para proibição.
 

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397364 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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A origem do PAIC aponta para o trabalho desenvolvido pelo Comitê Cearense para a Eliminação do Analfabetismo Escolar, criado em 2004, pela Assembleia Legislativa do Estado. O Comitê era constituído pela Assembleia Legislativa, UNICEF, APRECE, UNDIME, INEP/MEC, e pelas Universidades UECE, UFC, UVA, URCA e UNIFOR. O objetivo do Comitê era explicitar a problemática do analfabetismo escolar. Para tanto, desenvolveu pesquisas e divulgou relatório contendo as seguintes conclusões.
  • Somente 15% de uma amostra de cerca de 8.000 alunos leram e compreenderam um pequeno texto de maneira adequada;
  • 42% das crianças produziram um pequeno texto que, em muitos casos, compostos por apenas duas linhas. Nenhum texto foi considerado ortográfico pelos avaliadores;
  • A maioria das universidades não possuía estrutura curricular adequada para formar o professor alfabetizador;
  • Grande parte dos professores não possuía metodologia para alfabetizar, abusava de cópias na lousa e usava muito mal o tempo de aula que era bastante reduzido: aulas começavam tarde, terminavam cedo e tinham intervalos longos.
(Adaptado da História do PAIC, disponível no site: http://www.paic.seduc.ce.gov.br/index.php/historico/historia, acessado no dia 20 de fevereiro de 2013, 10h20)
Sobre o Programa Alfabetização na Idade Certa (PAIC), criado pela Lei Estadual nº 14.026, de 17 de dezembro de 2007, assinale a alternativa correta.
 

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396735 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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E-mail: um aliado na formação
Estabelecer um diálogo virtual com a equipe complementa a discussão das reuniões pedagógicas
Foi-se o tempo em que o e-mail era usado entre gestores e professores somente para a troca de avisos gerais, convocações e informações burocráticas. Hoje, muitas equipes descobriram que o correio eletrônico é uma ferramenta para o aperfeiçoamento da prática pedagógica. A lógica é bastante simples: antes dos encontros de formação, os docentes partilham dúvidas e experiências com o coordenador pedagógico, que, por sua vez, indica materiais bibliográficos e faz comentários e sugestões. Assim, o professor ganha bagagem extra para começar a pensar sobre sua prática e chegar à reunião pedagógica mais preparado. O coordenador pedagógico, por sua vez, adquire subsídios para planejar a formação, ancorando-se nas necessidades de sua equipe, e forma um acervo de qualidade, com experiências de sucesso que poderão ser compartilhadas com os pares.
É certo que esse trânsito prévio de informações pode – e deve – acontecer presencialmente. Porém, o uso do e-mail tem uma vantagem: viabiliza diálogos que poderiam ter de esperar muito para acontecer. Por exemplo, o do coordenador com os professores que não vão à escola todos os dias e o que deve se dar entre grupos que atuam em turnos distintos e dificilmente se encontram ao longo da semana. Quando o coordenador pedagógico se ausenta para receber formação própria, ele pode continuar orientando a equipe. Trocar e-mails com propósitos formativos tem certo paralelo, portanto, com o ensino a distância: a interação presencial jamais será descartada, mas é bastante facilitada pela vivência online. [...]
Pelos corredores da EEB Wanderley Júnior, em São José, na Grande Florianópolis, circulam cerca de 1.170 alunos e mais de 80 professores, que dão aulas às turmas do 7º ano do ensino fundamental ao ensino médio em horários diferentes. “Com uma equipe desse tamanho e tantos especialistas que pouco se encontram, o e-mail facilita a troca informativa e formativa”, conta a orientadora educacional, Sônia Souto Mayor Rondon Montebello.
Para começar, os docentes opinam a respeito das datas das reuniões pedagógicas mensais. Elas nunca são marcadas no mesmo dia da semana a fim de permitir que todos participem da maioria dos encontros, evitando assim a ausência dos que atuam em outras escolas. O e-mail também é usado para definir a pauta: “Já recebi sugestões para organizar oficinas sobre o uso das novas tecnologias e da legislação educacional, palestras com membros do conselho tutelar e do Ministério Público e cursos de aprofundamento didático dos conteúdos que estão sendo trabalhados em sala de aula”, relata Sônia.
Com o objetivo de ajudar a equipe, a orientadora busca indicar previamente materiais de leitura. Ela nota que, quando isso acontece, os professores chegam aos encontros mais seguros. Até a frequência aumenta, pela expectativa que as mensagens eletrônicas criam no grupo. “Como não estou todos os dias na escola, o e-mail é uma forma prática de me inteirar sobre os projetos em andamento e tirar dúvidas. Quando organizamos o produto final do projeto de dança da escola, redigimos propostas e enviamos por e-mail aos gestores, pedindo sugestões e orientações. As reuniões para decidir e tirar dúvidas ficaram mais curtas, pois já tínhamos as informações e a discussão estava avançada”, diz Clarice Corrêa, professora da oficina oferecida no Ensino Médio Inovador, iniciativa do governo federal com turmas do período integral. O computador com internet na sala dos professores ficou disputado, e os gestores já buscam verbas para ampliar as possibilidades de acesso para essa equipe, que é grande e conectada.
LOPES, Noêmia. Nova Escola – Gestão Escolar. Ano V, n. 24, fev./mar. 2013, p. 48-53. Adaptado.
O texto apresenta como propósito central:
 

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362789 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Desde os anos 1990 a política educacional brasileira, seguindo uma tendência internacional, vem contando com mecanismos avaliativos que visam acompanhar o desempenho de estudantes. Sobre os diferentes sistemas e programas avaliativos, assinale a alternativa correta.
 

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276826 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Estima-se que o professor Pedro consegue corrigir sozinho as provas de uma turma de 40 alunos em 80 minutos e que o professor João consegue corrigir tais provas sozinho em 120 minutos. Assuma que o tempo que cada professor leva para corrigir uma única prova não varia de um aluno para outro. Se Pedro e João trabalharem juntos, quanto tempo estima-se que eles levarão para corrigir as 40 provas?
 

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1487660 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFC
Orgão: SEDUC-CE
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Sobre os sistemas de avaliação em larga escala, classifique as declarações em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Permitem, ao longo do tempo, acompanhar a qualidade da educação.
( ) Permitem a superestimação do desempenho dos alunos.
( ) Possibilitam acompanhar o desempenho individual dos alunos.
( ) Produzem informações importantes para a redefinição das propostas pedagógicas.
( ) Produzem subsídios para a formulação de políticas públicas.
A sequência correta dessa classificação, de cima para baixo, é:
Questão Anulada e Desatualizada

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