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Foram encontradas 838 questões.

1357940 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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"A unidade básica do ensino só pode ser o texto." – Essa afirmação implica que o professor deve:

 

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1357939 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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enunciado 1357939-1

Um dos princípios para o ensino de língua portuguesa, expresso no texto 7, é o de que:

 

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1357938 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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"O segundo, ao chegar sua vez, não hesita:" – Como o verbo 'hesitar', também se grafam com 'h' as seguintes palavras, exceto:

 

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1357937 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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(1) "Se os alunos aprendem atribuindo significados e percebendo de forma integral a mensagem, sabem usar esse saber;" (2) "se memorizam como papagaios, pois a isto foram transformados pela aula recebida, repetem o que sabem e quando buscam aplicar seus saberes agem como o segundo passageiro." Nesse trecho, as partes (1) e (2) poderiam ser interligadas por um conectivo. Para manter o sentido pretendido pelo autor, o conectivo apropriado seria:

 

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1357936 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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No texto 6, o autor contrapõe:

 

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1357935 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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enunciado 1357935-1

O texto 6 tem, prioritariamente, uma função

 

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1357934 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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A análise da grafia das palavras "auto-afirmação" e "autonegação" nos permite concluir que:

 

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1357933 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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No trecho: "Estes bestialógicos visam mostrar como a juventude articula mal o pensamento – mas mostrar à própria juventude, para cada um dos seus elementos rir nervosamente de si mesmo, qual hiena inconsciente.", o elemento sublinhado explicita uma relação de

 

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1357932 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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Observe a concordância do verbo com seu sujeito plural no trecho: "No Brasil, tornaram-se comuns publicações de "besteiras da juventude", ...". Essa mesma relação verbo-sujeito está corretamente exemplificada na alternativa:

 

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1357931 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: SEE-PE
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TEXTO 3

Todos aqueles que ainda têm a ousadia de falar e escrever acreditam, ainda que de forma tênue, que o seu falar faz uma diferença. Isso é de crucial importância para o educador, e dessa crença depende o seu sono e o seu acordar. Porque, com que instrumentos trabalha o educador? Com a palavra. O educador fala. Mesmo quando o seu trabalho inclui as mãos, todos os seus gestos são acompanhados de palavras. São as palavras que orientam as mãos e os olhos.

Rubem Alves. Conversas com quem gosta de ensinar. Campinas, SP: Papirus, 2000, p.35. Adaptado.


TEXTO 5


No Brasil, tornaram-se comuns publicações de “besteiras da juventude”, colhidas nas redações de vestibular. Unem-se professores e jornalistas na crítica fácil à expressão, ou desespressão (mistura de desespero com expressão), de uma geração calada – que, mesmo quando parece falar nessas redações, continua calada.

Não pretendo começar por aí. Estes bestialógicos visam mostrar como a juventude articula mal o pensamento – mas mostrar à própria juventude, para cada um dos seus elementos rir nervosamente de si mesmo, qual hiena inconsciente. Estes bestialógicos, então, funcionam de cortina para encobrir outros agentes da desexpressão: a escola, os professores, a família, o Estado. A escola, que fragmentou o conhecimento em disciplinas estanques, fragmentando assim as frases e o raciocínio dos seus alunos. Os professores, mal pagos e pior estimulados, mal sabendo eles mesmos redigir um plano de curso, pondo-se como exemplos tristemente adequados de uma fala truncada. A família, que lê nada e escreve nada de nada, e depois reclama cinicamente da juventude “que não lê”. O Estado, que encosta a educação no canto das verbas, censura as poucas palavras que escapolem das universidades e dos artistas e depois faz ironias covardes sobre a geração da gíria. (...)

Aprendemos a falar na vida. Assim como a calar. Quem cala, não consente. Quem cala, ou está se guardando ou se submetendo. A segunda opção é a mais comum: quem cala se submeteu. Entretanto, existem variações barulhentas da submissão calada, onde o que se fala é o nada. Uma destas variações parece ser a redação escolar.

Se aprendemos a falar e a calar na vida, muitos aprendemos a escrever em uma redução da vida, chamada “sala de aula”. Uma redução tão reduzida que às vezes transmite comportamentos culturais de séculos atrás. Séculos atrás, os artistas pintavam para um mecenas, os padres redigiam seus estudos teológicos para um papa. Hoje, os escritores procuram público, procuram chegar suas idéias e suas imagens a muitas pessoas, quanto mais melhor. Na escola, entretanto, escrevemos para um leitor só, o professor, que por sua vez não nos responde, não nos escreve de volta, mas nos enquadra (assim como o mecenas pagava ou não pagava ao “seu” artista). A tendência lógica é que se escreva apenas o que nos porá no quadro e na nota menos desagradável. Assim, o ato de escrever perde o seu caráter primário e fundamental, o de auto-afirmação, para adquirir o sentido inverso: autonegação.

Aluno e professor sentem os efeitos dessas estruturas: o aluno, quando “tem” de escrever e não sabe como começar; na realidade, ele não sabe como começar, como fazer o meio e como terminar. O professor, no momento da correção. Quase sempre, um trabalho feito de madrugada, ou no dia de descanso, de graça, sem nenhuma graça. Um trabalho acriativo, extremamente cansativo, que o despotencializa. Que o desumaniza.

Eu sou professor desse negócio. E sempre me debati com uma constatação clara: minha própria experiência do escrever não reconhece nenhuma origem na memorização de regras, na decomposição analítica de textos clássicos ou modernos, ou nos atuais exercícios de sintaxe transformacional. Reconheço, sim, como origem do meu prazer e da minha necessidade de escrever, primeiro, o próprio prazer descoberto no pensar; segundo, o direito de escolher as minhas leituras, as minhas influências e os meus modelos (direito conquistado fora das escolas); terceiro, o desejo. Desejo de modificar o mundo à imagem e semelhança das minhas melhores palavras.

Gustavo Bernardo. In: FARACO, C.A. e TEZZA, C. Prática de texto. 2 a .ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992, p.65-67. Adaptado.

Relacionando a conclusão do texto 5 com o que se afirma no texto 3, podemos dizer que eles concordam em

 

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