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Um tema muito importante nos dias atuais é o bullying. O termo bully pode ser traduzido como valentão, brigão ou tirano. Assim, o termo bullying compreende o conjunto de ações violentas e intencionais (geralmente repetidas) contra outra pessoa e que tem como produto danos que variam desde a ordem física à psicológica, deixando “marcas” não apenas momentâneas, mas também capazes de reverberar ao longo da vida da pessoa que foi alvo do bullying.
(Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br)
Tendo em vista as propostas de combate ao bullying, divulgadas pelo MEC e contempladas pela BNCC, é correto afirmar que se baseiam nas
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Os trabalhos de Piaget apontam para a valorização dos conhecimentos prévios, uma vez que ele era um crítico do pensamento apriorista e defendia que o sujeito constrói o conhecimento pela interação com o objeto, considerando as experiências já vivenciadas.
(MORAES, F.A.; SOARES, M.H.F.B. A intersecção do jogo pedagógico com Jean Piaget. “Revista Eletrônica de Psicologia e Epistemologia Genéticas”. v. 13, n. 2, ago-dez, 2021. Disponível em: https://revistas.marilia.unesp.br)
A partir do modo de construção do conhecimento apresentado no trecho, é correto afirmar que a aprendizagem é favorecida pela
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A questão central que serve de pano de fundo para qualquer teoria do currículo é a de saber qual conhecimento deve ser ensinado. Para responder a essa questão, as diferentes teorias podem recorrer a discussões sobre a natureza humana, sobre a natureza da aprendizagem ou sobre a natureza do conhecimento, da cultura ou da sociedade.
(SILVA, T.T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte, Autêntica, 1999)
Tendo em vista as teorias do currículo, é correto afirmar que as teorias pós-críticas abrangem os conceitos de
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A aprendizagem significativa, a contextualização do conhecimento, a colaboração e a articulação com o projeto de vida são princípios afirmados pela BNCC na formação para o mundo do trabalho e a cidadania. Sobre a relação proposta entre a educação básica e o mundo do trabalho, é correto afirmar que
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A educação é uma tarefa de toda a sociedade, na medida em que o Estado, como guardião do bem público, expressa, ou deveria expressar, os interesses de toda a sociedade, que deveria não apenas se sentir representada no Estado, mas vivenciá-lo como coisa sua.
(SAVIANI, D. Organização da educação nacional: Sistema e Conselho Nacional de Educação, Plano e Fórum nacional de educação. Educação e Sociedade, set. 2010)
Considerando o trecho, é papel da sociedade frente à educação
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No que se refere ao uso de imagens para escrever o nome dos objetos na Educação de Jovens e Adultos (EJA), trata-se de uma atividade proposta em cartilhas e que, no geral, é descontextualizada, visto que as palavras apresentadas fazem parte do universo infantil, tais como: vovó, vovô, bebê, xarope, peteca, entre outras. A atividade, na EJA, também se pauta apenas na escrita das palavras pelos discentes e posterior correção no quadro pela professora. A atenção dos discentes e os destaques dados pela professora referem-se à escrita correta das palavras e à exploração das semelhanças e diferenças entre elas, como, por exemplo, o que difere a escrita de vovô da de vovó.
(SILVA, E.B. Aprendizagem da Leitura, Escrita e Oralidade: um olhar sobre percepções e práticas na EJA. Tese de Doutorado. Salvador: Universidade Federal da Bahia, 2016)
Considerando a descrição do trabalho pedagógico acima em uma turma de EJA, é correto afirmar que a metodologia empregada
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A escola fundada nos “programas de lições previamente traçadas” e no regime do “aprende ou serás castigado” ignorava, antes do mais, a complexidade do ato educativo e tudo que podia, realmente, conseguir, eram crianças hábeis no jogo da dissimulação, que procuravam cumprir – para evitar a pena ou ganhar o prêmio – com o mínimo de responsabilidade voluntária a tarefa obrigatória que lhes marcavam os mestres.
(TEIXEIRA, Anísio. Pequena introdução à filosofia da educação: a escola progressiva ou a transformação da escola. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1968)
A partir do texto, é correto afirmar que o autor elabora uma crítica ao modelo de educação
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Leia o texto a seguir.
A criação da Escola Estadual Indígena Tupinambá de Olivença (EEITO) foi uma resposta aos que não reconheciam os indígenas locais e sua etnicidade, segundo os próprios indígenas na publicação Memória Viva dos Tupinambá de Olivença (PCTO, 2007). Ou seja, [...] de modo geral, no Brasil, a conquista pela educação escolar está vinculada à conquista pelo reconhecimento étnico/territorial. A presença de uma escola naquela comunidade indígena foi também uma forma dos Tupinambá se afirmarem enquanto grupo étnico.
(Adaptado de: TUPINAMBÁ, Katu. Mbo’esaba karaibae’yma ãgwã = Lutando por uma educação escolar indígena decolonial: construção da Escola Estadual Indígena Tupinambá do Abaeté (Olivença, Ilhéus-BA), Itabuna: UFSB, 2019)
Com base no trecho, a
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Leia o texto a seguir.
A partir de 1996, o Povo Xakriabá realizou o que chamamos de “amansamento da escola”. A comunidade deixou de se adequar à escola e um movimento inverso foi iniciado: a escola passou a interagir com as experiências vivenciadas pela comunidade, pois não foi a escola que chegou primeiro na comunidade, a comunidade já existia antes da escola. A escola passou a respeitar a cultura local, estabelecendo interlocução com os modos de viver e fazer do Povo Xakriabá.
(Adaptado de: CORREA XAKRIABÁ, Célia Nunes. O barro, o genipapo e o giz no fazer epistemológico de Autoria Xakriabá: reativação da memória por uma educação territorializada. 2018. 218 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Sustentabilidade Junto a Povos e Terras Tradicionais) − Centro de Desenvolvimento Sustentável, Universidade de Brasília, Brasília, DF, 2018)
Conforme o texto, o ‘amansamento da escola’ ocorreu quando esta
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Leia o texto a seguir.
Nessas últimas décadas, tem surgido grande interesse por parte desses povos de tentar retomar as suas línguas através de pesquisa em documentos e através dos mais velhos, e se descobre que não estão assim tão “perdidas” como muitos imaginam, e tentam reaprendê-las novamente, como é o caso do povo Xakriabá (MG), povo Tupinambá (BA), Kiriri (BA), Pataxó hã hã hãe e Pataxó (BA e MG), através de suas iniciativas em pesquisar suas próprias línguas.
(BOMFIM, Anari Braz. Patxohã, “Língua de guerreiro”: um estudo sobre o processo de retomada da língua pataxó. Salvador, Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos. Mestrado Universidade Federal da Bahia – UFBA, 2012)
Com base no trecho, na retomada de línguas, por meio dos mais velhos, descobriu-se que eles
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