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Foram encontradas 65 questões.

3526768 Ano: 2025
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Em 1961, o crítico Martin Esslin cunhou a expressão “teatro do absurdo”. Para ele, as obras de Beckett e Ionesco, entre outras, expressavam artisticamente a natureza absurda da existência, tal como era discutida pelos pensadores do existencialismo (Jean-Paul Sartre e Albert Camus). Em termos filosóficos gerais, o Absurdo representaria a condição de ininteligibilidade a que chegou o homem moderno em face de suas pretensões humanistas e da realidade em que vive, que contraria frontalmente as primeiras.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir sobre a dramaturgia de Samuel Beckett e Eugène Ionesco.
I. É marcada por situações ilógicas, diálogos desconexos e fragmentados que permitem explorar a falta de sentido da vida e da comunicação humanas.
II. Do ponto de vista estético, ainda que se recuse a validade filosófica do Absurdo, este representa uma reação revolucionária contra a camisa de força do Realismo.
III. Apesar da presença de diálogos ilógicos, os personagens têm complexidade psicológica, motivações claras e dúvidas geradas pelos conflitos internos resultantes de situações da vida cotidiana.

Está correto o que se afirma em:
 

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3526767 Ano: 2025
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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A respeito da história do teatro brasileiro, assinale a opção que descreve corretamente a obra assinalada.
 

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3526766 Ano: 2025
Disciplina: Educação Artística
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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O baião é um gênero musical originário do Nordeste do Brasil, popularizado nos anos 1940 pelo sanfoneiro Luís Gonzaga com o lançamento da música “Asa Branca” e difundido pelo rádio, tornando-se um gênero presente em todo o país, bem como no Rio Grande do Norte.
Assinale a opção que apresenta corretamente características do gênero baião popularizado pelas gravações de Luís Gonzaga.
 

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3526765 Ano: 2025
Disciplina: Artes Visuais
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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A escultura de Nossa Senhora do Rosário (século XVIII) retratada a seguir integra o acervo do Museu de Arte Sacra de Natal e é um exemplo do Barroco no Rio Grande do Norte.
Enunciado 4166104-1 Fonte: https://www.nataldasantigas.com.br/blog/museu-de-arte-sacra
A respeito da escultura barroca colonial brasileira, assinale a afirmativa que descreve corretamente uma de suas características.
 

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3526764 Ano: 2025
Disciplina: Artes Visuais
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
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Observe a imagem do Museu Solar Ferreiro Torto (Macaíba/RN).
Enunciado 4166103-1 Fonte: https://cclbdobrasil.blogspot.com
Este edifício foi originalmente erigido no século XVII como um dos primeiros engenhos de cana-de-açúcar do Rio Grande do Norte. No século XIX ele foi ampliado e restaurado no estilo colonial, resultando no conjunto arquitetônico que abriga o Museu atualmente.
Com base na imagem e em seus conhecimentos, assinale a opção que define incorretamente uma característica da arquitetura colonial brasileira.
 

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Antônio foi condenado, em sentença criminal transitada em julgado, pela prática de determinada infração penal. Durante o cumprimento da pena, que iria se extinguir em dois anos, decidiu que iria iniciar a sua carreira política na eleição que seria realizada em outubro do ano em que estava realizando suas reflexões. No entanto, ao analisar a sistemática prevista em nossa ordem constitucional, constatou que os seus direitos políticos estavam suspensos.
À luz dessa narrativa, é correto afirmar, em relação a Antônio, que, em uma perspectiva jurídica,
 

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João, diretor de certa estrutura estatal de poder, recebeu um processo administrativo para prolação de decisão. Em sua análise preliminar, avaliou que o melhor a fazer seria realizar uma abordagem de ordem ética que seria direcionada por determinado viés utilitarista.
Assinale a opção que se mostra compatível com a diretriz argumentativa definida por João.
 

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Em sua evolução histórica, os direitos humanos passaram por distintas fases de sedimentação do seu conteúdo e do correlato reconhecimento da necessidade de serem observados nos diversos quadrantes do mundo.
Em relação a esse processo de evolução, é correto afirmar que
 

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Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”

Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia, seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista realizada em 21/09/2022 às 14hs.
A entrevista concedida por Tayse Campos Potiguara insere-se em um projeto de registro da tradição de resistência e atuação política de indígenas mulheres no Rio Grande do Norte.
Nesse caso, o uso da história oral, permitiu
 

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Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”

Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia, seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista realizada em 21/09/2022 às 14hs.
Tayse Campos Potiguara é uma líder da comunidade dos Mendonça do Amarelão e ativista do Movimento Indígena do Rio Grande do Norte.
Considerando o trecho de sua entrevista, sobre a identidade e a autoafirmação dos povos indígenas, depreende-se que
 

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