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Semiótica é o estudo dos signos; consiste em elementos que representam algum significado e sentido para o ser humano, abrangendo as linguagens verbais e não-verbais. Assim, analisa como o indivíduo atribui significado a tudo o que está ao seu redor. São considerados signos: ícones, símbolos e índices.

A relação está correta em
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O colesterol, um lipídio encontrado nas membranas celulares das células animais, auxilia na fabricação da bílis e no metabolismo de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). É também o principal precursor para a síntese de vitamina D e de vários hormônios esteroides. Observe a fórmula estrutural do colesterol: Em relação ao colesterol, analise as afirmativas a seguir.

I. Pode se apresentar sob diferentes formas enantioméricas.
II. É capaz de formar ligações de hidrogênio com a água.
III. Descora uma solução de bromo em tetracloreto de carbono.
IV. Absorve apenas um mol de H2, quando submetido à reação de hidrogenação catalítica.
Está correto o que se afirma em
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A vitamina A pode ser encontrada no tecido animal sob a forma de retinoides ou como pró-vitamina em tecidos vegetais, sob a forma de carotenoide. No fígado, a vitamina A sofre uma reação enzimática que a converte no precursor A, conforme representado na equação a seguir:

Considerando as informações anteriores, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A vitamina A e o precursor A são isômeros geométricos.
( ) A presença do grupo hidroxila na vitamina A possibilita que ela estabeleça ligação de hidrogênio com moléculas de água; e, por isso, é classificada como vitamina hidrossolúvel.
( ) O precursor A apresenta átomos de carbono com hibridização do tipo sp3 ou sp2.
A sequência está correta em
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A teoria atômica de Dalton fomentou um vigoroso crescimento na experimentação química durante o início do século XIX. Como o corpo das observações químicas cresceu e a lista dos elementos expandiu, foram feitas diversas tentativas para encontrar padrões regulares no comportamento químico. Esses esforços culminaram no desenvolvimento da Tabela Periódica, em 1869. Sobre a Tabela Periódica, é INCORRETO afirmar que:
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É imperativo que o estudo da geometria sempre se inicie pela análise, por meio da exploração de características, semelhanças e diferenças entre as figuras. E não pelo entendimento do que é, por exemplo, um triângulo, fazendo, dessa forma, um trabalho centrado em análises declarativas ou descritivas. “Deve-se proporcionar uma série de desafios para que depois a figura seja nomeada”, afirma Camilla Schiavo. É imprescindível que o Professor das Séries Iniciais domine cálculos de áreas de figuras planas e espaciais. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Calcula-se a área de um triângulo, multiplicando a medida da base (b) com a medida da altura (h); divide- -se o resultado pelo valor da base (b).
( ) Para calcular a área do quadrado eleva-se um dos lados ao quadrado.
( ) A área do retângulo é dada pela multiplicação da base pela altura.
( ) A área do losango é dada pelo produto da diagonal maior (D) com a diagonal menor (d).
( ) A área do trapézio é dada pelo produto da altura com a soma da base maior (B) e a base menor (b) dividido por dois.
A sequência está correta em
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O Paraná, desde o começo de sua história, teve o seu território cortado por caminhos ou trilhas utilizadas por indígenas, em seus deslocamentos, e pelos tropeiros, que eram, também, transmissores das notícias e intermediários de diversos negócios. Sobre os caminhos que marcaram a História do Paraná, assinale a afirmativa correta.
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Com o apoio concedido à região pelo Príncipe D. João VI, cresceu, em Paranaguá, o desejo de recuperar um governo próprio. Após reuniões secretas, as autoridades parnanguaras quiseram aproveitar a ocasião da manifestação pública de fidelidade à Constituição do Reino Unido de Portugal e Algarves, contando com a presença do Juiz Antônio Azevedo Melo e Carvalho, para que fosse declarada a constituição de um governo provisório. Encarregaram Bento Viana de proferir tal declaração, que foi prontamente rechaçada pelo Juiz, não julgando ser ou não oportuna. Infere-se como resultado:
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Impactos da pandemia na educação
Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid-19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.
Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.
Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.
Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.
Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.
Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.
Desigualdade social e os impactos na educação
O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.
Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.
Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo
O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de
ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.
“Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.
(Disponível em: https://www.futura.org.br/
impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando o segmento “Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo” referente ao texto “Impactos da pandemia na educação”, “Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019". Sabendo que a população de jovens de 19 a 24 anos que estudavam em 2016 e em 2019 era, exatamente, a mesma e correspondia a 22.300.000 jovens, sobre os que fazem dupla jornada, assinale o INCORRETO.
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Na aquisição de um determinado produto, uma indústria possui as seguintes opções:
A) Comprar a prazo e pagar após 90 dias; ou,
B) Captar a 15%; pagar a fatura de compra de $ 100.000, imediatamente, e aproveitar o desconto à vista de 3%.
A opção considerada mais viável é:
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A Gramática: conhecimento e ensino
Uma das perguntas que um professor de língua pátria se faz constantemente é, com certeza, o que significa, em termos operacionais, gramática, e, a partir daí, o que representa, em sala de aula, ensinar gramática.
Não é necessária muita argumentação para que se assegure que ensinar eficientemente a língua – e, portanto, a gramática – é, acima de tudo, propiciar e conduzir a reflexão sobre o funcionamento da linguagem, e de uma maneira, afinal, óbvia: indo pelo uso linguístico, para chegar aos resultados de sentido. Afinal, as pessoas falam – exercem a linguagem, usam a língua – para produzir sentidos, e, desse modo, estudar gramática é, exatamente, pôr sob exame o exercício da linguagem, o uso da língua, afinal, a fala.
Isso significa que a escola não pode criar no aluno a falsa e estéril noção de que falar e ler ou escrever não têm nada que ver com gramática.
E volto ao primeiro ponto, o que constitui a chave da questão, que é a noção do que seja gramática, e, então, do que seja a atividade de “ensinar” gramática.
[...]
Falar e escrever bem é, acima de tudo, ser bem-sucedido na interação. E isso ocorre de maneiras bastante diferentes, como diferentes forem as situações de comunicação e as funções privilegiadamente ativadas: é levar alguém a agir, se era isso o que o falante pretendia (e agir do modo como ele pretendia), é fazer alguém acreditar, se isso era o necessário no momento (e, como o que está em questão não é a ética, podemos até dizer: acreditar “entendendo”, se isso convinha, ou até acreditar “não entendendo”, se era o que convinha), e assim por diante; ou é, afinal, por exemplo, obter apenas fruição do interlocutor, se a predominância da “função poética” era pretendida.
(NEVES, Maria Helena de Moura.
A gramática: conhecimento e ensino. In: Língua Portuguesa em debate. José Carlos de Azeredo (Org.). Ed. Vozes Ltda. Fragmento.)
Quanto à “função poética” da língua citada no último parágrafo do texto, pode-se afirmar que:
I. Está centrada na própria mensagem.
II. Valoriza a informação pela forma como é veiculada.
III. Veicula sentimentos, emoções e julgamentos do emissor.
IV. Emprega expressões que mantêm o contato com o interlocutor.
Está correto o que se afirma apenas em
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