Foram encontradas 380 questões.
A diversidade cultural e étnica manifesta-se em múltiplas formas
de organização social e produção simbólica, ao mesmo tempo em
que diferentes sociedades desenvolvem mecanismos de
discriminação e hierarquização entre grupos. Considerando os
debates sociológicos sobre diversidade étnico-cultural,
preconceito e discriminação, assinale a opção correta.
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Texto 15A2-II
A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou
recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs
conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal
regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo,
Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser
CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia.
Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a
influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre.
O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de
pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT
para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção
da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos
meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é
CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.
Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches
mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando
da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser
pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom
emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”,
dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de
prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens
está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a
partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e
plutocracia (poder do dinheiro).
C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
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Texto 15A2-II
A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou
recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs
conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal
regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo,
Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser
CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia.
Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a
influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre.
O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de
pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT
para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção
da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos
meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é
CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.
Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches
mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando
da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser
pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom
emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”,
dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de
prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens
está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a
partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e
plutocracia (poder do dinheiro).
C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
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Texto 15A2-II
A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou
recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs
conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal
regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo,
Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser
CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia.
Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a
influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre.
O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de
pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT
para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção
da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos
meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é
CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.
Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches
mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando
da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser
pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom
emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”,
dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de
prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens
está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a
partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e
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C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
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Texto 15A2-I
O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”
Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).
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Texto 15A2-I
O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”
Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).
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Texto 15A2-I
O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”
Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).
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Texto 15A2-I
O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”
Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).
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George Ritzer desenvolveu uma metáfora vívida para
expressar sua opinião a respeito das transformações que estão
ocorrendo nas sociedades industriais. Ele argumenta que, apesar
de algumas tendências voltadas à desburocratização terem, de
fato, surgido, o que estamos testemunhando, de modo geral, é a
McDonaldização da sociedade.
Anthony Giddens. Sociologia. Porto Alegre: ArtMed, 2007, p. 301 (com adaptações).
Assinale a opção correta em relação ao fenômeno sociológico mencionado no texto precedente.
Anthony Giddens. Sociologia. Porto Alegre: ArtMed, 2007, p. 301 (com adaptações).
Assinale a opção correta em relação ao fenômeno sociológico mencionado no texto precedente.
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Julgue cada um dos itens seguintes, no que se refere à sua
pertinência ao pensamento sociológico de Bourdieu acerca de
classes sociais e estilos de vida.
I Habitus são sistemas de disposições transitórias e flexíveis durante o processo de socialização, responsáveis pelo estilo de vida.
II O campo é um espaço homogêneo e livre de disputas, no qual os agentes compartilham os mesmos interesses.
III Estilos de vida são um conjunto de práticas, preferências e disposições incorporadas que expressam a posição social dos indivíduos e grupos no espaço social.
Assinale a opção correta.
I Habitus são sistemas de disposições transitórias e flexíveis durante o processo de socialização, responsáveis pelo estilo de vida.
II O campo é um espaço homogêneo e livre de disputas, no qual os agentes compartilham os mesmos interesses.
III Estilos de vida são um conjunto de práticas, preferências e disposições incorporadas que expressam a posição social dos indivíduos e grupos no espaço social.
Assinale a opção correta.
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