Foram encontradas 380 questões.
O cilindro de ar comprimido de um mergulhador tem
pressão de 200 bar fora da água, à temperatura ambiente de
25 °C. A temperatura da água em que ele mergulhará é de 10 °C.
Com base nas informações precedentes, considerando-se que os gases se comportem de forma ideal e que 0 K = −273 °C, é correto concluir que a pressão no cilindro após este entrar em equilíbrio térmico com a água será
Com base nas informações precedentes, considerando-se que os gases se comportem de forma ideal e que 0 K = −273 °C, é correto concluir que a pressão no cilindro após este entrar em equilíbrio térmico com a água será
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere as seguintes afirmações.
I A água (H2O) sempre terá a proporção de 2 g de hidrogênio para 16 g de oxigênio (razão 1:8), esteja ela em pequena ou em grande quantidade.
II 40 g de cálcio combinam-se com 16 g de oxigênio; 71 g de cloro combinam-se com 16 g de oxigênio; quando cálcio e cloro reagem entre si, a proporção é de 40:71, exatamente a mesma obtida nas combinações anteriores.
III Na reação 2 H2 + O2 → 2 H2O, a massa de hidrogênio e oxigênio consumida é exatamente igual à massa de água formada.
IV No monóxido de carbono (CO), a proporção C/O é de 12 g de carbono para 16 g de oxigênio; no dióxido de carbono (CO2), essa proporção é de 12 g de carbono para 32 g de oxigênio; a relação entre as massas de oxigênio no CO e no CO2 é de 16:32, ou seja, 1:2, números inteiros pequenos.
As afirmações I, II, III e IV estão associadas, respectivamente, às leis de
I A água (H2O) sempre terá a proporção de 2 g de hidrogênio para 16 g de oxigênio (razão 1:8), esteja ela em pequena ou em grande quantidade.
II 40 g de cálcio combinam-se com 16 g de oxigênio; 71 g de cloro combinam-se com 16 g de oxigênio; quando cálcio e cloro reagem entre si, a proporção é de 40:71, exatamente a mesma obtida nas combinações anteriores.
III Na reação 2 H2 + O2 → 2 H2O, a massa de hidrogênio e oxigênio consumida é exatamente igual à massa de água formada.
IV No monóxido de carbono (CO), a proporção C/O é de 12 g de carbono para 16 g de oxigênio; no dióxido de carbono (CO2), essa proporção é de 12 g de carbono para 32 g de oxigênio; a relação entre as massas de oxigênio no CO e no CO2 é de 16:32, ou seja, 1:2, números inteiros pequenos.
As afirmações I, II, III e IV estão associadas, respectivamente, às leis de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sabendo-se que o decaimento radioativo do polônio-211 gera
uma partícula α, é correto inferir que o nuclídeo formado nesse
processo é o
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 14A1
Sergipe abriga a única mina de potássio em operação no
hemisfério sul, o que o torna estratégico para a segurança
alimentar nacional. O Projeto Carnalita busca ampliar a produção
interna de fertilizantes, reduzindo a dependência de importações
(principalmente da Rússia e do Canadá). Isso fortalece a
economia local e posiciona Sergipe como protagonista na cadeia
de suprimentos agrícolas do Brasil.
O minério de carnalita, composto principalmente por
carnalita (KCl·MgCl2·6H2O) e pequenas quantidades de outros
sais, como halita (NaCl), silvita (KCl), argilas etc., é retirado de
depósitos subterrâneos em Sergipe, especialmente na região de
Rosário do Catete. A extração pode ser feita por mineração
convencional ou por lavra por dissolução, em que água quente é
injetada na rocha que contém o minério e depois bombeada para
a superfície. A solução obtida contém uma mistura de sais
(KCl, MgCl2, NaCl).
Técnicas químicas e físico-químicas aplicadas para
separar o cloreto de potássio do cloreto de magnésio e do cloreto
de sódio envolvem processos como a cristalização fracionada, em
que o KCl precipita em condições controladas de temperatura e
concentração. O KCl separado é seco para remover a água
residual. Em seguida, passa por granulação, formando partículas
sólidas estáveis e fáceis de aplicar no solo.
O KCl produzido é utilizado na fabricação de fertilizante.
O produto final é o fertilizante potássico granulado, pronto para
ser misturado em formulações NPK (nitrogênio, fósforo e
potássio) ou aplicado diretamente, fornecendo potássio essencial
para o metabolismo das plantas. Ele melhora a resistência contra
estresses hídricos, aumenta a qualidade dos frutos e contribui
para maiores rendimentos agrícolas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 14A1
Sergipe abriga a única mina de potássio em operação no
hemisfério sul, o que o torna estratégico para a segurança
alimentar nacional. O Projeto Carnalita busca ampliar a produção
interna de fertilizantes, reduzindo a dependência de importações
(principalmente da Rússia e do Canadá). Isso fortalece a
economia local e posiciona Sergipe como protagonista na cadeia
de suprimentos agrícolas do Brasil.
O minério de carnalita, composto principalmente por
carnalita (KCl·MgCl2·6H2O) e pequenas quantidades de outros
sais, como halita (NaCl), silvita (KCl), argilas etc., é retirado de
depósitos subterrâneos em Sergipe, especialmente na região de
Rosário do Catete. A extração pode ser feita por mineração
convencional ou por lavra por dissolução, em que água quente é
injetada na rocha que contém o minério e depois bombeada para
a superfície. A solução obtida contém uma mistura de sais
(KCl, MgCl2, NaCl).
Técnicas químicas e físico-químicas aplicadas para
separar o cloreto de potássio do cloreto de magnésio e do cloreto
de sódio envolvem processos como a cristalização fracionada, em
que o KCl precipita em condições controladas de temperatura e
concentração. O KCl separado é seco para remover a água
residual. Em seguida, passa por granulação, formando partículas
sólidas estáveis e fáceis de aplicar no solo.
O KCl produzido é utilizado na fabricação de fertilizante.
O produto final é o fertilizante potássico granulado, pronto para
ser misturado em formulações NPK (nitrogênio, fósforo e
potássio) ou aplicado diretamente, fornecendo potássio essencial
para o metabolismo das plantas. Ele melhora a resistência contra
estresses hídricos, aumenta a qualidade dos frutos e contribui
para maiores rendimentos agrícolas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 14A1
Sergipe abriga a única mina de potássio em operação no
hemisfério sul, o que o torna estratégico para a segurança
alimentar nacional. O Projeto Carnalita busca ampliar a produção
interna de fertilizantes, reduzindo a dependência de importações
(principalmente da Rússia e do Canadá). Isso fortalece a
economia local e posiciona Sergipe como protagonista na cadeia
de suprimentos agrícolas do Brasil.
O minério de carnalita, composto principalmente por
carnalita (KCl·MgCl2·6H2O) e pequenas quantidades de outros
sais, como halita (NaCl), silvita (KCl), argilas etc., é retirado de
depósitos subterrâneos em Sergipe, especialmente na região de
Rosário do Catete. A extração pode ser feita por mineração
convencional ou por lavra por dissolução, em que água quente é
injetada na rocha que contém o minério e depois bombeada para
a superfície. A solução obtida contém uma mistura de sais
(KCl, MgCl2, NaCl).
Técnicas químicas e físico-químicas aplicadas para
separar o cloreto de potássio do cloreto de magnésio e do cloreto
de sódio envolvem processos como a cristalização fracionada, em
que o KCl precipita em condições controladas de temperatura e
concentração. O KCl separado é seco para remover a água
residual. Em seguida, passa por granulação, formando partículas
sólidas estáveis e fáceis de aplicar no solo.
O KCl produzido é utilizado na fabricação de fertilizante.
O produto final é o fertilizante potássico granulado, pronto para
ser misturado em formulações NPK (nitrogênio, fósforo e
potássio) ou aplicado diretamente, fornecendo potássio essencial
para o metabolismo das plantas. Ele melhora a resistência contra
estresses hídricos, aumenta a qualidade dos frutos e contribui
para maiores rendimentos agrícolas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 14A1
Sergipe abriga a única mina de potássio em operação no
hemisfério sul, o que o torna estratégico para a segurança
alimentar nacional. O Projeto Carnalita busca ampliar a produção
interna de fertilizantes, reduzindo a dependência de importações
(principalmente da Rússia e do Canadá). Isso fortalece a
economia local e posiciona Sergipe como protagonista na cadeia
de suprimentos agrícolas do Brasil.
O minério de carnalita, composto principalmente por
carnalita (KCl·MgCl2·6H2O) e pequenas quantidades de outros
sais, como halita (NaCl), silvita (KCl), argilas etc., é retirado de
depósitos subterrâneos em Sergipe, especialmente na região de
Rosário do Catete. A extração pode ser feita por mineração
convencional ou por lavra por dissolução, em que água quente é
injetada na rocha que contém o minério e depois bombeada para
a superfície. A solução obtida contém uma mistura de sais
(KCl, MgCl2, NaCl).
Técnicas químicas e físico-químicas aplicadas para
separar o cloreto de potássio do cloreto de magnésio e do cloreto
de sódio envolvem processos como a cristalização fracionada, em
que o KCl precipita em condições controladas de temperatura e
concentração. O KCl separado é seco para remover a água
residual. Em seguida, passa por granulação, formando partículas
sólidas estáveis e fáceis de aplicar no solo.
O KCl produzido é utilizado na fabricação de fertilizante.
O produto final é o fertilizante potássico granulado, pronto para
ser misturado em formulações NPK (nitrogênio, fósforo e
potássio) ou aplicado diretamente, fornecendo potássio essencial
para o metabolismo das plantas. Ele melhora a resistência contra
estresses hídricos, aumenta a qualidade dos frutos e contribui
para maiores rendimentos agrícolas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 14A1
Sergipe abriga a única mina de potássio em operação no
hemisfério sul, o que o torna estratégico para a segurança
alimentar nacional. O Projeto Carnalita busca ampliar a produção
interna de fertilizantes, reduzindo a dependência de importações
(principalmente da Rússia e do Canadá). Isso fortalece a
economia local e posiciona Sergipe como protagonista na cadeia
de suprimentos agrícolas do Brasil.
O minério de carnalita, composto principalmente por
carnalita (KCl·MgCl2·6H2O) e pequenas quantidades de outros
sais, como halita (NaCl), silvita (KCl), argilas etc., é retirado de
depósitos subterrâneos em Sergipe, especialmente na região de
Rosário do Catete. A extração pode ser feita por mineração
convencional ou por lavra por dissolução, em que água quente é
injetada na rocha que contém o minério e depois bombeada para
a superfície. A solução obtida contém uma mistura de sais
(KCl, MgCl2, NaCl).
Técnicas químicas e físico-químicas aplicadas para
separar o cloreto de potássio do cloreto de magnésio e do cloreto
de sódio envolvem processos como a cristalização fracionada, em
que o KCl precipita em condições controladas de temperatura e
concentração. O KCl separado é seco para remover a água
residual. Em seguida, passa por granulação, formando partículas
sólidas estáveis e fáceis de aplicar no solo.
O KCl produzido é utilizado na fabricação de fertilizante.
O produto final é o fertilizante potássico granulado, pronto para
ser misturado em formulações NPK (nitrogênio, fósforo e
potássio) ou aplicado diretamente, fornecendo potássio essencial
para o metabolismo das plantas. Ele melhora a resistência contra
estresses hídricos, aumenta a qualidade dos frutos e contribui
para maiores rendimentos agrícolas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Também, como já mencionado, nos anos finais do ensino
fundamental, os conhecimentos sobre a língua, sobre as demais
semioses e sobre a norma padrão se articulam aos demais eixos
em que se organizam os objetivos de aprendizagem e
desenvolvimento de língua portuguesa. Dessa forma, as
abordagens linguística, metalinguística e reflexiva ocorrem
sempre a favor da prática de linguagem que está em evidência
nos eixos de leitura, escrita ou oralidade.
Os conhecimentos sobre a língua, as demais semioses e a
norma padrão não devem ser tomados como uma lista de
conteúdos dissociados das práticas de linguagem, mas como
propiciadores de reflexão a respeito do funcionamento da língua
no contexto dessas práticas. A seleção de habilidades na BNCC
está relacionada com aqueles conhecimentos fundamentais para
que o estudante possa apropriar-se do sistema linguístico que
organiza o português brasileiro.
Alguns desses objetivos, sobretudo aqueles que dizem
respeito à norma, são transversais a toda a base de língua
portuguesa. O conhecimento da ortografia, da pontuação, da
acentuação, por exemplo, deve estar presente ao longo de toda
escolaridade, abordado conforme o ano da escolaridade.
Assume-se, na BNCC de língua portuguesa, uma perspectiva de
progressão de conhecimentos que vai das regularidades às
irregularidades e dos usos mais frequentes e simples aos menos
habituais e mais complexos.
Internet:<basenacionalcomum.mec.gov.br> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Trem de ferro
Manuel Bandeira
Café com pão
Café com pão
Café com pão
(...)
Oô..
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pato
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
De ingazeira
Debruçada
Que vontade
De cantar!
Manuel Bandeira. Manuel Bandeira – poesia completa e prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1990, p. 236-7 (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container