Magna Concursos

Foram encontradas 200 questões.

2451857 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA

Leia o Texto para responder à questão

O novo ativista digital

O paulista Renan Fernandes, de 22 anos, é um observador atento da conjuntura política e social do país. Participa das discussões no centro acadêmico da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde cursa o 5° ano. Ele dá aulas voluntariamente no cursinho pré-vestibular para estudantes carentes que funciona na faculdade. No dia 13 de junho, quando 5 mil manifestantes protestavam nas ruas do centro de São Paulo, ele era um deles. “Sou usuário do transporte público e queria ajudar a lutar por uma tarifa mais justa”, afirma Fernandes. Ele diz ter sido atingido por uma bala de borracha disparada pelos policiais, afirma que viu uma amiga ser ferida pelos projéteis e outra queimar as mãos, depois de ser atingida por uma bomba de gás lacrimogêneo. Revoltado, organizou um abaixo-assinado na internet para protestar contra a ação violenta da polícia. Em menos de uma hora, o texto ganhou quase 1.000 assinaturas. Hoje, está com quase 6 mil. Se chegar à marca dos 7.500, Fernandes promete entregar o documento ao governador do Estado, Geraldo Alckmin. Fernandes diz que, mesmo que os policiais não sejam punidos, o importante é protestar. “Quero espalhar informação e conscientizar as pessoas”, afirma.

Os milhares de manifestantes que ganharam as ruas do Brasil nas últimas semanas são parecidos com Fernandes. São jovens que descobriram na internet uma ferramenta poderosa para lançar e organizar protestos: contra a má qualidade dos serviços públicos, contra a corrupção, contra a violência da polícia e, sobretudo, contra tudo o que eles consideram abaixo de suas elevadas expectativas em relação à situação econômica e social do Brasil.

Os jovens se tornaram mais exigentes por dois motivos. Primeiro, porque aumentou o nível de escolaridade. Eles estão mais instruídos. Segundo dados do INEP, o Instituto de Pesquisas do Ministério da Educação, entre os jovens de 18 e 24 anos, aqueles que cursavam o nível superior passaram de 15%, em 2002, para 29,9%, em 2011. O segundo motivo é a crise econômica. O crescimento brasileiro, que chegou a ser de 7% ao ano, caiu para menos de 1% no ano passado, arrastando com ele a possibilidade de melhoria rápida no padrão de vida dos brasileiros, sobretudo os mais jovens. O país não conseguiu cumprir a expectativa de realização pessoal criada entre os jovens urbanos.

Há dois anos, na Espanha, o movimento Indignados promoveu uma série de protestos contra as altas taxas de desemprego no país – e aproveitou para pedir o fim da corrupção e melhorias na educação, saúde, cultura. Reivindicações muito parecidas com as do movimento americano Occupy Wall Street. “As multidões têm hoje instrumentos para se organizar e se reunir quase instantaneamente, pelas redes sociais como o Twitter e o Facebook”, afirma o sociólogo espanhol Manuel Castells, “O novo espaço público, formado pela interseção do universo virtual com o local, gerou um contrapoder: pela primeira vez na história, as forças de mudança reúnem força e condições de encurralar o poder."

A força contestadora da juventude – no Brasil, na Turquia, nos Estados Unidos, na Espanha – é historicamente a força motriz de um processo de saudável renovação social. “Os jovens estão em busca de independência e esbarram nos limites da família, das instituições, da sociedade. É natural que tentem derrubá-los”, diz a educadora Ana Karina Brenner, pesquisadora do Observatório Jovem do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense. No Brasil, organizaram-se clandestinamente e marcharam para derrubar a ditadura militar. Nos anos 1980, num mundo marcado pela competição entre capitalismo e socialismo, os sonhos da juventude se tornaram mais materialistas. Os jovens queriam exercer suas competências e ascender economicamente. Nos Estados Unidos, ficaram conhecidos como yuppies. No Brasil, queriam o direito de votar para presidente e mobilizaram a sociedade numa das maiores campanhas já realizadas no país, as Diretas Já.

De lá para cá, o país tem vivido um longo ciclo de normalização política e econômica, que coincidiu com o surgimento da internet. A rede chegou para mudar radicalmente a forma como vivemos e nos relacionamos. A geração surgida dessas novas circunstâncias parece acreditar ser possível lutar pelo bem comum sem abrir mão de suas ambições individuais. “Por ter crescido num ambiente de estabilidade política e econômica, esse jovem está imbuído de um espírito público de melhorias”, afirma Drica Guzzi, coordenadora de projetos da Escola do Futuro da USP.

Alfabetizados num mundo regido pela rapidez da internet, conectados globalmente, esses jovens mudaram a forma de fazer política e de engajar-se em causas sociais. Disseminam, pelo Twitter, dicas de como se portar numa passeata. “Eles têm ferramentas para se colocar como protagonistas e provocar microrrevoluções. Associadas, elas causam grandes mudanças.”

“Eles são regidos por uma nova maneira de pensar e agir, influenciada pela tecnologia”, afirma o publicitário Rony Rodrigues, presidente da Box 1824, empresa de pesquisa especializada em tendências de consumo e comportamento jovem.

A facilidade para disseminar campanhas pelas redes sociais também é motivo de preocupação. Em meio a tantas informações e apelos, será que os jovens conseguem se aprofundar nas discussões? O perigo é acabar encampando causas sem entender os reais interesses por trás do movimento.

Ainda é cedo para saber se esse vazio do engajamento digital prevalecerá. Um dos levantamentos mais extensos já feitos sobre o assunto sugere perspectivas otimistas. A equipe liderada pelo educador americano Joseph Kahne analisou a participação virtual e real de 3 mil jovens americanos entre 15 e 25 anos. Os resultados sugerem que, entre aqueles que participavam de alguma atividade política ou social nas redes sociais, 96% também tomavam parte em formas tradicionais de engajamento, vinculadas a instituições. “O ativismo digital é uma maneira complementar de trabalhar por mudanças”, diz Kahne.

(Marcela Buscato e Fillipe Mauro, com Júlia Korte, Luís Antônio Giron e Mariana Tessitore. Época. 31/07/2013. Adaptado)

Observe o mapa abaixo, relacionando-o ao Texto, para responder a questão.

Enunciado 2741287-1

(Fonte: Jornal O Estado de São Paulo, 2013)

De acordo com a leitura do Texto, o excerto que tem relação com o tema exposto no mapa é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2451829 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
Leia o Texto para responder à questão.
Texto
“Uma jarra de vidro, uma cesta de palha, um vestido rústico de musselina, uma bandeja de madeira: objetos belos, não apesar de sua utilidade, mas por causa dela. Sua beleza lhes é inerente, como o perfume ou a cor das flores. É inseparável de sua função: são coisas belas porque são coisas úteis. O artesanato pertence a um mundo anterior à distinção entre o útil e o belo. Tal distinção é mais recente do que se imagina. Muitos dos artefatos que chegaram até nossos museus e coleções particulares pertenciam a um mundo no qual a beleza não era um valor isolado e autônomo. A sociedade era dividida em dois grandes domínios: o profano e o sagrado. Em ambos, a beleza era uma qualidade subordinada: no domínio do profano, subordinada à utilidade do objeto em questão, e no domínio do sagrado, ao seu poder mágico. Um utensílio, um talismã, um símbolo: a beleza era a aura em torno do objeto, resultante – quase sempre involuntariamente – da relação secreta entre sua forma e seu significado. Forma: o modo como uma coisa é fabricada; significado: o propósito para o qual é fabricada.”
PAZ, Octavio. O Artesanato. Arte na Omaguás. Disponível em: http://arteomaguas.wordpress.com/o-artista-e-o-artesao-feiraomaguas-artesanato-arte-feira-de-artesanato-norma-nacsapinheiros-passeios-merleau-ponty/o-artesanato-otavio-paz/Acesso em 15/08/2013
O Texto, do escritor mexicano Octavio Paz, aborda a noção de artesanato num sentido que não a distancia da noção corrente de arte, enquanto criação associada ao universo estético. Artefatos, souvenirs e coleções vendidos nas feiras e nas praças das grandes cidades brasileiras, nos finais de semana, compõem esse universo, mas são normalmente considerados por seus consumidores como obras de valor inferior àquelas da “grande arte”. Isto se justifica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2449962 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA

Leia o Texto para responder à questão

O novo ativista digital

O paulista Renan Fernandes, de 22 anos, é um observador atento da conjuntura política e social do país. Participa das discussões no centro acadêmico da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde cursa o 5° ano. Ele dá aulas voluntariamente no cursinho pré-vestibular para estudantes carentes que funciona na faculdade. No dia 13 de junho, quando 5 mil manifestantes protestavam nas ruas do centro de São Paulo, ele era um deles. “Sou usuário do transporte público e queria ajudar a lutar por uma tarifa mais justa”, afirma Fernandes. Ele diz ter sido atingido por uma bala de borracha disparada pelos policiais, afirma que viu uma amiga ser ferida pelos projéteis e outra queimar as mãos, depois de ser atingida por uma bomba de gás lacrimogêneo. Revoltado, organizou um abaixo-assinado na internet para protestar contra a ação violenta da polícia. Em menos de uma hora, o texto ganhou quase 1.000 assinaturas. Hoje, está com quase 6 mil. Se chegar à marca dos 7.500, Fernandes promete entregar o documento ao governador do Estado, Geraldo Alckmin. Fernandes diz que, mesmo que os policiais não sejam punidos, o importante é protestar. “Quero espalhar informação e conscientizar as pessoas”, afirma.

Os milhares de manifestantes que ganharam as ruas do Brasil nas últimas semanas são parecidos com Fernandes. São jovens que descobriram na internet uma ferramenta poderosa para lançar e organizar protestos: contra a má qualidade dos serviços públicos, contra a corrupção, contra a violência da polícia e, sobretudo, contra tudo o que eles consideram abaixo de suas elevadas expectativas em relação à situação econômica e social do Brasil.

Os jovens se tornaram mais exigentes por dois motivos. Primeiro, porque aumentou o nível de escolaridade. Eles estão mais instruídos. Segundo dados do INEP, o Instituto de Pesquisas do Ministério da Educação, entre os jovens de 18 e 24 anos, aqueles que cursavam o nível superior passaram de 15%, em 2002, para 29,9%, em 2011. O segundo motivo é a crise econômica. O crescimento brasileiro, que chegou a ser de 7% ao ano, caiu para menos de 1% no ano passado, arrastando com ele a possibilidade de melhoria rápida no padrão de vida dos brasileiros, sobretudo os mais jovens. O país não conseguiu cumprir a expectativa de realização pessoal criada entre os jovens urbanos.

Há dois anos, na Espanha, o movimento Indignados promoveu uma série de protestos contra as altas taxas de desemprego no país – e aproveitou para pedir o fim da corrupção e melhorias na educação, saúde, cultura. Reivindicações muito parecidas com as do movimento americano Occupy Wall Street. “As multidões têm hoje instrumentos para se organizar e se reunir quase instantaneamente, pelas redes sociais como o Twitter e o Facebook”, afirma o sociólogo espanhol Manuel Castells, “O novo espaço público, formado pela interseção do universo virtual com o local, gerou um contrapoder: pela primeira vez na história, as forças de mudança reúnem força e condições de encurralar o poder."

A força contestadora da juventude – no Brasil, na Turquia, nos Estados Unidos, na Espanha – é historicamente a força motriz de um processo de saudável renovação social. “Os jovens estão em busca de independência e esbarram nos limites da família, das instituições, da sociedade. É natural que tentem derrubá-los”, diz a educadora Ana Karina Brenner, pesquisadora do Observatório Jovem do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense. No Brasil, organizaram-se clandestinamente e marcharam para derrubar a ditadura militar. Nos anos 1980, num mundo marcado pela competição entre capitalismo e socialismo, os sonhos da juventude se tornaram mais materialistas. Os jovens queriam exercer suas competências e ascender economicamente. Nos Estados Unidos, ficaram conhecidos como yuppies. No Brasil, queriam o direito de votar para presidente e mobilizaram a sociedade numa das maiores campanhas já realizadas no país, as Diretas Já.

De lá para cá, o país tem vivido um longo ciclo de normalização política e econômica, que coincidiu com o surgimento da internet. A rede chegou para mudar radicalmente a forma como vivemos e nos relacionamos. A geração surgida dessas novas circunstâncias parece acreditar ser possível lutar pelo bem comum sem abrir mão de suas ambições individuais. “Por ter crescido num ambiente de estabilidade política e econômica, esse jovem está imbuído de um espírito público de melhorias”, afirma Drica Guzzi, coordenadora de projetos da Escola do Futuro da USP.

Alfabetizados num mundo regido pela rapidez da internet, conectados globalmente, esses jovens mudaram a forma de fazer política e de engajar-se em causas sociais. Disseminam, pelo Twitter, dicas de como se portar numa passeata. “Eles têm ferramentas para se colocar como protagonistas e provocar microrrevoluções. Associadas, elas causam grandes mudanças.”

“Eles são regidos por uma nova maneira de pensar e agir, influenciada pela tecnologia”, afirma o publicitário Rony Rodrigues, presidente da Box 1824, empresa de pesquisa especializada em tendências de consumo e comportamento jovem.

A facilidade para disseminar campanhas pelas redes sociais também é motivo de preocupação. Em meio a tantas informações e apelos, será que os jovens conseguem se aprofundar nas discussões? O perigo é acabar encampando causas sem entender os reais interesses por trás do movimento.

Ainda é cedo para saber se esse vazio do engajamento digital prevalecerá. Um dos levantamentos mais extensos já feitos sobre o assunto sugere perspectivas otimistas. A equipe liderada pelo educador americano Joseph Kahne analisou a participação virtual e real de 3 mil jovens americanos entre 15 e 25 anos. Os resultados sugerem que, entre aqueles que participavam de alguma atividade política ou social nas redes sociais, 96% também tomavam parte em formas tradicionais de engajamento, vinculadas a instituições. “O ativismo digital é uma maneira complementar de trabalhar por mudanças”, diz Kahne.

(Marcela Buscato e Fillipe Mauro, com Júlia Korte, Luís Antônio Giron e Mariana Tessitore. Época. 31/07/2013. Adaptado)

Com base no Texto e na charge abaixo, responda à questão 2.

Enunciado 2705487-1

(Fonte: adaoluz.blogspot.com)

A charge acima apresenta um tema que se encontra no excerto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
200719 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
Uma empresa em sua expansão verificou que existia a necessidade de ser realizada a duplicação de dados em arquivos separados como forma de contingência. Em relação aos conceitos de banco de dados, a duplicação de dados em arquivos separados é conhecida como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
200716 Ano: 2013
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
A figura abaixo representa o processo de pagamento de uma microempresa do ramo de vendas no município de Belém desenhado utilizando a notação do BPMN:
Enunciado 3006149-1
A leitura a ser feita do processo de pagamento representado acima é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
200714 Ano: 2013
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
Dentro da perspectiva dos processos internos no modelo do Balanced Scorecard (BSC), a alternativa que melhor representa objetivos que devem ser alcançados na visão de Tecnologia da Informação é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
200711 Ano: 2013
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
Analisando as assinaturas digitais, verifique as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Assinatura Digital consiste na criação de um código, de modo que a pessoa ou entidade que receber uma mensagem contendo este código possa verificar se o remetente é mesmo quem diz ser e identificar qualquer mensagem que possa ter sido modificada.
II. Se Cássio desejar enviar uma mensagem assinada para Márcio, ele codificará a mensagem com sua chave pública, gerando assim a assinatura digital, que será adicionada à mensagem enviada para Márcio. Ao receber a mensagem, Márcio utilizará a chave privada de Cassio para decodificar a mensagem.
III. A Assinatura Digital é conhecida apenas pelo seu proprietário.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
200710 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
As redes wireless caracterizam qualquer tipo de conexão para transmissão de informação sem a utilização de fios ou cabos. Sobre estas redes, analise as afirmativas abaixo:
I. Dependendo da potência de transmissão dos Pontos de Acessos (também chamados de Access Point), uma rede wireless pode ter um alcance que ultrapasse os limites geográficos de uma determinada instituição, o que pode facilitar fraudes, usos indevidos e acessos não autorizados, portanto, devem ser implementadas medidas como o uso de autenticação e criptografia para evitar esses acessos não autorizados.
II. Se o objetivo é aumentar o alcance da rede, o ideal é conectar os pontos de acesso usando cabos de rede e configurálos para utilizar canais diferentes.
III. O número máximo de clientes simultâneos suportados pelo ponto de acesso varia de acordo com o fabricante, mas não ultrapassando 30 clientes.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
200709 Ano: 2013
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
Cassio, um gerente de projetos certificado PMP (Project Management Professional), foi selecionado para gerenciar um projeto crítico para a sua empresa. Quando ele estava definindo o escopo do projeto, o patrocinador disse que o projeto deve ser concluído no prazo de um ano ou a empresa vai perder a oportunidade de mercado. Cassio vai incluir isso na declaração do escopo do projeto como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
200708 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UEPA
Orgão: SEFAZ-PA
Sobre os portais corporativos correlacione os Requisitos aos Textos explicativos propostos abaixo:
Requisitos:
1. Fácil para usuários eventuais
2. Classificação e pesquisa
3. Compartilhamento colaborativo
4. Conectividade universal aos recursos informacionais
5. Acesso dinâmico aos recursos Informacionais
E textos explicativos:
A. O portal deve permitir aos usuários publicar, compartilhar e receber informações de outros usuários. O portal deve prover um meio de interação entre pessoas e grupos na organização.
B. Por meio de sistemas inteligentes, o portal deve permitir acesso dinâmico às informações nele armazenadas, fazendo com que os usuários sempre recebam informações atualizadas.
C. Os usuários devem conseguir localizar e acessar facilmente a informação correta, com o mínimo de treinamento, não importando o local de armazenamento dessa informação.
D. O portal deve ser capaz de indexar e organizar as informações da empresa. Seu mecanismo de busca deve refinar e filtrar as informações, suportar palavras-chave e operadores booleanos, e apresentar o resultado da pesquisa em categorias de fácil compreensão.
E. O portal deve prover amplo acesso a todo e qualquer recurso informacional, suportando conexão com sistemas heterogêneos, tais como correio eletrônico, bancos de dados relacionais e multidimensionais, sistemas de gestão de documentos, servidores Web, groupware, sistemas de áudio, vídeo etc.
A alternativa que associa o requisito com o seu texto explicativo é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas