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Tatiana comparou uma palavra de cinco letras distintas com as palavras NORTE, CREME, VIOLA, REFRI e QUOTA e observou que:
NORTE: não tem letras em comum com ela;
CREME: tem exatamente uma única letra em comum e que está na mesma posição;
VIOLA: tem exatamente duas letras em comum, mas que não estão nas mesmas posições da palavra procurada;
REFRI: tem exatamente uma única letra em comum e que está na mesma posição da palavra procurada;
QUOTA: tem exatamente três letras em comum, mas que não estão nas mesmas posições da palavra procurada;
De acordo com as observações feitas por Tatiana, é correto concluir que a palavra é o nome de:
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Lucas pode apostar nos números de 1 a 20 num jogo de roletas. Ele apostou em todos os números primos e também nos múltiplos de 2. A chance de Lucas não ganhar é igual a:
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Esta questão avalia conhecimentos sobre diferentes itens do conteúdo previsto em edital. Assinale a alternativa que contém um exemplo correto do(s) respectivo(s) item(ns):
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Ele declarou que convocara o jovem para assumir o cargo porque confiava em suas competências e habilidades. Dois meses depois viria a decepção: ele não tinha responsabilidade." Em relação ao emprego das formas verbais destacadas, é correto afirmar que:
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A concordância (verbal e/ou nominal) está correta na alternativa:
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Considerada a sequência destacada na palavra, assinale a alternativa que a classifica corretamente:
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A única palavra que não é paroxítona encontra-se na alternativa:
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Mediante análise dos dois enunciados que seguem - i) "Respeito a liberdade de expressão. ii) "Respeito à liberdade de expressão." -, pode-se afirmar que:
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A alternativa correta quanto à regência (verbal e/ou nominal) é:
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Bagunça tóxica
Ao se divulgarem os resultados das primeiras provas do ENEM, um grande grupo educacional encomendou uma pesquisa com os alunos das dez melhores escolas do Brasil. Pois não é que eram todas muito parecidas? Chamava a atenção o fato de serem muito rígidas na disciplina. Ou seja: nada de bagunça. E entre as instituições públicas, com sua disciplina severa, os colégios militares têm ótimo desempenho.
Viajando por outras terras, consideremos a França, a Alemanha e a Inglaterra. De lá vieram as mais abundantes colheitas de artistas, filósofos, cientistas, empresários e estadistas. Historicamente, suas escolas sempre foram extraordinariamente rígidas, chegando até a umas varadinhas aqui e umas reguadas acolá.
Em maio de 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade, promovendo um evento de espantosa visibilidade mundial. Barricadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com a polícia! Ecoava o slogan mais poderoso: "É proibido proibir".
As consequências de Maio de 68 varreram o mundo e remoldaram a alma da escola. Muitos manifestantes viraram professores, sentindo-se pouco confortáveis com sua autoridade. A epidemia do "Proibido proibir" contaminou a América Latina.
Em um dos seus primeiros discursos, depois de presidente, Sarkozy chama a atenção para a lastimável erosão da autoridade do professor, com suas raízes em 68. O filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também rememora a queda da disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de tudo, porque erodiram as regras de disciplina, claras e compartilhadas; mas, segundo ele, o pêndulo volta, com as escolas francesas recobrando sua capacidade de controlar a baderna.
Não é preciso muito esforço(a) para verificar a onipresença dos problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem falamos de alunos agredindo professores. Há uma incapacidade generalizada dos professores em impedir a bagunça nas aulas, sobretudo nas escolas públicas.
No caso brasileiro, a alma penada de Maio de 68 parece muito presente, embora possa haver outros fatores contribuindo para as dificuldades de manter a disciplina. Aula chata? Quem sabe, a disseminação de uma caricatura da psicanálise, com seus pavores de que uma disciplina rígida vá frustrar ou traumatizar os alunos? Ou uma esquerda que confunde autoridade com autoritarismo? Ou um DNA tropical e insubmisso?
Mas que consequências teria essa incapacidade da escola para manter a ordem? O professor James lto-Adler fez, para o Positivo, uma pesquisa etnográfica, entrevistando uma amostra de alunos. Nela, surge uma descoberta surpreendente. Quando perguntou aos alunos o que(c) mais atrapalhava o seu aprendizado, a resposta foi enfática: "A bagunça dos outros!" São os próprios estudantes que clamam por uma disciplina careta(b); não é o lamento de professor saudosista. Ou seja: os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de aula atrapalham os estudos. Resultados espúrios? Não parece, pois pesquisas nos Estados Unidos e na França sugerem o mesmo. A bagunça é tóxica.
A ideia de que a escola não pode tolher a liberdade dos alunos é falsa. Embora possamos conduzir a discussão de forma mais sofisticada, vale a pena repetir o princípio segundo o qual a minha liberdade acaba onde começa a lesar a liberdade de outrem. No caso, a liberdade dos colegas para estudar e aprender.
Obrigar o aluno a ficar quieto, quando está com vontade de falar e saracotear? Ficará traumatizado pela imposição de uma regra autoritária que não tolhe suas manifestações espontâneas? Isso não acontece com os alunos das melhores escolas nem nos países mais pródigos em gente criativa e produtiva.
A solução começa na cabeça dos professores e diretores. No caso, professores, no plural. Não basta convencer um(d). Se todos entenderem que bagunça em sala de aula é inaceitável, mudará o clima da escola. As escolas católicas de Boston recebem alunos de regiões turbulentas e problemáticas, mas, com olímpica tranquilidade, mantêm um clima de disciplina rígida. Afirma-se que isso explica o desempenho superior de seus alunos.
Temos que nos livrar da bagunça tóxica(e). (Cláudio de Moura Castro. Revista Veja, 8 de janeiro de 2.014, p. 20. Com adaptações.)
Assinale a alternativa em que a classificação da palavra está correta:
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