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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO
"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio(a). Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder(b) em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias(c), crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.
Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".
Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos(d): equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.
Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo(e). Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.
Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".
(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)
De acordo com o contexto, a afirmação segundo a qual "As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente...". se justifica no seguinte trecho:
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO
"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.
Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".
Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos: equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.
Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.
Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".
(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)
Acerca das ideias e estruturas linguísticas do segmento "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder...", é correto afirmar que:
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO
"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma(d), a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada(a) do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais(b), entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.
Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade(e) por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".
Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos: equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento(c) publicitário estatal.
Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.
Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".
(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)
A ideia contida no segmento "...o mundo vive o momento da fundação de algo novo..." pode ser inferida da expressão:
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO
"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder(a)", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma, a necessidade(b) de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.
Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais(c) para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".
Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos(d): equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela(e), ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.
Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.
Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".
(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)
A regência nominal determina o emprego da expressão sublinhada no segmento:
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Segundo um processo de Poisson, um call center recebe, em média, 18 reclamações por hora a respeito de um determinado produto.
A probabilidade de, em 20 minutos, receber no máximo três reclamações, dado que houve pelo menos uma reclamação, é de:
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Nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado do Rio de Janeiro, é correto afirmar, quanto aos deveres prescritos aos servidores públicos:
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O DIFÍCIL EQUILÍBRIO
"As tecnologias digitais aumentam a democratização infinitamente, e vão em caminho contrário ao da intervenção do Estado", afirma o cientista político Alexandre Barros. Exemplo das mudanças em curso, "o governo do Egito caiu em uma revolta sem líder", aponta Paulo Tonet Camargo, diretor da Associação Nacional de Jornais (ANJ). "Assistimos a um fenômeno fantástico no mundo, das revoluções sem líder", diz ele. "As pessoas querem viver de acordo com sua própria consciência, dar opinião, exercer seu livre arbítrio. Esse é o novo modelo(a)". Para o diplomata Marcos Troyjo, o mundo vive o momento da fundação de algo novo, em plena construção e ainda desconhecido. Os três participaram do seminário Liberdade em Debate, promovido pelo Instituto Millenium, ao lado do jornalista Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, que destacou, nessa virada de paradigma(b), a necessidade de fortalecer as instituições para a mediação equilibrada do exercício do poder em suas diferentes esferas. Para Troyjo, o novo ambiente político e social em formação vai se basear em alguns parâmetros principais, entre eles a dinâmica altamente acelerada das tecnologias, crucial para a liberdade de expressão e um desafio para as empresas de comunicação.
Ao permitir que cada vez mais gente tenha seu próprio canal de expressão, seja uma rádio online ou um blog, a Internet, segundo Barros, tornaria obsoletas as tradicionais alegações éticas e morais para a intervenção do Estado na sociedade por meio de veículos públicos de comunicação." A tecnologia torna a justificativa moral para intervenções nessa área menos crível(c)". Mas é preciso que a rede seja neutra e livre. "Por isso, a grande batalha(d) para não controlar a Internet; por enquanto, dá para termos o Julian Assange no Wikileakes; daqui a pouco, não se pode mais".
Precisamos fortalecer nossa democracia, resgatando e restaurando, com força máxima, esses cânones básicos(e): equilíbrio e representatividade dos poderes; o poder mediador das instituições", diz Gandour. Na avaliação dele, a Internet multiplica os canais de repercussão e interatividade e realimenta a produção de notícias, mas a maior parte do que se gera de informação primária na rede ainda nasce das redações tradicionais. Para Troyojo, passo importante para deixar o modelo de Estado Babá é a sociedade recusar a tutela, ou, no caso da mídia, o excesso de investimento publicitário estatal.
Na análise de Alexandre Barros, os estados são quase sempre arbitrários e desmedidos quando tentam intervir nas ações da sociedade ou do indivíduo. Na opinião do cientista político, "é fundamental que exista liberdade tanto de pensamento como de circulação de ideias, de associação e de dissociação - quando alguém pode deixar uma religião, por exemplo, mesmo tendo sido batizado.
Atualmente, qualquer esforço de controlar conteúdos na sociedade "é ridículo", na opinião do diretor da ANJ. "Antigamente, o que não saía no Repórter Esso, ninguém ficava sabendo. Hoje, se algum telejornal não der a notícia, milhares de sites vão furá-lo em dois segundos".
(Jornal O Globo, Projetos de Marketing, 23 de março de 2011)
Considerando o uso correto do recurso de coesão referencial anafórica, observa-se o uso inadequado do pronome demonstrativo no seguinte segmento:
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Seja !$ X !$ uma variável aleatória normalmente distribuída com média !$ \mu !$ e variância !$ \sigma^2 !$. Seja !$ Y !$ a variável aleatória definida por !$ \alpha + \beta X !$ onde !$ \beta !$ é uma constante positiva. Se a média de !$ Y !$ for igual a zero e sua variância for unitária, então !$ \alpha !$ e !$ \beta !$ serão, respectivamente, iguais a:
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- Gestão de ServiçosITILITIL v3Gestão de Configuração (ITILv3)
- Gestão de ServiçosITILITIL v3Gestão de Continuidade de Serviços de TI (ITILv3)
II- Entrega do Serviço - os processos concentram-se nas atividades de planejamento a longo prazo dos serviços que serão demandados pela organização e na melhoria dos serviços já entregues e em utilização pela organização.
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