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940730 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

Famintos por Tempo

Time Famine é uma expressão recente que diz muito sobre a rotina que vivemos hoje em dia. Trata-

se da fome, quase desesperada, que temos, nos dias de hoje, por mais tempo.

Queremos mais tempo para trabalhar e produzir. Mais tempo para socializar nas redes sociais. Para

nossa vida pessoal. Tempo até para conseguir apreciar, de fato, o que conquistamos ou o que compramos

com o dinheiro que ganhamos. Mas até para isso, paradoxalmente, também não temos tempo. Afinal, a

conquista de hoje é quase que imediatamente sufocada por tudo o que temos que tentar entregar amanhã.

Ou daqui __ pouco.

Os dias viram horas. As semanas viram dias. Piscamos e meio ano já passou. Estamos sempre

ocupados, trabalhando muito, respondendo a infinitos e-mails, fissurados por uma rotina de correria e

afazeres táticos. Sempre correndo para lá e para cá, ansiando pelo dia de amanhã, quando poderemos,

quem sabe, ter mais tempo e aproveitar a vida. Gertrude Stein tem uma frase maravilhosa sobre essa ilusão

– There is no there there… Mas eis que o paradoxo aumenta: quanto mais tempo queremos, pior

administramos o que temos, de fato.

Quanto de nosso tempo no trabalho é usado para assuntos importantes, ligados __ estratégia e

inovação? Estou falando de temas que podem gerar uma diferença significativa em termos de performance,

competitividade e resultados para as empresas. Inúmeras pesquisas apontam para a frustração de CEOs e

diretores de empresas sobre a falta de tempo adequado dedicado __ temas cujo impacto seria muito maior

em seus negócios a longo prazo.

Ao invés disso, estamos ocupados com as reuniões intermináveis, as centenas de e-mails que

respondemos (ou não), diariamente. Com o celular que não para de tocar, ou com os relatórios cujos

deadlines já passaram. O tático se sobrepõe ao estratégico. O relevante vira segundo plano. E como não

temos todo o tempo que queremos, trabalhamos até mais tarde e nos finais de semana.

De novo, o paradoxo. O tempo que não temos para todo o trabalho tático que devemos entregar

invade nossa vida pessoal. E acabamos tendo ainda menos tempo para nossos maridos, mulheres,

namorados, filhos e pais; justamente as pessoas que têm maior importância em nossas vidas. E mesmo

quando conseguimos tempo com eles, estamos sempre com o celular na mão, checando assuntos do

trabalho, ligados ___ assuntos táticos que não nos deixam resetar a cabeça, aproveitar momentos de

qualidade real com a família e descansar de fato, para que, no dia seguinte, possamos ser mais produtivos

e criativos no trabalho.

O tempo individual é também muito escasso. Não temos tempo para cuidar de nós mesmos, para

fazer exercícios, para planejar uma alimentação adequada. Não dormimos o suficiente. Perdemos a

capacidade de reservar tempo para o silêncio interior, fundamental para buscarmos as respostas mais

importantes em nossas vidas, ligadas à direção, propósito, razão de existência e legado, como alguns

exemplos. Estamos, portanto, famintos por tempo.

Mas se tivéssemos mais tempo, saberíamos distribuir, de fato, esse tempo extra da melhor forma?

Ou somente trabalharíamos mais e mais? Teríamos mais equilíbrio ou reforçaríamos o modo piloto

automático atual?

Duas questões são fundamentais neste ponto. A primeira é que não temos e não teremos este

tempo físico adicional. A forma como decidimos e alocamos o tempo para nossas rotinas é uma decisão

individual. Mas é preciso trazer consciência para nossas escolhas. A segunda questão, ainda mais crítica, é

que o tempo está passando, nós estamos passando. Passados alguns minutos, dias, semanas, meses ou

anos, não estaremos mais aqui.

Pense nisso. Seja no trabalho, na vida pessoal ou nas suas escolhas mais importantes, o que você

está fazendo de relevante para melhor aproveitar o tempo que ainda __?

Fonte: texto adaptado - disponível em http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/muito-trabalho-pouco-stress/2014/06/23/famintos-por-tempo/-23-6-2014.

Para responder à questão , considere o trecho abaixo retirado do texto.


E acabamos tendo ainda menos tempo para nossos maridos, mulheres, namorados, filhos e pais; justamente as pessoas que têm maior importância em nossas vidas. E mesmo quando conseguimos tempo com eles, estamos sempre com o celular na mão[...]. (l.24-26)


Analise as assertivas abaixo a respeito do fragmento acima.


I. A expressão “as pessoas”, mantendo-se o sentido do fragmento, poderia ser substituída por os.
II. O verbo ‘ter’ não deveria estar grafado com acento circunflexo.
III. A expressão ‘com eles’ poderia ser suprimida, sem provocar alteração no sentido global do fragmento.
IV. As vírgulas da segunda linha do fragmento separam orações justapostas.

Quais estão corretas?

 

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940729 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

Famintos por Tempo

Time Famine é uma expressão recente que diz muito sobre a rotina que vivemos hoje em dia. Trata-

se da fome, quase desesperada, que temos, nos dias de hoje, por mais tempo.

Queremos mais tempo para trabalhar e produzir. Mais tempo para socializar nas redes sociais. Para

nossa vida pessoal. Tempo até para conseguir apreciar, de fato, o que conquistamos ou o que compramos

com o dinheiro que ganhamos. Mas até para isso, paradoxalmente, também não temos tempo. Afinal, a

conquista de hoje é quase que imediatamente sufocada por tudo o que temos que tentar entregar amanhã.

Ou daqui __ pouco.

Os dias viram horas. As semanas viram dias. Piscamos e meio ano já passou. Estamos sempre

ocupados, trabalhando muito, respondendo a infinitos e-mails, fissurados por uma rotina de correria e

afazeres táticos. Sempre correndo para lá e para cá, ansiando pelo dia de amanhã, quando poderemos,

quem sabe, ter mais tempo e aproveitar a vida. Gertrude Stein tem uma frase maravilhosa sobre essa ilusão

– There is no there there… Mas eis que o paradoxo aumenta: quanto mais tempo queremos, pior

administramos o que temos, de fato.

Quanto de nosso tempo no trabalho é usado para assuntos importantes, ligados __ estratégia e

inovação? Estou falando de temas que podem gerar uma diferença significativa em termos de performance,

competitividade e resultados para as empresas. Inúmeras pesquisas apontam para a frustração de CEOs e

diretores de empresas sobre a falta de tempo adequado dedicado __ temas cujo impacto seria muito maior

em seus negócios a longo prazo.

Ao invés disso, estamos ocupados com as reuniões intermináveis, as centenas de e-mails que

respondemos (ou não), diariamente. Com o celular que não para de tocar, ou com os relatórios cujos

deadlines já passaram. O tático se sobrepõe ao estratégico. O relevante vira segundo plano. E como não

temos todo o tempo que queremos, trabalhamos até mais tarde e nos finais de semana.

De novo, o paradoxo. O tempo que não temos para todo o trabalho tático que devemos entregar

invade nossa vida pessoal. E acabamos tendo ainda menos tempo para nossos maridos, mulheres,

namorados, filhos e pais; justamente as pessoas que têm maior importância em nossas vidas. E mesmo

quando conseguimos tempo com eles, estamos sempre com o celular na mão, checando assuntos do

trabalho, ligados ___ assuntos táticos que não nos deixam resetar a cabeça, aproveitar momentos de

qualidade real com a família e descansar de fato, para que, no dia seguinte, possamos ser mais produtivos

e criativos no trabalho.

O tempo individual é também muito escasso. Não temos tempo para cuidar de nós mesmos, para

fazer exercícios, para planejar uma alimentação adequada. Não dormimos o suficiente. Perdemos a

capacidade de reservar tempo para o silêncio interior, fundamental para buscarmos as respostas mais

importantes em nossas vidas, ligadas à direção, propósito, razão de existência e legado, como alguns

exemplos. Estamos, portanto, famintos por tempo.

Mas se tivéssemos mais tempo, saberíamos distribuir, de fato, esse tempo extra da melhor forma?

Ou somente trabalharíamos mais e mais? Teríamos mais equilíbrio ou reforçaríamos o modo piloto

automático atual?

Duas questões são fundamentais neste ponto. A primeira é que não temos e não teremos este

tempo físico adicional. A forma como decidimos e alocamos o tempo para nossas rotinas é uma decisão

individual. Mas é preciso trazer consciência para nossas escolhas. A segunda questão, ainda mais crítica, é

que o tempo está passando, nós estamos passando. Passados alguns minutos, dias, semanas, meses ou

anos, não estaremos mais aqui.

Pense nisso. Seja no trabalho, na vida pessoal ou nas suas escolhas mais importantes, o que você

está fazendo de relevante para melhor aproveitar o tempo que ainda __?

Fonte: texto adaptado - disponível em http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/muito-trabalho-pouco-stress/2014/06/23/famintos-por-tempo/-23-6-2014.

Para responder à questão , considere o primeiro período do texto.

Analise as assertivas que seguem.
I. A oração principal é “Time Famine é uma expressão recente”.
II. As orações que iniciam pelo pronome que são subordinadas à mesma oração.
III. O referente dos pronomes relativos é o mesmo.
IV. No período, há duas orações reduzidas.
Quais estão incorretas?
 

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940728 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

Famintos por Tempo

Time Famine é uma expressão recente que diz muito sobre a rotina que vivemos hoje em dia. Trata-

se da fome, quase desesperada, que temos, nos dias de hoje, por mais tempo.

Queremos mais tempo para trabalhar e produzir. Mais tempo para socializar nas redes sociais. Para

nossa vida pessoal. Tempo até para conseguir apreciar, de fato, o que conquistamos ou o que compramos

com o dinheiro que ganhamos. Mas até para isso, paradoxalmente, também não temos tempo. Afinal, a

conquista de hoje é quase que imediatamente sufocada por tudo o que temos que tentar entregar amanhã.

Ou daqui __ pouco.

Os dias viram horas. As semanas viram dias. Piscamos e meio ano já passou. Estamos sempre

ocupados, trabalhando muito, respondendo a infinitos e-mails, fissurados por uma rotina de correria e

afazeres táticos. Sempre correndo para lá e para cá, ansiando pelo dia de amanhã, quando poderemos,

quem sabe, ter mais tempo e aproveitar a vida. Gertrude Stein tem uma frase maravilhosa sobre essa ilusão

– There is no there there… Mas eis que o paradoxo aumenta: quanto mais tempo queremos, pior

administramos o que temos, de fato.

Quanto de nosso tempo no trabalho é usado para assuntos importantes, ligados __ estratégia e

inovação? Estou falando de temas que podem gerar uma diferença significativa em termos de performance,

competitividade e resultados para as empresas. Inúmeras pesquisas apontam para a frustração de CEOs e

diretores de empresas sobre a falta de tempo adequado dedicado __ temas cujo impacto seria muito maior

em seus negócios a longo prazo.

Ao invés disso, estamos ocupados com as reuniões intermináveis, as centenas de e-mails que

respondemos (ou não), diariamente. Com o celular que não para de tocar, ou com os relatórios cujos

deadlines já passaram. O tático se sobrepõe ao estratégico. O relevante vira segundo plano. E como não

temos todo o tempo que queremos, trabalhamos até mais tarde e nos finais de semana.

De novo, o paradoxo. O tempo que não temos para todo o trabalho tático que devemos entregar

invade nossa vida pessoal. E acabamos tendo ainda menos tempo para nossos maridos, mulheres,

namorados, filhos e pais; justamente as pessoas que têm maior importância em nossas vidas. E mesmo

quando conseguimos tempo com eles, estamos sempre com o celular na mão, checando assuntos do

trabalho, ligados ___ assuntos táticos que não nos deixam resetar a cabeça, aproveitar momentos de

qualidade real com a família e descansar de fato, para que, no dia seguinte, possamos ser mais produtivos

e criativos no trabalho.

O tempo individual é também muito escasso. Não temos tempo para cuidar de nós mesmos, para

fazer exercícios, para planejar uma alimentação adequada. Não dormimos o suficiente. Perdemos a

capacidade de reservar tempo para o silêncio interior, fundamental para buscarmos as respostas mais

importantes em nossas vidas, ligadas à direção, propósito, razão de existência e legado, como alguns

exemplos. Estamos, portanto, famintos por tempo.

Mas se tivéssemos mais tempo, saberíamos distribuir, de fato, esse tempo extra da melhor forma?

Ou somente trabalharíamos mais e mais? Teríamos mais equilíbrio ou reforçaríamos o modo piloto

automático atual?

Duas questões são fundamentais neste ponto. A primeira é que não temos e não teremos este

tempo físico adicional. A forma como decidimos e alocamos o tempo para nossas rotinas é uma decisão

individual. Mas é preciso trazer consciência para nossas escolhas. A segunda questão, ainda mais crítica, é

que o tempo está passando, nós estamos passando. Passados alguns minutos, dias, semanas, meses ou

anos, não estaremos mais aqui.

Pense nisso. Seja no trabalho, na vida pessoal ou nas suas escolhas mais importantes, o que você

está fazendo de relevante para melhor aproveitar o tempo que ainda __?

Fonte: texto adaptado - disponível em http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/muito-trabalho-pouco-stress/2014/06/23/famintos-por-tempo/-23-6-2014.

Analise as assertivas que seguem sobre as lacunas das linhas 07, 14, 17, 27 e 44.
I. A lacuna da linha 07 deve ser preenchida por à, atendendo à regência do vocábulo daqui.
II. Face à regência da palavra ligados, a lacuna da linha 14 deve ser preenchida por a.
III. Tanto na linha 17 quanto na 27, apenas a preposição a preencheria corretamente as duas lacunas, visto que os termos regidos pertencem ao gênero masculino, não admitindo o uso do artigo definido feminino.
IV. Na lacuna da linha 44, dever-se-ia usar o verbo haver flexionado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo.

Quais estão corretas?
 

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940727 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

Famintos por Tempo

Time Famine é uma expressão recente que diz muito sobre a rotina que vivemos hoje em dia. Trata-

se da fome, quase desesperada, que temos, nos dias de hoje, por mais tempo.

Queremos mais tempo para trabalhar e produzir. Mais tempo para socializar nas redes sociais. Para

nossa vida pessoal. Tempo até para conseguir apreciar, de fato, o que conquistamos ou o que compramos

com o dinheiro que ganhamos. Mas até para isso, paradoxalmente, também não temos tempo. Afinal, a

conquista de hoje é quase que imediatamente sufocada por tudo o que temos que tentar entregar amanhã.

Ou daqui __ pouco.

Os dias viram horas. As semanas viram dias. Piscamos e meio ano já passou. Estamos sempre

ocupados, trabalhando muito, respondendo a infinitos e-mails, fissurados por uma rotina de correria e

afazeres táticos. Sempre correndo para lá e para cá, ansiando pelo dia de amanhã, quando poderemos,

quem sabe, ter mais tempo e aproveitar a vida. Gertrude Stein tem uma frase maravilhosa sobre essa ilusão

– There is no there there… Mas eis que o paradoxo aumenta: quanto mais tempo queremos, pior

administramos o que temos, de fato.

Quanto de nosso tempo no trabalho é usado para assuntos importantes, ligados __ estratégia e

inovação? Estou falando de temas que podem gerar uma diferença significativa em termos de performance,

competitividade e resultados para as empresas. Inúmeras pesquisas apontam para a frustração de CEOs e

diretores de empresas sobre a falta de tempo adequado dedicado __ temas cujo impacto seria muito maior

em seus negócios a longo prazo.

Ao invés disso, estamos ocupados com as reuniões intermináveis, as centenas de e-mails que

respondemos (ou não), diariamente. Com o celular que não para de tocar, ou com os relatórios cujos

deadlines já passaram. O tático se sobrepõe ao estratégico. O relevante vira segundo plano. E como não

temos todo o tempo que queremos, trabalhamos até mais tarde e nos finais de semana.

De novo, o paradoxo. O tempo que não temos para todo o trabalho tático que devemos entregar

invade nossa vida pessoal. E acabamos tendo ainda menos tempo para nossos maridos, mulheres,

namorados, filhos e pais; justamente as pessoas que têm maior importância em nossas vidas. E mesmo

quando conseguimos tempo com eles, estamos sempre com o celular na mão, checando assuntos do

trabalho, ligados ___ assuntos táticos que não nos deixam resetar a cabeça, aproveitar momentos de

qualidade real com a família e descansar de fato, para que, no dia seguinte, possamos ser mais produtivos

e criativos no trabalho.

O tempo individual é também muito escasso. Não temos tempo para cuidar de nós mesmos, para

fazer exercícios, para planejar uma alimentação adequada. Não dormimos o suficiente. Perdemos a

capacidade de reservar tempo para o silêncio interior, fundamental para buscarmos as respostas mais

importantes em nossas vidas, ligadas à direção, propósito, razão de existência e legado, como alguns

exemplos. Estamos, portanto, famintos por tempo.

Mas se tivéssemos mais tempo, saberíamos distribuir, de fato, esse tempo extra da melhor forma?

Ou somente trabalharíamos mais e mais? Teríamos mais equilíbrio ou reforçaríamos o modo piloto

automático atual?

Duas questões são fundamentais neste ponto. A primeira é que não temos e não teremos este

tempo físico adicional. A forma como decidimos e alocamos o tempo para nossas rotinas é uma decisão

individual. Mas é preciso trazer consciência para nossas escolhas. A segunda questão, ainda mais crítica, é

que o tempo está passando, nós estamos passando. Passados alguns minutos, dias, semanas, meses ou

anos, não estaremos mais aqui.

Pense nisso. Seja no trabalho, na vida pessoal ou nas suas escolhas mais importantes, o que você

está fazendo de relevante para melhor aproveitar o tempo que ainda __?

Fonte: texto adaptado - disponível em http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/muito-trabalho-pouco-stress/2014/06/23/famintos-por-tempo/-23-6-2014.

Considere as assertivas sobre o emprego de tempos e modos verbais do texto.
I. Na linha 03, o verbo ‘querer’ está conjugado na primeira pessoa do plural imperativo afirmativo, expressando um desejo.
II. O verbo ‘ter’, na linha 35, está conjugado no pretérito mais-que-perfeito do subjuntivo, modo usado para enunciar um desejo atenuado, menos impositivo.
III. Na linha 39, o verbo ‘alocar’ está conjugado no presente do indicativo; entretanto, caso estivesse no futuro do pretérito, assumiria a forma alocaríamos.

Quais estão corretas?
 

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940726 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

Nova estrutura da Receita Estadual prioriza combate à sonegação

Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul, iniciadas com a aprovação da Lei

Orgânica da Administração Tributária, em 2010, ainda não estão plenamente consolidadas, mas produzem

significativos resultados positivos. Desenvolvidos após longo amadurecimento da categoria, os conceitos

adotados hoje na Receita Estadual, órgão que existiu durante décadas apenas nos seus melhores sonhos,

permitem que os conhecimentos técnicos e profissionais aperfeiçoados em estudos no exterior, no debate

com especialistas nas universidades públicas e privadas e na discussão interna entre auditores-fiscais da

Secretaria da Fazenda sejam implementados e produzam números favoráveis ao caixa do Tesouro do

Estado.

A Administração Tributária Setorial é uma das inovações adotadas pela Receita Estadual cuja resposta

é extremamente positiva. Desenvolvida aqui, com base em experiências internacionais, a Administração

Tributária Setorial parte das movimentações do mercado e acompanha o desenvolvimento das empresas

para estabelecer parâmetros de crescimento e reconhecimento de tributos e indícios de sonegação em um

determinado setor econômico. O conceito, no entender de um dos auditores-fiscais gaúcho, torna a atuação

fiscal neutra e eficaz no acompanhamento dos movimentos do mundo econômico. Em seu trabalho, o

auditor defendeu que a política tributária influencia o processo econômico, interferindo na renda, no volume

da demanda e da poupança e nas expectativas de investimento, tornando a política fiscal uma das políticas

econômicas relacionada com o gasto público e a geração de receita.

“Assim, como desdobramento da política fiscal, a política tributária trata do nível e distribuição da carga

de tributos e da estrutura e modelagem tributárias”, afirma no trabalho, que tratou em sua maior parte de

demonstrar como a simplificação e harmonização da estrutura tributária pode e deve contribuir para o

crescimento econômico, pela diminuição de sua complexidade e do custo com o cumprimento das

obrigações acessórias e pela administração eficiente dos tributos.

O foco nas atividades de fiscalização, arrecadação e cobrança tem caracterizado a atuação atual da

Receita Estadual. Nesta nova cultura, que tem como substrato a busca da arrecadação suficiente para

enfrentar as crescentes demandas sociais, ganhou espaço também a relação com o contribuinte. Hoje, o

órgão age preventivamente na convergência de interesses e busca o cumprimento voluntário do pagamento

do tributo como meta prioritária. Trabalha também para assegurar a justiça e a equidade fiscal, mantendo

um diálogo cortês e ágil na resposta aos contribuintes e agilizando sempre que possível a solução de

consultas.

Também são pontos de destaque na atuação da Receita Estadual a racionalização do uso dos recursos

públicos da Secretaria da Fazenda, o aperfeiçoamento dos sistemas de informação, serviços e processos

voltados ao cumprimento das atribuições e competências dos auditores-fiscais e a gestão tecnológica dos

recursos.

Fonte: texto adaptado – Revista Enfoque Fiscal n.06/Jan.2014. Disponível em

Analise as relações entre verbos e sujeitos a seguir.
I. produzem (l.02) – “Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul” (l.01).
II. sejam (l.07) – “especialistas nas universidades públicas e privadas” (l.06).
III. Trabalha (l.27) – “meta prioritária” (l.27).
IV. são (l.30) – “pontos de destaque na atuação da Receita Estadual” (l.30).
Quais estão corretamente indicadas?
 

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Questão presente nas seguintes provas
940725 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

Nova estrutura da Receita Estadual prioriza combate à sonegação

Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul, iniciadas com a aprovação da Lei

Orgânica da Administração Tributária, em 2010, ainda não estão plenamente consolidadas, mas produzem

significativos resultados positivos. Desenvolvidos após longo amadurecimento da categoria, os conceitos

adotados hoje na Receita Estadual, órgão que existiu durante décadas apenas nos seus melhores sonhos,

permitem que os conhecimentos técnicos e profissionais aperfeiçoados em estudos no exterior, no debate

com especialistas nas universidades públicas e privadas e na discussão interna entre auditores-fiscais da

Secretaria da Fazenda sejam implementados e produzam números favoráveis ao caixa do Tesouro do

Estado.

A Administração Tributária Setorial é uma das inovações adotadas pela Receita Estadual cuja resposta

é extremamente positiva. Desenvolvida aqui, com base em experiências internacionais, a Administração

Tributária Setorial parte das movimentações do mercado e acompanha o desenvolvimento das empresas

para estabelecer parâmetros de crescimento e reconhecimento de tributos e indícios de sonegação em um

determinado setor econômico. O conceito, no entender de um dos auditores-fiscais gaúcho, torna a atuação

fiscal neutra e eficaz no acompanhamento dos movimentos do mundo econômico. Em seu trabalho, o

auditor defendeu que a política tributária influencia o processo econômico, interferindo na renda, no volume

da demanda e da poupança e nas expectativas de investimento, tornando a política fiscal uma das políticas

econômicas relacionada com o gasto público e a geração de receita.

“Assim, como desdobramento da política fiscal, a política tributária trata do nível e distribuição da carga

de tributos e da estrutura e modelagem tributárias”, afirma no trabalho, que tratou em sua maior parte de

demonstrar como a simplificação e harmonização da estrutura tributária pode e deve contribuir para o

crescimento econômico, pela diminuição de sua complexidade e do custo com o cumprimento das

obrigações acessórias e pela administração eficiente dos tributos.

O foco nas atividades de fiscalização, arrecadação e cobrança tem caracterizado a atuação atual da

Receita Estadual. Nesta nova cultura, que tem como substrato a busca da arrecadação suficiente para

enfrentar as crescentes demandas sociais, ganhou espaço também a relação com o contribuinte. Hoje, o

órgão age preventivamente na convergência de interesses e busca o cumprimento voluntário do pagamento

do tributo como meta prioritária. Trabalha também para assegurar a justiça e a equidade fiscal, mantendo

um diálogo cortês e ágil na resposta aos contribuintes e agilizando sempre que possível a solução de

consultas.

Também são pontos de destaque na atuação da Receita Estadual a racionalização do uso dos recursos

públicos da Secretaria da Fazenda, o aperfeiçoamento dos sistemas de informação, serviços e processos

voltados ao cumprimento das atribuições e competências dos auditores-fiscais e a gestão tecnológica dos

recursos.

Fonte: texto adaptado – Revista Enfoque Fiscal n.06/Jan.2014. Disponível em

Considere as assertivas que seguem sobre formação de palavras.
I. ‘amadurecimento’ (l.03) e ‘aperfeiçoados’ (l.05) são formadas por derivação parassintética.
II. Em ‘favoráveis’ (l.07), tem-se um caso de derivação sufixal.
III. A palavra ‘extremamente’ (l.10) é formada por composição por justaposição.
IV. ‘convergência’ (l.26) é derivada do verbo convergir mais o sufixo –ência.
Quais estão corretas?
 

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Questão presente nas seguintes provas
940724 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS

Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

O relógio das culturas

Atrase uma hora no Brasil e ninguém nem irá se importar muito. Mas, na Suíça, deixe alguém

esperando mais que cinco ou dez minutos e terá muito a explicar. Em algumas culturas, o tempo é elástico,

em outras, monolítico. De fato, o modo como membros de uma cultura percebem e usam o tempo reflete as

prioridades da sociedade e até sua visão do mundo.

Cientistas sociais registraram grande diferença no ritmo de vida em vários países e em como as

sociedades percebem o tempo: se como uma flecha penetrando o futuro ou como uma roda em movimento,

onde passado, presente e futuro giram sem parar. Algumas culturas combinam tempo e espaço: o conceito

dos aborígenes australianos do “tempo de sonhos” abrange não só o mito da criação, mas também o

método de se localizar no campo. Mas algumas visões de tempo interessantes, como o conceito de ser

aceitável uma pessoa poderosa manter alguém de status inferior esperando, _________ desconhecer

diferenças culturais. Elas são universais.

O estudo de tempo e sociedade ___________ em pragmático e cosmológico. Do ponto de vista

prático, nos anos 50, o antropólogo Edward T. Hall escreveu que as regras de tempo social compõem uma

“linguagem silenciosa” para determinada cultura. As regras nem sempre são explícitas, analisou ele, mas

“subentendidas... Ou são cômodas e familiares, ou erradas e estranhas”.

Em 1955, ele descreveu na Scientific American como percepções diferentes de tempo podem levar

a mal-entendidos entre pessoas de culturas diversas. “Um embaixador que espera um visitante estrangeiro

mais que meia hora deve entender que se este último ‘mal murmura uma desculpa’ isto não é

necessariamente um insulto”, exemplifica. “O sistema de tempo no país estrangeiro pode ser composto de

unidades básicas diferentes, então o visitante não está tão atrasado quanto parece. Deve-se conhecer o

sistema de tempo do país, para saber a partir de que ponto as desculpas são realmente necessárias...

Culturas diferentes atribuem valores diversos para as unidades de tempo.”

A maioria das culturas do mundo agora usa relógios e calendários, unindo a maior parte do globo no

mesmo ritmo geral de tempo. Mas isso não significa que todos acertem o mesmo passo. Algumas pessoas

se estressam com o ritmo da vida moderna e ___ combatem com o movimento “slow food” enquanto em

outras sociedades as pessoas sentem pouca pressão no gerenciamento do tempo.

“Uma das curiosidades do estudo de tempo está no fato de ele ser uma janela para a cultura”, avalia

Robert V. Levine, psicólogo social na California State University, em Fresno. “É possível obter respostas

sobre valores e crenças culturais: uma boa ideia do que importa para as pessoas.”

Levine e seus colegas fizeram novos estudos do “ritmo de vida” em 31 países. Em A geography of

time, publicado pela primeira vez em 1997, Levine descreve a classificação dos países usando três

medidas: velocidade para andar nas calçadas urbanas, rapidez de um funcionário do correio em vender um

simples selo e a precisão dos relógios públicos. Baseado nessas curiosas variáveis ele concluiu que os

cinco países mais rápidos são Suíça, Irlanda, Alemanha, Japão e Itália e os cinco mais lentos, Síria, El

Salvador, Brasil, Indonésia e México. Os Estados Unidos ocupam o 16º lugar, próximo ao mediano.

A natureza obscura do tempo pode dificultar a tarefa dos antropólogos e psicólogos sociais. “Não se

pode simplesmente chegar numa sociedade, se aproximar de alguém e perguntar: ‘Qual é a sua noção de

tempo?’”, adverte Kevin K. Birth, antropólogo no Queens College. “As pessoas não terão resposta. Então,

tente outros meios para descobrir isso.”

A forma de lidar com o tempo no cotidiano não está relacionada ao conceito de tempo como

entidade abstrata. “Muitas vezes há uma separação entre como uma cultura encara a mitologia do tempo e

como as pessoas pensam a respeito do tempo em suas vidas,” relata Birth. “Não pensamos sobre as teorias

de Stephen Hawking do mesmo modo que sobre a rotina diária.” [...]

Ziauddin Sardar, autor e crítico britânico muçulmano, escreveu sobre o tempo e culturas islâmicas,

especialmente a seita fundamentalista wahhabista. Os muçulmanos “sempre carregam o passado consigo”,

afirma Sardar, editor da revista Futures e professor convidado de estudos pós-coloniais da City University,

em Londres. “No Islã o tempo é uma tapeçaria que _________ o passado, o presente e o futuro. O passado

é sempre presente.”

Sardar afirma que o Ocidente colonizou o tempo ao divulgar a expectativa de que a vida deveria se

tornar melhor conforme o tempo passa: “Ao colonizar o tempo, se coloniza o futuro. Acreditando-se que o

tempo é uma flecha, então o futuro seria o progresso, seguindo uma direção. Mas pessoas diferentes

podem desejar futuros diferentes.”

Fonte: texto adaptado – Disponível em http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/relogio_das_culturas.html

Considere as assertivas abaixo sobre acentuação gráfica, letras e fonemas.
I. As palavras ‘irá’ (l.01) e ‘até’ (l.04) são acentuadas em virtude da mesma regra, e nenhuma delas possui mais letras do que fonemas.
II. Tanto em ‘países’ (l.05) quanto em ‘país’ (l. 21), ocorre ditongo; e, em ambas, o número de letras difere do número de fonemas.
III. ‘vários’ (l.05) e ‘funcionário’ (l.32) continuariam a ser palavras da língua portuguesa caso o acento fosse retirado.
Quais estão incorretas?
 

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Questão presente nas seguintes provas
940711 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
enunciado 940711-1
enunciado 940711-2
Francisco Joaquim contratou uma dívida de R$ 120.000,00 para suportar novos investimentos na sua fazenda. Oito meses após a data da contratação do empréstimo, Francisco Joaquim quitou a dívida por R$ 132.000,00. A inflação do período em que o empréstimo esteve em vigor foi de 6%. Qual a taxa de juros real, ou seja, acima da variação da inflação do período que Francisco Joaquim pagou nessa operação?
 

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940710 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
enunciado 940710-1
enunciado 940710-2
João Pedro Tiradentes comprou um apartamento da Construtora e Incorporadora Meu Lar. Contratou uma dívida de R$ 150.000,00, para ser paga em três anos com juros de 2% ao ano, devidamente atualizada pela variação do IPCA (Índice Nacional de Preços do Consumidor Amplo) acumulada no período. Calcule o valor da dívida no vencimento, sabendo que a variação do IPCA para o ano 1 foi de 5%, para o ano 2 foi de 6% e para o ano 3 foi de 4,5%.
 

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940709 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: SEFAZ-RS
enunciado 940709-1
enunciado 940709-2
Márcia de Lurdes aplicou R$ 10.000,00 em um título de renda fixa que rende juros simples. Após 15 meses, ela resgatou R$ 12.250,00. Qual a taxa de juros simples proporcionada por essa aplicação financeira?
 

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