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Foram encontradas 700 questões.

2391450 Ano: 2010
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Uma caracterização genérica que dá conta dos aspectos centrais da cidadania nos Estados democráticos modernos NÃO tem como característica central:

 

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2391444 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Crime e Castigo

Tomo emprestado o título do romance do russo Dostoievski, para comentar a multiplicação dos crimes nesta cultura torta, desde os pequenos “crimes” cotidianos – falta de respeito entre pais e f i l h o s , m a u s - t r a t o s a e m p r e g a d o s , comportamento impensável de políticos e líderes, descuido com nossa saúde, segurança, educação – até os verdadeiros crimes: roubos, assaltos, assassinatos, tão incrivelmente banalizados nesta sociedade enferma. A crise de autoridade começa em casa, quando temos medo de dar ordens e limites ou mesmo castigo aos filhos, iludidos por uma série de psicologismos falsos que pululam como receitas de revista ou programa matinal de televisão e que também invadiram parte das escolas. Crianças e adolescentes saudáveis são tratados a mamadeira e cachorro-quente por pais desorientados e receosos de exercer qualquer comando. Jovens infratores são tratados como imbecis, embora espertos, e como inocentes, mesmo que perversos estupradores, frios assassinos, traficantes e ladrões comuns. São e n c a m i n h a d o s p a r a o s c e n t r o s d e ressocialização, onde nada aprendem de bom, mas muito de ruim, e logo voltam às ruas para continuar seus crimes.

Estamos levando na brincadeira a questão do erro e do castigo, ou do crime e da punição. A banalização da má-educação em casa e na escola, e do crime fora delas, é espantosa e tem consequências dramáticas que hoje não conseguimos mais avaliar. Sem limites em casa e sem punição de crimes fora dela, nada vai melhorar. Antes de mais nada, é dever mudar as leis – e não é possível que não se possa mudar uma lei, duas leis, muitas leis. Hoje, logo, agora! O ensino nas últimas décadas foi piorando, em parte pelo desinteresse dos governos e pelo péssimo incentivo aos professores, que ganham menos do que uma empregada doméstica, em parte como resultado de “diretrizes de ensino” que tornaram tudo confuso, experimental, com alunos servindo de cobaias, professores lotados de teorias (que também não funcionam). Além disso, aqui e ali grupos de ditos mestres passaram a se interessar mais por politicagem e ideologia do que pelo bem dos alunos e da própria classe. Não admira que em alguns lugares o respeito tenha sumido, os alunos considerem com desdém ou indignação a figura do antigo mestre e ainda por cima vivam, em muitas famílias, a dor da falta de pais: em lugar deles, como disse um jovem psicólogo, eles têm em casa um gatão e uma gatinha. Dispensam-se comentários.

Autoridade, onde existe, é considerada atrasada, antiquada e chata. Se nas famílias e escolas isso é um problema, na sociedade, com nossas leis falhas, sem rigor nem coerência, isso se torna uma tragédia. Não me falem em policiais corruptos, pois a maioria deles é honrada, ganha vergonhosamente pouco, arrisca e perde a vida, e pouco ligamos para isso. Eu penso em leis ruins e em prisões lotadas de gente em condições animalescas. Nesta nossa cultura do absurdo, crimes pequenos levam seus autores a passar anos num desses lixões de gente chamados cadeias (muitas vezes sem sequer ter havido ainda julgamento e condenação), enquanto bandidos perigosos entram por uma porta da cadeia e saem pela outra, para voltar a cometer crimes, ou gozam na cadeia de um conforto que nem avaliamos.

Precisamos de punições justas, autoridade vigilante, uma reforma geral das leis para impedir perversidade ou leniência, jovens criminosos julgados como criminosos, não como crianças malcriadas. Ensino, educação e justiça tornaram-se tão ruins, tudo isso agravado pelo delírio das drogas fomentado por traficantes ou por irresponsáveis que as usam como diversão ou alívio momentâneo, que passamos a aceitar tudo como normal: “É assim mesmo”. Muito crime, pouco castigo, castigo excessivo ou brando demais, leis antiquadas ou insuficientes, e chegamos aonde chegamos: os cidadãos reféns dentro de casa ou ratos, assustados nas ruas, a bandidagem no controle; pais com medo dos filhos, professores insultados pela meninada sem educação. Seria de rir, se não fosse de chorar.

(Lya Luft, in Revista Veja, 29 de julho de 2009)

Indique a função sintática exercida pelo termo destacado em “Abanalização da má-educação em casa e na escola, e do crime fora delas, é espantosa ...” (parágrafo 2)

 

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2391425 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Crime e Castigo

Tomo emprestado o título do romance do russo Dostoievski, para comentar a multiplicação dos crimes nesta cultura torta, desde os pequenos “crimes” cotidianos – falta de respeito entre pais e f i l h o s , m a u s - t r a t o s a e m p r e g a d o s , comportamento impensável de políticos e líderes, descuido com nossa saúde, segurança, educação – até os verdadeiros crimes: roubos, assaltos, assassinatos, tão incrivelmente banalizados nesta sociedade enferma. A crise de autoridade começa em casa, quando temos medo de dar ordens e limites ou mesmo castigo aos filhos, iludidos por uma série de psicologismos falsos que pululam como receitas de revista ou programa matinal de televisão e que também invadiram parte das escolas. Crianças e adolescentes saudáveis são tratados a mamadeira e cachorro-quente por pais desorientados e receosos de exercer qualquer comando. Jovens infratores são tratados como imbecis, embora espertos, e como inocentes, mesmo que perversos estupradores, frios assassinos, traficantes e ladrões comuns. São e n c a m i n h a d o s p a r a o s c e n t r o s d e ressocialização, onde nada aprendem de bom, mas muito de ruim, e logo voltam às ruas para continuar seus crimes.

Estamos levando na brincadeira a questão do erro e do castigo, ou do crime e da punição. A banalização da má-educação em casa e na escola, e do crime fora delas, é espantosa e tem consequências dramáticas que hoje não conseguimos mais avaliar. Sem limites em casa e sem punição de crimes fora dela, nada vai melhorar. Antes de mais nada, é dever mudar as leis – e não é possível que não se possa mudar uma lei, duas leis, muitas leis. Hoje, logo, agora! O ensino nas últimas décadas foi piorando, em parte pelo desinteresse dos governos e pelo péssimo incentivo aos professores, que ganham menos do que uma empregada doméstica, em parte como resultado de “diretrizes de ensino” que tornaram tudo confuso, experimental, com alunos servindo de cobaias, professores lotados de teorias (que também não funcionam). Além disso, aqui e ali grupos de ditos mestres passaram a se interessar mais por politicagem e ideologia do que pelo bem dos alunos e da própria classe. Não admira que em alguns lugares o respeito tenha sumido, os alunos considerem com desdém ou indignação a figura do antigo mestre e ainda por cima vivam, em muitas famílias, a dor da falta de pais: em lugar deles, como disse um jovem psicólogo, eles têm em casa um gatão e uma gatinha. Dispensam-se comentários.

Autoridade, onde existe, é considerada atrasada, antiquada e chata. Se nas famílias e escolas isso é um problema, na sociedade, com nossas leis falhas, sem rigor nem coerência, isso se torna uma tragédia. Não me falem em policiais corruptos, pois a maioria deles é honrada, ganha vergonhosamente pouco, arrisca e perde a vida, e pouco ligamos para isso. Eu penso em leis ruins e em prisões lotadas de gente em condições animalescas. Nesta nossa cultura do absurdo, crimes pequenos levam seus autores a passar anos num desses lixões de gente chamados cadeias (muitas vezes sem sequer ter havido ainda julgamento e condenação), enquanto bandidos perigosos entram por uma porta da cadeia e saem pela outra, para voltar a cometer crimes, ou gozam na cadeia de um conforto que nem avaliamos.

Precisamos de punições justas, autoridade vigilante, uma reforma geral das leis para impedir perversidade ou leniência, jovens criminosos julgados como criminosos, não como crianças malcriadas. Ensino, educação e justiça tornaram-se tão ruins, tudo isso agravado pelo delírio das drogas fomentado por traficantes ou por irresponsáveis que as usam como diversão ou alívio momentâneo, que passamos a aceitar tudo como normal: “É assim mesmo”. Muito crime, pouco castigo, castigo excessivo ou brando demais, leis antiquadas ou insuficientes, e chegamos aonde chegamos: os cidadãos reféns dentro de casa ou ratos, assustados nas ruas, a bandidagem no controle; pais com medo dos filhos, professores insultados pela meninada sem educação. Seria de rir, se não fosse de chorar.

(Lya Luft, in Revista Veja, 29 de julho de 2009)

Marque a alternativa que NÃO tem base no texto.

 

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2391405 Ano: 2010
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Em arquitetura de computadores, hierarquia de memória normalmente se refere a uma tabela ou pirâmide que faz relação entre vários tipos de memória. Qual o tipo de memória temporária usada pelo processador no processamento das instruções?

 

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2391399 Ano: 2010
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Segundo Bartieri L.N. (2001), a parte da smear layer que penetra no túbulo dentinário é denominada:

 

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2391382 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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A Organização Mundial da Saúde – OMS e o Ministério da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo por seis meses e complementado até os dois anos ou mais. São fatores que indicam a importância do aleitamento materno:

 

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2391343 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Texto 2:

Amazônia Cinzenta

Os grandes centros urbanos da Amazônia amanheceram nos últimos dias com o céu cinza, cinza.Em cidades como Manaus (AM), Rio Branco (AC), Cuiabá (MT) e Porto Velho (RO), dá para mirar o sol a olho nu, tamanha é a nuvem de fumaça que tem se formado. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o “tapete branco” é mesmo o que muita gente já desconfiava: fuligem resultante de queimadas.

(...)

Os especialistas lembram que queimada por causa natural é raridade: geralmente, onde tem fogo, tem gente. E, em se tratando de Amazônia, queimada é quase sinônimo de limpeza de terreno para cultivo.

Apesar de as queimadas serem uma prática do arco da velha no Brasil, elas perduram até hoje. E seus resultados vão muito além da floresta. Além de emitir incontáveis toneladas de CO e destruir uma biodiversidade sem paralelos, as chamas carregam a fuligem até os centros urbanos, causando graves problemas respiratórios à população.

( Escrito por Greenpeace, 19 / 08 / 2010,

in www.gazetaamazonica.com.br/brasil/juridicas/amazoniacinzenta- imagens-da-nasa-retrata-a-devastac-o-diaria-dasqueimadas

Considerando o trecho "Apesar de as queimadas serem uma prática do arco da velha no Brasil, elas perduram até hoje.”, assinale a opção em que se substituiu adequadamente a expressão em negrito – APESAR DE – por uma conjunção ou locução conjuntiva, sem prejuízo para o sentido original do período.

 

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2391337 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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59.Marque a alternativa em que o tipo de dado ou informação que alimenta o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica está corretamente identificado.

 

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2391321 Ano: 2010
Disciplina: Biomedicina
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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A doença diarreica aguda pode ser de origem infecciosa e não infecciosa. Para a saúde pública, a de maior importância é a infecciosa, devido a sua maior frequência. Suas causas são as mais variadas como: bactérias e suas toxinas; vírus; parasitos; toxinas naturais; algumas drogas; intolerância à lactose e glúten, entre outras.

O primeiro passo para o diagnóstico clínico é a realização de uma boa anamnese. Para isso, algumas informações são fundamentais: idade do paciente, duração do episódio atual de diarreia, características das fezes (aquosas ou sanguinolentas), frequência e volume das dejeções, associação da diarreia a vômitos, dor abdominal, febre (sua duração), tenesmo (tentativa dolorosa de evacuar), câimbras. É importante também excluir as causas não infecciosas de diarreia aguda: uso recente de medicações (laxativos, antiácidos, antibióticos), ingestão de bebidas alcoólicas, excesso de bebidas lácteas” (Ministério da Saúde).

O diagnóstico das causas etiológicas da DDA é realizado em laboratório, por meio de exames parasitológicos de fezes, culturas de bactérias e pesquisa de vírus. Qual descrição abaixo está relacionada ao exame para a pesquisa de bactérias?

 

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2391299 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Entre as chamadas “doenças negligenciadas”, ou seja, as enfermidades preteridas nas pesquisas de novas drogas e tratamentos, os estados da região Norte do Brasil apresentam uma série delas, resultantes da inércia dos governos e do desinteresse do setor privado que direciona os investimentos pela lógica do mercado. Entre essas doenças, a que mais tem afetado a população de Rondônia é a:

 

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