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Foram encontradas 700 questões.

2389344 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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A Administração Pública é regida por inúmeros princípios, sendo alguns deles expressos na Constituição e outros reconhecidos pela doutrina e jurisprudência. Portanto, para consecução de seus fins, deve se pautar sempre no respeito e obediência a esses princípios. Vamos supor que a Administração Pública cometa um equívoco no exercício de sua atividade. Diante deste erro, ela mesma pode de, ofício, rever esse erro para restaurar a situação de regularidade. Nesta situação, vilumbra-se, principalmente, o princípio da:

 

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2389328 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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CASO CLÍNICO II: um indivíduo de 46 anos, médico, sem histórico de tratamento psiquiátrico anterior. De acordo com seu relato, passou por vários problemas de natureza financeira e conjugal recentemente, acarretando aumento significativo do consumo de derivados etílicos e drogas ilícitas ( cannabis e cocaína). Menciona, queda do estado de ânimo, mormente pela manhã, abandono das atividades laborativas, falta progressiva de motivação, e despertar ao final da madrugada. A esposa comenta que em mais de uma circunstância falou em autoextermínio. Quadro evolui há três meses.

Os sintomas mais relevantes para o diagnóstico são:

 

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2389296 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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É atribuição do Enfermeiro da Atenção Básica no atendimento à saúde da pessoa idosa:

 

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2389278 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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É a principal medida de controle da febre amarela:

 

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2389272 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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No impetigo estafilocócico:

 

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2389244 Ano: 2010
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Com relação à dimensão cultural das sociedades contemporâneas é correto afirmar que o ressurgimento da questão da identidade ocorre no contexto da:

 

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2389214 Ano: 2010
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO

De acordo com o Departamento de Informática do SUS – DATASUS, é considerado indicador de morbidade:

 

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2389202 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Em relação ao líquen plano, NÃO é correto afirmar:

 

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2389154 Ano: 2010
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO
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Qual é o principal gênero do mosquito transmissor do protozoário que causa a malária?

Sabethes.

Aedes.

Anopheles.

 

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2389148 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SEJUS-RO

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Texto:

Por que temos a sensação de que, em nosso País, há impunidade? Existem muitas respostas para essa pergunta, mas nos cingiremos a uma delas: o fato de que, atualmente, a liberdade é regra e a prisão exceção.

Todas as nossas leis penais e processuais penais partem dessa premissa. A constrição da liberdade somente tem lugar quando há grave violação ao pacto social, por ser medida extrema e demasiadamente aflitiva.

Mas nem sempre foi assim. A História é pródiga em nos mostrar como o valor liberdade, tão eclipsado em determinados períodos, cresceu e foi, aos poucos, reconhecido como inerente à condição humana, tendo ampliado seus vetores para outras direções e deixado de ser protegido apenas quanto ao aspecto da liberdade de ir e vir.

Com efeito, é por uma razão de ordem existencial – o ideal do homem livre – e não jurídica, que nossas leis primam pela utilização da prisão como último recurso. Assim, apenas em modalidades estritamente previstas em lei, o Estado, e somente o Estado, pode impor a pena das penas: o cárcere.

Beccaria chegou a afirmar que “um roubo praticado sem uso de violência apenas deveria ser punido com uma pena em dinheiro. É justo que aquele que rouba o bem de outrem seja despojado do seu.” Mas reconheceu a dificuldade da medida: “Contudo, se o roubo é comumente o crime da miséria e da aflição, se esse crime apenas é praticado por essa classe de homens infelizes, para os quais o direito de propriedade (direito terrível e talvez desnecessário) apenas deixou a vida como único bem, as penas em dinheiro contribuirão tão-somente para aumentar os roubos, fazendo crescer o número de mendigos, tirando o pão a uma família inocente para dá-lo a um rico talvez criminoso.”

O nosso legislador, por uma questão de política criminal certamente não inspirada em Beccaria, apenou o crime de roubo com a privação de liberdade. Mas para que uma pessoa seja presa por isso, deverá ser, antes de tudo, submetida a um devido processo legal.

Trata-se da prisão decorrente de sentença penal condenatória. Esta modalidade de prisão é factível quando, após um processo regular e válido, com ampla defesa e contraditório, a autoridade judicial, devidamente investida em seu cargo, condena um indivíduo por um crime cuja pena cominada seja privativa de liberdade.

Ainda assim, a efetiva prisão somente será possível quando o processo transitar em julgado, ou seja, quando não couber mais recurso da decisão. Isso porque, em nosso País, seguindo a esteira processualista mais moderna, não há necessidade de recolhimento ao cárcere para apelar, em virtude do princípio constitucional da presunção da inocência.

Uma vez decretada a procedência da acusação, ou seja, tendo o Estado reconhecido a justa causa para a pretensão punitiva através de uma sentença condenatória, dá-se início ao cumprimento da pena, com seus diferentes regimes.

Em suma, esta é a prisão que se justifica pelo cometimento de um crime, cuja autoria e materialidade restaram devidamente comprovadas por meio de um processo judicial justo.

( ARAGÃO, Daphne Polisel. In : http://curiofisica.com.br/index.php/direito/processual-penal/prisao-eliberdade- i-2#more-2377)

É inaceitável, do ponto de vista das normas em vigor, a mudança de pontuação sugerida na alternativa:

 

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