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Foram encontradas 76 questões.

1428896 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
Definition of internal audit
Frequent or ongoing audit conducted by a firm's own (as opposed to independent) accountants to monitor operating results, verify financial records, evaluate internal controls, assist with increasing efficiency and effectiveness of operations and, to detect fraud. Internal audit can identify control problems, and aims at correcting lapses before they are discovered during an external audit. Although the internal auditors are the firm's employees, they normally do not audit themselves or their own departments, but entrust it usually to independent auditors.
Internet: <www.businessdictionary.com>. Access on May 23, 2014.
Using the above text as reference, choose the correct alternative.
An internal audit,
 

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1360756 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
Assinale a alternativa que apresenta a correta definição de desenhos mecanísticos de organizações.
 

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De acordo com a legislação vigente, os créditos suplementares e especiais somente podem ser abertos se forem cumpridas determinadas exigências. A respeito desse assunto, assinale a alternativa correta.
 

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1322510 Ano: 2013
Disciplina: Auditoria
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
Tendo como referência as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna do IIA (Institute of aInternal Auditors), assinale a alternativa correta.
 

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1312751 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

A expressão controle social congrega várias conotações atadas a um só significado geral, que não se desvia do fenômeno da manutenção de padrões comportamentais relacionados a um grupo social. À semelhança de organismos vivos, a sociedade tende à autopreservação e repele o descontrole que implique sua desestruturação. Logo, os vários modos de exercício do controle social se voltam todos para o estabelecimento de balizas a incontável número de atividades, nem sempre explícitas, que envolvam a sociedade, qualquer que seja seu grau de organização.

Lavrado de todas as ideias aditivas, o verbo controlar, por sua vez, permanece ligado ao conceito de domínio. Portanto, controlar é fazer escolhas, estabelecer regras, obrigar ao seu cumprimento, confrontar o que foi planejado com o que veio de fato a ocorrer. Indicar o caminho. Dominar. A ideia indissociável é a de compartilhamento. O controle social pode ser compreendido como exercício da participação.

O controle social no Brasil encontra condições em face da transparência pública. Essa, por si só, é autêntica prestação de contas. Administração Pública transparente é Administração Pública prestadora de contas. Tanto mais efetivo será o controle social quanto mais bem compreendidos forem os atos gerenciais. Prestar contas é reconhecer direitos, expor-se a críticas, admitir erros e fazer as correções julgadas necessárias. No Brasil, atualmente, há claros indicativos de que a Administração Pública se torna cada vez mais transparente.

Em se tratando das facetas do controle social, podem-se delinear, com boa nitidez, três modos para seu exercício. O controle social pelo Estado; o controle social pela sociedade civil, solidário com o do Estado; e o controle da sociedade civil sobre o Estado.

O controle social pelo Estado contrasta com o exercido diretamente pela sociedade. Naquele caso é uma obrigação, e neste, um direito. Ambos são efetivos na estabilidade do próprio Estado. E, embora a sociedade não se confunda com o ente estatal, os membros do governo também o são da sociedade que governam. Em avaliação final, portanto, a sociedade sempre se controla, inclusivamente por meio de instrumentos estatais. As atividades do controle estatal, no Brasil, regulam-se por dispositivos constitucionais e distribuem-se em dois sistemas: os controles interno e externo.

In: Revista da CGU, ano VI, julho/2011. Internet: <www.cgu.gov.br> (com adaptações).

Conforme o texto,

 

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1258560 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedidos de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Essa massa de nativos oriundos da mestiçagem viveu por séculos sem consciência de si, afundada na ninguendade. Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros. Um povo, até hoje, em ser, na busca dura de seu destino. Olhando-os, ouvindo-os, é fácil perceber que são, de fato, uma nova romanidade, uma romanidade tardia mas melhor, porque lavada em sangue índio e sangue negro.

Na verdade das coisas, o que somos é a nova Roma. Uma Roma tardia e tropical. O Brasil é já a maior das nações neolatinas, pela magnitude populacional, e começa a sê-lo também por sua criatividade artística e cultural. Precisa agora sê-lo no domínio da tecnologia da futura civilização, para se fazer uma potência econômica, de progresso autossustentado. Estamos nos construindo na luta para florescer amanhã como uma nova civilização, mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma. Melhor, porque incorpora em si mais humanidade. Mais generosa, porque aberta à convivência com todas as raças e todas as culturas e porque assentada na mais bela e luminosa
província da Terra.

Darcy Ribeiro. O povo brasileiro. São Paulo: Companhia de Bolso, 2007 (com adaptações).

Em relação ao período: “Olhando-os, ouvindo-os, é fácil perceber que são, de fato, uma nova romanidade, uma romanidade tardia mas melhor, porque lavada em sangue índio e sangue negro”, assinale a alternativa correta.

 

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1247364 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

Eleitor

Por esta época, mas há já bastante tempo(a), numa cidade perdida(b) no sertão maranhense, Severino(c), um homem que ganha a vida plantando algodão e cebola branca, está na varanda da casa de um dos dois donos de seu município. Os dois donos – desnecessário dizer – são inimigos(d) e Severino tem que ficar com um deles. Ficou(e) com esse que agora(e), entre superior e brincalhão, pergunta-lhe(e):

– Está pronto para votar no dia 3?

– Disposto estou, coronel, pronto... (baixa os olhos para o chapéu velho de palha de carnaúba que segura entre os joelhos) pronto, a bem dizer, não estou não.

– Não tem problema. Na véspera vai um caminhão buscar você e o pessoal do Buriti.

– Mas não tenho chapéu, coronel. O chapéu que tenho é este aqui, de trabalho, velho como o senhor vê.

– Que chapéu, homem! Não é preciso chapéu pra votar. É preciso o título. Já tem o título?

– Já.

– E então!

– Então é que sem chapéu novo eu não voto não, coronel. E depois não tenho beca nem sapato.

– Está bem. Antes de sair mando buscar no armazém um chapéu pra você.

– E a beca, coronel? O pessoal do governo vai votar todo mundo de beca nova. O Joca Bonfim vai votar com o Dr. Teotônio. Eu disse pra ele que o senhor também tinha fortuna, que...

– Aquele Teotônio é um canalha! Gasta o dinheiro do Estado! Não tenho meios de vestir todos vocês, que diabo! Todo mundo vem aqui com essa conversa. Então votem no Teotônio, que dá roupa e chapéu!

– Coronel, estamos com o senhor. Mas como é que vou trazer a mulher e as crianças pra cá? Ninguém tem roupa, anda tudo de trapo. O senhor sabe, mulher é tudo bicho vaidoso...

O coronel entrega os pontos, o caboclo sai para receber no armazém (do coronel) o chapéu, a fazenda, os sapatos.

– A que ponto chegou a corrupção! – exclama ele à mulher, que borda na poltrona em frente.

Ela nem sequer ergue a vista. Sabe de tudo.

Ferreira Gullar. A estranha vida banal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.

A respeito dos aspectos linguísticos do primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa correta.

 

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1215160 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF
Most organizations have standards of conduct, performance and ethics their employees must keep to. Failure to do so may be reason for dismissal. At an American university, under their Discipline and Dismissal Policy and Procedures, misconduct is defined as “conduct which is subject to disciplinary action”:
“[…] 2. Misconduct
a. All employees are expected to maintain standards of conduct suitable and acceptable to the work environment. Disciplinary action, including dismissal, may be imposed for unacceptable conduct.
b. Examples of unacceptable conduct include, but are not limited to:
1.neglect of duties, loafing or wasting time during working hours;
2.smoking anywhere except in designated smoking areas;
3.gambling, participating in lotteries or any other games of chance on the premises at any time;
4.failure to cooperate with supervisor or coworker, impairment of function of work unit, or disruptive conduct;
5.theft, dishonesty or unauthorized use of institutional property including records and confidential information; […]”
Internet:<www.policies.utexas.edu>(adapted). Access on May 23, 2014.
Using the above text as reference, choose the correct alternative.
The word which can replace may without changing its meaning is
 

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1207637 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

A expressão controle social congrega várias conotações atadas a um só significado geral, que não se desvia do fenômeno da manutenção de padrões comportamentais relacionados a um grupo social. À semelhança de organismos vivos, a sociedade tende à autopreservação e repele o descontrole que implique sua desestruturação. Logo, os vários modos de exercício do controle social se voltam todos para o estabelecimento de balizas a incontável número de atividades, nem sempre explícitas, que envolvam a sociedade, qualquer que seja seu grau de organização.

Lavrado de todas as ideias aditivas, o verbo controlar, por sua vez, permanece ligado ao conceito de domínio. Portanto, controlar é fazer escolhas, estabelecer regras, obrigar ao seu cumprimento, confrontar o que foi planejado com o que veio de fato a ocorrer. Indicar o caminho. Dominar. A ideia indissociável é a de compartilhamento. O controle social pode ser compreendido como exercício da participação.

O controle social no Brasil encontra condições em face da transparência pública. Essa, por si só, é autêntica prestação de contas. Administração Pública transparente é Administração Pública prestadora de contas. Tanto mais efetivo será o controle social quanto mais bem compreendidos forem os atos gerenciais(a). Prestar contas é reconhecer direitos(b), expor-se a críticas, admitir erros e fazer as correções julgadas necessárias. No Brasil, atualmente, há claros indicativos de que a Administração Pública se torna cada vez mais transparente.

Em se tratando das facetas do controle social(c), podem-se delinear, com boa nitidez, três modos para seu exercício. O controle social pelo Estado; o controle social pela sociedade civil, solidário com o do Estado; e o controle da sociedade civil sobre o Estado.

O controle social pelo Estado contrasta com o exercido diretamente pela sociedade. Naquele caso é uma obrigação, e neste, um direito. Ambos são efetivos na estabilidade do próprio Estado. E, embora a sociedade não se confunda com o ente estatal, os membros do governo também o são da sociedade que governam(d). Em avaliação final, portanto, a sociedade sempre se controla, inclusivamente por meio de instrumentos estatais. As atividades do controle estatal, no Brasil, regulam-se por dispositivos constitucionais e distribuem-se em dois sistemas: os controles interno e externo(e).

In: Revista da CGU, ano VI, julho/2011. Internet: <www.cgu.gov.br> (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta oração cujo sujeito é indeterminado.

 

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1206011 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: SEPLAG-DF

Eleitor

Por esta época, mas há já bastante tempo, numa cidade perdida no sertão maranhense, Severino, um homem que ganha a vida plantando algodão e cebola branca, está na varanda da casa de um dos dois donos de seu município. Os dois donos – desnecessário dizer – são inimigos e Severino tem que ficar com um deles. Ficou com esse que agora, entre superior e brincalhão, pergunta-lhe:

– Está pronto para votar no dia 3(b)?

– Disposto estou, coronel, pronto... (baixa os olhos para o chapéu(a) velho de palha de carnaúba(a) que segura entre os joelhos) pronto, a bem dizer, não estou não.

– Não tem(c) problema. Na véspera vai um caminhão buscar você(c) e o pessoal do Buriti.

– Mas não tenho chapéu, coronel. O chapéu que tenho é este aqui, de trabalho, velho como o senhor vê.

– Que chapéu, homem! Não é preciso chapéu pra votar. É preciso o título. Já tem o título?

– Já.

– E então!

– Então é que sem chapéu novo eu não voto não, coronel. E depois não tenho beca nem sapato.

– Está bem. Antes de sair mando buscar no armazém um chapéu pra você.

– E a beca, coronel? O pessoal do governo vai votar todo mundo de beca nova. O Joca Bonfim vai votar com o Dr. Teotônio. Eu disse pra ele que o senhor também tinha fortuna, que...

– Aquele Teotônio é um canalha! Gasta o dinheiro do Estado! Não tenho meios de vestir todos vocês, que diabo! Todo mundo vem aqui com essa conversa. Então votem no Teotônio(b) (d), que dá roupa e chapéu!

– Coronel, estamos com o senhor. Mas como é que vou trazer a mulher e as crianças pra cá? Ninguém tem roupa, anda tudo de trapo. O senhor sabe, mulher é tudo bicho vaidoso...

O coronel entrega os pontos, o caboclo sai para receber no armazém (do coronel) o chapéu, a fazenda, os sapatos.

– A que ponto chegou a corrupção! – exclama ele à mulher, que borda na poltrona em frente.

Ela nem sequer ergue a vista. Sabe de tudo.

Ferreira Gullar. A estranha vida banal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.

No que concerne aos aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.

 

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