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Um idoso de 75 anos de idade vai ao consultório acompanhado pela filha. O paciente mora sozinho e tem notado maior dificuldade em acompanhar conversas, esqueceu recentemente o ferro de passar roupas ligado e tem esquecido os nomes de visitas não muito frequentes. As dificuldades começaram há cinco meses, após o falecimento da esposa, portadora de doença de Alzheimer em estágio avançado, de quem ele ajudava a cuidar. Desde então, o paciente fica mais calado, chora com facilidade não habitual, participa pouco da convivência familiar e com vizinhos, parou de fazer caminhadas matinais, está sem apetite e perdeu peso nesse período, mas ele e a filha não sabem quantificar quanto. O sono do idoso também piorou, evoluindo com dificuldade para indução inicial. Tem seis anos de escolaridade e MEEM 27/30, perdendo 1 ponto na evocação, 1 ponto em cálculo e 1 ponto em orientação temporoespacial.
Com base no exposto, qual é o tratamento inicial para esse caso?
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Caso hipotético 1 para responder à questão.
Considere uma paciente de 27 anos de idade, com tromboembolismo pulmonar prévio e sinais clínicos atuais de trombose venosa profunda, muito dispneica aos esforços, com frequência cardíaca de 90 bpm, sem histórico de cirurgia prévia ou imobilização e nem histórico de hemoptise ou doença maligna, e com infarto do miocárdio recente (< 30 dias). Sabe-se que essa paciente usa anticoncepcional oral.
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A RDC Anvisa n° 6/2013 é uma resolução que tem por objetivo estabelecer os requisitos de boas práticas de funcionamento para os serviços de endoscopia com via de acesso ao organismo por orifícios exclusivamente naturais e é de conhecimento obrigatório de todos os médicos endoscopistas de serviços públicos e privados. A seção I aborda as Condições Organizacionais dos serviços de endoscopia digestiva. Para cumprimento dessa resolução, os serviços de endoscopia autônomos e não autônomos devem atender a requisitos específicos.
Acerca da resolução mencionada, é correto afirmar que todo serviço de endoscopia deve possuir
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Considere hipoteticamente que paciente de 23 anos de idade, sexo feminino, chega ao pronto atendimento com queixa de dispneia intensa e chiados, sem acompanhante. Ela não consegue conversar no momento. Quando chega ao box de emergência, o médico encontra a paciente com máscara de venturi 50% em fluxo máximo, com taquipneia, com saturação arterial de oxigênio (oxímetro de pulso) de 86%. Em um rápido exame físico, percebe sibilância intensa, taquicardia e normotensão. Plantonista anterior, seguindo protocolos institucionais, já prescreveu e administrou beta-2-agonista e corticoides, sem sucesso. Decide-se então intubar a paciente, que não tem preditores de via aérea difícil.
Nesse caso, a opção menos benéfica para a paciente é a (o)
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Criança de cinco anos de idade, em primodescompensação diabética, é levada ao pronto-socorro. Apresenta-se desidratada e obnubilada e queixa-se de dor a palpação abdominal. Exames iniciais indicam glicemia capilar HI, glicose sérica = 640 e pH = 7,1. Iniciados os procedimentos de acordo com o protocolo hospitalar para cetoacidose diabética, com melhora da volemia e do estado de consciência, foi solicitada vaga em unidade de terapia intensiva pediátrica.
Com base nesse caso clínico e considerando a Resolução nº 2.156/2016 do Conselho Federal de Medicina, que estabelece os critérios de internação e alta em unidade de terapia intensiva, assinale a alternativa correta
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Caso hipotético 1 para responder à questão.
Considere uma paciente de 27 anos de idade, com tromboembolismo pulmonar prévio e sinais clínicos atuais de trombose venosa profunda, muito dispneica aos esforços, com frequência cardíaca de 90 bpm, sem histórico de cirurgia prévia ou imobilização e nem histórico de hemoptise ou doença maligna, e com infarto do miocárdio recente (< 30 dias). Sabe-se que essa paciente usa anticoncepcional oral.
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