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Mulher de 48 anos chegou ao ambulatório de mastologia, com queixas de grande tumor em mama direita, sem demais sintomas. G2P2 (partos vaginais). O exame físico revela úlcera em pele da mama acometida que se encontra muito aumentada de tamanho. A dilatação venosa é evidente. O USG evidencia projeções em forma de folhas no interior de cavidades císticas.
De acordo com o achado, qual o provável diagnóstico?
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Mulher de 25 anos procura o ambulatório de ginecologia com queixas de lesão tipo úlcera em região vulvar, há 10 dias. Última relação sexual desprotegida foi há 13 dias. Ao exame, apresentava lesão ulcerada, única, em vulva à direita de 1,5 x 1,0 cm, com borda bem definida e irregular, rasa, fundo granulomatoso e pouca secreção purulenta contornada por halo eritematoso. Linfadenomegalia inguinal ipsilateral de 1,5 cm em seu maior comprimento, de consistência elástica, indolor e não aderida. A coloração do Gram revelou bacilo curto que não se corou pela técnica. O VDRL foi de 1:8, o anti-HIV foi negativo, e painel para hepatite revelou susceptibilidade. O tratamento com doxixiclina empírica revelou melhora do processo infecioso e inflamatório, mas persistência da úlcera que agora se encontra com fundo limpo. Qual o provável diagnóstico?
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Paciente de 60 anos, afrodescendente, fumante, ingere álcool socialmente. Agricultora aposentada. G3P3 (cesarianas). Laqueadura tubária presente há 25 anos. Procura ambulatório de ginecologia com queixas de perda de peso e de apetite há alguns meses. Traz consigo exames que revelam apenas anemia. O exame ecográfico revela tumor misto em anexo direito de 200 cm3, septações grosseiras com fluxo medular ao doppler. Marcadores tumorais negativos.
Considerando esse quadro, assinale a alternativa que indica um provável fator protetor.
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Mulher de 20 anos procura emergência ginecológica com sangramento genital há um dia, sem cólicas. G2P2 (partos vaginais). Encontra-se na 12a semana de gravidez. O exame obstétrico demonstrou sangramento uterino moderado. Não foi possível auscultar BCF. HCG 300.000UI, e a USG revelaram imagens hipoecoicas de permeio intracavitárias e ausência de embrião.
De acordo com o provável diagnóstico, assinale a alternativa que melhor explica o mecanismo fisiopatológico.
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Mulher de 22 anos, G1P1 (parto vaginal), procurou a emergência ginecológica com dor importante em baixo ventre há seis horas e sangramento genital escurecido. Ao exame, é observado bom estado geral, dor à palpação abdominal em região anexial direita. No toque, chama atenção a dor à mobilização do colo, ao toque em fundo de saco posterior, além de se perceber massa anexial à direita. HCG 4.500UI. A ecografia revela sinal do duplo saco em região anexial direita, com maior diâmetro de 3,0 cm.
De acordo com esse quadro, inicialmente qual seria a melhor conduta?
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Paciente de 20 anos, G2P1A1, procurou o ambulatório de ginecologia para orientação sobre contracepção. Informou que há cinco dias recebeu alta da maternidade por tratamento de aborto séptico, no curso de 11 semanas. Diante do exposto, qual método abaixo está contraindicado?
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Durante o ciclo ovulatório, alguns processos são necessários para promover a ovulação e a liberação do oócito. Assinale a alternativa que reúne as substâncias envolvidas e suas respectivas funções no folículo pré-ovulatório.
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Mulher de 67 anos procura ambulatório de ginecologia, por ter apresentado sangramento por via vaginal há quatro dias. O episódio durou apenas dois dias, foi discreto e com aspecto vermelho escurecido. G1 P1 (cesariana). Menopausa há 20 anos. Exame físico demonstrou apenas atrofia genital. Ultrassonografia revela útero pequeno com eco endometrial de 0,5 cm, e os anexos não foram visualizados.
Considerando esse quadro, qual o provável diagnóstico e a melhor conduta?
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Jovem de 17 anos chega ao ambulatório de ginecologia com queixas de ainda não ter tido menstruação. G0P0, sem atividade sexual. Exame físico sem alterações. Traz consigo exames: BHCG negativo, função tireoidiana e prolactina normais. Dosagem de testosterona normal. Ultrassonografia revela ausência de útero e outras estruturas da genitália interna. Cariótipo 46, XY.
De acordo com esse quadro, qual o diagnóstico mais provável?
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Paciente de 66 anos com queixa de “bola” na vagina há alguns meses. Nega demais queixas. G4P4 (partos vaginais). Fumante. Durante o exame, foi evidenciado o seguinte achado de acordo com o POP-q:

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