Recém-nascido termo nasceu de parto cesáreo de urgência por prolapso de cordão e com líquido amniótico
meconial. Apresentou-se hipotônico e sem movimentos respiratórios. Foi colocado sob fonte de calor radiante e
secado. Foram iniciadas as manobras de reanimação e compressões torácicas, realizada intubação orotraqueal com
ventilação com pressão positiva, havendo boa expansibilidade. Após 30 segundos de aplicação destas medidas,
permaneceu sem resposta adequada.
Assinale a alternativa que indica o próximo passo na assistência a essa criança.
Criança do sexo masculino, 7 anos, é levada aos pais à consulta pediátrica. Eles trazem como queixa que acham o
filho muito pequeno para a idade e estão preocupados. Durante anamnese, relatam que paciente nasceu termo, peso
do nascimento: 3,1 Kg, negaram problemas na gestação e durante o parto. Teve um internamento prévio por
pneumonia com 1 ano, mas sem necessidade de UTI. Quanto à alimentação, cuidadores relatavam um cardápio
variado, com recusa para alguns alimentos, principalmente frutas e legumes.
Ao exame físico, não identificada nenhuma alteração. Desenvolvimento puberal de Tanner: G1P1. Dados
antropométricos: Peso = 25 Kg, Altura = 110 cm, Altura materna: 151 cm, Altura paterna: 165 cm.
Pais não lembravam sobre dados da puberdade.
Com base nos dados clínicos, qual seria sua conduta inicial para a queixa dos pais?
Adolescente de 14 anos evoluiu com hepatotoxicidade, no 10º dia de tratamento para tuberculose com esquema
RIPE, o que levou à suspensão de seu tratamento por 20 dias.
Na condução clínica, após melhora das transaminases, a melhor conduta é a seguinte:
Lactante de 25 anos busca atendimento em Unidade Básica de Saúde, com queixa de febre, mal-estar e dor em
mama direita há cerca de 18 horas para orientação. Relata que está no 15º dia pós-parto cesariano, e seu filho
encontra-se em aleitamento materno exclusivo. Ao exame físico: mama direita com área hiperemiada e edemaciada
em quadrantes superiores, com dor ao toque, sem área de flutuação à palpação, ausência de fissura mamilar; mama
esquerda túrgida e sem outras alterações.
Tendo em vista a principal hipótese diagnóstica para esse caso, qual o manejo inicial mais adequado?
Durante um turno de atendimento na Unidade Básica de Saúde, você atende 4 crianças com menos de 3 anos em
que a preocupação principal do cuidador é se o desenvolvimento está adequado. - Criança 1: Sexo feminino, 5 meses; leva objetos à boca, responde ativamente ao contato social, não senta sem
apoio, vira sozinha para a posição de bruços.
- Criança 2: Sexo masculino, 14 meses; anda bem com apoio, mas não tem bom equilíbrio quando sem apoio;
coloca blocos dentro da caneca por meio da demonstração e fala; durante a consulta, fala bola e aponta para ela;
faz movimento de pinça.
- Criança 3: Sexo feminino, 3 meses; olha para você de forma evidente; desencosta o queixo da superfície quando
de bruços; não abre as mãos espontaneamente; não segura objetos quando encostados em suas mãos; apresenta
sorriso social e emite sons como se quisesse conversar.
- Criança 4: Sexo masculino, 16 meses; não usa a colher ou garfo para levar comida em direção à boca, empilha
dois cubos e os coloca dentro da caixa quando solicitado; abre portas e gavetas dando passos para trás; fala apenas
água e não, além de papai e mamãe; aponta quando quer algo. De acordo com o Ministério da Saúde, qual criança tem indicação de ser encaminhada, de imediato, à esquipe
multiprofissional e/ou à rede de atenção especializada para avaliação do desenvolvimento?
Você está trabalhando em um ambulatório de pediatria geral, e em um dos seus turnos atende os seguintes casos: A) Menina, 5 anos, foi levada à consulta de rotina pelos pais. Relatam que estão passando por um divórcio e a filha
está com dificuldades em se adaptar à nova rotina. Questionam o que podem fazer para ajudar nesse processo,
pois percebem que a criança está mais quieta e triste.
B) Menino, 8 anos, chega à consulta acompanhado por avó. Cuidadora traz como queixa que neto está mais
agressivo, desde que o pai foi preso. Atualmente está morando com os avós, e a mãe visita-o durante a semana,
dependendo dos horários de trabalho.
C) Criança do sexo masculino, 3 anos, iniciou há um mês a vida escolar. Genitora refere que, nos primeiros dias de
adaptação, chorou pedindo para voltar para casa. Hoje, no entanto, já conta quais brincadeiras fizeram na escola
e fala dos amigos que fez. A mãe está preocupada, pois ainda precisou buscá-lo mais cedo um dia na última
semana devido aos pedidos da criança. Ao fim do expediente, você reflete sobre os efeitos dos fatores estressantes no desenvolvimento infantil e classifica,
respectivamente, os pacientes acima em relação aos tipos de estresse da seguinte forma:
Qual dos exames listados abaixo NÃO é realizado pelo Teste do Pezinho oferecido pelo Sistema Único de Saúde para
os recém-nascidos no Estado de Pernambuco?
Paciente masculino, 6 anos, encontra-se internado por uma Síndrome Nefrítica Pós-Estreptocócica.
Sobre a fisiopatologia dessa doença, assinale a alternativa CORRETA.
Lactente de 1 ano e 9 meses dá entrada no sistema de pronto atendimento devido a quadro de placas urticariformes
espalhadas em todo o corpo há 2 dias. Genitora refere que há 1 dia trouxe paciente com quadro semelhante após a
ingestão de biscoito contendo leite. O paciente é portador de alergia à proteína do leite de vaca e estava com os avós,
que ofereceram um biscoito sem verificar os ingredientes. No atendimento prévio, a criança foi medicada com
corticoide e anti-histamínico e enviado para casa com medicações prescritas por cinco dias. Ele havia melhorado
inicialmente, mas acordou novamente com placas vermelhas e elevadas pelo corpo, motivando a nova ida ao serviço
de saúde. A criança estava dormindo durante o atendimento, tinha lesões urticariformes no corpo e discreto edema
em lábios. Ausculta cardíaca e pulmonar dentro da normalidade e abdome sem alterações. Ela havia tomado sopa
no jantar, com boa aceitação.
Diante da hipótese diagnóstica e da recorrência do quadro, o que seria recomendado se fazer nesse momento?
Menino de 2 anos e 4 meses, portador de trissomia do 21, vem para consulta de rotina. Havia perdido a consulta
anterior e, por isso, estava há quase um ano sem acompanhamento. A mãe negava queixas, e a criança atingia os
marcos de crescimento e desenvolvimento apropriados para a idade e para a trissomia 21. Alimentava-se de forma
variada e fazia natação duas vezes na semana. Traz ecocardiograma com descrição de forame oval patente e demais
parâmetros dentro da normalidade. Diante do diagnóstico e da puericultura direcionado ao paciente, sua conduta
baseada na orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria neste momento foi a seguinte: