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Qual (ais) dos sinais e sintomas cognitivos abaixo pode(m) fazer parte do diagnóstico depressão pós-parto?
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Paciente 30 anos, primípara, com acompanhamento pré-natal de baixo risco bem realizado e sem intercorrências.
Vem para acompanhamento pré-natal na 35ª semana de gravidez, quando é percebida uma AFU de 30 cm. Foi
submetida a uma ultrassonografia que evidenciou uma circunferência abdominal entre o percentil 3 e 10, o índice de
pulsatilidade da artéria cerebral média fetal no percentil 3 e da artéria umbilical no percentil 80.
Qual a conduta a ser adotada?
Qual a conduta a ser adotada?
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Paciente 21 anos, primigesta, na 30ª semana de gravidez e assintomática. Veio à emergência trazendo uma
ultrassonografia obstétrica, complementada pela via endovaginal apresentando sludge, sem outras alterações. Ela
foi encaminhada pelo ultrassonografista, pois deveria procurar uma emergência.
Baseado nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA.
Baseado nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA.
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Qual dos testes abaixo NÃO pode ser utilizado no diagnóstico diferencial da rotura prematura das membranas?
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Segundo a fetal medicine foundation, recentemente um novo parâmetro para predizer risco de pré-eclâmpsia foi
adicionado no cálculo de risco do primeiro trimestre.
Assinale a alternativa que representa esse parâmetro.
Assinale a alternativa que representa esse parâmetro.
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Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 30ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo perda
de líquido amniótico, náusea e vômitos. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs
indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico:
dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 29cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com
colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro e discreto
sangramento. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade
gestacional 89; pico sistólico da artéria cerebral média fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior
bolsão de 9,8cm. Durante aproximadamente 4 semanas, a paciente foi mantida internada, fazendo psicoterapia,
controle glicêmico diário com dieta e insulinoterapia (NPH e Regular). O perfil glicêmico evoluiu satisfatoriamente a
partir da 3ª semana de internamento. A interrupção da gravidez foi indicada com 33 semana e 5 dias, por
sangramento genital há 2 horas, rotura prematura das membranas há mais de 24 horas e apresentação pélvica. A
paciente foi submetida à cesariana. Na retirada do recém-nascido, o obstetra teve dificuldade porque ele estava em
apresentação pélvica. O recém-nascido (RN) apresentou bom tônus e choro forte. Realizado o clampeamento do
cordão umbilical com 60 segundos.
Assinale a alternativa que melhor representa a hipótese diagnóstica que o médico assistente indicou a interrupção da gestação por cesariana, mas que, após o nascimento, não foi confirmada.
Assinale a alternativa que melhor representa a hipótese diagnóstica que o médico assistente indicou a interrupção da gestação por cesariana, mas que, após o nascimento, não foi confirmada.
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Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 31ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em
baixo ventre e perda de líquido amniótico. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo;
Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame
obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 30cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque
vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A
ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89;
dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de
2,10; pico sistólico da artéria cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior
bolsão (MB) de 9,8cm.
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?
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Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), 33ª semana de gravidez. Chegou à emergência
obstétrica referindo dor em baixo ventre. Referiu sobre os partos anteriores: o 1º prematuro, não sabe o motivo,
mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, e o recém-nascido apresentou
desconforto respiratório; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar, os bebês de mesma placenta entraram em
sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana e ambos também apresentaram desconforto respiratório, um
chegou a ficar no tubo por três dias, e o outro apenas com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e
1.750g/2.530g (2ª gestação). Ao exame geral, nada digno de nota. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente;
altura de fundo uterino de 25cm; pressão arterial de 160 x 110 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e
posterior e feto alto e móvel. Avaliando apenas os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa que
melhor representa uma medida preventiva precoce que poderia ter sido realizada.
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Gestante 20 anos, primigesta e nulípara, veio para nova consulta pré-natal, no dia 11 de janeiro de 2026, referindo
que está no 5º mês de gestação e assintomática. Fez várias ultrassonografias e refere ainda que tinha ciclos regulares
e sabia o momento da sua ovulação todos os meses. Abaixo seguem os dados informados pela paciente e as
ultrassonografias anteriores com suas idades gestacionais na época do exame:
• Primeiro dia da última menstruação: 16 de agosto de 2025.
• Último dia da última menstruação: 19 de agosto de 2025.
• Data da última ovulação: 30 de agosto de 2025.
• Data da 1ª ultrassonografia: 27 de setembro de 2025 (calculada pelo diâmetro médio do saco gestacional – 4 semanas).
• Data da 2ª ultrassonografia: 31 de outubro de 2025 (IG: calculada pela média do diâmetro biparietal, circunferência abdominal e comprimento do fêmur – 11 semanas).
• Data da 3ª ultrassonografia: 20 de novembro de 2025 (IG: calculada pelo comprimento céfalo-nádegas – 13 semanas e 6 dias).
• Data da 4ª ultrassonografia: 06 de dezembro de 2025 (IG: 17 semanas).
Diante desses dados, qual a idade gestacional CORRETA para acompanhamento da gravidez no dia da consulta de prénatal?
• Primeiro dia da última menstruação: 16 de agosto de 2025.
• Último dia da última menstruação: 19 de agosto de 2025.
• Data da última ovulação: 30 de agosto de 2025.
• Data da 1ª ultrassonografia: 27 de setembro de 2025 (calculada pelo diâmetro médio do saco gestacional – 4 semanas).
• Data da 2ª ultrassonografia: 31 de outubro de 2025 (IG: calculada pela média do diâmetro biparietal, circunferência abdominal e comprimento do fêmur – 11 semanas).
• Data da 3ª ultrassonografia: 20 de novembro de 2025 (IG: calculada pelo comprimento céfalo-nádegas – 13 semanas e 6 dias).
• Data da 4ª ultrassonografia: 06 de dezembro de 2025 (IG: 17 semanas).
Diante desses dados, qual a idade gestacional CORRETA para acompanhamento da gravidez no dia da consulta de prénatal?
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Gestante 30 anos, primigesta e nulípara, 40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em
baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com
grumos, plano II de De Lee, cefálico e occipito direita transversa (ODT). Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10
minuto/ 50 segundos. Batimentos cardiofetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado,
porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao
exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com escore de Apgar 9/10, apresentando
uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal direito do RN de consistência endurecida e
forma cacifo. Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a
alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no
período expulsivo.
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