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Foram encontradas 1.784 questões.

4043026 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Qual (ais) dos sinais e sintomas cognitivos abaixo pode(m) fazer parte do diagnóstico depressão pós-parto?
 

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4043025 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Paciente 30 anos, primípara, com acompanhamento pré-natal de baixo risco bem realizado e sem intercorrências. Vem para acompanhamento pré-natal na 35ª semana de gravidez, quando é percebida uma AFU de 30 cm. Foi submetida a uma ultrassonografia que evidenciou uma circunferência abdominal entre o percentil 3 e 10, o índice de pulsatilidade da artéria cerebral média fetal no percentil 3 e da artéria umbilical no percentil 80.
Qual a conduta a ser adotada?
 

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4043024 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Paciente 21 anos, primigesta, na 30ª semana de gravidez e assintomática. Veio à emergência trazendo uma ultrassonografia obstétrica, complementada pela via endovaginal apresentando sludge, sem outras alterações. Ela foi encaminhada pelo ultrassonografista, pois deveria procurar uma emergência.
Baseado nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA.
 

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4043023 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Qual dos testes abaixo NÃO pode ser utilizado no diagnóstico diferencial da rotura prematura das membranas?
 

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4043022 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Segundo a fetal medicine foundation, recentemente um novo parâmetro para predizer risco de pré-eclâmpsia foi adicionado no cálculo de risco do primeiro trimestre.
Assinale a alternativa que representa esse parâmetro.
 

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4043021 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 30ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo perda de líquido amniótico, náusea e vômitos. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 29cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro e discreto sangramento. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; pico sistólico da artéria cerebral média fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior bolsão de 9,8cm. Durante aproximadamente 4 semanas, a paciente foi mantida internada, fazendo psicoterapia, controle glicêmico diário com dieta e insulinoterapia (NPH e Regular). O perfil glicêmico evoluiu satisfatoriamente a partir da 3ª semana de internamento. A interrupção da gravidez foi indicada com 33 semana e 5 dias, por sangramento genital há 2 horas, rotura prematura das membranas há mais de 24 horas e apresentação pélvica. A paciente foi submetida à cesariana. Na retirada do recém-nascido, o obstetra teve dificuldade porque ele estava em apresentação pélvica. O recém-nascido (RN) apresentou bom tônus e choro forte. Realizado o clampeamento do cordão umbilical com 60 segundos.
Assinale a alternativa que melhor representa a hipótese diagnóstica que o médico assistente indicou a interrupção da gestação por cesariana, mas que, após o nascimento, não foi confirmada.
 

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4043020 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 31ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre e perda de líquido amniótico. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 30cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de 2,10; pico sistólico da artéria cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior bolsão (MB) de 9,8cm.
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?
 

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4043019 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SES-PE
Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), 33ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Referiu sobre os partos anteriores: o 1º prematuro, não sabe o motivo, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, e o recém-nascido apresentou desconforto respiratório; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar, os bebês de mesma placenta entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana e ambos também apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias, e o outro apenas com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.750g/2.530g (2ª gestação). Ao exame geral, nada digno de nota. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 25cm; pressão arterial de 160 x 110 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel. Avaliando apenas os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa que melhor representa uma medida preventiva precoce que poderia ter sido realizada.
 

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Gestante 20 anos, primigesta e nulípara, veio para nova consulta pré-natal, no dia 11 de janeiro de 2026, referindo que está no 5º mês de gestação e assintomática. Fez várias ultrassonografias e refere ainda que tinha ciclos regulares e sabia o momento da sua ovulação todos os meses. Abaixo seguem os dados informados pela paciente e as ultrassonografias anteriores com suas idades gestacionais na época do exame:
• Primeiro dia da última menstruação: 16 de agosto de 2025.
• Último dia da última menstruação: 19 de agosto de 2025.
• Data da última ovulação: 30 de agosto de 2025.
• Data da 1ª ultrassonografia: 27 de setembro de 2025 (calculada pelo diâmetro médio do saco gestacional – 4 semanas).
• Data da 2ª ultrassonografia: 31 de outubro de 2025 (IG: calculada pela média do diâmetro biparietal, circunferência abdominal e comprimento do fêmur – 11 semanas).
• Data da 3ª ultrassonografia: 20 de novembro de 2025 (IG: calculada pelo comprimento céfalo-nádegas – 13 semanas e 6 dias).
• Data da 4ª ultrassonografia: 06 de dezembro de 2025 (IG: 17 semanas).
Diante desses dados, qual a idade gestacional CORRETA para acompanhamento da gravidez no dia da consulta de prénatal?
 

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Gestante 30 anos, primigesta e nulípara, 40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com grumos, plano II de De Lee, cefálico e occipito direita transversa (ODT). Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10 minuto/ 50 segundos. Batimentos cardiofetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado, porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com escore de Apgar 9/10, apresentando uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal direito do RN de consistência endurecida e forma cacifo. Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no período expulsivo.
 

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