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Foram encontradas 50 questões.

Paciente de 59 anos de idade, previamente hipertenso, colapsa durante visita hospitalar de parente internado e é levado à sala de emergência. Ao chegar, está inconsciente, sem pulso e com respiração agônica. O eletrocardiograma realizado na urgência apresenta-se a seguir:
Enunciado 4482355-1 (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

A equipe inicia manobras de reanimação cardiopulmonar de alta qualidade e realiza o primeiro choque, sem retorno de circulação espontânea. Compressões são retomadas imediatamente.
Qual é o próximo passo indicado segundo o algoritmo atual de reanimação cardiopulmonar?
 

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Menina de 4 anos de idade, previamente hígida, teve crise convulsiva tônico-clônica generalizada por 4 minutos após febre de 39,2 ºC em casa. Chega ao pronto atendimento, trazida pelo SAMU, com acompanhamento da avó materna, e apresenta-se sonolenta, mas despertável, FC: 128 bpm, SpO2: 97%, sem sinais meníngeos, exame neurológico sem déficits. Glicemia normal. Radiografia e eletrólitos normais.

Qual a conduta adequada nesse momento?
 

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A crise tireotóxica é uma emergência endócrina potencialmente fatal, decorrente da liberação súbita e exacerbada de hormônios tireoidianos.

Em relação à fisiopatologia, ao diagnóstico e ao tratamento da crise tireotóxica, assinale a alternativa correta.
 

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Paciente de 6 anos de idade é trazido à emergência com febre alta há 12 horas, vômitos e sonolência progressiva. Mãe refere que surgiram manchas vermelhas que não desaparecem à pressão há 2 horas.

Ao exame fisico: letárgico, PA: 70 × 40 mmHg, FC: 150 bpm, SatO2: 94%, extremidades frias e tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Lesões purpúricas disseminadas em tronco e membros. Glicemia: 78 mg/dL. Sem sinais meníngeos clássicos.

Qual é a conduta imediata e prioritária?
 

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Paciente do sexo masculino, 64 anos de idade, portador de hipertensão arterial com hipertrofia ventricular e função ventricular esquerda preservada, chega à emergência com dispneia intensa, sudorese e ortopneia iniciadas há 1 hora. Ao exame físico: PA: 220 × 120 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 34 irpm, SatO2: 86% em ar ambiente. Murmúrio vesicular presente com estertores difusos até ápices, ritmo cardíaco regular com B3 audível, sem sopros. Eletrocardiograma: taquicardia sinusal, sem isquemia aguda.

Qual é a conduta inicial?
 

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Paciente chega ao pronto-socorro com midríase bilateral, pele seca, rubor, taquicardia sem arritmia associada e confusão mental. História de uso de antialérgico e antidepressivo tricíclico.

Qual é o mecanismo fisiopatológico predominante e o tratamento indicado?
 

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Paciente portador de cirrose alcoólica Child-Pugh C chega à emergência com hematêmese volumosa e sinais de instabilidade hemodinâmica. Após reposição volêmica inicial e início de octreotídeo EV, é realizada endoscopia digestiva alta, que evidencia varizes esofágicas sangrantes com sangramento ativo, não controlado por ligadura elástica imediata. O exame laboratorial mostra INR: 3,0.

Qual deve ser a próxima conduta imediata para controle do sangramento?
 

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Em relação à hipocalcemia aguda grave, assinale a alternativa correta quanto à abordagem diagnóstica e terapêutica inicial.
 

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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:
Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Mesmo após tratamento otimizado, o paciente evolui com rebaixamento do nível de consciência e bradipneia, necessitando intubação orotraqueal (IOT). Após IOT e ventilação mecânica, as pressões de pico estão elevadas (> 50 cmH2O), e o capnograma mostra hipercapnia persistente (PaCO2: 70 mmHg), com auto-PEEP visível. O ventilador está em volume controlado, VC: 6 mL/kg; FR: 20 irpm; PEEP: 8 cmH2O; FiO2: 60%.

Qual deve ser o ajuste ventilatório inicial para reduzir o risco de barotrauma e hiperdistensão dinâmica nesse paciente?
 

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Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:
Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Qual deve ser a conduta imediata e prioritária nesse momento?
 

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