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Um senhor de 58 anos de idade foi encaminhado ao neurologista de sua cidade, com quadro demencial e indicação para investigação de doença de Alzheimer (DA). Terminado o atendimento, concluiu-se que o quadro não era típico de DA. O paciente apresentava, no exame físico, dificuldade para andar e instabilidade ortostática com olhos fechados, pupilas de Argyll Robertson, papilas sutilmente pálidas, hiper-reflexia osteotendínea global e sinal de Babinski bilateral. A avaliação sensitiva era dificultada pela alteração mental — logorréico com quadro megalomaníaco e delírios paranóides. Minimental: 12/30. Paciente com nível superior.
Considerando o quadro clínico acima apresentado, julgue os seguintes itens.
Se esse paciente tiver passado de enxaqueca com aura e irmãos com menos de 50 anos de idade portadores de declínio cognitivo, enxaqueca e doença vascular cerebral, será correto considerar a possibilidade de arteriopatia cerebral autossômica dominante com infartos subcorticais e leucoencefalopatia (cadasil).
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Um senhor de 58 anos de idade foi encaminhado ao neurologista de sua cidade, com quadro demencial e indicação para investigação de doença de Alzheimer (DA). Terminado o atendimento, concluiu-se que o quadro não era típico de DA. O paciente apresentava, no exame físico, dificuldade para andar e instabilidade ortostática com olhos fechados, pupilas de Argyll Robertson, papilas sutilmente pálidas, hiper-reflexia osteotendínea global e sinal de Babinski bilateral. A avaliação sensitiva era dificultada pela alteração mental — logorréico com quadro megalomaníaco e delírios paranóides. Minimental: 12/30. Paciente com nível superior.
Considerando o quadro clínico acima apresentado, julgue os seguintes itens.
O sinal de Babinski encontrado nesse paciente implica comprometimento patológico do neurônio motor superior.
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Um senhor de 58 anos de idade foi encaminhado ao neurologista de sua cidade, com quadro demencial e indicação para investigação de doença de Alzheimer (DA). Terminado o atendimento, concluiu-se que o quadro não era típico de DA. O paciente apresentava, no exame físico, dificuldade para andar e instabilidade ortostática com olhos fechados, pupilas de Argyll Robertson, papilas sutilmente pálidas, hiper-reflexia osteotendínea global e sinal de Babinski bilateral. A avaliação sensitiva era dificultada pela alteração mental — logorréico com quadro megalomaníaco e delírios paranóides. Minimental: 12/30. Paciente com nível superior.
Considerando o quadro clínico acima apresentado, julgue os seguintes itens.
Os achados do exame neurológico são sugestivos de doença de Parkinson associada à demência.
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Um senhor de 58 anos de idade foi encaminhado ao neurologista de sua cidade, com quadro demencial e indicação para investigação de doença de Alzheimer (DA). Terminado o atendimento, concluiu-se que o quadro não era típico de DA. O paciente apresentava, no exame físico, dificuldade para andar e instabilidade ortostática com olhos fechados, pupilas de Argyll Robertson, papilas sutilmente pálidas, hiper-reflexia osteotendínea global e sinal de Babinski bilateral. A avaliação sensitiva era dificultada pela alteração mental — logorréico com quadro megalomaníaco e delírios paranóides. Minimental: 12/30. Paciente com nível superior.
Considerando o quadro clínico acima apresentado, julgue os seguintes itens.
O efeito ou fenômeno prozona estará afastado em caso de VDRL negativo.
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Um senhor de 58 anos de idade foi encaminhado ao neurologista de sua cidade, com quadro demencial e indicação para investigação de doença de Alzheimer (DA). Terminado o atendimento, concluiu-se que o quadro não era típico de DA. O paciente apresentava, no exame físico, dificuldade para andar e instabilidade ortostática com olhos fechados, pupilas de Argyll Robertson, papilas sutilmente pálidas, hiper-reflexia osteotendínea global e sinal de Babinski bilateral. A avaliação sensitiva era dificultada pela alteração mental — logorréico com quadro megalomaníaco e delírios paranóides. Minimental: 12/30. Paciente com nível superior.
Considerando o quadro clínico acima apresentado, julgue os seguintes itens.
A presença das pupilas de Argyll Robertson verificada no paciente citado indica um quadro de demência metabólica por hiperparatireoidismo.
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Um senhor de 58 anos de idade foi encaminhado ao neurologista de sua cidade, com quadro demencial e indicação para investigação de doença de Alzheimer (DA). Terminado o atendimento, concluiu-se que o quadro não era típico de DA. O paciente apresentava, no exame físico, dificuldade para andar e instabilidade ortostática com olhos fechados, pupilas de Argyll Robertson, papilas sutilmente pálidas, hiper-reflexia osteotendínea global e sinal de Babinski bilateral. A avaliação sensitiva era dificultada pela alteração mental — logorréico com quadro megalomaníaco e delírios paranóides. Minimental: 12/30. Paciente com nível superior.
Considerando o quadro clínico acima apresentado, julgue os seguintes itens.
Se o paciente possuir quadro de incontinência urinária associado, a síndrome de Hakim-Adams pode estar entre as possibilidades diagnósticas.
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Um senhor de 58 anos de idade foi encaminhado ao neurologista de sua cidade, com quadro demencial e indicação para investigação de doença de Alzheimer (DA). Terminado o atendimento, concluiu-se que o quadro não era típico de DA. O paciente apresentava, no exame físico, dificuldade para andar e instabilidade ortostática com olhos fechados, pupilas de Argyll Robertson, papilas sutilmente pálidas, hiper-reflexia osteotendínea global e sinal de Babinski bilateral. A avaliação sensitiva era dificultada pela alteração mental — logorréico com quadro megalomaníaco e delírios paranóides. Minimental: 12/30. Paciente com nível superior.
Considerando o quadro clínico acima apresentado, julgue os seguintes itens.
A conduta terapêutica mais adequada consiste na indicação de inibidores da acetilcolinesterase, e, se a resposta terapêutica não for satisfatória ou for ausente, deve-se encaminhar o paciente à psiquiatria para tratamento da doença mental.
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Paciente de 30 anos de idade, após ser demitido do emprego, começou a sofrer de cefaléia diária, passando a fazer uso de analgésicos comuns todos os dias. Oito meses depois, apesar do uso contínuo (10 comprimidos de analgésicos por dia), informou que a dor persiste, mas que, quando deixa de tomá-los, a dor piora.
De acordo com esse caso clínico, julgue os itens subseqüentes.
Uma opção terapêutica para evitar o uso dos analgésicos comuns é prescrever antiinflamatório não-hormonal, para uso diário, por período não inferior a seis meses.
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Paciente de 30 anos de idade, após ser demitido do emprego, começou a sofrer de cefaléia diária, passando a fazer uso de analgésicos comuns todos os dias. Oito meses depois, apesar do uso contínuo (10 comprimidos de analgésicos por dia), informou que a dor persiste, mas que, quando deixa de tomá-los, a dor piora.
De acordo com esse caso clínico, julgue os itens subseqüentes.
Se o paciente em questão passasse a ter piora progressiva da cefalalgia, além de náuseas, vômitos matinais e diplopia, o diagnóstico mais provável seria a presença de vertigem episódica benigna.
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A diminuição da força muscular de rápida evolução pode ter origens diferentes no sistema nervoso central e periférico. Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.
A paralisia periódica hipocalêmica relacionada à doença de Graves tem melhora após a correção do distúrbio hormonal.
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