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Um homem com quarenta e um anos de idade, há quatro anos sabe ser portador de diabetes melito do tipo 2. Atualmente, ele está metabolicamente compensado com dieta e metformina, mas, por ter apresentado cefaleia súbita, de forte intensidade, associada a hemianopsia direita, agitação psicomotora, náuseas e vômitos, foi encaminhado à emergência hospitalar, apresentando crise convulsiva tônico-clônica generalizada na admissão. Ele foi medicado com diazepan e fenitoína, tendo obtido melhora da crise. O paciente não tinha história pregressa de enxaqueca, hipertensão arterial, trauma ou convulsão e não faz uso de álcool ou drogas psicoativas.
Considerando os exames complementares e a terapêutica preconizada para o caso clínico acima descrito, julgue os itens subsequentes.
O perfil da fosfenitoína é mais adequado que o da fenitoína para o tratamento das crises convulsivas, pois seus níveis séricos são mais rapidamente atingidos.
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Um homem com quarenta e um anos de idade, há quatro anos sabe ser portador de diabetes melito do tipo 2. Atualmente, ele está metabolicamente compensado com dieta e metformina, mas, por ter apresentado cefaleia súbita, de forte intensidade, associada a hemianopsia direita, agitação psicomotora, náuseas e vômitos, foi encaminhado à emergência hospitalar, apresentando crise convulsiva tônico-clônica generalizada na admissão. Ele foi medicado com diazepan e fenitoína, tendo obtido melhora da crise. O paciente não tinha história pregressa de enxaqueca, hipertensão arterial, trauma ou convulsão e não faz uso de álcool ou drogas psicoativas.
Considerando os exames complementares e a terapêutica preconizada para o caso clínico acima descrito, julgue os itens subsequentes.
Na avaliação inicial do paciente, deve-se incluir o exame de tomografia cerebral sem contraste.
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Um homem com quarenta e um anos de idade, há quatro anos sabe ser portador de diabetes melito do tipo 2. Atualmente, ele está metabolicamente compensado com dieta e metformina, mas, por ter apresentado cefaleia súbita, de forte intensidade, associada a hemianopsia direita, agitação psicomotora, náuseas e vômitos, foi encaminhado à emergência hospitalar, apresentando crise convulsiva tônico-clônica generalizada na admissão. Ele foi medicado com diazepan e fenitoína, tendo obtido melhora da crise. O paciente não tinha história pregressa de enxaqueca, hipertensão arterial, trauma ou convulsão e não faz uso de álcool ou drogas psicoativas.
Considerando os exames complementares e a terapêutica preconizada para o caso clínico acima descrito, julgue os itens subsequentes.
Caso o exame de tomografia seja normal, o exame de punção lombar estará indicado para o diagnóstico diferencial do quadro do paciente em apreço.
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Uma mulher com trinta e um anos de idade, tabagista (carga tabágica de 8 anos-maço), compareceu a consulta médica com relato de dor e desconforto no quadrante inferior esquerdo havia trinta dias, associado a fezes pastosas e com muco. Negou náuseas, vômitos, febre e perda de peso. O exame físico não mostrou qualquer alteração. Foram solicitados exames de rotina diagnóstica. Na consulta de retorno, a paciente relatou esforço para evacuar e tenesmo. Pesquisa de sangue oculto nas fezes foi positiva. A paciente foi encaminhada ao gastroenterologista para investigação de doença inflamatória intestinal (DII) e foi iniciado tratamento com sulfassalazina.
Com relação ao quadro clínico acima descrito e tendo em vista os exames complementares para o diagnóstico de DII, julgue os itens a seguir. Nesse sentido, considere que a sigla RCUI, sempre que empregada, refere-se a retocolite ulcerativa inespecífica.
Na RCUI, encontra-se com frequência a positividade para os anticorpos citoplasmáticos antineutrófilos de padrão perinuclear (p-ANCA).
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Uma mulher com trinta e um anos de idade, tabagista (carga tabágica de 8 anos-maço), compareceu a consulta médica com relato de dor e desconforto no quadrante inferior esquerdo havia trinta dias, associado a fezes pastosas e com muco. Negou náuseas, vômitos, febre e perda de peso. O exame físico não mostrou qualquer alteração. Foram solicitados exames de rotina diagnóstica. Na consulta de retorno, a paciente relatou esforço para evacuar e tenesmo. Pesquisa de sangue oculto nas fezes foi positiva. A paciente foi encaminhada ao gastroenterologista para investigação de doença inflamatória intestinal (DII) e foi iniciado tratamento com sulfassalazina.
Com relação ao quadro clínico acima descrito e tendo em vista os exames complementares para o diagnóstico de DII, julgue os itens a seguir. Nesse sentido, considere que a sigla RCUI, sempre que empregada, refere-se a retocolite ulcerativa inespecífica.
A presença de anemia macrocítica e hipercrômica em indivíduos portadores de RCUI faz pensar que estes estejam em uso de sulfassalazina, mais do que em distúrbio da absorção de vitamina B12 ou de ácido fólico.
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Uma mulher com trinta e um anos de idade, tabagista (carga tabágica de 8 anos-maço), compareceu a consulta médica com relato de dor e desconforto no quadrante inferior esquerdo havia trinta dias, associado a fezes pastosas e com muco. Negou náuseas, vômitos, febre e perda de peso. O exame físico não mostrou qualquer alteração. Foram solicitados exames de rotina diagnóstica. Na consulta de retorno, a paciente relatou esforço para evacuar e tenesmo. Pesquisa de sangue oculto nas fezes foi positiva. A paciente foi encaminhada ao gastroenterologista para investigação de doença inflamatória intestinal (DII) e foi iniciado tratamento com sulfassalazina.
Com relação ao quadro clínico acima descrito e tendo em vista os exames complementares para o diagnóstico de DII, julgue os itens a seguir. Nesse sentido, considere que a sigla RCUI, sempre que empregada, refere-se a retocolite ulcerativa inespecífica.
A doença de Chron é mais comum entre as mulheres na faixa etária entre os vinte e os quarenta anos de idade, que inclui a paciente em questão.
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Uma mulher com trinta e um anos de idade, tabagista (carga tabágica de 8 anos-maço), compareceu a consulta médica com relato de dor e desconforto no quadrante inferior esquerdo havia trinta dias, associado a fezes pastosas e com muco. Negou náuseas, vômitos, febre e perda de peso. O exame físico não mostrou qualquer alteração. Foram solicitados exames de rotina diagnóstica. Na consulta de retorno, a paciente relatou esforço para evacuar e tenesmo. Pesquisa de sangue oculto nas fezes foi positiva. A paciente foi encaminhada ao gastroenterologista para investigação de doença inflamatória intestinal (DII) e foi iniciado tratamento com sulfassalazina.
Com relação ao quadro clínico acima descrito e tendo em vista os exames complementares para o diagnóstico de DII, julgue os itens a seguir. Nesse sentido, considere que a sigla RCUI, sempre que empregada, refere-se a retocolite ulcerativa inespecífica.
O uso de tabaco entre os portadores de DII associa-se a maior recaída clínica e endoscópica, principalmente no caso da RCUI.
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Uma mulher com trinta e um anos de idade, tabagista (carga tabágica de 8 anos-maço), compareceu a consulta médica com relato de dor e desconforto no quadrante inferior esquerdo havia trinta dias, associado a fezes pastosas e com muco. Negou náuseas, vômitos, febre e perda de peso. O exame físico não mostrou qualquer alteração. Foram solicitados exames de rotina diagnóstica. Na consulta de retorno, a paciente relatou esforço para evacuar e tenesmo. Pesquisa de sangue oculto nas fezes foi positiva. A paciente foi encaminhada ao gastroenterologista para investigação de doença inflamatória intestinal (DII) e foi iniciado tratamento com sulfassalazina.
Com relação ao quadro clínico acima descrito e tendo em vista os exames complementares para o diagnóstico de DII, julgue os itens a seguir. Nesse sentido, considere que a sigla RCUI, sempre que empregada, refere-se a retocolite ulcerativa inespecífica.
A doença de Chron não possui um marcador sorológico. O anticorpo mais frequentemente encontrado é o anticorpo anti-ASCA (Saccharomyces cerevisae), presente em cerca de 20% dos portadores da doença.
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Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
O médico pode atuar como auditor no mesmo hospital em que exerce função de direção ou chefia, desde que não audite procedimentos de que tenha participado diretamente na função de médico assistente.
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Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
O ato de fiscalizar, in loco e ao vivo, procedimento médico é aceitável, desde que tal conduta não viole a autonomia do médico assistente e que não represente potencial dano à qualidade do ato médico nem prejudique o paciente.
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