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Uma mulher com cinquenta e dois anos de idade, em consulta de rastreamento anual, apresentou-se ansiosa. Na oportunidade, a medida indireta da sua pressão arterial (realizada apropriadamente) mostrou 154 mmHg × 96 mmHg. As medidas anteriormente registradas foram normais. Embora seu índice de massa corporal (IMC) atual seja de 26,7 kg/m2, não foram diagnosticadas outras comorbidades até o momento.
Considerando o caso clínico acima, bem como o diagnóstico, o tratamento e as complicações da hipertensão arterial sistêmica (HAS), julgue os itens de 74 a 77.
O diagnóstico de HAS para essa paciente somente pode ser feito após nova medida ambulatorial tecnicamente correta da pressão arterial.
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Um senhor com setenta e dois anos de idade, ex-tabagista (carga tabágica: 100 anos-maço), que está em acompanhamento ambulatorial em serviço de pneumologia devido a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), chegou ao pronto atendimento queixando-se de piora acentuada da dispneia e aumento da frequência da tosse. Ele referiu que o agravo atual iniciou-se progressivamente há cerca de três dias; além disso, ele trouxe consigo resultado de espirometria realizada dois meses antes, que mostrava uma relação entre volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) igual a 45% do previsto e capacidade vital forçada (CVF) igual a 60% do previsto. No exame, apresentava-se pletórico, emagrecido, dispneico, taquicárdico (FC = 130 bpm), com cianose discreta de lábios e extremidades. Na ausculta, observaram-se: hiperfonese do componente pulmonar da segunda bulha, hipofonese das demais bulhas, sibilos difusos, roncos esparsos e tiragem subcostal. A gasometria admissional revelou acidose respiratória crônica agudizada, com PaO2 de 50 mmHg e SaO2 de 78%. Uma eletrocardiografia realizada também à admissão revelou taquicardia com onda P de morfologia variável, intervalo PR regular, eixo elétrico cardíaco em torno de +120º e bloqueio de ramo direito.
Com referência ao caso clínico descrito, julgue os itens subsecutivos.
Caso o paciente em apreço tenha a exacerbação da DPOC classificada como grave, será razoável iniciar terapia antibiótica com ceftriaxona.
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Um senhor com setenta e dois anos de idade, ex-tabagista (carga tabágica: 100 anos-maço), que está em acompanhamento ambulatorial em serviço de pneumologia devido a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), chegou ao pronto atendimento queixando-se de piora acentuada da dispneia e aumento da frequência da tosse. Ele referiu que o agravo atual iniciou-se progressivamente há cerca de três dias; além disso, ele trouxe consigo resultado de espirometria realizada dois meses antes, que mostrava uma relação entre volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) igual a 45% do previsto e capacidade vital forçada (CVF) igual a 60% do previsto. No exame, apresentava-se pletórico, emagrecido, dispneico, taquicárdico (FC = 130 bpm), com cianose discreta de lábios e extremidades. Na ausculta, observaram-se: hiperfonese do componente pulmonar da segunda bulha, hipofonese das demais bulhas, sibilos difusos, roncos esparsos e tiragem subcostal. A gasometria admissional revelou acidose respiratória crônica agudizada, com PaO2 de 50 mmHg e SaO2 de 78%. Uma eletrocardiografia realizada também à admissão revelou taquicardia com onda P de morfologia variável, intervalo PR regular, eixo elétrico cardíaco em torno de +120º e bloqueio de ramo direito.
Com referência ao caso clínico descrito, julgue os itens subsecutivos.
O estadiamento espirométrico da DPOC é feito com base na relação entre o VEF1 e o seu valor predito, e não na relação VEF1/CVF. Como a espirometria do paciente em questão mostrou VEF1 entre 30% e 50%, é correto classificá-lo no estadiamento III.
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Um senhor com setenta e dois anos de idade, ex-tabagista (carga tabágica: 100 anos-maço), que está em acompanhamento ambulatorial em serviço de pneumologia devido a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), chegou ao pronto atendimento queixando-se de piora acentuada da dispneia e aumento da frequência da tosse. Ele referiu que o agravo atual iniciou-se progressivamente há cerca de três dias; além disso, ele trouxe consigo resultado de espirometria realizada dois meses antes, que mostrava uma relação entre volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) igual a 45% do previsto e capacidade vital forçada (CVF) igual a 60% do previsto. No exame, apresentava-se pletórico, emagrecido, dispneico, taquicárdico (FC = 130 bpm), com cianose discreta de lábios e extremidades. Na ausculta, observaram-se: hiperfonese do componente pulmonar da segunda bulha, hipofonese das demais bulhas, sibilos difusos, roncos esparsos e tiragem subcostal. A gasometria admissional revelou acidose respiratória crônica agudizada, com PaO2 de 50 mmHg e SaO2 de 78%. Uma eletrocardiografia realizada também à admissão revelou taquicardia com onda P de morfologia variável, intervalo PR regular, eixo elétrico cardíaco em torno de +120º e bloqueio de ramo direito.
Com referência ao caso clínico descrito, julgue os itens subsecutivos.
Com base na gasometria admissional, é razoável indicar o uso de O2 suplementar domiciliar para o paciente em questão.
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Um senhor com setenta e dois anos de idade, ex-tabagista (carga tabágica: 100 anos-maço), que está em acompanhamento ambulatorial em serviço de pneumologia devido a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), chegou ao pronto atendimento queixando-se de piora acentuada da dispneia e aumento da frequência da tosse. Ele referiu que o agravo atual iniciou-se progressivamente há cerca de três dias; além disso, ele trouxe consigo resultado de espirometria realizada dois meses antes, que mostrava uma relação entre volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) igual a 45% do previsto e capacidade vital forçada (CVF) igual a 60% do previsto. No exame, apresentava-se pletórico, emagrecido, dispneico, taquicárdico (FC = 130 bpm), com cianose discreta de lábios e extremidades. Na ausculta, observaram-se: hiperfonese do componente pulmonar da segunda bulha, hipofonese das demais bulhas, sibilos difusos, roncos esparsos e tiragem subcostal. A gasometria admissional revelou acidose respiratória crônica agudizada, com PaO2 de 50 mmHg e SaO2 de 78%. Uma eletrocardiografia realizada também à admissão revelou taquicardia com onda P de morfologia variável, intervalo PR regular, eixo elétrico cardíaco em torno de +120º e bloqueio de ramo direito.
Com referência ao caso clínico descrito, julgue os itens subsecutivos.
O eletrocardiograma do referido paciente sugere um tipo de taquicardia particularmente associada a doenças pulmonares — como pneumonias e DPOC — e relaciona-se, também, a um pior prognóstico para a população acometida.
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Julgue os próximos itens, a respeito do diagnóstico e do tratamento de pacientes portadores de espondiloartropatias soronegativas.
O termo espondiloartropatia soronegativa designa um grupo de doenças em que as provas de atividade inflamatória são negativas.
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Julgue os próximos itens, a respeito do diagnóstico e do tratamento de pacientes portadores de espondiloartropatias soronegativas.
Valores normais de proteína C-reativa não excluem o diagnóstico de espondilite anquilosante.
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Julgue os próximos itens, a respeito do diagnóstico e do tratamento de pacientes portadores de espondiloartropatias soronegativas.
A maioria dos indivíduos que carreiam o gene HLA-B27 não apresentam espondiloartrite. Na presença de espondiloartrite, o achado de HLA-B27 positivo é indicativo de espondilite anquilosante.
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Julgue os próximos itens, a respeito do diagnóstico e do tratamento de pacientes portadores de espondiloartropatias soronegativas.
Tratamento de espondiloartropatias com agentes anti-TNF tem sido associado ao desenvolvimento de infecções oportunísticas. De modo geral, o uso do infliximabe associa-se a maior taxa de infecções por tuberculose, listeriose, coccidioidomicose e aspergilose que o etanercepte.
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Julgue os próximos itens, a respeito do diagnóstico e do tratamento de pacientes portadores de espondiloartropatias soronegativas.
Os agentes anti-TNF (etanercepte, infliximabe, adalimumabe) têm demonstrado eficácia na remissão da atividade e no tratamento dos sintomas da artrite psoriática, mas não no da espondilite anquilosante.
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