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Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
O médico pode atuar como auditor no mesmo hospital em que exerce função de direção ou chefia, desde que não audite procedimentos de que tenha participado diretamente na função de médico assistente.
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Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
O ato de fiscalizar, in loco e ao vivo, procedimento médico é aceitável, desde que tal conduta não viole a autonomia do médico assistente e que não represente potencial dano à qualidade do ato médico nem prejudique o paciente.
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Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
Ao auditor médico é permitido o acompanhamento de procedimentos e atos médicos, bem como o acesso aos documentos pertinentes à fiscalização desses atos, sendo essa uma das prerrogativas da função de médico auditor.
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Um plano de saúde iniciou rotina de auditoria médica que consistia no acompanhamento de procedimentos hospitalares por médico ou enfermeiro auditor. O plano formalizou documento ao hospital, ressaltando que essa rotina dar-se-ia somente após prévia autorização do médico assistente do paciente.
Acerca do procedimento acima descrito e tendo em vista os preceitos do Código de Ética Médica, julgue os itens que se seguem.
A auditoria deve preservar a liberdade profissional do médico assistente. O médico auditor não poderá intervir na conduta do médico assistente em nenhuma hipótese.
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Chegou ao pronto-socorro de um hospital geral uma mulher de quarenta e seis anos de idade, referindo palpitações, tremores e sudorese, e solicitando ser atendida por um cardiologista porque julga que estava prestes a morrer de um infarto, embora não apresente fatores de risco cardíaco. Por apresentar-se extremamente ansiosa, suas informações não foram apresentadas de forma muito clara. Seus familiares disseram que ela nunca apresentou quadro semelhante, não faz uso de substâncias lícitas ou ilícitas e que o quadro teve início súbito, com medo intenso e sensação de sufocamento.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A hipótese diagnóstica mais provável para o caso em questão é o de ansiedade paroxística episódica e, para um diagnóstico definitivo, vários ataques graves de ansiedade autonômica devem ocorrer no período de cerca de um mês.
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Chegou ao pronto-socorro de um hospital geral uma mulher de quarenta e seis anos de idade, referindo palpitações, tremores e sudorese, e solicitando ser atendida por um cardiologista porque julga que estava prestes a morrer de um infarto, embora não apresente fatores de risco cardíaco. Por apresentar-se extremamente ansiosa, suas informações não foram apresentadas de forma muito clara. Seus familiares disseram que ela nunca apresentou quadro semelhante, não faz uso de substâncias lícitas ou ilícitas e que o quadro teve início súbito, com medo intenso e sensação de sufocamento.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A hipoglicemia raramente causa ataques de pânico.
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Chegou ao pronto-socorro de um hospital geral uma mulher de quarenta e seis anos de idade, referindo palpitações, tremores e sudorese, e solicitando ser atendida por um cardiologista porque julga que estava prestes a morrer de um infarto, embora não apresente fatores de risco cardíaco. Por apresentar-se extremamente ansiosa, suas informações não foram apresentadas de forma muito clara. Seus familiares disseram que ela nunca apresentou quadro semelhante, não faz uso de substâncias lícitas ou ilícitas e que o quadro teve início súbito, com medo intenso e sensação de sufocamento.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Nesse caso, o médico deverá considerar a presença de uma condição não psiquiátrica.
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Uma mulher adulta, comerciante de roupas femininas, procurou tratamento psiquiátrico porque não conseguia mais comer na presença de empregados da loja. Além disso, precisou contratar mais uma empregada por não conseguir atender aos clientes, e passou a evitar bancos para não ter de assinar seu nome na frente de outras pessoas.
Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens conseguintes.
As fobias sociais podem ser classificadas como delimitadas ou isoladas, como no quadro clínico em consideração, ou específicas.
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Uma mulher adulta, comerciante de roupas femininas, procurou tratamento psiquiátrico porque não conseguia mais comer na presença de empregados da loja. Além disso, precisou contratar mais uma empregada por não conseguir atender aos clientes, e passou a evitar bancos para não ter de assinar seu nome na frente de outras pessoas.
Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens conseguintes.
Em situações semelhantes à do quadro clínico em apreço, a hipótese diagnóstica mais provável é a de fobia social, mais comum em mulheres em amostras clínicas.
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Uma mulher adulta, comerciante de roupas femininas, procurou tratamento psiquiátrico porque não conseguia mais comer na presença de empregados da loja. Além disso, precisou contratar mais uma empregada por não conseguir atender aos clientes, e passou a evitar bancos para não ter de assinar seu nome na frente de outras pessoas.
Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens conseguintes.
Uma esquiva fóbica na maioria das situações sociais pode ser difícil de distinguir do transtorno de personalidade esquiva.
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