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Uma alpinista de quarenta anos de idade assistiu à morte violenta do marido quando, juntos, eles escalavam uma montanha. Um ano após o ocorrido, a alpinista ainda se queixa de repetidas revivescências do trauma e embotamento emocional. Além disso, diz não conseguir retornar ao local onde ocorreram os fatos nem retomar o esporte que tanto amava, e, queixando-se de constante tensão, passou a fazer uso de álcool.
A respeito desse quadro clínico, julgue os itens subsecutivos.
Na maioria dos casos semelhantes ao da situação em apreço, a recuperação pode ser esperada, principalmente quando o curso não for flutuante.
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Uma alpinista de quarenta anos de idade assistiu à morte violenta do marido quando, juntos, eles escalavam uma montanha. Um ano após o ocorrido, a alpinista ainda se queixa de repetidas revivescências do trauma e embotamento emocional. Além disso, diz não conseguir retornar ao local onde ocorreram os fatos nem retomar o esporte que tanto amava, e, queixando-se de constante tensão, passou a fazer uso de álcool.
A respeito desse quadro clínico, julgue os itens subsecutivos.
Nessa situação, a hipótese diagnóstica mais provável é a de transtorno de estresse pós-traumático.
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Uma alpinista de quarenta anos de idade assistiu à morte violenta do marido quando, juntos, eles escalavam uma montanha. Um ano após o ocorrido, a alpinista ainda se queixa de repetidas revivescências do trauma e embotamento emocional. Além disso, diz não conseguir retornar ao local onde ocorreram os fatos nem retomar o esporte que tanto amava, e, queixando-se de constante tensão, passou a fazer uso de álcool.
A respeito desse quadro clínico, julgue os itens subsecutivos.
Se o tempo entre o início dos sintomas e o evento for maior que seis meses, um provável diagnóstico de transtorno de estresse pós-traumático não será mais possível, devendo ser então considerado um episódio depressivo agravado pelo consumo de álcool.
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A respeito da atividade pericial, julgue os itens seguintes.
O psiquiatra, na sua função de perito, deverá informar ao periciado em linguagem clara e acessível sobre o porquê da perícia, mas não sobre as possíveis consequências processuais dela, uma vez que, na realização de uma perícia, se estabelece uma relação triangular entre perito, juiz e examinando, e o compromisso primordial do primeiro é para com o sistema judicial.
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A respeito da atividade pericial, julgue os itens seguintes.
O psiquiatra, na função de perito, deverá esclarecer ao examinando que as informações que este vier a prestar não estarão cobertas por sigilo. Portanto, em relação a terceiros, inexiste a obrigatoriedade do médico de manter a mesma discrição que teria se tivesse colhido as informações durante o transcurso de um atendimento clínico, uma vez que o processo é público.
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A respeito da atividade pericial, julgue os itens seguintes.
A aplicação mais importante do princípio do respeito pela pessoa durante a realização de uma perícia acontece quando se solicita ao periciado a sua autorização. Caso isso não ocorra, trata-se de invasão de privacidade. Há processos, entretanto, nos quais a mera determinação judicial é suficiente para que uma avaliação possa ser conduzida de forma eticamente correta.
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Julgue os itens que se seguem, relativos aos direitos dos pacientes.
É indispensável que, ao iniciar qualquer atuação psiquiátrica de atendimento em saúde mental, o paciente e seus familiares ou responsáveis sejam formalmente cientificados dos direitos que esse paciente tem, sob pena de cometimento de alguma irregularidade.
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Julgue os itens que se seguem, relativos aos direitos dos pacientes.
Ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis, receber o maior número de informações possíveis a respeito de sua doença e de seu tratamento e ser tratado pelos meios menos invasivos possíveis são alguns dos direitos do paciente psiquiátrico.
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Um adulto, advogado, procurou um hospital psiquiátrico e, após indicação do médico de que necessitava de internação, registrou por escrito a concordância com essa internação psiquiátrica. No dia seguinte, pela manhã, o advogado comunicou ao médico que não mais queria permanecer internado. O médico lhe falou que os sintomas ainda persistiam e, diante da negativa do paciente em permanecer hospitalizado, comunicou-o de que a partir daquele momento a internação se transformara em internação psiquiátrica involuntária. O paciente retrucou que era advogado e que o médico estava equivocado, porque isso feria os princípios constitucionais.
Com referência a essa situação hipotética, julgue os itens subsequentes.
Como a internação antes do dissenso era voluntária, a legislação vigente garante ao paciente a desistência de permanecer internado.
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Um adulto, advogado, procurou um hospital psiquiátrico e, após indicação do médico de que necessitava de internação, registrou por escrito a concordância com essa internação psiquiátrica. No dia seguinte, pela manhã, o advogado comunicou ao médico que não mais queria permanecer internado. O médico lhe falou que os sintomas ainda persistiam e, diante da negativa do paciente em permanecer hospitalizado, comunicou-o de que a partir daquele momento a internação se transformara em internação psiquiátrica involuntária. O paciente retrucou que era advogado e que o médico estava equivocado, porque isso feria os princípios constitucionais.
Com referência a essa situação hipotética, julgue os itens subsequentes.
O médico só poderia transformar a internação voluntária em involuntária após autorização do Ministério Público estadual.
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