Foram encontradas 721 questões.
No sistema operacional Windows 8, a opção que permite salvar o trabalho na memória do computador e em seu disco rígido e depois admite que o computador adormeça em um estado de baixa energia é
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Acerca do programa de correio eletrônico Outlook, versão web, assinale a alternativa correta.
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Com base na figura acima, que mostra parte da tela de edição do programa Microsoft Excel 2016, assinale a alternativa correta, considerando que as células E4 e F4 possuem fórmulas.
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Com relação à figura acima, que mostra parte da tela de edição do programa Microsoft Word 2016, assinale a alternativa correta.
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Em uma visita ao Sesc, um grupo de 25 pessoas dividiu-se da maneira a seguir, conforme seu interesse.
número de pessoas | atividade de interesse |
5 | esportiva |
4 | recreativa |
6 | cultural |
10 | artística |
Escolhendo-se, ao acaso, uma pessoa, entre as 25, a probabilidade de ela estar entre aquelas que têm interesse na atividade esportiva ou na artística é igual a
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Na programação cultural do sábado, o "palco giratório" do Sesc apresentará quatro peças de teatro diferentes, em quatro horários: 15 h; 17 h; 20 h; e 22 h. Sendo assim, qual o número de possibilidades para montar a grade de horários das quatro peças?
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Texto para as questões de 1 a 7.
1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",
escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro
de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e
4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de
mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia
para constatar que a propagação de notícias falsas é um
7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez
coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na
República, apregoou a disseminação de "nobres
10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia
de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado
poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais
13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na
Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores
profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias
16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos
que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades
políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto
19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por
outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é
suficiente para demonstrar que as novas tecnologias
22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga
nasce, apodrece e germina.
"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;
25 mas não teremos espaço para responder ao legado da
Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com
todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é
28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor
de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.
Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a
31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a
revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a
propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar
34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e
2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de
Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm
37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias
simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta
que uma notícia seja falsa para que tenha mais
40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de
pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta
conforme o tom do falsete.
43 Os mesmos mecanismos que permitem a
multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir
para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -
46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é
paladino da verdade pode ser o propagador de notícias
falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é
49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.
Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma
pitada confortável de imprecisão, de uma cálida
52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia
inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à
rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.
55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará
jamais.
José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a reescritura de trecho do texto acarretou um desvio da norma culta de pontuação.
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Texto para as questões de 1 a 7.
1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",
escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro
de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e
4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de
mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia
para constatar que a propagação de notícias falsas é um
7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez
coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na
República, apregoou a disseminação de "nobres
10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia
de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado
poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais
13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na
Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores
profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias
16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos
que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades
políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto
19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por
outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é
suficiente para demonstrar que as novas tecnologias
22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga
nasce, apodrece e germina.
"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;
25 mas não teremos espaço para responder ao legado da
Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com
todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é
28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor
de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.
Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a
31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a
revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a
propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar
34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e
2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de
Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm
37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias
simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta
que uma notícia seja falsa para que tenha mais
40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de
pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta
conforme o tom do falsete.
43 Os mesmos mecanismos que permitem a
multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir
para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -
46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é
paladino da verdade pode ser o propagador de notícias
falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é
49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.
Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma
pitada confortável de imprecisão, de uma cálida
52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia
inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à
rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.
55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará
jamais.
José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).
Assinale a alternativa correta quanto à acentuação das palavras destacadas do texto.
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Texto para as questões de 1 a 7.
1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",
escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro
de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e
4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de
mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia
para constatar que a propagação de notícias falsas é um
7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez
coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na
República, apregoou a disseminação de "nobres
10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia
de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado
poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais
13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na
Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores
profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias
16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos
que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades
políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto
19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por
outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é
suficiente para demonstrar que as novas tecnologias
22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga
nasce, apodrece e germina.
"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;
25 mas não teremos espaço para responder ao legado da
Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com
todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é
28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor
de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.
Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a
31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a
revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a
propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar
34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e
2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de
Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm
37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias
simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta
que uma notícia seja falsa para que tenha mais
40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de
pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta
conforme o tom do falsete.
43 Os mesmos mecanismos que permitem a
multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir
para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -
46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é
paladino da verdade pode ser o propagador de notícias
falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é
49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.
Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma
pitada confortável de imprecisão, de uma cálida
52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia
inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à
rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.
55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará
jamais.
José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).
No trecho "A acreditarmos na pesquisa" (linha 38), o sujeito da oração admite a mesma classificação do sujeito da oração
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Texto para as questões de 1 a 7.
1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",
escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro
de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e
4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de
mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia
para constatar que a propagação de notícias falsas é um
7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez
coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na
República, apregoou a disseminação de "nobres
10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia
de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado
poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais
13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na
Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores
profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias
16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos
que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades
políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto
19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por
outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é
suficiente para demonstrar que as novas tecnologias
22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga
nasce, apodrece e germina.
"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;
25 mas não teremos espaço para responder ao legado da
Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com
todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é
28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor
de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.
Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a
31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a
revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a
propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar
34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e
2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de
Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm
37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias
simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta
que uma notícia seja falsa para que tenha mais
40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de
pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta
conforme o tom do falsete.
43 Os mesmos mecanismos que permitem a
multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir
para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -
46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é
paladino da verdade pode ser o propagador de notícias
falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é
49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.
Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma
pitada confortável de imprecisão, de uma cálida
52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia
inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à
rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.
55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará
jamais.
José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).
A palavra "truísmo" tem o sentido de "verdade evidente" ou "óbvia", de "lugar comum". Depreende-se, do texto, que o "truísmo" a que o autor se refere no segundo parágrafo consiste no(na)
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