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Foram encontradas 721 questões.

1925196 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

No sistema operacional Windows 8, a opção que permite salvar o trabalho na memória do computador e em seu disco rígido e depois admite que o computador adormeça em um estado de baixa energia é

 

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1925195 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

Acerca do programa de correio eletrônico Outlook, versão web, assinale a alternativa correta.

 

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1925194 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

enunciado 1925194-1

Com base na figura acima, que mostra parte da tela de edição do programa Microsoft Excel 2016, assinale a alternativa correta, considerando que as células E4 e F4 possuem fórmulas.

 

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1925193 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

enunciado 1925193-1

Com relação à figura acima, que mostra parte da tela de edição do programa Microsoft Word 2016, assinale a alternativa correta.

 

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1925190 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

Em uma visita ao Sesc, um grupo de 25 pessoas dividiu-se da maneira a seguir, conforme seu interesse.

número de pessoas

atividade de interesse

5

esportiva

4

recreativa

6

cultural

10

artística

Escolhendo-se, ao acaso, uma pessoa, entre as 25, a probabilidade de ela estar entre aquelas que têm interesse na atividade esportiva ou na artística é igual a

 

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1925189 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

Na programação cultural do sábado, o "palco giratório" do Sesc apresentará quatro peças de teatro diferentes, em quatro horários: 15 h; 17 h; 20 h; e 22 h. Sendo assim, qual o número de possibilidades para montar a grade de horários das quatro peças?

 

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1925186 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

Texto para as questões de 1 a 7.


1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",

escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro

de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e

4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de

mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia

para constatar que a propagação de notícias falsas é um

7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez

coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na

República, apregoou a disseminação de "nobres

10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia

de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado

poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais

13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na

Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores

profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias

16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos

que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades

políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto

19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por

outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é

suficiente para demonstrar que as novas tecnologias

22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga

nasce, apodrece e germina.

"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;

25 mas não teremos espaço para responder ao legado da

Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com

todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é

28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor

de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.

Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a

31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a

revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a

propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar

34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e

2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de

Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm

37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias

simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta

que uma notícia seja falsa para que tenha mais

40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de

pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta

conforme o tom do falsete.

43 Os mesmos mecanismos que permitem a

multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir

para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -

46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é

paladino da verdade pode ser o propagador de notícias

falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é

49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.

Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma

pitada confortável de imprecisão, de uma cálida

52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia

inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à

rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.

55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará

jamais.


José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que a reescritura de trecho do texto acarretou um desvio da norma culta de pontuação.

 

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1925185 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

Texto para as questões de 1 a 7.


1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",

escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro

de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e

4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de

mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia

para constatar que a propagação de notícias falsas é um

7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez

coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na

República, apregoou a disseminação de "nobres

10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia

de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado

poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais

13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na

Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores

profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias

16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos

que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades

políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto

19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por

outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é

suficiente para demonstrar que as novas tecnologias

22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga

nasce, apodrece e germina.

"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;

25 mas não teremos espaço para responder ao legado da

Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com

todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é

28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor

de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.

Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a

31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a

revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a

propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar

34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e

2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de

Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm

37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias

simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta

que uma notícia seja falsa para que tenha mais

40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de

pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta

conforme o tom do falsete.

43 Os mesmos mecanismos que permitem a

multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir

para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -

46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é

paladino da verdade pode ser o propagador de notícias

falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é

49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.

Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma

pitada confortável de imprecisão, de uma cálida

52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia

inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à

rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.

55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará

jamais.


José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).

Assinale a alternativa correta quanto à acentuação das palavras destacadas do texto.

 

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1925184 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

Texto para as questões de 1 a 7.


1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",

escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro

de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e

4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de

mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia

para constatar que a propagação de notícias falsas é um

7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez

coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na

República, apregoou a disseminação de "nobres

10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia

de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado

poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais

13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na

Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores

profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias

16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos

que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades

políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto

19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por

outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é

suficiente para demonstrar que as novas tecnologias

22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga

nasce, apodrece e germina.

"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;

25 mas não teremos espaço para responder ao legado da

Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com

todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é

28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor

de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.

Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a

31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a

revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a

propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar

34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e

2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de

Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm

37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias

simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta

que uma notícia seja falsa para que tenha mais

40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de

pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta

conforme o tom do falsete.

43 Os mesmos mecanismos que permitem a

multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir

para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -

46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é

paladino da verdade pode ser o propagador de notícias

falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é

49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.

Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma

pitada confortável de imprecisão, de uma cálida

52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia

inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à

rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.

55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará

jamais.


José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).

No trecho "A acreditarmos na pesquisa" (linha 38), o sujeito da oração admite a mesma classificação do sujeito da oração

 

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1925183 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: SESC-DF

Texto para as questões de 1 a 7.


1 "O rumor é a mais veloz das pragas malignas",

escreveu Virgílio, no Livro IV da Eneida. "Horrendo monstro

de pés rápidos, desconhece o sono, rasga a noite e

4 aterroriza cidades inteiras com sua mistura indiferente de

mentiras e verdades". Não precisamos recorrer à mitologia

para constatar que a propagação de notícias falsas é um

7 costume tão antigo quanto a palavra escrita - e talvez

coetâneo de toda comunicação humana. Platão, na

República, apregoou a disseminação de "nobres

10 falsidades" como necessário cimento social para sua utopia

de déspotas filosóficos. Em 1522, o grande e desbocado

poeta Pietro Aretino tentou tumultuar as eleições papais

13 publicando infâmias imaginárias sobre os candidatos; na

Inglaterra e na França do século XVIII, caluniadores

profissionais distribuíam misturas bem dosadas de notícias

16 reais com ficções comprometedoras, em temíveis panfletos

que vindicavam desavenças pessoais ou inimizades

políticas. Ou seja: as fake news - expressão vaga, que adoto

19 com relutância - não surgiram com as redes sociais. Por

outro lado, um breve lance de olhos ao cotidiano virtual é

suficiente para demonstrar que as novas tecnologias

22 alteraram a forma (ou a rapidez) com que essa antiga praga

nasce, apodrece e germina.

"O que é a verdade?", indagou Pilatos a Jesus Cristo;

25 mas não teremos espaço para responder ao legado da

Judeia. Fiquemos, então, com o seguinte truísmo: com

todas as ferramentas de pesquisa hoje disponíveis, é

28 relativamente fácil, mesmo ao mais distraído consumidor

de rumores, detectar informações suspeitas ou infundadas.

Ainda assim, a mentira - ou sua irmã mais perniciosa, a

31 meia-verdade - tende a prosperar. Em março (de 2018), a

revista Science divulgou uma pesquisa assustadora sobre a

propagação de notícias inexatas na Internet. Após analisar

34 3 milhões de compartilhamentos no Twitter entre 2006 e

2017, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de

Massachusetts concluiu que informações adulteradas têm

37 probabilidade de disseminação 70% maior que as notícias

simplesmente factuais. A acreditarmos na pesquisa, basta

que uma notícia seja falsa para que tenha mais

40 possibilidade de triunfo. E como se o "horrendo monstro de

pés ligeiros" fosse uma sereia cuja sedução aumenta

conforme o tom do falsete.

43 Os mesmos mecanismos que permitem a

multiplicação quase instantânea da falsidade podem servir

para desbancá-la e desmascará-la, com idêntica rapidez -

46 mas isso não resolve o problema, pois quem hoje é

paladino da verdade pode ser o propagador de notícias

falsas da semana que vem. Para derrotar o monstro, é

49 preciso admitir que ele existe - e que está no meio de nós.

Não somos inocentes, todos gostamos, às vezes, de uma

pitada confortável de imprecisão, de uma cálida

52 meia-verdade que nos afague as crenças. Dessa volúpia

inata à espécie, só nos salva o ascetismo mental: resistir à

rumorosa sereia é lutar contra a própria natureza humana.

55 Uma luta sem quartel - e que, por definição, não acabará

jamais.


José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13, 28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).

A palavra "truísmo" tem o sentido de "verdade evidente" ou "óbvia", de "lugar comum". Depreende-se, do texto, que o "truísmo" a que o autor se refere no segundo parágrafo consiste no(na)

 

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