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As figuras a seguir mostram a distribuição dos funcionários de uma repartição segundo o sexo e os anos de estudo.

Ainda tendo o texto como referência e considerando que sexo e anos de estudo sejam eventos independentes, é correto afirmar que o número de funcionários do sexo masculino com 12 anos ou mais de estudos é igual a
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Notícia de jornal
1 Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
4 Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada 7 da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico-Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.
10 Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa — não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que 13 morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que 16 eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais 19 puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio 22 de Janeiro, um homem morreu de fome.
Fernando Sabino. Notícia de jornal. In: De Nicola e Infante. Gramática essencial. São Paulo: Scipione, 1997, p. 348-9.
Assinale a opção em que o sentido e a pontuação da reescrita de passagem do texto estão corretos.
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Notícia de jornal
1 Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
4 Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada 7 da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico-Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.
10 Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa — não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que 13 morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que 16 eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais 19 puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio 22 de Janeiro, um homem morreu de fome.
Fernando Sabino. Notícia de jornal. In: De Nicola e Infante. Gramática essencial. São Paulo: Scipione, 1997, p. 348-9.
Assinale a opção incorreta com relação às idéias do texto.
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Assinale a opção em que o fragmento de texto apresenta pontuação incorreta.
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Assinale a opção que apresenta erro de concordância.
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Notícia de jornal
1 Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
4 Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada 7 da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.
O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico-Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.
10 Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa — não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que 13 morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que 16 eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais 19 puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio 22 de Janeiro, um homem morreu de fome.
Fernando Sabino. Notícia de jornal. In: De Nicola e Infante. Gramática essencial. São Paulo: Scipione, 1997, p. 348-9.
Assinale a opção incorreta com respeito à tipologia textual.
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Desenvolvendo habilidades latentes
1 Com o objetivo de atualizar as competências técnicas das assistentes administrativas e secretárias da Mineração Rio do Norte (MRN), foi promovido um treinamento de gestão estratégica com a 4 participação de todas as profissionais desse ramo na MRN, além das assistentes administrativas da Fundação Vale do Trombetas e do hospital, totalizando 21 pessoas.
7 O curso procurou mostrar o novo perfil da profissão, fazendo com que as participantes entendessem o cenário atual em que elas estão inseridas, as expectativas da empresa e as perspectivas para o 10 futuro. Uma consultora, Stefi Maerker, foi contratada para ministrar o treinamento por meio do Institute for International Research do Brasil. Na oportunidade, ela mostrou a importância dessas 13 profissionais para a conquista dos resultados positivos em qualquer empresa. “Nós enfatizamos primeiro a mudança de visão da profissão, mostramos que elas podem contribuir com conhecimentos 16 técnicos para tomar atitudes e gerenciar sua carreira de desenvolvimento e crescimento”, disse a consultora.
Antes do curso, porém, a consultoria promoveu um encontro 19 com os gestores, que, por sua vez, reconhecem a importância de suas secretárias e assistentes administrativas como parceiras em seu trabalho. “A idéia não é dar receita de bolo, é repensar a carreira e 22 elas decidirão como vão obter o sucesso e o reconhecimento e como melhorar a parceria com a chefia delas”, explica Stefi.
“Apesar do pouco tempo, porém intenso, que passamos 25 juntas, achei que o mais interessante foi a oportunidade que tivemos, através das situações propostas, de nos conhecer melhor, de conviver, de dividir opiniões, trocar experiências, de forma lúdica 28 e prazerosa, visto que isso quase não é possível devido às obrigações do dia-a-dia. Esta aproximação foi fundamental para o nosso crescimento, não só profissional, como pessoal também”, 31 avalia Patrícia Machado, secretária executiva da MRN.
Folha de Trombetas, n.º 171, ago./2005 (com adaptações).
Assinale a opção correta com relação à tipologia textual.
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Assinale a opção em que o emprego do sinal indicativo de crase está correto.
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Assinale a opção em que a regência está correta.
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Desenvolvendo habilidades latentes
1 Com o objetivo de atualizar as competências técnicas das assistentes administrativas e secretárias da Mineração Rio do Norte (MRN), foi promovido um treinamento de gestão estratégica com a 4 participação de todas as profissionais desse ramo na MRN, além das assistentes administrativas da Fundação Vale do Trombetas e do hospital, totalizando 21 pessoas.
7 O curso procurou mostrar o novo perfil da profissão, fazendo com que as participantes entendessem o cenário atual em que elas estão inseridas, as expectativas da empresa e as perspectivas para o 10 futuro. Uma consultora, Stefi Maerker, foi contratada para ministrar o treinamento por meio do Institute for International Research do Brasil. Na oportunidade, ela mostrou a importância dessas 13 profissionais para a conquista dos resultados positivos em qualquer empresa. “Nós enfatizamos primeiro a mudança de visão da profissão, mostramos que elas podem contribuir com conhecimentos 16 técnicos para tomar atitudes e gerenciar sua carreira de desenvolvimento e crescimento”, disse a consultora.
Antes do curso, porém, a consultoria promoveu um encontro 19 com os gestores, que, por sua vez, reconhecem a importância de suas secretárias e assistentes administrativas como parceiras em seu trabalho. “A idéia não é dar receita de bolo, é repensar a carreira e 22 elas decidirão como vão obter o sucesso e o reconhecimento e como melhorar a parceria com a chefia delas”, explica Stefi.
“Apesar do pouco tempo, porém intenso, que passamos 25 juntas, achei que o mais interessante foi a oportunidade que tivemos, através das situações propostas, de nos conhecer melhor, de conviver, de dividir opiniões, trocar experiências, de forma lúdica 28 e prazerosa, visto que isso quase não é possível devido às obrigações do dia-a-dia. Esta aproximação foi fundamental para o nosso crescimento, não só profissional, como pessoal também”, 31 avalia Patrícia Machado, secretária executiva da MRN.
Folha de Trombetas, n.º 171, ago./2005 (com adaptações).
Quanto à classificação e ao emprego dos vocábulos no texto, assinale a opção correta.
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