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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, sexo, doença, natureza, mundo) passou a ser vista como inventada ou socialmente construída.
A tábula rasa frequentemente anda em companhia de duas outras doutrinas que também alcançaram status sagrado na vida intelectual moderna.
Uma dessas doutrinas é geralmente atribuída a Descartes (1596-1650). Para ele, existe uma grande diferença entre mente e corpo, porquanto o corpo é, por natureza, sempre divisível, e a mente, inteiramente indivisível. Ele contestou Thomas Hobbes (1588-1617), que dizia que a mente podia operar segundo princípios físicos, e argumentou que, ao contrário, o comportamento, especialmente a fala, não era causado por nada, e sim, livremente escolhido. Um nome memorável para a doutrina defendida por Descartes foi dado três séculos depois pelo filósofo Gilbert Ryle (1900-1976), que a considerava a teoria “oficial”, o dogma do fantasma da máquina, segundo a qual o corpo e a mente estão atrelados, e, enquanto o corpo está sujeito a leis mecânicas, a mente não existe no espaço nem suas operações estão sujeitas a leis mecânicas.
A outra teoria que acompanha a tábula rasa é comumente atribuída ao filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), embora, na verdade, provenha de John Dryden, em peça publicada em 1670:
Sou tão livre quanto o primeiro homem da Natureza,
Antes de começarem as ignóbeis leis da servidão,
Quando o nobre selvagem corria solto nas florestas.
O conceito do bom selvagem capta a crença de que os seres humanos, em seu estado natural, são altruístas, pacíficos e serenos, portanto males como a ganância, a ansiedade e a violência são produtos da civilização.
Segundo Rousseau, muitos autores se precipitaram ao concluir que o homem é naturalmente cruel e requer um sistema de polícia regular, para regenerar-se. Cita, por exemplo, Thomas Hobbes, segundo o qual está evidente que, durante o tempo em que vivem sem um poder comum que os mantenha em temor reverencial, os homens encontram-se naquela condição denominada guerra; e essa é de cada homem contra cada homem. Hobbes acreditava que as pessoas somente poderiam escapar dessa existência infernal se entregassem sua autonomia a uma pessoa ou assembleia soberana, um leviatã.
Muito depende de qual desses antropólogos de gabinete está correto. Se considerarmos que as pessoas são bons selvagens, um leviatã dominador é desnecessário. De fato, ao forçar as pessoas a descrever a propriedade privada para que ela seja reconhecida pelo leviatã, este cria a própria cobiça e beligerância para cujo controle foi concebido. Se, em contraste, as pessoas são naturalmente perversas, o melhor que podemos esperar é uma trégua precária, mantida graças à polícia e ao exército. As duas teorias também têm, por conseguinte, implicações para a vida privada.
Steven Pinker. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia da Letras, 2004, p. 24-8 (com adaptações)
Com base no conteúdo e nos elementos estruturais, de coesão e de coerência do texto, julgue o item a seguir.
Em “este cria a própria cobiça e beligerância para cujo controle foi concebido”, o emprego de “para” como elemento coesivo é estilístico; portanto, caso essa preposição fosse excluída, o texto se tornaria mais conciso, e as relações de sentido originais seriam mantidas.
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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, sexo, doença, natureza, mundo) passou a ser vista como inventada ou socialmente construída.
A tábula rasa frequentemente anda em companhia de duas outras doutrinas que também alcançaram status sagrado na vida intelectual moderna.
Uma dessas doutrinas é geralmente atribuída a Descartes (1596-1650). Para ele, existe uma grande diferença entre mente e corpo, porquanto o corpo é, por natureza, sempre divisível, e a mente, inteiramente indivisível. Ele contestou Thomas Hobbes (1588-1617), que dizia que a mente podia operar segundo princípios físicos, e argumentou que, ao contrário, o comportamento, especialmente a fala, não era causado por nada, e sim, livremente escolhido. Um nome memorável para a doutrina defendida por Descartes foi dado três séculos depois pelo filósofo Gilbert Ryle (1900-1976), que a considerava a teoria “oficial”, o dogma do fantasma da máquina, segundo a qual o corpo e a mente estão atrelados, e, enquanto o corpo está sujeito a leis mecânicas, a mente não existe no espaço nem suas operações estão sujeitas a leis mecânicas.
A outra teoria que acompanha a tábula rasa é comumente atribuída ao filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), embora, na verdade, provenha de John Dryden, em peça publicada em 1670:
Sou tão livre quanto o primeiro homem da Natureza,
Antes de começarem as ignóbeis leis da servidão,
Quando o nobre selvagem corria solto nas florestas.
O conceito do bom selvagem capta a crença de que os seres humanos, em seu estado natural, são altruístas, pacíficos e serenos, portanto males como a ganância, a ansiedade e a violência são produtos da civilização.
Segundo Rousseau, muitos autores se precipitaram ao concluir que o homem é naturalmente cruel e requer um sistema de polícia regular, para regenerar-se. Cita, por exemplo, Thomas Hobbes, segundo o qual está evidente que, durante o tempo em que vivem sem um poder comum que os mantenha em temor reverencial, os homens encontram-se naquela condição denominada guerra; e essa é de cada homem contra cada homem. Hobbes acreditava que as pessoas somente poderiam escapar dessa existência infernal se entregassem sua autonomia a uma pessoa ou assembleia soberana, um leviatã.
Muito depende de qual desses antropólogos de gabinete está correto. Se considerarmos que as pessoas são bons selvagens, um leviatã dominador é desnecessário. De fato, ao forçar as pessoas a descrever a propriedade privada para que ela seja reconhecida pelo leviatã, este cria a própria cobiça e beligerância para cujo controle foi concebido. Se, em contraste, as pessoas são naturalmente perversas, o melhor que podemos esperar é uma trégua precária, mantida graças à polícia e ao exército. As duas teorias também têm, por conseguinte, implicações para a vida privada.
Steven Pinker. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia da Letras, 2004, p. 24-8 (com adaptações)
Com base no conteúdo e nos elementos estruturais, de coesão e de coerência do texto, julgue o item a seguir.
Sem prejuízo para a correção gramatical do texto, o período que se inicia na linha 20 poderia ser reescrito da seguinte forma: Rousseau cita, por exemplo, Thomas Hobbes, que dava como evidente que os homens vivem em guerra, homem contra homem, quando ficam sem um poder comum que os mantenha em temor reverencial.
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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, sexo, doença, natureza, mundo) passou a ser vista como inventada ou socialmente construída.
A tábula rasa frequentemente anda em companhia de duas outras doutrinas que também alcançaram status sagrado na vida intelectual moderna.
Uma dessas doutrinas é geralmente atribuída a Descartes (1596-1650). Para ele, existe uma grande diferença entre mente e corpo, porquanto o corpo é, por natureza, sempre divisível, e a mente, inteiramente indivisível. Ele contestou Thomas Hobbes (1588-1617), que dizia que a mente podia operar segundo princípios físicos, e argumentou que, ao contrário, o comportamento, especialmente a fala, não era causado por nada, e sim, livremente escolhido. Um nome memorável para a doutrina defendida por Descartes foi dado três séculos depois pelo filósofo Gilbert Ryle (1900-1976), que a considerava a teoria “oficial”, o dogma do fantasma da máquina, segundo a qual o corpo e a mente estão atrelados, e, enquanto o corpo está sujeito a leis mecânicas, a mente não existe no espaço nem suas operações estão sujeitas a leis mecânicas.
A outra teoria que acompanha a tábula rasa é comumente atribuída ao filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), embora, na verdade, provenha de John Dryden, em peça publicada em 1670:
Sou tão livre quanto o primeiro homem da Natureza,
Antes de começarem as ignóbeis leis da servidão,
Quando o nobre selvagem corria solto nas florestas.
O conceito do bom selvagem capta a crença de que os seres humanos, em seu estado natural, são altruístas, pacíficos e serenos, portanto males como a ganância, a ansiedade e a violência são produtos da civilização.
Segundo Rousseau, muitos autores se precipitaram ao concluir que o homem é naturalmente cruel e requer um sistema de polícia regular, para regenerar-se. Cita, por exemplo, Thomas Hobbes, segundo o qual está evidente que, durante o tempo em que vivem sem um poder comum que os mantenha em temor reverencial, os homens encontram-se naquela condição denominada guerra; e essa é de cada homem contra cada homem. Hobbes acreditava que as pessoas somente poderiam escapar dessa existência infernal se entregassem sua autonomia a uma pessoa ou assembleia soberana, um leviatã.
Muito depende de qual desses antropólogos de gabinete está correto. Se considerarmos que as pessoas são bons selvagens, um leviatã dominador é desnecessário. De fato, ao forçar as pessoas a descrever a propriedade privada para que ela seja reconhecida pelo leviatã, este cria a própria cobiça e beligerância para cujo controle foi concebido. Se, em contraste, as pessoas são naturalmente perversas, o melhor que podemos esperar é uma trégua precária, mantida graças à polícia e ao exército. As duas teorias também têm, por conseguinte, implicações para a vida privada.
Steven Pinker. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia da Letras, 2004, p. 24-8 (com adaptações)
Considerando as ideias apresentadas no texto, julgue o item subsecutivo.
Segundo o texto, a doutrina da tábula rasa tem influenciado a vida intelectual moderna a tal ponto que conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano passaram a ser vistos como inventados, ou socialmente construídos, como, por exemplo, as ideias de que os seres humanos, em seu estado natural, são pacíficos e serenos e têm uma mente indivisível, também controlada, como o corpo, por leis físicas.
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Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, sexo, doença, natureza, mundo) passou a ser vista como inventada ou socialmente construída.
A tábula rasa frequentemente anda em companhia de duas outras doutrinas que também alcançaram status sagrado na vida intelectual moderna.
Uma dessas doutrinas é geralmente atribuída a Descartes (1596-1650). Para ele, existe uma grande diferença entre mente e corpo, porquanto o corpo é, por natureza, sempre divisível, e a mente, inteiramente indivisível. Ele contestou Thomas Hobbes (1588-1617), que dizia que a mente podia operar segundo princípios físicos, e argumentou que, ao contrário, o comportamento, especialmente a fala, não era causado por nada, e sim, livremente escolhido. Um nome memorável para a doutrina defendida por Descartes foi dado três séculos depois pelo filósofo Gilbert Ryle (1900-1976), que a considerava a teoria “oficial”, o dogma do fantasma da máquina, segundo a qual o corpo e a mente estão atrelados, e, enquanto o corpo está sujeito a leis mecânicas, a mente não existe no espaço nem suas operações estão sujeitas a leis mecânicas.
A outra teoria que acompanha a tábula rasa é comumente atribuída ao filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), embora, na verdade, provenha de John Dryden, em peça publicada em 1670:
Sou tão livre quanto o primeiro homem da Natureza,
Antes de começarem as ignóbeis leis da servidão,
Quando o nobre selvagem corria solto nas florestas.
O conceito do bom selvagem capta a crença de que os seres humanos, em seu estado natural, são altruístas, pacíficos e serenos, portanto males como a ganância, a ansiedade e a violência são produtos da civilização.
Segundo Rousseau, muitos autores se precipitaram ao concluir que o homem é naturalmente cruel e requer um sistema de polícia regular, para regenerar-se. Cita, por exemplo, Thomas Hobbes, segundo o qual está evidente que, durante o tempo em que vivem sem um poder comum que os mantenha em temor reverencial, os homens encontram-se naquela condição denominada guerra; e essa é de cada homem contra cada homem. Hobbes acreditava que as pessoas somente poderiam escapar dessa existência infernal se entregassem sua autonomia a uma pessoa ou assembleia soberana, um leviatã.
Muito depende de qual desses antropólogos de gabinete está correto. Se considerarmos que as pessoas são bons selvagens, um leviatã dominador é desnecessário. De fato, ao forçar as pessoas a descrever a propriedade privada para que ela seja reconhecida pelo leviatã, este cria a própria cobiça e beligerância para cujo controle foi concebido. Se, em contraste, as pessoas são naturalmente perversas, o melhor que podemos esperar é uma trégua precária, mantida graças à polícia e ao exército. As duas teorias também têm, por conseguinte, implicações para a vida privada.
Steven Pinker. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia da Letras, 2004, p. 24-8 (com adaptações)
Considerando as ideias apresentadas no texto, julgue o item subsecutivo.
Gilbert Ryle foi contestado pelos demais pensadores mencionados no texto nas bases da doutrina da tábula rasa, por acreditar que tanto o corpo quanto a mente estavam sujeitos às leis físicas.
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Texto para o item
Durante o século passado, a doutrina da tábula rasa norteou os trabalhos de boa parte das ciências sociais e humanidades. Uma longa e crescente lista de conceitos que pareceriam naturais ao modo de pensar humano (emoções, parentesco, sexo, doença, natureza, mundo) passou a ser vista como inventada ou socialmente construída.
A tábula rasa frequentemente anda em companhia de duas outras doutrinas que também alcançaram status sagrado na vida intelectual moderna.
Uma dessas doutrinas é geralmente atribuída a Descartes (1596-1650). Para ele, existe uma grande diferença entre mente e corpo, porquanto o corpo é, por natureza, sempre divisível, e a mente, inteiramente indivisível. Ele contestou Thomas Hobbes (1588-1617), que dizia que a mente podia operar segundo princípios físicos, e argumentou que, ao contrário, o comportamento, especialmente a fala, não era causado por nada, e sim, livremente escolhido. Um nome memorável para a doutrina defendida por Descartes foi dado três séculos depois pelo filósofo Gilbert Ryle (1900-1976), que a considerava a teoria “oficial”, o dogma do fantasma da máquina, segundo a qual o corpo e a mente estão atrelados, e, enquanto o corpo está sujeito a leis mecânicas, a mente não existe no espaço nem suas operações estão sujeitas a leis mecânicas.
A outra teoria que acompanha a tábula rasa é comumente atribuída ao filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), embora, na verdade, provenha de John Dryden, em peça publicada em 1670:
Sou tão livre quanto o primeiro homem da Natureza,
Antes de começarem as ignóbeis leis da servidão,
Quando o nobre selvagem corria solto nas florestas.
O conceito do bom selvagem capta a crença de que os seres humanos, em seu estado natural, são altruístas, pacíficos e serenos, portanto males como a ganância, a ansiedade e a violência são produtos da civilização.
Segundo Rousseau, muitos autores se precipitaram ao concluir que o homem é naturalmente cruel e requer um sistema de polícia regular, para regenerar-se. Cita, por exemplo, Thomas Hobbes, segundo o qual está evidente que, durante o tempo em que vivem sem um poder comum que os mantenha em temor reverencial, os homens encontram-se naquela condição denominada guerra; e essa é de cada homem contra cada homem. Hobbes acreditava que as pessoas somente poderiam escapar dessa existência infernal se entregassem sua autonomia a uma pessoa ou assembleia soberana, um leviatã.
Muito depende de qual desses antropólogos de gabinete está correto. Se considerarmos que as pessoas são bons selvagens, um leviatã dominador é desnecessário. De fato, ao forçar as pessoas a descrever a propriedade privada para que ela seja reconhecida pelo leviatã, este cria a própria cobiça e beligerância para cujo controle foi concebido. Se, em contraste, as pessoas são naturalmente perversas, o melhor que podemos esperar é uma trégua precária, mantida graças à polícia e ao exército. As duas teorias também têm, por conseguinte, implicações para a vida privada.
Steven Pinker. Tábula rasa: a negação contemporânea da natureza humana. São Paulo: Companhia da Letras, 2004, p. 24-8 (com adaptações)
Considerando as ideias apresentadas no texto, julgue o item subsecutivo.
Entre as ideias que fundamentam a doutrina da tábula rasa, destaca-se a concepção de que as faculdades de querer, sentir, conceber, entre outras, são partes da mente humana.
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Repeaters and hubs
A repeater is an electronic device that receives a network signal, cleans it of unnecessary noise, and regenerates it. The signal is retransmitted at a higher power level, or to the other side of an obstruction, so that the signal can cover longer distances without degradation. In most twisted pair Ethernet configurations, repeaters are required for cable that runs longer than 100 meters. A repeater with multiple ports is known as a hub. Repeaters work on the physical layer of the OSI model. Repeaters require a small amount of time to regenerate the signal. This can cause a propagation delay which can affect network performance. As a result, many network architectures limit the number of repeaters that can be used in a row, e.g., the Ethernet 5-4-3 rule.
Hubs have been mostly obsoleted by modern switches; but repeaters are used for long distance links, notably undersea cabling.
Bridges
A network bridge connects multiple network segments at the data link layer (layer 2) of the OSI model to form a single network. Bridges broadcast to all ports except the port on which the broadcast was received. However, bridges do not promiscuously copy traffic to all ports, as hubs do. Instead, bridges learn which MAC addresses are reachable through specific ports. Once the bridge associates a port with an address, it will send traffic for that address to that port only.
Bridges learn the association of ports and addresses by examining the source address of frames that it sees on various ports. Once a frame arrives through a port, the bridge assumes that the MAC address is associated with that port and stores its source address.
The first time a bridge sees a previously unknown destination address, the bridge will forward the frame to all ports other than the one on which the frame arrived.
Bridges come in three basic types:
Local bridges: Directly connect LANs
Remote bridges: Can be used to create a wide area network (WAN) link between LANs. Remote bridges, where the connecting link is slower than the end networks, largely have been replaced with routers. Wireless bridges: Can be used to join LANs or connect remote devices to LANs.
Internet: <http://en.wikipedia.org> (adapted).
According to the text above, judge the following item.
Remote devices can be connected to LANs with the use of wireless bridges.
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Repeaters and hubs
A repeater is an electronic device that receives a network signal, cleans it of unnecessary noise, and regenerates it. The signal is retransmitted at a higher power level, or to the other side of an obstruction, so that the signal can cover longer distances without degradation. In most twisted pair Ethernet configurations, repeaters are required for cable that runs longer than 100 meters. A repeater with multiple ports is known as a hub. Repeaters work on the physical layer of the OSI model. Repeaters require a small amount of time to regenerate the signal. This can cause a propagation delay which can affect network performance. As a result, many network architectures limit the number of repeaters that can be used in a row, e.g., the Ethernet 5-4-3 rule.
Hubs have been mostly obsoleted by modern switches; but repeaters are used for long distance links, notably undersea cabling.
Bridges
A network bridge connects multiple network segments at the data link layer (layer 2) of the OSI model to form a single network. Bridges broadcast to all ports except the port on which the broadcast was received. However, bridges do not promiscuously copy traffic to all ports, as hubs do. Instead, bridges learn which MAC addresses are reachable through specific ports. Once the bridge associates a port with an address, it will send traffic for that address to that port only.
Bridges learn the association of ports and addresses by examining the source address of frames that it sees on various ports. Once a frame arrives through a port, the bridge assumes that the MAC address is associated with that port and stores its source address.
The first time a bridge sees a previously unknown destination address, the bridge will forward the frame to all ports other than the one on which the frame arrived.
Bridges come in three basic types:
Local bridges: Directly connect LANs
Remote bridges: Can be used to create a wide area network (WAN) link between LANs. Remote bridges, where the connecting link is slower than the end networks, largely have been replaced with routers. Wireless bridges: Can be used to join LANs or connect remote devices to LANs.
Internet: <http://en.wikipedia.org> (adapted).
According to the text above, judge the following item.
The signal regeneration that is performed by repeaters can cause small propagation delays that can affect the performance of a computer network.
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Repeaters and hubs
A repeater is an electronic device that receives a network signal, cleans it of unnecessary noise, and regenerates it. The signal is retransmitted at a higher power level, or to the other side of an obstruction, so that the signal can cover longer distances without degradation. In most twisted pair Ethernet configurations, repeaters are required for cable that runs longer than 100 meters. A repeater with multiple ports is known as a hub. Repeaters work on the physical layer of the OSI model. Repeaters require a small amount of time to regenerate the signal. This can cause a propagation delay which can affect network performance. As a result, many network architectures limit the number of repeaters that can be used in a row, e.g., the Ethernet 5-4-3 rule.
Hubs have been mostly obsoleted by modern switches; but repeaters are used for long distance links, notably undersea cabling.
Bridges
A network bridge connects multiple network segments at the data link layer (layer 2) of the OSI model to form a single network. Bridges broadcast to all ports except the port on which the broadcast was received. However, bridges do not promiscuously copy traffic to all ports, as hubs do. Instead, bridges learn which MAC addresses are reachable through specific ports. Once the bridge associates a port with an address, it will send traffic for that address to that port only.
Bridges learn the association of ports and addresses by examining the source address of frames that it sees on various ports. Once a frame arrives through a port, the bridge assumes that the MAC address is associated with that port and stores its source address.
The first time a bridge sees a previously unknown destination address, the bridge will forward the frame to all ports other than the one on which the frame arrived.
Bridges come in three basic types:
Local bridges: Directly connect LANs
Remote bridges: Can be used to create a wide area network (WAN) link between LANs. Remote bridges, where the connecting link is slower than the end networks, largely have been replaced with routers. Wireless bridges: Can be used to join LANs or connect remote devices to LANs.
Internet: <http://en.wikipedia.org> (adapted).
According to the text above, judge the following item.
Multiple network segments at the layer 2 of the OSI model can be connected by a network bridge, in order to form a single network.
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Repeaters and hubs
A repeater is an electronic device that receives a network signal, cleans it of unnecessary noise, and regenerates it. The signal is retransmitted at a higher power level, or to the other side of an obstruction, so that the signal can cover longer distances without degradation. In most twisted pair Ethernet configurations, repeaters are required for cable that runs longer than 100 meters. A repeater with multiple ports is known as a hub. Repeaters work on the physical layer of the OSI model. Repeaters require a small amount of time to regenerate the signal. This can cause a propagation delay which can affect network performance. As a result, many network architectures limit the number of repeaters that can be used in a row, e.g., the Ethernet 5-4-3 rule.
Hubs have been mostly obsoleted by modern switches; but repeaters are used for long distance links, notably undersea cabling.
Bridges
A network bridge connects multiple network segments at the data link layer (layer 2) of the OSI model to form a single network. Bridges broadcast to all ports except the port on which the broadcast was received. However, bridges do not promiscuously copy traffic to all ports, as hubs do. Instead, bridges learn which MAC addresses are reachable through specific ports. Once the bridge associates a port with an address, it will send traffic for that address to that port only.
Bridges learn the association of ports and addresses by examining the source address of frames that it sees on various ports. Once a frame arrives through a port, the bridge assumes that the MAC address is associated with that port and stores its source address.
The first time a bridge sees a previously unknown destination address, the bridge will forward the frame to all ports other than the one on which the frame arrived.
Bridges come in three basic types:
Local bridges: Directly connect LANs
Remote bridges: Can be used to create a wide area network (WAN) link between LANs. Remote bridges, where the connecting link is slower than the end networks, largely have been replaced with routers. Wireless bridges: Can be used to join LANs or connect remote devices to LANs.
Internet: <http://en.wikipedia.org> (adapted).
According to the text above, judge the following item.
Since the invention of the hubs, the switches became obsolete.
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Types of operating systems
Real-time
A real-time operating system is a multitasking operating system that aims at executing real-time applications. Real-time operating systems often use specialized scheduling algorithms so that they can achieve a deterministic nature of behavior. The main objective of real-time operating systems is their quick and predictable response to events. They have an event-driven or time-sharing design and often aspects of both. An event-driven system switches between tasks based on their priorities or external events while time-sharing operating systems switch tasks based on clock interrupts.
Multi-user
A multi-user operating system allows multiple users to access a computer system at the same time. Time-sharing systems and Internet servers can be classified as multi-user systems as they enable multiple-user access to a computer through the sharing of time. Single-user operating systems have only one user but may allow multiple programs to run at the same time.
Multi-tasking vs. single-tasking
A multi-tasking operating system allows more than one program to be running at the same time, from the point of view of human time scales. A single-tasking system has only one running program. Multi-tasking can be of two types: pre-emptive and co-operative. In pre-emptive multitasking, the operating system slices the CPU time and dedicates one slot to each of the programs. Unix-like operating systems such as Solaris and Linux support pre-emptive multitasking, as does AmigaOS. Cooperative multitasking is achieved by relying on each process to give time to the other processes in a defined manner. 16-bit versions of Microsoft Windows used cooperative multi-tasking. 32-bit versions of both Windows NT and Win9x, used pre-emptive multi-tasking. Mac OS prior to OS X used to support cooperative multitasking.
Distributed
A distributed operating system manages a group of independent computers and makes them appear to be a single computer. The development of networked computers that could be linked and communicate with each other gave rise to distributed computing. Distributed computations are carried out on more than one machine. When computers in a group work in cooperation, they make a distributed system.
Embedded
Embedded operating systems are designed to be used in embedded computer systems. They are designed to operate on small machines like PDAs with less autonomy. They are able to operate with a limited number of resources. They are very compact and extremely efficient by design. Windows CE and Minix 3 are some examples of embedded operating systems.
Internet: <http://en.wikipedia.org> (adapted).
Based on the text above, judge the following item.
When a distributed operating system is used for managing several independent computers, this group of computers appears to behave like a single computer.
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