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605551 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ
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Law has always worked with technology, even if it

was not called by that name. If we think of technology as those

things that people use to achieve a desired effect, then the

technology of law has encompassed documents, signatures and

files. The courtroom is a technology of the law, providing a

place for the parties and the judge to come together and

communicate, for witnesses to be sworn and to give evidence,

and for judges to pronounce binding decisions. The bench, with

its raised position, facilitates the judge’s surveillance and

control of the court, as well as framing (below the insignia of

a coat of arms or other symbol of authority) the legal

pronouncement of a sentence. This well-known ensemble of

people in specific roles, and of things that set the scene of their

roles and record the statements they make has accompanied

and developed with the law over many centuries.

Richard Mohr and Francesco Contini. Reassembling the legal. The wonders of modern science in court-related proceedings. Internet: (adapted).

Judge the following item concerning the ideas and the language used in the text above.

From the text, one can infer that different festive events take place in a courtroom, such as celebrations and meetings.
 

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The Brazilian artists OSGEMEOS are used to

exhibiting their work in sizeable spaces. Their flat-nosed

yellow characters — their signature — have appeared on

murals, concrete grain silos, an 800-year-old castle, and a

plane. This month the duo will take it one step further,

illuminating New York City’s Times Square billboards with

rotund, bobbing heads.

The work, entitled Parallel Connection, appears as

part of the Times Square Arts’ Midnight Moment series. The

public arts program has featured a new artist every month since

2012. For Gustavo and Otavio Pandolfo, the twins behind

OSGEMEOS, the work is a dialogue between two worlds —

the imaginary and the real.

Director of Times Square Arts Sherry Dobbin says the

ongoing exhibit, which has showcased artists like Tracey Emin,

Isaac Julien, and Andy Warhol, is an opportunity to expose

general audiences to high quality, contemporary art. “Nowhere

else in the world, there is this iconic cannon of electronic

billboards. We’re looking for a combination of emerging and

established artists, a diversity of style, and we are really

interested in those who want to play with public space”.

Born in São Paulo and working under the name

OSGEMEOS since 1987, the siblings work alongside each

other on each project, and have always communicated in an

artistic way. The two have worked in many mediums including

graffiti, drawings, paintings, sculptures, and most recently,

animation.

Brazilian twin artists OSGEMEOS make heads rain on 42nd Street. Internet: http://edition.cnn.com (adapted).

Based on the text above, judge the following items.

The meaning of the expression “are used to” (l.1) is equivalent to are accustomed to.

 

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The business world has indeed left the legal world

behind when it comes to using technology. Often, the reason

businesses have moved to using technology is that it is more

cost effective to share and store information digitally. That is

also why the courts should do the same.

The Internet now provides a wide range of legal

information, and the benefit of information being provided in

this way is that it can be kept up-to-date as the law changes.

Not only can the Internet assist in legal research, but it can also

assist in court processes generally, that is, in trial preparation

and in the courtroom throughout the hearing.

Allison Stanfield. Cyber courts: using the Internet to assist court processes. Internet: www7.scu.edu.au (adapted).

Based on the text above, judge the following items.

According to the text, the legal world should follow the example given by the business world as to the use of technology.

 

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The business world has indeed left the legal world

behind when it comes to using technology. Often, the reason

businesses have moved to using technology is that it is more

cost effective to share and store information digitally. That is

also why the courts should do the same.

The Internet now provides a wide range of legal

information, and the benefit of information being provided in

this way is that it can be kept up-to-date as the law changes.

Not only can the Internet assist in legal research, but it can also

assist in court processes generally, that is, in trial preparation

and in the courtroom throughout the hearing.

Allison Stanfield. Cyber courts: using the Internet to assist court processes. Internet: www7.scu.edu.au (adapted).

Based on the text above, judge the following items.

The author considers that the Internet is more useful in court processes than in facilitating legal research.

 

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605543 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

O termo justiça expressa o que se faz conforme o

direito ou segundo as regras prescritas em lei. Desse modo, o

termo justiça como conformidade da conduta a uma norma é

empregado para julgar o comportamento da pessoa humana

diante de uma norma, seja esta moral, seja de direito natural ou

de direito positivo. Já o termo justiça como eficiência de uma

norma (ou de um sistema de normas), no sentido de se

possibilitar as relações entre os homens, é empregado para

julgar a própria norma que regula o comportamento humano.

Carlos Henrique Bezerra Leite et al. A validade e a eficácia das normas jurídicas. (Coord. Renan Lotufo). Barueri/SP: Manole, 2005, p. 7 (com adaptações).

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto A validade e a eficácia das normas jurídicas, julgue o item a seguir.

Conclui-se do texto que existem dois significados principais do termo justiça, que se complementam, mas que, diretamente, não se equivalem.
 

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A ideia de solidariedade acompanha, desde os

primórdios, a evolução da humanidade. Aristóteles, por

exemplo, em clássica passagem, afirma que o homem não é um

ser que possa viver isolado; é, ao contrário, ordenado

teleologicamente a viver em sociedade. É um ser que vive, atua

e relaciona-se na comunidade, e sente-se vinculado aos seus

semelhantes. Não pode renunciar à sua condição inata de

membro do corpo social, porque apenas os animais e os deuses

podem prescindir da sociedade e da companhia de todos os

demais.

O primeiro contato com a noção de solidariedade

mostra uma relação de pertinência: as nossas ações sociais

incidem, positiva ou negativamente, sobre todos os demais

membros da comunidade. A solidariedade implica, por outro

lado, a corresponsabilidade, a compreensão da transcendência

social das ações humanas, do coexistir e do conviver

comunitário. Percebe-se, aqui, igualmente, a sua inegável

dimensão ética, em virtude do necessário reconhecimento

mútuo de todos como pessoas, iguais em direitos e obrigações,

o que dá suporte a exigências recíprocas de ajuda ou sustento.

A solidariedade, desse modo, exorta atitudes de apoio

e cuidados de uns com os outros. Pede diálogo e tolerância.

Pressupõe um reconhecimento ético e, portanto,

corresponsabilidade. Entretanto, para que não fique estagnada

em gestos tópicos ou se esgote em atitudes episódicas, a

modernidade política impõe a necessidade dialética de um

passo maior em direção à justiça social: o compromisso

constante com o bem comum e a promoção de causas ou

objetivos comuns aos membros de toda a comunidade.

Marcio Augusto de Vasconcelos Diniz. Estado social e princípio da solidariedade. In: Revista de Direitos e Garantias Fundamentais, Vitória, n.o 3, p. 31-48, jul.-dez./2008. Internet: (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativos às estruturas linguísticas do texto Estado social e princípio da solidariedade.

A correção gramatical e o sentido original do texto seriam preservados se a oração “A solidariedade, desse modo, exorta atitudes de apoio e cuidados de uns com os outros” (l. 21 e 22) fosse reescrita da seguinte forma: Atitudes de apoio e cuidados de uns com os outros são exigidas para o exercício da solidariedade.

 

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605541 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

O problema da justiça refere-se à correspondência, ou

não, entre a norma e os valores supremos ou finais que

inspiram determinado ordenamento jurídico. Não importa

comentar se existe um ideal de bem comum, idêntico para

todos os tempos e para todos os lugares. Todo ordenamento

jurídico persegue certos fins e esses representam os valores

a cuja realização o legislador, mais ou menos conscientemente

e adequadamente, dirige sua própria atividade. Quando se

considera que há valores absolutos, objetivamente evidentes,

a pergunta acerca de se uma norma é justa ou injusta equivale

a perguntar se esta é apta ou não a realizar aqueles valores. No

caso de não se acreditar em valores absolutos, o problema da

justiça ou da injustiça de uma norma tem um sentido: equivale

a perguntar se essa norma é apta ou não a realizar os valores

históricos que inspiram esse ordenamento jurídico, concreta e

historicamente determinado.

Norberto Bobbio. Teoría general del derecho. Bogotá/CO: Temis S.A., 1999, p. 20-2 (tradução livre, com adaptações).

Julgue o item subsequente, relativos às estruturas linguísticas do texto Teoría general del derecho.

Na linha 15, caso se substituísse o vocábulo “concreta" por concreto, não haveria prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, já que esse novo termo concordaria com a expressão “ordenamento jurídico".
 

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A ideia de solidariedade acompanha, desde os

primórdios, a evolução da humanidade. Aristóteles, por

exemplo, em clássica passagem, afirma que o homem não é um

ser que possa viver isolado; é, ao contrário, ordenado

teleologicamente a viver em sociedade. É um ser que vive, atua

e relaciona-se na comunidade, e sente-se vinculado aos seus

semelhantes. Não pode renunciar à sua condição inata de

membro do corpo social, porque apenas os animais e os deuses

podem prescindir da sociedade e da companhia de todos os

demais.

O primeiro contato com a noção de solidariedade

mostra uma relação de pertinência: as nossas ações sociais

incidem, positiva ou negativamente, sobre todos os demais

membros da comunidade. A solidariedade implica, por outro

lado, a corresponsabilidade, a compreensão da transcendência

social das ações humanas, do coexistir e do conviver

comunitário. Percebe-se, aqui, igualmente, a sua inegável

dimensão ética, em virtude do necessário reconhecimento

mútuo de todos como pessoas, iguais em direitos e obrigações,

o que dá suporte a exigências recíprocas de ajuda ou sustento.

A solidariedade, desse modo, exorta atitudes de apoio

e cuidados de uns com os outros. Pede diálogo e tolerância.

Pressupõe um reconhecimento ético e, portanto,

corresponsabilidade. Entretanto, para que não fique estagnada

em gestos tópicos ou se esgote em atitudes episódicas, a

modernidade política impõe a necessidade dialética de um

passo maior em direção à justiça social: o compromisso

constante com o bem comum e a promoção de causas ou

objetivos comuns aos membros de toda a comunidade.

Marcio Augusto de Vasconcelos Diniz. Estado social e princípio da solidariedade. In: Revista de Direitos e Garantias Fundamentais, Vitória, n.o 3, p. 31-48, jul.-dez./2008. Internet: www.fdv.br (com adaptações).

De acordo com as ideias do texto Estado social e princípio da solidariedade,

o fato de as ações sociais de cada indivíduo incidirem sobre todos os demais membros da comunidade ratifica a dimensão ética da solidariedade, conquanto o reconhecimento mútuo de todos como pessoas iguais em direitos e obrigações configure-se como uma necessidade.

 

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605539 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

O problema da justiça refere-se à correspondência, ou

não, entre a norma e os valores supremos ou finais que

inspiram determinado ordenamento jurídico. Não importa

comentar se existe um ideal de bem comum, idêntico para

todos os tempos e para todos os lugares. Todo ordenamento

jurídico persegue certos fins e esses representam os valores

a cuja realização o legislador, mais ou menos conscientemente

e adequadamente, dirige sua própria atividade. Quando se

considera que há valores absolutos, objetivamente evidentes,

a pergunta acerca de se uma norma é justa ou injusta equivale

a perguntar se esta é apta ou não a realizar aqueles valores. No

caso de não se acreditar em valores absolutos, o problema da

justiça ou da injustiça de uma norma tem um sentido: equivale

a perguntar se essa norma é apta ou não a realizar os valores

históricos que inspiram esse ordenamento jurídico, concreta e

historicamente determinado.

Norberto Bobbio. Teoría general del derecho. Bogotá/CO: Temis S.A., 1999, p. 20-2 (tradução livre, com adaptações).

Julgue o item subsequente, relativo às estruturas linguísticas do texto Teoría general del derecho.
Sem prejuízo para a correção gramatical e para a coerência do texto, o primeiro período poderia ser assim reescrito: A questão da justiça concerne a correspondência ou não entre a norma e valores absolutos, ou finais, inspiradores de dado ordenamento jurídico.
 

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Questão presente nas seguintes provas
605538 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

Enunciado 605538-1

Julgue o seguinte item com base nas ideias veiculadas no texto Evolução histórica da responsabilidade civil e efetivação dos direitos humanos.

No mundo atual, a ideia de justiça privada prevalece nos países democráticos.

 

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