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Com relação à teoria da Probabilidade, pode-se afirmar que:

 

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1104507 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: ESAF
Orgão: STN
Entre 1968 e 1973, o PIB real apresentou extraordinário crescimento no Brasil. Relativamente a esse período, conhecido como o do "milagre brasileiro", é correto afirmar que:
 

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Considere o texto abaixo para responder à questão.

Nos últimos dez anos, o Brasil passou por grandes transformações e crescimento econômico contínuo que o induziu a figurar entre os países(a) em desenvolvimento acelerado. Com a expansão formou-se uma nova classe(b) média, composta por trabalhadores vindos das classes D e E. Atualmente o país possui 105 milhões de pessoas com renda mensal entre R$ 1.700 e R$ 7.400 e a tendência é que esses números cresçam(c) nos próximos anos. Em uma entrevista à revista PLANETA, o economista Marcelo Neri analisa o impacto da nova classe média no consumo, no ambiente e na sociedade e mostra os desafios à frente dos brasileiros.

[...]

PLANETA – O fenômeno é passageiro?
NERI – Não, a nova classe média veio para ficar. O crescimento é contínuo, apesar das crises financeiras(d). Planos assistenciais e o aumento do crédito ao consumidor contribuíram. Mas o principal é que o número de trabalhadores(e) que saíram da informalidade e passaram a ter carteira assinada dobrou desde 2004.

(Adaptado de Milton Correia Júnior, Cigarras e formigas. PLANETA, agosto de 2012.)

Assinale a reescrita proposta para trechos do texto que preserva a correção gramatical e a coerência entre as ideias.

 

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Question refer to the text below:

Recruiters eye Brics to build business

Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over, some Bric observers have said. But to UK recruitment agencies, the South American powerhouse still offers something that is much harder to find close to home – huge growth potential. Although Brazil’s gross domestic product is estimated to have notched up less than 1 per cent growth in 2012, UK recruitment groups are still opening offices there and expanding deeper into the region.

“You will get these hiccups along the way,” says Steve Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup (formerly Michael Page International). “The economy won’t always be as strong, but we will continue to invest through the cycle such that our endgame is to have a lot more offices and a lot more people in [Latin America].”

His company was one of the fi rst big UK recruiters to enter the region, about 13 years ago. There are now more than a dozen offices and about 600 staff in Latin America operating under PageGroup. Almost 10 per cent of PageGroup’s business is generated in the region but Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fifth in the near future. “Our expectations are enormous,” he says, highlighting the potential beyond Brazil, in countries such as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil [to generate fees] any more.”

Other recruiters have followed suit, as part of their expansion away from the saturated UK market to faster-growing economies in Asia and beyond. Hays recently opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
It can be concluded from the passage that as far as Latin America is concerned,
 

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China concentra el 21% del intercambio comercial chileno El intercambio comercial con China ascendió a US$32.364 millones durante 2012, cifra que representó el 21% del comercio exterior de Chile. Aunque durante el año pasado las exportaciones al país asiático sólo subieron un 1,2% y se redujo el superávit comercial, es llamativo el fuerte crecimiento de la actividad con esa nación. En cuatro años, las ventas a la República Popular subieron 121%, mientras que las compras se incrementaron en 78% en igual período. De la cartera de productos que enviamos a China, el 81% del monto corresponde a cobre, seguido de celulosa y papel, con el 4,8%. Alimentos y frutas, en conjunto, representan un modesto 4%. Mirado desde otra perspectiva, las ventas de cobre al exterior ascienden a US$42.723 millones, cifras que reflejó una baja de 3,9% en comparación a 2011, y de todos los compradores de metal rojo, China lleva por lejos el liderazgo, pues adquirió US$15.241 millones, equivalentes al 35,7%.

Nuestro segundo socio comercial, EE.UU, tiene una cuota de 17% del intercambio chileno, con US$26.455 millones. También, representa el tercer comprador de cobre, con US$3.553 millones, aunque es el primero si se trata de frutas o salmón. De los envíos por US$4.235 millones de fruta, el mercado estadounidense se queda con el 33,8%, implicando US$1.431 millones. Asimismo, de los US$1.985 millones exportados en salmón, el 36% se dirige a la nación norteamericana, totalizando US$717 millones. Es interesante constatar que Países Bajos es el segundo comprador de celulosa y papel, al registrar US$301 millones y una participación de 9,1% en los envíos.
Tomado de Estrategia, 25/01/13. Disponible en: http://www.estrategia.cl/detalle_noticia.php?cod=72256

Según el texto, el intercambio comercial entre China y Chile:
 

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Question is about the following text:

In the World Economy, the Ditch Is Never Far Away

WHEN you see a car being driven firmly within its lane and well under the speed limit, there’s nothing to worry about. Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-halfempty economist, there most certainly is. He says the world economy is like that car. And where others see stability and recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches each time.”

At this particular moment, he says, the car happens to be in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is that because the driver has sobered up, or is it because the car is just passing through the middle on its way to the ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the answer. But despite the cheer pervading the stock market and the relatively upbeat perspective of most economists, he says he isn’t convinced that the car will remain safely out of those ditches.

Formerly the chief North American economist at Merrill Lynch, and now proudly back in his native Canada as chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto, Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always provocative, often cantankerous and frequently out of step with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as possible and not locked into one position,” he says, “but I do understand that I have a much better record forecasting rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)

The sentence that best sums up the main idea in the passage is:
 

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1095414 Ano: 2013
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: ESAF
Orgão: STN
A Empresa necessita decidir qual é o melhor projeto de investimento de acordo com o quadro abaixo. A empresa utiliza para tomada de decisão de investimentos os critérios; “VPL” e “Payback”, nesta ordem de importância. Embora a empresa não utilize a “TIR” para tomada de decisão, esta foi calculada, chegando a 4,5%, tanto para o projeto A quanto para o projeto B.

Nos cálculos do VPL, a empresa utiliza como expectativa de taxa mínima para manutenção do valor da empresa 4,5%.
Período R$ PROJ. A R$ PROJ. B
SAÍDAS 0 -R$ 200.000 -R$ 220.000
ENTRADAS 1 R$ 24.740 R$ 20.000
ENTRADAS 2 R$ 29.500 R$ 20.500
ENTRADAS 3 R$ 20.200 R$ 20.000
ENTRADAS 4 R$ 39.600 R$ 25.000
ENTRADAS 5 R$ 30.000 R$ 19.216
ENTRADAS 6 R$ 25.000 R$ 25.000
ENTRADAS 7 R$ 10.000 R$ 30.000
ENTRADAS 8 R$ 30.500 R$ 30.000
ENTRADAS 9 R$ 20.000 R$ 50.000
ENTRADAS 10 R$ 20.000 R$ 50.000
TOTAL DE
ENTRADAS
R$ 249.540 R$ 289.716

Tomando-se como base, somente, os dados acima, a decisão da empresa irá optar pelo:

 

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A questão toma por base o seguinte texto.

A entidade estatal, para atender às suas finalidades, necessita de dinheiro. O ingresso deste nos cofres públicos caracteriza o que se denomina de entrada, contudo esta não corresponde obrigatoriamente à receita pública.

De fato, algumas entradas(a) provisórias devem ser(a), oportunamente, devolvidas, a exemplo das cauções, das fianças, dos depósitos recolhidos ao Tesouro etc. Já a receita pública é a entrada(b) que, integrando-se(b) no patrimônio público sem quaisquer reservas, condições ou correspondência no passivo, vem acrescer o seu vulto, como elemento novo e positivo. A entrada, destarte, é o gênero de que a receita(c) pública é uma espécie. As receitas originárias resultam da atuação do Estado na exploração de atividade econômica, como uma empresa privada na busca do lucro. Embora o exercício de tal atividade ocorra sob o regime de direito privado, não há um total afastamento(d) das normas de direito público. Na verdade, as empresas estatais não podem deixar de observar, no que a elas(e) se aplicar, os princípios gerais da atividade econômica que estão dispostos no Capítulo I do Título VII da Constituição Federal.

(Adaptado de Lucas Clemente de Brito Pereira http://jus.com.br/revista/texto/10256/nocoes-gerais-acerca-das-financaspublicas, acesso em 25/01/2013)

Assinale a opção correta a respeito do uso das estruturas linguísticas no texto.

 

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1085879 Ano: 2013
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: ESAF
Orgão: STN
As opções de compra de ações negociadas no pregão da BM&FBovespa são do tipo americano, o que significa que:
 

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Un motor exterior que se debe respaldar

El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos motores de empuje con los que puede contar la economía española en esta crisis. La demanda interna se encuentra bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados internacionales aparezcan como una gran oportunidad para aquellas empresas capaces de vender sus productos fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre exportaciones, correspondientes al mes de noviembre, revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica el desplome de las compras, no la mejora de las ventas, que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los datos generales de nuestra balanza, que indican que en los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo de España volvió a reducirse un 29,5%.

Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como el de la caída del déficit exterior constituyen señales que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada recuperación. El desempeño actual del comercio exterior español se asienta principalmente en cinco sectores -bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas empresas españolas que apuestan por mantener e incluso incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior. Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde al sector privado, pero poniendo todos los medios a su alcance para allanar un camino que resulta vital para la recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respalda /20130121cdscdsopi_10/

En el texto se dice que, en la presente crisis española, el sector exterior:
 

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