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Foram encontradas 390 questões.

Question refer to the following text:

Where to be born in 2013

Warren Buffett, probably the world’s most successful investor, has said that anything good that happened to him could be traced back to the fact that he was born in the right country, the United States, at the right time (1930). A quarter of a century ago, when The World in 1988 lightheartedly ranked 50 countries according to where would be the best place to be born in 1988, America indeed came top. But which country will be the best for a baby born in 2013?

To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a sister company of The Economist, has this time turned deadly serious. It earnestly attempts to measure which country will provide the best opportunities for a healthy, safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-of-
life index links the results of subjective life-satisfaction surveys—how happy people say they are—to objective determinants of the quality of life across countries. Being rich helps more than anything else, but it is not all that counts; things like crime, trust in public institutions and the health of family life matter too. In all, the index takes 11 statistically significant indicators into account.

What does all this, and likely developments in the years to come, mean for where a baby might be luckiest to be born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has Switzerland comfortably in the top spot, with Australia second. Small economies dominate the top ten. Half of these are European, but only one, the Netherlands, is from the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain) lags behind despite the advantage of a favourable climate. The largest European economies (Germany, France and Britain) do not do particularly well.

America, where babies will inherit the large debts of the boomer generation, languishes back in 16th place. Despite their economic dynamism, none of the BRIC countries (Brazil, Russia, India and China) scores impressively. Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
Regarding Brazil’s rating in the survey, the text considers that it
 

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984959 Ano: 2013
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: ESAF
Orgão: STN
No BABOK 2.0
 

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Para estimar a proporção !$ \pi !$ de fumantes de uma Universidade, foi retirada uma amostra aleatória de 1600 universitários. Na amostra foi constatado que 20% dos universitários são fumantes. Sabe-se que, para construir um intervalo de aproximadamente 95% de confiança para a proporção, no caso de fumantes, o valor tabelado é aproximadamente igual a 2 desvios-padrão. Com essas informações, e considerando o mesmo nível de confiança, o intervalo de confiança para a proporção de fumantes e o tamanho da amostra necessário para que o erro de estimação seja, no máximo, igual a 0,01 são, respectivamente, iguais a:

 

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Assinale a opção correta.

 

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A partir do texto abaixo, responda à questão.

Este é o momento do Brasil em muitas áreas e pode vir a ser também na filantropia. O Brasil experimenta(a) um crescimento robusto e sustentável e, apesar dos obstáculos, muitos brasileiros dos ramos de comunicação, educação e finanças estão cada vez mais comprometidos com as mudanças para melhorar o país. São pessoas conscientes(b) de que os benefícios de uma economia mais dinâmica precisam ser mais bem distribuídos, pois sabem que todos se beneficiam de uma sociedade com menores graus de desigualdade. [...] Uma tendência que cresce(c) muito nos Estados Unidos e no Brasil é a dos chamados negócios sociais. Essa expressão define a venda(d), por uma empresa, de um produto ou serviço que melhora a qualidade de vida das comunidades carentes e, ao mesmo tempo, dá lucro. Logo, é possível ganhar dinheiro fazendo filantropia. Os empresários que entram(e) nesses ramos estão dispostos a ter um lucro menor, desde que a empresa contribua para uma melhora social.

(Adaptado da entrevista de Jane Wales, Ser potência é também doar mais. Veja, 19 de dezembro de 2012.)

Assinale a opção em que a sugestão de inserir o conectivo no início do período mantém o texto coerente e gramaticalmente correto.

 

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A Coluna I traz a nomenclatura das diversas formas de analisar o retorno financeiro dos projetos. A Coluna II traz o conceito de cada uma dessas formas. Correlacione as Colunas I e II e, ao final, selecione a opção que expressa a sequência correta para a Coluna II.
COLUNA I COLUNA II
(1) Valor presente
líquido
( ) Consiste em selecionar os projetos que retornem o capital investido no tempo mais curto.
(2) Payback



( ) A partir do conhecimento do fluxo de caixa dos projetos em análise, convertem-se todos os valores futuros para o presente, baseando-se em uma determinada taxa. Os projetos de maior interesse serão aqueles que possuírem saldos positivos mais elevados.
(3)Taxa interna de
retorno

( ) É a taxa de juros correspondente a um valor nulo para o valor presente líquido. Para serem financeiramente interessantes, os projetos devem possuir taxas de rendimento superiores à taxa de retorno intrínseca.
 

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930921 Ano: 2013
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: ESAF
Orgão: STN
O critério de informação do Cobit 4.1 que relaciona-se com a entrega da informação apropriada para os executivos para administrar a entidade e exercer suas responsabilidades fiduciárias e de governança é a:
 

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Question is about the following text:

In the World Economy, the Ditch Is Never Far Away

WHEN you see a car being driven firmly within its lane and well under the speed limit, there’s nothing to worry about. Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-halfempty economist, there most certainly is. He says the world economy is like that car. And where others see stability and recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches each time.”

At this particular moment, he says, the car happens to be in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is that because the driver has sobered up, or is it because the car is just passing through the middle on its way to the ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the answer. But despite the cheer pervading the stock market and the relatively upbeat perspective of most economists, he says he isn’t convinced that the car will remain safely out of those ditches.

Formerly the chief North American economist at Merrill Lynch, and now proudly back in his native Canada as chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto, Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always provocative, often cantankerous and frequently out of step with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as possible and not locked into one position,” he says, “but I do understand that I have a much better record forecasting rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)

In the passage, economist David Rosenberg is portrayed as
 

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920347 Ano: 2013
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: ESAF
Orgão: STN
A Cia. Roseiral, em janeiro de 2010, vende a vista para sua controladora um terreno pelo valor de R$ 200.000,00, cujo custo registrado em sua contabilidade era de R$ 180.000,00. Ao final do período, a empresa compradora mantém esse bem registrado, em seu patrimônio, como um item do Ativo não Circulante, pois pretende construir uma unidade fabril no local. Com base nessas informações e considerando uma alíquota de 30% relativa aos tributos incidentes sobre a operação, pode-se afirmar que nos registros iniciais desse evento:
 

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A partir do texto abaixo, responda à questão.

As contas pagas pelos brasileiros(a) ficarão, a partir do próximo ano, mais justas. Isso não quer dizer que as pessoas pagarão por produtos e serviços o antigo “preço justo”, um dos conceitos básicos(b) do sistema econômico que precedeu o capitalismo, o mercantilismo, em que o monarca, desconsiderando a lei da oferta e da procura, arbitrava um preço fixo ao pão, à cerveja e à carne. As contas ficarão mais justas porque elas vão conter o valor dos impostos pagos pelos consumidores, que, por enquanto, é embutido no preço final das mercadorias e serviços. O efeito esperado da nova lei é dar um choque cultural no consumidor brasileiro. Ao saber o que está pagando de impostos em um cafezinho, no aluguel ou na mensalidade escolar, o consumidor tende a ficar mais exigente, cobrando(c) mais a qualidade dos produtos e serviços e, em última análise, pressionando pela diminuição da carga tributária. O imposto é invisível, mas não é leve. Muitas pessoas, por ser isentas(d) do imposto de renda, pensam que não pagam tributos e, acreditando(e) que os serviços são gratuitos, não cobram a melhoria deles.

(Adaptado de Acabou o imposto invisível. Veja, 19 de dezembro, 2012.)

Provoca-se incorreção gramatical ao fazer a seguinte alteração no texto.

 

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