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Foram encontradas 320 questões.

1406581 Ano: 2006
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
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As ações gerenciais de recursos físicos devem obedecer à Resolução Diretoria Colegiada − 50 − RDC − 50 (ANVISA 2002) e à RDC − 189 (ANVISA 2003), as quais dispõem que
 

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1406059 Ano: 2006
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Provas:

No que tange ao controle de constitucionalidade, é correto afirmar que

 

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1405914 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Observe que há uma relação entre as duas primeiras figuras representadas abaixo. A mesma relação deve existir entre a terceira figura e a quarta, que está faltando.
Enunciado 1405914-1 está para Enunciado 1405914-2 assim como Enunciado 1405914-3 está para .....
 

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1405568 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
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Um paciente apresenta vários episódios transitórios de infiltrados pulmonares e de eosinofilia. O quadro persiste após a mudança de residência para área urbana, em que as condições de higiene básica são adequadas. O agente mais provável é
Strongyloides stercoralis.
Ancylostoma duodenale.
 

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1405536 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
De uma coisa pouca gente duvida: conhecimentos básicos sobre o movimento dos astros no céu são patrimônio da humanidade desde que o mundo é mundo. Monumentos pré históricos que dão testemunho desse conhecimento aparecem no planeta todo, e não havia tecnologia avançada − aliás, tecnologia nenhuma − para entender o traçado do Sol, da Lua, dos planetas e das estrelas. Entre as evidências mais antigas desse saber estaria uma estatueta de marfim de mamute, com mais de 30 mil anos de idade, encontrada na Alemanha. Segundo um especialista em arqueoastronomia (os conhecimentos astronômicos dos povos antigos), essa estatueta, com forma humana estilizada e cabeça de leão, seria uma das representações da constelação de Órion. De qualquer forma, as constelações são reconhecidas como tais há vários milhares de anos.
Quase tão antiga quanto esse conhecimento é a percepção de que o Sol traça um caminho (que hoje sabemos
ser apenas aparente, pois quem se move é a Terra) pelo céu ao longo do ano, e que esse trajeto determina as estações, e que algumas estrelas, chamadas hoje de planetas, se movimentam também pela abóbada celeste, enquanto outras permanecem aparentemente paradas ali o tempo todo. Monumentos com idade entre 5 mil e 10 mil anos deixam claro que já se sabia calcular momentos como o solstício de inverno, data usada hoje para marcar o início dessa estação e que define o momento em que um dos hemisférios da Terra recebe menos luz solar durante o ano.
Ao juntar o conhecimento sobre as constelações com o caminho que os planetas descrevem no céu, os povos antigos passaram a contar com um verdadeiro relógio cósmico, que os ajudava a prever mudanças relevantes no clima e na natureza.
Isso se tornou ainda mais importante com o avanço da agricultura, porque o único jeito de plantar e colher no tempo certo era seguir os sinais do céu. Não há certeza sobre tais fatos, pois a história ainda não era registrada sob forma escrita, mas é bastante provável que a mente desses povos tenha saltado da conexão entre os acontecimentos celestes e os ciclos da natureza para uma relação direta entre os astros e a história de cada ser humano.
Coincidência ou não, parece ter sido na Mesopotâmia, o mais antigo berço da agricultura, que a idéia do que hoje chamamos de astrologia tomou corpo. Cerca de mil anos antes de Cristo os assírios e os babilônios já sabiam prever com
precisão eclipses do Sol e da Lua. E iam além disso. Nas tabuletas de argila usadas como livros por esses povos do atual Iraque, arqueólogos encontraram predições que associavam as mudanças no céu a calamidades na Terra, e é dessa região o mais antigo mapa astral, traçado para o nascimento de uma criança que veio ao mundo, no ano de 410 a.C., na atual Bagdá.
(Adaptado de Reinaldo José Lopes, Superinteressante, setembro de 2006, p.68-69)
De acordo com o texto, está correto o que se afirma em:
 

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1405295 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Passatempo ou obsessão? Desde que o mundo é mundo, há pessoas que se dedicam a juntar bugigangas. Por que é preciso possuí-las, e não só saber que elas existem? Apesar de não colecionar objetos, o historiador alemão Philipp Blom coleciona teorias para explicar essa mania. Segundo ele, o hábito de juntar quinquilharias tem justificativas históricas, filosóficas e psicológicas − todas tratam o colecionismo como algo mais que um simples passatempo de adolescentes. Tem a ver com sentimento de grupo, competição, medos, fracassos,
desejos não realizados, vontade de se isolar num mundo e ser capaz de comandá-lo.
Mas não pense que todo colecionador é um sujeito mal amado, reprimido, solitário. Colecionar quando criança tem lá suas vantagens. Ensina a organizar e controlar as coisas, decidir a vida e a morte de cada objeto. Eis uma boa forma de aprender a tomar decisões e a lidar com o mundo exterior. Quem passa da adolescência e continua colecionando pode ter sido fisgado pelo saudosismo, na tentativa de reviver o tempo em que jogava bafo com o vizinho ou ia de mãos dadas com o pai comprar brinquedos.
Sabe-se hoje que já existiam colecionadores na Roma antiga e até no Egito − o faraó Tutancâmon tinha o seu acervo de porcelanas finas. Mas o colecionismo só saiu das mãos dos reis quando a visão medieval do mundo se enfraqueceu, no século XVI. Depois de perceber que poderia perseguir a eternidade neste mundo e não no céu, o homem passou a prestar mais atenção em si mesmo − uma onda de auto-retratos invadiu a Europa − e nas coisas da natureza. É aí que entram a ciência e, na garupa, o colecionismo.
Na euforia de conhecer a natureza e juntar objetos curiosos, os nobres enviavam marinheiros mundo afora para adquirir tudo que fosse digno de nota. Os portos de Roterdã e Amsterdã enchiam-se de coisas maravilhosas e exóticas. Essas expedições fizeram a Europa conhecer tecnologias diferentes e se modernizar. Sem elas, até mesmo a paisagem de alguns países seria diferente. Destacado para encontrar plantas exóticas pelo planeta para enfeitar o palácio de Buckingham, o jardineiro inglês John Tradescant percorria o mundo em navios caça-piratas no século XVIII. Na volta levava ao país espécies como a castanha, a tulipa e o limão − além de artigos de vestuário, urnas e o que mais se poderia imaginar.
(Adaptado de Superinteressante, abril de 2004, p.60-63)
A informação referente ao jardineiro inglês (final do texto) deve ser interpretada, no contexto, como um
 

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1405093 Ano: 2006
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Na figura abaixo, as letras foram dispostas em forma de um triângulo segundo determinado critério.
Enunciado 1405093-1
Considerando que na ordem alfabética usada são excluídas as letras K, W e Y, então, segundo tal critério, a letra que deverá substituir o ponto de interrogação é
 

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1405037 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Provas:
Em relação a pacientes com AVC isquêmico agudo, na ausência de outras patologias que não hipertensão,
 

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1405000 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Provas:
Em relação à pneumonia por Pneumocystis jiroveci, é correto afirmar que
 

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1404742 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: TCE-PB
Provas:
O risco de infecção por agentes do complexo Mycobacterium-avium em pacientes HIV positivos aumenta quando a contagem de CD4 cai abaixo (em células/mm cúbico) de
 

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