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A Política Nacional do Idoso, estabelecida em 1994 pela Lei no 8.842, criou normas para os direitos sociais dos idosos, garantindo autonomia, integração e participação efetiva como instrumentos de cidadania. Esta legislação determina que idoso é a pessoa que possui idade igual ou superior a
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Quando os bibliotecários oferecem cursos com orientação quanto ao uso da biblioteca, estão atuando no âmbito
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Para resolver esta questão, observe o exemplo seguinte, em que são dadas as palavras:
TIGRE − CAVALO − CACHORRO − ORQUÍDEA −GATO
Quatro dessas cinco palavras têm uma relação entre si, pertencem a uma mesma classe, enquanto que a outra é diferente: uma é nome de flor (orquídea) e outras são nomes de animais.
Considere agora as palavras:
AVÔ − TIO − SOGRO − FILHO − SOBRINHO
Dessas cinco palavras, a única que não pertence à mesma classe das outras é
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Considere que os números que compõem a seqüência seguinte obedecem a uma lei de formação.
(414, 412, 206, 204, 102, 100, ...)
A soma do nono e décimo termos dessa seqüência é igual a
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Livros e política
A premiação do turco Orhan Pamuk com o Nobel de Literatura deste ano é uma veemente declaração do comitê que concede o prêmio em favor da liberdade de expressão.
A Turquia nutre o objetivo de ser aceita na União Européia. A fim de aproximar seu padrão institucional do
europeu, os turcos, entre outras ações, já aboliram a pena de morte, acabaram com os privilégios dos homens na escola e encaminharam uma ampla reforma do Judiciário.
As diplomacias européias pressionam a Turquia, ainda, para que reconheça formalmente o genocídio de mais de um milhão de armênios, sob o nacionalismo turco, entre 1915 e 1923. É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o
Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
O escritor é um dos intelectuais que ousaram questionar o status quo na Turquia, que, contra as evidências históricas, nega que tenha havido uma campanha de “limpeza étnica” contra a minoria armênia. De acordo com as leis do país, insultar as instituições ou a identidade turca é crime punível com cadeia − e Pamuk foi processado por isso.
A escolha do comitê faz sentido. Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia em que a Assembléia da França aprovou projeto que torna crime negar o genocídio armênio. Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia.
(Folha de S. Paulo, editorial, 15/10/06)
Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia. (último parágrafo)
No contexto da frase acima, a expressão o que está-se referindo, precisamente,
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Não é preciso ser um especialista para saber que poluição faz mal à saúde. Até agora, no entanto, ninguém havia conseguido medir com precisão o impacto de um dos poluentes mais nocivos, o ozônio. Estudos americanos acabam de relacionar a grande concentração desse gás a mortes prema turas por doenças respiratórias e cardiovasculares.
O primeiro levantamento científico sobre os malefícios causados por esse gás é da década de 50. Oito anos atrás, quando a Organização Mundial da Saúde publicou as primeiras recomendações contra os efeitos nocivos da substância, não havia provas de que em excesso ela poderia matar. A comprovação tardia da relação entre altos níveis de ozônio e o aumento da mortalidade explica-se pelo fato de que o gás é um poluente de difícil medição e controle. Ele não é emitido por motores, mas é subproduto de várias reações químicas entre diversos poluentes, e o principal acelerador desse processo é o calor.
O aumento da concentração de ozônio no ar é fruto de um paradoxo. Nos últimos dez anos, várias cidades do mundo passaram a controlar a emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, muitas dessas medidas favoreceram o aparecimento de outros gases tóxicos. Um bom exemplo é o que aconteceu recentemente com o lançamento dos automóveis com motores que funcionam indistintamente com gasolina, álcool ou com uma mistura em qualquer proporção de ambos os combustíveis. Os carros bicombustíveis, que hoje respondem por metade das vendas no Brasil, de fato diminuíram a emissão de gases tóxicos. Por outro lado, porém, passaram a jogar no ar mais resíduos de álcool, que são a matéria-prima do ozônio.
Nos anos 70, as projeções sobre o impacto da poluição eram catastróficas. Até o fim do século, dizia-se, seria preciso usar máscaras de oxigênio nas cidades para sobreviver a substâncias tóxicas. Ao contrário dessas previsões, houve uma redução da poluição atmosférica por causa das medidas de controle de emissão de poluentes − principalmente dos automóveis, a grande fonte da sujeira lançada no ar. Apesar disso, uma outra previsão acabou se confirmando: mais e mais pessoas morrem em virtude disso. A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. Em menos de trinta anos, a frota de carros brasileiros mais do que duplicou. Por causa de tal expansão o ganho em saúde obtido com veículos menos poluidores não é t ão grande quanto poderia ser.
(Adaptado de Anna Paula Buchalla, Veja, 29 de junho de 2005, p.110-112)
A razão é o crescimento exponencial do número de automóveis em circulação. (último parágrafo)
A comprovação, no contexto, para a afirmativa transcrita acima está no fato de que
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Afirma a Constituição Federal vigente, em seu art. 5o, inciso VIII, que “ninguém será privado de direito por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”. Assim, quanto ao nível de eficácia, segundo a classificação proposta por José Afonso da Silva, e aos direitos e garantias fundamentais, o dispositivo constitucional em análise possui eficácia
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Considere que a seguinte seqüência de figuras foi construída segundo determinado padrão.

Mantido tal padrão, o total de pontos da figura de número 25 deverá ser igual a
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A proposta de contrato obriga o proponente, se o contrário não resultar dos termos dela, da natureza do negócio, ou das circunstâncias do caso. A proposta é obrigatória se,
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
De uma coisa pouca gente duvida: conhecimentos básicos sobre o movimento dos astros no céu são patrimônio da humanidade desde que o mundo é mundo. Monumentos pré históricos que dão testemunho desse conhecimento aparecem no planeta todo, e não havia tecnologia avançada − aliás, tecnologia nenhuma − para entender o traçado do Sol, da Lua, dos planetas e das estrelas. Entre as evidências mais antigas desse saber estaria uma estatueta de marfim de mamute, com mais de 30 mil anos de idade, encontrada na Alemanha. Segundo um especialista em arqueoastronomia (os conhecimentos astronômicos dos povos antigos), essa estatueta, com forma humana estilizada e cabeça de leão, seria uma das representações da constelação de Órion. De qualquer forma, as constelações são reconhecidas como tais há vários milhares de anos.
Quase tão antiga quanto esse conhecimento é a percepção de que o Sol traça um caminho (que hoje sabemos
ser apenas aparente, pois quem se move é a Terra) pelo céu ao longo do ano, e que esse trajeto determina as estações, e que algumas estrelas, chamadas hoje de planetas, se movimentam também pela abóbada celeste, enquanto outras permanecem aparentemente paradas ali o tempo todo. Monumentos com idade entre 5 mil e 10 mil anos deixam claro que já se sabia calcular momentos como o solstício de inverno, data usada hoje para marcar o início dessa estação e que define o momento em que um dos hemisférios da Terra recebe menos luz solar durante o ano.
Ao juntar o conhecimento sobre as constelações com o caminho que os planetas descrevem no céu, os povos antigos passaram a contar com um verdadeiro relógio cósmico, que os ajudava a prever mudanças relevantes no clima e na natureza.
Isso se tornou ainda mais importante com o avanço da agricultura, porque o único jeito de plantar e colher no tempo certo era seguir os sinais do céu. Não há certeza sobre tais fatos, pois a história ainda não era registrada sob forma escrita, mas é bastante provável que a mente desses povos tenha saltado da conexão entre os acontecimentos celestes e os ciclos da natureza para uma relação direta entre os astros e a história de cada ser humano.
Coincidência ou não, parece ter sido na Mesopotâmia, o mais antigo berço da agricultura, que a idéia do que hoje chamamos de astrologia tomou corpo. Cerca de mil anos antes de Cristo os assírios e os babilônios já sabiam prever com
precisão eclipses do Sol e da Lua. E iam além disso. Nas tabuletas de argila usadas como livros por esses povos do atual Iraque, arqueólogos encontraram predições que associavam as mudanças no céu a calamidades na Terra, e é dessa região o mais antigo mapa astral, traçado para o nascimento de uma criança que veio ao mundo, no ano de 410 a.C., na atual Bagdá.
(Adaptado de Reinaldo José Lopes, Superinteressante, setembro de 2006, p.68-69)
... enquanto outras permanecem aparentemente paradas ali o tempo todo. (2° parágrafo)
Considerando-se o contexto, a palavra grifada substitui corretamente a expressão:
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