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A liberdade de expressar-se, como todas as liberdades, esbarra no limite do óbvio: a liberdade de um não pode, em nenhuma hipótese, causar dano à liberdade legítima do outro. Para que a liberdade encontre limites, há a sanção da lei. O Código Penal estabelece punição contra quem infame ou calunie usando informações falsas ou incorretas. Os agentes do Estado podem sempre recorrer à lei, quando se julgarem atingidos.
A verdade — ou a verdade possível, como podemos adjetivá-la — é um direito de todos nós, conforme o belo e curto texto de Montesquieu sobre o assunto. E a verdade sobre as coisas do governo, ainda mais. A fidelidade dos cidadãos se expressa, em primeiro lugar, pela vida, pela liberdade e pela autonomia de seu povo e na guarda de seus valores morais e de seu patrimônio material, que se identificam como res publica. O Estado é uma forma de estabelecer a ordem e defender a nação.
Mauro Santayana. Ética, imprensa e governo. In: Correio Braziliense, 18/12/2003 (com adaptações).
Tendo por base o texto acima, julgue o item subseqüente.
O emprego da preposição por, na contração “pela”, indica a duração temporal da idéia expressa por “fidelidade dos cidadãos”.
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A liberdade de expressar-se, como todas as liberdades, esbarra no limite do óbvio: a liberdade de um não pode, em nenhuma hipótese, causar dano à liberdade legítima do outro. Para que a liberdade encontre limites, há a sanção da lei. O Código Penal estabelece punição contra quem infame ou calunie usando informações falsas ou incorretas. Os agentes do Estado podem sempre recorrer à lei, quando se julgarem atingidos.
A verdade — ou a verdade possível, como podemos adjetivá-la — é um direito de todos nós, conforme o belo e curto texto de Montesquieu sobre o assunto. E a verdade sobre as coisas do governo, ainda mais. A fidelidade dos cidadãos se expressa, em primeiro lugar, pela vida, pela liberdade e pela autonomia de seu povo e na guarda de seus valores morais e de seu patrimônio material, que se identificam como res publica. O Estado é uma forma de estabelecer a ordem e defender a nação.
Mauro Santayana. Ética, imprensa e governo. In: Correio Braziliense, 18/12/2003 (com adaptações).
Tendo por base o texto acima, julgue o item subseqüente.
Depreende-se das idéias do texto que o verbo “recorrer” está empregado com o sentido de fazer uso; por isso, a substituição do verbo por esse termo composto não traria prejuízo à coerência ou à correção gramatical do texto.
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A liberdade de expressar-se, como todas as liberdades, esbarra no limite do óbvio: a liberdade de um não pode, em nenhuma hipótese, causar dano à liberdade legítima do outro. Para que a liberdade encontre limites, há a sanção da lei. O Código Penal estabelece punição contra quem infame ou calunie usando informações falsas ou incorretas. Os agentes do Estado podem sempre recorrer à lei, quando se julgarem atingidos.
A verdade — ou a verdade possível, como podemos adjetivá-la — é um direito de todos nós, conforme o belo e curto texto de Montesquieu sobre o assunto. E a verdade sobre as coisas do governo, ainda mais. A fidelidade dos cidadãos se expressa, em primeiro lugar, pela vida, pela liberdade e pela autonomia de seu povo e na guarda de seus valores morais e de seu patrimônio material, que se identificam como res publica. O Estado é uma forma de estabelecer a ordem e defender a nação.
Mauro Santayana. Ética, imprensa e governo. In: Correio Braziliense, 18/12/2003 (com adaptações).
Tendo por base o texto acima, julgue o item subseqüente.
Preservam-se a coerência textual e a correção gramatical ao se substituir o trecho “que a liberdade encontre limites” por a liberdade encontrar limites.
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A liberdade de expressar-se, como todas as liberdades, esbarra no limite do óbvio: a liberdade de um não pode, em nenhuma hipótese, causar dano à liberdade legítima do outro. Para que a liberdade encontre limites, há a sanção da lei. O Código Penal estabelece punição contra quem infame ou calunie usando informações falsas ou incorretas. Os agentes do Estado podem sempre recorrer à lei, quando se julgarem atingidos.
A verdade — ou a verdade possível, como podemos adjetivá-la — é um direito de todos nós, conforme o belo e curto texto de Montesquieu sobre o assunto. E a verdade sobre as coisas do governo, ainda mais. A fidelidade dos cidadãos se expressa, em primeiro lugar, pela vida, pela liberdade e pela autonomia de seu povo e na guarda de seus valores morais e de seu patrimônio material, que se identificam como res publica. O Estado é uma forma de estabelecer a ordem e defender a nação.
Mauro Santayana. Ética, imprensa e governo. In: Correio Braziliense, 18/12/2003 (com adaptações).
Tendo por base o texto acima, julgue o item subseqüente.
É obrigatório o uso do sinal indicativo de crase em “à liberdade” e em “à lei” porque tanto a expressão “liberdade legítima do outro” como “lei” estão empregadas em sentido definido e são precedidas por artigo.
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A liberdade de expressar-se, como todas as liberdades, esbarra no limite do óbvio: a liberdade de um não pode, em nenhuma hipótese, causar dano à liberdade legítima do outro. Para que a liberdade encontre limites, há a sanção da lei. O Código Penal estabelece punição contra quem infame ou calunie usando informações falsas ou incorretas. Os agentes do Estado podem sempre recorrer à lei, quando se julgarem atingidos.
A verdade — ou a verdade possível, como podemos adjetivá-la — é um direito de todos nós, conforme o belo e curto texto de Montesquieu sobre o assunto. E a verdade sobre as coisas do governo, ainda mais. A fidelidade dos cidadãos se expressa, em primeiro lugar, pela vida, pela liberdade e pela autonomia de seu povo e na guarda de seus valores morais e de seu patrimônio material, que se identificam como res publica. O Estado é uma forma de estabelecer a ordem e defender a nação.
Mauro Santayana. Ética, imprensa e governo. In: Correio Braziliense, 18/12/2003 (com adaptações).
Tendo por base o texto acima, julgue o item subseqüente.
Os dois-pontos depois de “óbvio” introduzem um esclarecimento, uma conseqüência do que enuncia a primeira oração do texto; admitem, por isso, a substituição pela expressão ou seja entre vírgulas.
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A liberdade de expressar-se, como todas as liberdades, esbarra no limite do óbvio: a liberdade de um não pode, em nenhuma hipótese, causar dano à liberdade legítima do outro. Para que a liberdade encontre limites, há a sanção da lei. O Código Penal estabelece punição contra quem infame ou calunie usando informações falsas ou incorretas. Os agentes do Estado podem sempre recorrer à lei, quando se julgarem atingidos.
A verdade — ou a verdade possível, como podemos adjetivá-la — é um direito de todos nós, conforme o belo e curto texto de Montesquieu sobre o assunto. E a verdade sobre as coisas do governo, ainda mais. A fidelidade dos cidadãos se expressa, em primeiro lugar, pela vida, pela liberdade e pela autonomia de seu povo e na guarda de seus valores morais e de seu patrimônio material, que se identificam como res publica. O Estado é uma forma de estabelecer a ordem e defender a nação.
Mauro Santayana. Ética, imprensa e governo. In: Correio Braziliense, 18/12/2003 (com adaptações).
Tendo por base o texto acima, julgue o item subseqüente.
A inserção de as pessoas antes do verbo “expressar-se” — com este empregado na forma flexionada: expressarem-se — preservaria a correção textual e gramatical.
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A informação está cada vez mais ao nosso alcance. Mas a sabedoria, que é o tipo mais precioso de conhecimento, essa só pode ser encontrada nos grandes autores da literatura. Esse é o primeiro motivo por que devemos ler. O segundo motivo é que todo bom pensamento, como já diziam os filósofos e os psicólogos, depende da memória. Não é possível pensar sem lembrar — e são os livros que ainda preservam a maior parte da nossa herança cultural. Finalmente, e este motivo está relacionado ao anterior, eu diria que uma democracia depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem ler.
Harold Bloom. Leio, logo existo. In: Veja, 31/1/2004 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima.
Mantém-se a coerência textual com o emprego do coletivo gente em lugar de “pessoas”, mas será obrigatória a substituição do plural nos adjetivos “capazes” e “próprias”, ambos na linha 5, para que seja preservada a correção gramatical.
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A informação está cada vez mais ao nosso alcance. Mas a sabedoria, que é o tipo mais precioso de conhecimento, essa só pode ser encontrada nos grandes autores da literatura. Esse é o primeiro motivo por que devemos ler. O segundo motivo é que todo bom pensamento, como já diziam os filósofos e os psicólogos, depende da memória. Não é possível pensar sem lembrar — e são os livros que ainda preservam a maior parte da nossa herança cultural. Finalmente, e este motivo está relacionado ao anterior, eu diria que uma democracia depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem ler.
Harold Bloom. Leio, logo existo. In: Veja, 31/1/2004 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima.
Mantêm-se as relações semânticas e a correção gramatical do texto ao se substituir o substantivo masculino “motivo” por um correspondente no feminino, razão, desde que, na expressão “ao anterior”, o termo sublinhado seja substituído por à.
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A informação está cada vez mais ao nosso alcance. Mas a sabedoria, que é o tipo mais precioso de conhecimento, essa só pode ser encontrada nos grandes autores da literatura. Esse é o primeiro motivo por que devemos ler. O segundo motivo é que todo bom pensamento, como já diziam os filósofos e os psicólogos, depende da memória. Não é possível pensar sem lembrar — e são os livros que ainda preservam a maior parte da nossa herança cultural. Finalmente, e este motivo está relacionado ao anterior, eu diria que uma democracia depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem ler.
Harold Bloom. Leio, logo existo. In: Veja, 31/1/2004 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima.
A expressão “herança cultural” resume a idéia que o autor ora expressa como “informação”, ora como “sabedoria”, ora como “conhecimento”, empregando tais substantivos como sinônimos textuais.
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A informação está cada vez mais ao nosso alcance. Mas a sabedoria, que é o tipo mais precioso de conhecimento, essa só pode ser encontrada nos grandes autores da literatura. Esse é o primeiro motivo por que devemos ler. O segundo motivo é que todo bom pensamento, como já diziam os filósofos e os psicólogos, depende da memória. Não é possível pensar sem lembrar — e são os livros que ainda preservam a maior parte da nossa herança cultural. Finalmente, e este motivo está relacionado ao anterior, eu diria que uma democracia depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem ler.
Harold Bloom. Leio, logo existo. In: Veja, 31/1/2004 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima.
Preservam-se a correção gramatical e a coerência textual ao se substituir o travessão, à linha 3, por vírgula ou por ponto-e-vírgula.
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