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Foram encontradas 517 questões.

2682559 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO
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Observe a seguinte janela do Windows Explorer:
Enunciado 3344453-1
Qual o modo de exibição selecionado na janela acima?
 

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2682558 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO
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O utilitário do Windows XP que realiza cópias de segurança dos dados do usuário é:
 

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2682557 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO
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Observe o seguinte fragmento de planilha Excel:
Enunciado 3344450-1
O resultado da célula D1 é:
 

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2682556 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO
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Um navegador (browser) Internet disponível para o Windows XP é:
 

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2682555 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO
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No Microsoft Word 2000, qual a extensão de um arquivo do tipo modelo de documento?
 

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2682554 Ano: 2007
Disciplina: Geografia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO
PRINCIPAIS PRODUTOS DE EXPORTAÇÃO DO BRASIL (1881-1929)
participação (em %) na receita das exportações
Período Café Açúcar Algodão Borracha Couros e peles Outros
1881 – 1890 61,5 9,9 4,2 8,0 3,2 13,2
1891 – 1900 64,5 6,0 2,7 15,0 2,4 9,4
1901 – 1910 52,7 1,9 2,1 25,7 4,2 13,4
1911 – 1913 61,7 0,3 2,1 20,0 4,2 11,7
1914 – 1918 47,4 3,9 1,4 12,0 7,5 27,8
1919 – 1923 58,8 4,7 3,4 3,0 5,3 24,8
1924 – 1928 72,5 0,4 1,9 2,8 4,5 17,9
SILVA; VILELA e SUZIGAN apud SINGER. O Brasil no contexto do capitalismo internacional 1889-1930. In: FAUSTO, B. (org.). História geral da civilizaçao brasileira. São Paulo, Difel, 1975. v. 8. p. 355.
A partir da observação do quadro acima, pode-se afirmar que, como produto predominantemente amazônico, durante a Primeira República, a(o):
 

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2682553 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO

O Senhor Computador

Acabo de perder a crônica que havia escrito. Sequer tenho onde reescrevê-la, além desse caderninho onde inclino com mãos trêmulas uma esferográfica preta, desenhando garranchos que não vou entender daqui a meia hora. Explico: tenho, para uso próprio, dois computadores. E hoje os dois me deixaram órfão, fora do ar, batendo pino, encarando o vazio de suas telas obscuras. A carroça de mesa pifou depois de um pico de energia. O portátil, que muitas vezes levo para passear como um cachorrinho cheio de idéias, entrou em conflito com a atualização do antivírus e não quer “iniciar”. O temperamental está fazendo beicinho, e não estou a fim de discutir a relação homem máquina com ele.

Farei isso, pois, com os leitores. Tenho consciência de que a crônica sobre as agruras do escritor com computadores indolentes virou um clichê, um subgênero batido como são as crônicas sobre falta de idéia. Mas não tenho opção que não seja registrar meu desalento com as máquinas nos poucos minutos que me restam até que a redação do jornal me telefone cobrando peremptoriamente esse texto.

E registrar a decepção comigo mesmo – com a minha dependência estúpida do computador. Não somente deste escriba, aliás: somos todos cada vez mais subordinados ao senhor computador. Vemos televisão no computador, vamos ao cinema no computador, fazemos compras no computador, amigos no computador. Música no computador. Trabalho no computador.

Escritores mais graduados me confessam escrever somente a lápis. Depois de vários tratamentos, passam o texto para o computador, “quando já está pronto”. Faço parte de uma geração que não apenas cria direto no computador, mas pensa na frente do computador. Teclamos com olhos dilatados e dedos frementes sobre a cortina branca do processador de texto, encarando uma tela que esconde, por trás de si, um trilhão de outras janelas, “o mundo ao toque de um clique”.

Nada mais ilusório.

O que assustou por aqui foi minha sincera reação de pânico à possibilidade de perder tudo – como se a casa e a biblioteca pegassem fogo. Tenho pelo menos seis anos de textos, três mil fotos e umas sete mil músicas em cada um dos computadores – a cópia de segurança dos arquivos de um estava no outro. Claro, seria impossível que os dois quebrassem – “ainda mais no mesmo dia!” Os técnicos e entendidos em informática dirão que sou um idiota descuidado. Eles têm razão.

Há outro lado. Se nada recuperar, vou me sentir infinitamente livre para começar tudo de novo. Longe do computador, espero.

CUENCA, João Paulo. Megazine. Jornal O Globo. 20 mar. 2007. (com adaptações)

A situação se deparou o surpreendeu.

Tendo em vista a regência verbal, a opção que completa corretamente a frase acima é:

 

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2682552 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO

O Senhor Computador

Acabo de perder a crônica que havia escrito. Sequer tenho onde reescrevê-la, além desse caderninho onde inclino com mãos trêmulas uma esferográfica preta, desenhando garranchos que não vou entender daqui a meia hora. Explico: tenho, para uso próprio, dois computadores. E hoje os dois me deixaram órfão, fora do ar, batendo pino, encarando o vazio de suas telas obscuras. A carroça de mesa pifou depois de um pico de energia. O portátil, que muitas vezes levo para passear como um cachorrinho cheio de idéias, entrou em conflito com a atualização do antivírus e não quer “iniciar”. O temperamental está fazendo beicinho, e não estou a fim de discutir a relação homem máquina com ele.

Farei isso, pois, com os leitores. Tenho consciência de que a crônica sobre as agruras do escritor com computadores indolentes virou um clichê, um subgênero batido como são as crônicas sobre falta de idéia. Mas não tenho opção que não seja registrar meu desalento com as máquinas nos poucos minutos que me restam até que a redação do jornal me telefone cobrando peremptoriamente esse texto.

E registrar a decepção comigo mesmo – com a minha dependência estúpida do computador. Não somente deste escriba, aliás: somos todos cada vez mais subordinados ao senhor computador. Vemos televisão no computador, vamos ao cinema no computador, fazemos compras no computador, amigos no computador. Música no computador. Trabalho no computador.

Escritores mais graduados me confessam escrever somente a lápis. Depois de vários tratamentos, passam o texto para o computador, “quando já está pronto”. Faço parte de uma geração que não apenas cria direto no computador, mas pensa na frente do computador. Teclamos com olhos dilatados e dedos frementes sobre a cortina branca do processador de texto, encarando uma tela que esconde, por trás de si, um trilhão de outras janelas, “o mundo ao toque de um clique”.

Nada mais ilusório.

O que assustou por aqui foi minha sincera reação de pânico à possibilidade de perder tudo – como se a casa e a biblioteca pegassem fogo. Tenho pelo menos seis anos de textos, três mil fotos e umas sete mil músicas em cada um dos computadores – a cópia de segurança dos arquivos de um estava no outro. Claro, seria impossível que os dois quebrassem – “ainda mais no mesmo dia!” Os técnicos e entendidos em informática dirão que sou um idiota descuidado. Eles têm razão.

Há outro lado. Se nada recuperar, vou me sentir infinitamente livre para começar tudo de novo. Longe do computador, espero.

CUENCA, João Paulo. Megazine. Jornal O Globo. 20 mar. 2007. (com adaptações)

Não o que iria acontecer, mas era necessário que a calma.

As formas verbais que preenchem, nesta ordem, as lacunas, são:

 

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2682551 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO

O Senhor Computador

Acabo de perder a crônica que havia escrito. Sequer tenho onde reescrevê-la, além desse caderninho onde inclino com mãos trêmulas uma esferográfica preta, desenhando garranchos que não vou entender daqui a meia hora. Explico: tenho, para uso próprio, dois computadores. E hoje os dois me deixaram órfão, fora do ar, batendo pino, encarando o vazio de suas telas obscuras. A carroça de mesa pifou depois de um pico de energia. O portátil, que muitas vezes levo para passear como um cachorrinho cheio de idéias, entrou em conflito com a atualização do antivírus e não quer “iniciar”. O temperamental está fazendo beicinho, e não estou a fim de discutir a relação homem máquina com ele.

Farei isso, pois, com os leitores. Tenho consciência de que a crônica sobre as agruras do escritor com computadores indolentes virou um clichê, um subgênero batido como são as crônicas sobre falta de idéia. Mas não tenho opção que não seja registrar meu desalento com as máquinas nos poucos minutos que me restam até que a redação do jornal me telefone cobrando peremptoriamente esse texto.

E registrar a decepção comigo mesmo – com a minha dependência estúpida do computador. Não somente deste escriba, aliás: somos todos cada vez mais subordinados ao senhor computador. Vemos televisão no computador, vamos ao cinema no computador, fazemos compras no computador, amigos no computador. Música no computador. Trabalho no computador.

Escritores mais graduados me confessam escrever somente a lápis. Depois de vários tratamentos, passam o texto para o computador, “quando já está pronto”. Faço parte de uma geração que não apenas cria direto no computador, mas pensa na frente do computador. Teclamos com olhos dilatados e dedos frementes sobre a cortina branca do processador de texto, encarando uma tela que esconde, por trás de si, um trilhão de outras janelas, “o mundo ao toque de um clique”.

Nada mais ilusório.

O que assustou por aqui foi minha sincera reação de pânico à possibilidade de perder tudo – como se a casa e a biblioteca pegassem fogo. Tenho pelo menos seis anos de textos, três mil fotos e umas sete mil músicas em cada um dos computadores – a cópia de segurança dos arquivos de um estava no outro. Claro, seria impossível que os dois quebrassem – “ainda mais no mesmo dia!” Os técnicos e entendidos em informática dirão que sou um idiota descuidado. Eles têm razão.

Há outro lado. Se nada recuperar, vou me sentir infinitamente livre para começar tudo de novo. Longe do computador, espero.

CUENCA, João Paulo. Megazine. Jornal O Globo. 20 mar. 2007. (com adaptações)

Um dos rapazes as máquinas e o outro era de imprensa.

A opção cuja forma dos vocábulos completa correta e respectivamente a frase acima é:

 

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2682550 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: TCE-RO

O Senhor Computador

Acabo de perder a crônica que havia escrito. Sequer tenho onde reescrevê-la, além desse caderninho onde inclino com mãos trêmulas uma esferográfica preta, desenhando garranchos(a) que não vou entender daqui a meia hora. Explico: tenho, para uso próprio, dois computadores. E hoje os dois me deixaram órfão, fora do ar, batendo pino, encarando o vazio de suas telas obscuras. A carroça de mesa pifou depois de um pico de energia. O portátil, que muitas vezes levo para passear como um cachorrinho cheio de idéias, entrou em conflito com a atualização do antivírus e não quer “iniciar”. O temperamental está fazendo beicinho, e não estou a fim de discutir a relação homem máquina(b) com ele.

Farei isso, pois, com os leitores. Tenho consciência de que a crônica sobre as agruras do escritor com computadores indolentes virou um clichê, um subgênero batido como são as crônicas sobre falta de idéia. Mas não tenho opção que não seja registrar meu desalento(c) com as máquinas nos poucos minutos que me restam até que a redação do jornal me telefone cobrando peremptoriamente esse texto.

E registrar a decepção comigo mesmo – com a minha dependência estúpida do computador. Não somente deste escriba, aliás: somos todos cada vez mais subordinados ao senhor computador. Vemos televisão no computador, vamos ao cinema no computador, fazemos compras(d) no computador, amigos no computador. Música no computador. Trabalho no computador.

Escritores mais graduados me confessam escrever somente a lápis. Depois de vários tratamentos, passam o texto(e) para o computador, “quando já está pronto”. Faço parte de uma geração que não apenas cria direto no computador, mas pensa na frente do computador. Teclamos com olhos dilatados e dedos frementes sobre a cortina branca do processador de texto, encarando uma tela que esconde, por trás de si, um trilhão de outras janelas, “o mundo ao toque de um clique”.

Nada mais ilusório.

O que assustou por aqui foi minha sincera reação de pânico à possibilidade de perder tudo – como se a casa e a biblioteca pegassem fogo. Tenho pelo menos seis anos de textos, três mil fotos e umas sete mil músicas em cada um dos computadores – a cópia de segurança dos arquivos de um estava no outro. Claro, seria impossível que os dois quebrassem – “ainda mais no mesmo dia!” Os técnicos e entendidos em informática dirão que sou um idiota descuidado. Eles têm razão.

Há outro lado. Se nada recuperar, vou me sentir infinitamente livre para começar tudo de novo. Longe do computador, espero.

CUENCA, João Paulo. Megazine. Jornal O Globo. 20 mar. 2007. (com adaptações)

ERRO na substituição do termo destacado pelo pronome pessoal oblíquo correspondente em:

 

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