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Foram encontradas 149 questões.

2373831 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Instrução: Os dados abaixo servem de base para as questão.
Suponha uma linha de transporte coletivo com 2 terminais (TC e TB) e 3 paradas intermediárias (P1, P2 e P3), com a seguinte disposição seqüencial: TC, P1, P2, P3, TB. Ainda, no sentido de TC para TB, são os seguintes os totais de embarques e desembarques por terminal/parada durante a hora pico: o primeiro valor representa o número de passageiros embarcando, e o segundo, o número de passageiros desembarcando em cada terminal/parada (200 / 0; 150 / 50; 170 / 40; 125 / 130; 0 / 425). Ainda, a linha é operada por veículos com capacidade para 40 passageiros sentados e 32 passageiros em pé, e o tempo de ciclo veicular completo é de 30 minutos (o tempo de ciclo veicular completo leva em conta tanto o tempo de deslocamento na ida e na volta como o tempo gasto em todas as paradas e terminais).
Qual é o trecho crítico na hora pico em termos de carregamento de passageiros?
 

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2373806 Ano: 2007
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Com relação à disposição final de resíduos sólidos, assinale a alternativa correta.
 

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Um site apresenta no seu código em HTML a seguinte frase:
This page conforms to W3C's "Web Content Accessibility Guidelines 1.0", available at http://www.w3.org/TR/1999/WAIWEBCONTENT- 19990505, level Double-A.
A frase especifica, entre outras informações, que o referido site teve atendidas quais prioridades de acessibilidade?
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre a expressão mentira e conseqüência, presente no título e no corpo do texto, é correto afirmar que
 

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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Assinale a alternativa que contém sinônimos adequados para as expressões travada, lendária e prosaica.
 

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2373619 Ano: 2007
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Instrução: A questão terá como base as demonstrações contábeis abaixo. As siglas AH e AV significam Análise Horizontal e Análise Vertical, respectivamente, e as colunas correspondentes podem ser preenchidas como suporte para suas respostas às questões.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
DISCRIMINAÇÃO ANO AH AV ANO AH AV ANO A H A V
2.004 2.005 2.006
RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS 229.000,00 290.000,00 310.000,00
CUSTO DAS VENDAS 91.600,00 116.000,00 186.000,00
LUCRO OPERACIONAL BRUTO 137.400,00 174.000,00 124.000,00
DESPESAS OPERACIONAIS 54.960,00 69.600,00 49.600,00
OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS 1.400,00 1.700,00 19.000,00
LUCRO OPERACIONAL LÍQUIDO 83.840,00 106.100,00 93.400,00
RESULTADO NÃO OPERACIONAL 1.100,00 (2.200,00) (3.200,00)
LUCRO ANTES DE IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 84.940,00 103.900,00 90.200,00
PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 19.536,20 25.975,00 27.060,00
LUCRO LÍQUIDO 65.403,80 77.925,00 63.140,00
BALANÇO PATRIMONIAL
A T I V O ANO AH AV ANO AH AV ANO AH AV
2.004 2.005 2.006
CIRCULANTE 33.400,00 29.200,00 36.480,00
DISPONIBILIDADES 3.500,00 2.800,00 5.480,00
CRÉDITOS 23.200,00 19.100,00 26.100,00
ESTOQUES 4.600,00 5.100,00 2.300,00
OUTROS CRÉDITOS 2.100,00 2.200,00 2.600,00
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 4.300,00 3.800,00 5.600,00
CRÉDITOS 4.300,00 3.800,00 5.600,00
PERMANENTE 14.390,00 16.380,00 26.700,00
INVESTIMENTOS 5.600,00 5.600,00 6.900,00
IMOBILIZADO 8.790,00 10.780,00 19.800,00
T O T A L 52.090,00 49.380,00 68.780,00
P A S S I V O
CIRCULANTE 25.800,00 20.990,00 29.880,00
FORNECEDORES 19.000,00 15.490,00 23.400,00
OBRIGAÇÕES SOCIAIS 1.200,00 1.100,00 980,00
OBRIGAÇÕES FISCAIS 3.700,00 4.300,00 2.900,00
OUTRAS CONTAS A PAGAR 1.900,00 100,00 2.600,00
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 11.090,00 12.090,00 22.500,00
FORNECEDORES 9.500,00 10.500,00 16.000,00
FINANCIAMENTOS 1.590,00 1.590,00 6.500,00
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 15.200,00 16.300,00 16.400,00
CAPITAL SOCIAL 15.000,00 15.000,00 15.000,00
RESERVAS DE LUCRO 200,00 1.300,00 1.400,00
T O T A L 52.090,00 49.380,00 68.780,00
O índice de giro do ativo nos anos de 2004, 2005 e 2006, respectivamente, representou
 

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Qual tipo de linguagem/tecnologia deve estar habilitado no navegador para execução de páginas baseadas em AJAX?
 

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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Considere as seguintes afirmações sobre a formação de palavras do texto.
I - As palavras epidemias e pandemias têm o mesmo significado, como revela a semelhança de sentido dos prefixos que as compõem.
II - Os sufixos das palavras determinantes e preditivos têm o sentido de ‘agente’; portanto, as palavras de que fazem parte significam ‘que determinam’ e ‘que predizem’, respectivamente.
III - O sufixo de populacional tem o sentido de ‘relação, pertinência’.
Quais estão corretas?
 

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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Considere as três propostas de substituição de formas verbais do texto.
1 – tornaram-se por haviam se tornado
2 – precisamos por precisa-se
3 – desenvolveram por têm desenvolvido
Quais mantêm a correção gramatical e o significado contextual?
 

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2373523 Ano: 2007
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFRGS
Orgão: TCE-RS
Instrução: A questão terá como base as demonstrações contábeis abaixo. As siglas AH e AV significam Análise Horizontal e Análise Vertical, respectivamente, e as colunas correspondentes podem ser preenchidas como suporte para suas respostas às questões.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
DISCRIMINAÇÃO ANO AH AV ANO AH AV ANO A H A V
2.004 2.005 2.006
RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS 229.000,00 290.000,00 310.000,00
CUSTO DAS VENDAS 91.600,00 116.000,00 186.000,00
LUCRO OPERACIONAL BRUTO 137.400,00 174.000,00 124.000,00
DESPESAS OPERACIONAIS 54.960,00 69.600,00 49.600,00
OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS 1.400,00 1.700,00 19.000,00
LUCRO OPERACIONAL LÍQUIDO 83.840,00 106.100,00 93.400,00
RESULTADO NÃO OPERACIONAL 1.100,00 (2.200,00) (3.200,00)
LUCRO ANTES DE IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 84.940,00 103.900,00 90.200,00
PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 19.536,20 25.975,00 27.060,00
LUCRO LÍQUIDO 65.403,80 77.925,00 63.140,00
BALANÇO PATRIMONIAL
A T I V O ANO AH AV ANO AH AV ANO AH AV
2.004 2.005 2.006
CIRCULANTE 33.400,00 29.200,00 36.480,00
DISPONIBILIDADES 3.500,00 2.800,00 5.480,00
CRÉDITOS 23.200,00 19.100,00 26.100,00
ESTOQUES 4.600,00 5.100,00 2.300,00
OUTROS CRÉDITOS 2.100,00 2.200,00 2.600,00
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 4.300,00 3.800,00 5.600,00
CRÉDITOS 4.300,00 3.800,00 5.600,00
PERMANENTE 14.390,00 16.380,00 26.700,00
INVESTIMENTOS 5.600,00 5.600,00 6.900,00
IMOBILIZADO 8.790,00 10.780,00 19.800,00
T O T A L 52.090,00 49.380,00 68.780,00
P A S S I V O
CIRCULANTE 25.800,00 20.990,00 29.880,00
FORNECEDORES 19.000,00 15.490,00 23.400,00
OBRIGAÇÕES SOCIAIS 1.200,00 1.100,00 980,00
OBRIGAÇÕES FISCAIS 3.700,00 4.300,00 2.900,00
OUTRAS CONTAS A PAGAR 1.900,00 100,00 2.600,00
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 11.090,00 12.090,00 22.500,00
FORNECEDORES 9.500,00 10.500,00 16.000,00
FINANCIAMENTOS 1.590,00 1.590,00 6.500,00
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 15.200,00 16.300,00 16.400,00
CAPITAL SOCIAL 15.000,00 15.000,00 15.000,00
RESERVAS DE LUCRO 200,00 1.300,00 1.400,00
T O T A L 52.090,00 49.380,00 68.780,00
Comparando os exercícios de 2006 e 2004, temos que o custo das vendas e o ativo tiveram, respectivamente,
 

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