Magna Concursos

Foram encontradas 100 questões.

Assinale a alternativa que indique corretamente a lei que estabelece as metas e prioridades da administração, incluindo as despesas de capital para o exercício subseqüente, bem como dispõe sobre as alterações na legislação tributária.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1556570 Ano: 2008
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: FGV
Orgão: TCM-PA

A respeito dos contribuintes do Regime Geral de Previdência Social, assinale a afirmativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Não é de competência do Tribunal de Contas dos Municípios julgar as contas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O Fundo Nacional de Cultura, com o objetivo de captar e destinar recursos para projetos culturais compatíveis com o Programa Nacional de Apoio à Cultura, será constituído com recursos de arrecadação dos Fundos de Investimentos Regionais no percentual de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1519079 Ano: 2008
Disciplina: Direito Civil
Banca: FGV
Orgão: TCM-PA
Analise as afirmativas a seguir:
I. O conceito de nemo potest venire contra factum proprium tem por essência o princípio da boa-fé subjetiva.
II. O conceito de nemo potest venire contra factum proprium tem por essência o princípio da função social dos contratos.
III. O conceito de nemo potest venire contra factum proprium tem por essência o princípio da autonomia da vontade.
IV. O conceito de nemo potest venire contra factum proprium tem por essência o princípio da boa-fé objetiva.
Assinale:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1518404 Ano: 2008
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FGV
Orgão: TCM-PA

A Constituição da República, em seu art. 5º, dispõe acerca dos direitos e deveres individuais e coletivos. Entre esses direitos, firma o texto constitucional o princípio do acesso ao Poder Judiciário, segundo o qual não se pode excluir da apreciação judicial qualquer lesão ou ameaça de direito. Acerca desse princípio, é correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1518322 Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FGV
Orgão: TCM-PA
Analise as informações apresentadas na tabela a seguir:
Rubricas Previsão Lançamento Arrecadação Recolhimento
Transferência de
Capital
10.000 8.000 8.000
Dívida Ativa Não
Tributária
20.000 15.000 5.000
IPTU 30.000 29.000 28.000 28.000
Empréstimos
Contraídos
30.000 25.000 25.000
Alienação de
bens
20.000 15.000 10.000
De acordo com as informações da tabela e em cumprimento à Lei 4.320/64, o valor da Receita de Capital é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Quanto ao Tribunal de Contas, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1511659 Ano: 2008
Disciplina: Economia
Banca: FGV
Orgão: TCM-PA
Analise as seguintes afirmativas a respeito da Curva de Possibilidades de Produção (CPP) em uma economia com dois bens:
I. A CPP mostra o trade-off de uma economia que produz dois bens.
II. Uma guerra ocasiona uma contração da CPP.
III. A CPP é côncava com relação à origem porque os recursos são escassos.
Assinale:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1297909 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: TCM-PA

As três crises

Nunca havia acontecido antes. Pela primeira vez na história da economia moderna, três crises de grande amplitude – financeira, energética e alimentar – estão em conjunção, confluindo e combinando-se. Cada uma delas interage sobre as demais, agravando, de modo exponencial, a deterioração da economia real.

Por mais que as autoridades se esforcem em minimizar a gravidade do momento, o certo é que nos encontramos diante de um sismo econômico de magnitude inédita(e), cujos efeitos sociais, que mal começaram a se fazer sentir, explodirão nos próximos meses com toda a brutalidade. A numerologia não é uma ciência exata e o pior não costuma ser previsto, mas 2009 pode muito bem se parecer com o nefasto ano de 1929...

Como temíamos, a crise financeira continua aprofundando-se. Aos descalabros de prestigiosos bancos norte-americanos, como o Bear Stearns, o Merrill Lynch e o gigante Citigroup, somou-se o recente desastre do Lehman Brothers(e), quarto maior banco de negócios, que anunciou, em 9 de junho, um prejuízo trimestral de 2,8 bilhões de dólares. Como foi a primeira perda desde o lançamento de suas ações na Bolsa, em 1994, o resultado teve efeito de um terremoto financeiro, nos já violentamente traumatizados EUA.

A cada dia difundem-se notícias sobre novas quebras(b). Até agora, as entidades mais afetadas admitem prejuízos de quase 330 bilhões de dólares, e o Fundo Monetário Internacional estima que, para escapar da catástrofe, o sistema necessitará de cerca de 950 bilhões de dólares (o equivalente à metade do PIB do Brasil).

A crise começou nos Estados Unidos, em agosto de 2007, com a desconfiança nas hipotecas de má qualidade (subprime) e propagou-se por todo o mundo. Sua capacidade de se transformar e se espraiar por meio da contaminação de complexos mecanismos financeiros faz com que se assemelhe a uma epidemia fulminante, impossível de controlar. As instituições bancárias já não emprestam dinheiro entre si. Todas desconfiam da saúde financeira de suas rivais.

Apesar das injeções maciças de liquidez efetuadas pelos grandes bancos centrais, nunca se vira uma seca tão severa de dinheiro nos mercados. E agora o maior temor de alguns é uma crise sistêmica – ou seja, que o conjunto do sistema econômico mundial entre em colapso(c).

Da esfera financeira, o problema passou para o conjunto da atividade econômica. De um momento para outro, as economias dos países desenvolvidos sofreram um desaquecimento. A Europa encontra-se em franca desaceleração e os Estados Unidos estão à beira da recessão.

O setor imobiliário é onde melhor aparece a dureza desse ajuste. Durante o primeiro trimestre de 2008, o número de vendas de moradias na Espanha caiu 29%! Cerca de dois milhões de apartamentos e casas estão sem compradores. O preço das propriedades continua a desmoronar. O aumento dos juros hipotecários e os temores de uma recessão lançaram o setor numa espiral infernal, com ferozes efeitos em todas as frentes da imensa indústria da construção. Todas as empresas desses setores estão agora no olho do furacão. E assistem, impotentes, à destruição de dezenas de milhares de empregos.

Da crise financeira passamos à crise social. E políticas autoritárias voltaram a surgir. O Parlamento Europeu aprovou, em 18 de junho passado, a infame “diretiva retorno”. Imediatamente, as autoridades espanholas declararam sua disposição em favorecer a saída da Espanha de um milhão de trabalhadores estrangeiros...

Em meio a essa situação de espanto, ocorre o terceiro choque do petróleo, com o preço do barril em torno de US$ 140. Um aumento irracional (há dez anos o barril custava menos de US$ 10) devido não apenas a uma demanda despropositada mas, especialmente, à ação de muitos especuladores, que apostam no aumento contínuo de um combustível em vias de extinção. Retirando-se da bolha imobiliária, que desinfla, os investidores alocam somas colossais em contratos para entrega futura de petróleo, o que pode levar o preço do barril a algo em torno de US$ 200. Ou seja: está ocorrendo uma “financeirizacão(a)” do petróleo, com conseqüências como formidáveis aumentos de preços da gasolina, em muitos países, e a ira de pescadores, caminhoneiros, agricultores, taxistas e todos os profissionais mais afetados. Em muitos casos, eles exigem de seus governos ajudas, subsídios ou reduções dos impostos, com grandes manifestações e enfrentamentos.

Como se todo esse contexto não fosse bastante sombrio, a crise alimentar agravou-se repentinamente e chega para nos lembrar que o espectro da fome continua ameaçando quase um bilhão de pessoas. Em cerca de 40 países, a carência de alimentos provocou levantes e revoltas populares. A reunião de cúpula da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), foi incapaz, em 5 de junho, em Roma, de chegar a um consenso para retomar a produção de alimentos no mundo. Aqui também os especuladores, fugindo do desastre financeiro, têm parte de responsabilidade – porque apostam num preço elevado das futuras colheitas. Até mesmo a agricultura está se “financeirizando”.

Este é o saldo deplorável de 25 anos de neoliberalismo: três venenosas crises entrelaçadas. Já está na hora de os cidadãos gritarem: “Basta!”.

(Ignacio Ramonet. Le Monde Diplomatique, julho de 2008)

Assinale a alternativa que não apresente comentário pertinente a estruturas do texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas