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Foram encontradas 100 questões.

1207895 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 9.

Referência para as questões 18 e 19.

PROVOCAÇÕES EM VERSOS II

"Se o remédio para a aids for descoberto Nos Estados Unidos, decerto muita gente, em mais um de seus giros, vai tomar o partido do vírus."

(Poeta Nelson Ascher)

Marque a alternativa correta.

No texto 9 o poeta Nelson Ascher:

 

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1207894 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 9.

Referência para as questões 18 e 19.

PROVOCAÇÕES EM VERSOS II

"Se o remédio para a aids for descoberto Nos Estados Unidos, decerto muita gente, em mais um de seus giros, vai tomar o partido do vírus."

(Poeta Nelson Ascher)

Assinale a alternativa cuja afirmação nela contida esteja correta, de acordo com o texto 9.

 

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1207893 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 8.

Referência para a questão 17.

PROVOCAÇÕES EM VERSOS... Direitos humanos já não perturbam tirano algum, pois os slogans dos seus guardiães agora são como o de Durban: Abaixo o racismo e morte aos judeus.

(Poeta Nelson Ascher, Revista Veja 30/03/05)

Assinale a alternativa correta, em relação ao texto 8

 

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1207892 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 7.

Referência para as questões 14, 15 e 16.

Examine a afirmação de cada alternativa e marque a correta, tendo o texto 7 como referência.

 

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1207891 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 7.

Referência para as questões 14, 15 e 16.

Assinale a alternativa, na qual concordância e conjugação verbal estejam gra- maticalmente corretas.

 

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1207890 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 7.

Referência para as questões 14, 15 e 16.

Assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1207889 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 6.

Referência para as questões 11, 12 e 13.

NINGUÉM MAIS DIZ NÃO SEI

Com a internet, orkut e céleres estruturas de informação, apesar de tantas vir- tudes comunicativas e de convivência que geraram, criou-se uma geração de palpitei- ros, mais do que formadores de opinião. A vivência foi substituída pela vidência. Pior que enganar os outros é se enganar. Na verdade, dura verdade, a cultura não se ad- quire sem esforço, inquietações, ensaios e exercícios, vacilos e resistência. A memória não se dá bem com facilidades. A afetividade se desenvolve na dúvida, na absorção amadurada do raciocínio. Inteligência é também a humildade de se calar e de se reti- rar para estudar mais, ao contrário do que vem sendo alardeado aos quatro cantos do cérebro: de falar a todo momento para mostrar erudição. Ninguém mais leva tema para casa. Até as crianças estão ansiosas demais para escutar histórias e repetem "eu sei" no início delas. Não é um sintoma da pressa essa conversa fiada sem a devida contrapartida da lentidão de ouvir e aprender? A necessidade de aceitação social não estaria matando a honestidade da solidão? Acredito que é o momento de preservar a ignorância, de instaurar uma "Re- nascença às avessas". Se a Renascença valorizou o homem completo, o Leonardo da Vinci, a multiplicidade dos talentos em um único indivíduo (pintor, inventor, fabulis- ta, cientista, poeta, pensador), deve-se entusiasmar agora o "homem incompleto", in- suficiente, que admite desconhecer temas e assuntos para não atrofiar sua curiosida- de. Sem curiosidade, não há nem motivo para estar aqui lendo este artigo.

(Fragmento extraído da Superinteressante 209, jan.2005)

Assinale a alternativa correta.

 

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1207888 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 6.

Referência para as questões 11, 12 e 13.

NINGUÉM MAIS DIZ NÃO SEI

Com a internet, orkut e céleres estruturas de informação, apesar de tantas vir- tudes comunicativas e de convivência que geraram, criou-se uma geração de palpitei- ros, mais do que formadores de opinião. A vivência foi substituída pela vidência. Pior que enganar os outros é se enganar. Na verdade, dura verdade, a cultura não se ad- quire sem esforço, inquietações, ensaios e exercícios, vacilos e resistência. A memória não se dá bem com facilidades. A afetividade se desenvolve na dúvida, na absorção amadurada do raciocínio. Inteligência é também a humildade de se calar e de se reti- rar para estudar mais, ao contrário do que vem sendo alardeado aos quatro cantos do cérebro: de falar a todo momento para mostrar erudição. Ninguém mais leva tema para casa. Até as crianças estão ansiosas demais para escutar histórias e repetem "eu sei" no início delas. Não é um sintoma da pressa essa conversa fiada sem a devida contrapartida da lentidão de ouvir e aprender? A necessidade de aceitação social não estaria matando a honestidade da solidão? Acredito que é o momento de preservar a ignorância, de instaurar uma "Re- nascença às avessas". Se a Renascença valorizou o homem completo, o Leonardo da Vinci, a multiplicidade dos talentos em um único indivíduo (pintor, inventor, fabulis- ta, cientista, poeta, pensador), deve-se entusiasmar agora o "homem incompleto", in- suficiente, que admite desconhecer temas e assuntos para não atrofiar sua curiosida- de. Sem curiosidade, não há nem motivo para estar aqui lendo este artigo.

(Fragmento extraído da Superinteressante 209, jan.2005)

Assinale a alternativa correta, considerando-se a afirmação nela contida, de a- cordo com o texto 6.

 

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1207887 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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TEXTO 6.

Referência para as questões 11, 12 e 13.

NINGUÉM MAIS DIZ NÃO SEI

Com a internet, orkut e céleres estruturas de informação, apesar de tantas vir- tudes comunicativas e de convivência que geraram, criou-se uma geração de palpitei- ros, mais do que formadores de opinião. A vivência foi substituída pela vidência. Pior que enganar os outros é se enganar. Na verdade, dura verdade, a cultura não se ad- quire sem esforço, inquietações, ensaios e exercícios, vacilos e resistência. A memória não se dá bem com facilidades. A afetividade se desenvolve na dúvida, na absorção amadurada do raciocínio. Inteligência é também a humildade de se calar e de se reti- rar para estudar mais, ao contrário do que vem sendo alardeado aos quatro cantos do cérebro: de falar a todo momento para mostrar erudição. Ninguém mais leva tema para casa. Até as crianças estão ansiosas demais para escutar histórias e repetem "eu sei" no início delas. Não é um sintoma da pressa essa conversa fiada sem a devida contrapartida da lentidão de ouvir e aprender? A necessidade de aceitação social não estaria matando a honestidade da solidão? Acredito que é o momento de preservar a ignorância, de instaurar uma "Re- nascença às avessas". Se a Renascença valorizou o homem completo, o Leonardo da Vinci, a multiplicidade dos talentos em um único indivíduo (pintor, inventor, fabulis- ta, cientista, poeta, pensador), deve-se entusiasmar agora o "homem incompleto", in- suficiente, que admite desconhecer temas e assuntos para não atrofiar sua curiosida- de. Sem curiosidade, não há nem motivo para estar aqui lendo este artigo.

(Fragmento extraído da Superinteressante 209, jan.2005)

Marque a alternativa correta, considerando-se as afirmações, baseando-se no texto 6.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1207886 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR
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Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao texto 5.

 

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