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Antônio, com 40 anos de idade, já passou por algumas crises importantes e quatro internações. No auge da última crise, há dois anos, chegou a quebrar tudo em casa, destruindo todos os objetos que via pela frente. Segundo ele, “precisava destruir tudo. Precisei começar pelos objetos que olhavam feio pra mim. Depois, os que sobraram entraram na onda. Acabei logo com a brincadeira… quebrei tudo” (sic). Em meio à crise, passou ainda a queimar suas pernas e braços com a ponta do cigarro, alegando que precisava acabar com os vermes que saíam de sua pele. Passou dias sem comer, alegando que estavam querendo matá-lo “aos poucos” (sic) para enviarem seus órgãos para uma exposição mundial que ocorreria no Palácio de Buckingham, em Londres, em homenagem ao centenário da Rainha.
A conduta adotada no momento da avaliação foi intervenção medicamentosa e psicológica. Antônio ficou mais de dois meses internado depois dessa crise. De acordo com o caso clínico precedente e as contribuições da psicopatologia, Antônio apresenta
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Caso clínico 4A1-I
Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”(sic).
Assinale a opção correta, tendo como referência o caso clínico 4A1-I e considerando a psicopatologia bem como as contribuições da abordagem psicanalítica.
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Caso clínico 4A1-I
Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”(sic).
Ainda com relação ao caso clínico 4A1-I, à psicopatologia e às contribuições da abordagem psicanalítica, assinale a opção correta.
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Caso clínico 4A1-I
Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”(sic).
Ainda em relação ao caso clínico 4A1-I, considerando a psicopatologia e as contribuições da terapia cognitivo-comportamental, assinale a opção correta.
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Caso clínico 4A1-I
Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”(sic).
Considerando o caso clínico 4A1-I bem como a psicopatologia e as contribuições da terapia cognitivo-comportamental, assinale a opção correta.
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A respeito do transtorno factício ou síndrome de Münchhausen, assinale a opção correta.
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Em relação ao transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), assinale a opção correta.
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A classe de medicamentos que podem ser considerados como primeira opção no tratamento de pacientes com fobia social é a dos
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O transtorno do desenvolvimento que ocorre em meninas que tenham apresentado desenvolvimento normal nos primeiros seis meses, seguido de uma grave deterioração evolutiva é denominado
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Uma paciente de 29 anos de idade, dona de casa, comparece ao consultório com queixas de intensa dificuldade em relação às obrigações sociais da escola da filha. Diz que evitar participar das reuniões de pais e de festas e relata um grande medo de se comportar de forma embaraçosa, de se sentir humilhada e rejeitada nessas ocasiões. Informa, também, sentir grande ansiedade todas as vezes que tem que encontrar pessoas que não conhece bem.
Considerando a situação descrita, assinale a opção que corresponde ao transtorno de personalidade com diagnóstico diferencial para esse quadro clínico.
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