Magna Concursos

Foram encontradas 300 questões.

3746131 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024)

A figura de linguagem que melhor caracteriza a construção da imagem da natureza no poema é a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746130 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024)

Em relação ao emprego dos tempos verbais no poema, observa-se que o
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746129 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.

Zero bala

A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.

(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas.

Companhia das Letras, 2024)

A construção dos sentidos no poema evidencia relações entre o corpo e a dimensão simbólica da existência, sugerindo que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746128 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Zero bala


A vida tem um vigor

que o corpo não comporta

por mais que se prepare

No mesmo passo, a natureza

caminha para o zero

como o seu fruto principal

que se gasta quanto mais

se apura na terra estreita

e por instinto busca no espaço

campo para se alçar, crescer

no sentimento e gesto

em uma nova combinação

de interferências e insumos

despoluídos até o impossível

com órgãos sem discrepância

que não contrariam as fontes

nem se desgastam em nenhum

desvio de doença ou perda

de força, suportando o sopro

o porte da pureza possível -

original - sem marca de pecado.


(FREITAS FILHO, Armando. Respiro - poemas. Companhia das Letras, 2024)

O termo Zero, no poema,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746127 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Interativo demais

Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.

Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam - sua arte - e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.

Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.

(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

Na frase Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, a forma verbal pipocavam expressa

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746126 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Interativo demais

Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.

Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam - sua arte - e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.

Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.

(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

No trecho as relações ficaram mais funcionais (3º parágrafo), o adjetivo "funcionais" indica que as relações

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746125 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto.

Interativo demais


Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.


        Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam – sua arte – e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.


        Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou seu trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.


(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

A articulação entre os trechos O conteúdo mantinha-se preservado e Ninguém divulgava um texto de [...] (1° parágrafo), em relação ao último período do parágrafo, pode ser descrita como de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746124 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Interativo demais

Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.

Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam - sua arte - e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.

Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.

(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

Do ponto de vista da coesão textual, a construção Por um lado [...] por outro (3º parágrafo) tem como função:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3746123 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-4

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Interativo demais

Antigamente, os escritores eram admirados apenas pelo que publicavam em livros e revistas. Quando algum leitor gostava muito do que havia lido e queria compartilhar com alguém, dava o livro de presente ou emprestava o seu. O conteúdo mantinha-se preservado, assim como seu autor. Ninguém divulgava um texto de Somerset Maugham como sendo de Virginia Woolf, ninguém infiltrava parágrafos do Rubem Braga num texto do Sartre, ninguém criava novos finais para os poemas de Cecília Meireles. O escritor e sua obra eram respeitados, e os leitores podiam confiar no que estavam consumindo.

Além disso, artistas de cinema, músicos e esportistas eram mitos a cuja intimidade não se tinha acesso. Marilyn Monroe, Frank Sinatra e Ayrton Senna entregavam ao público o que prometiam - sua arte - e o resto era especulação. Mais tarde pipocavam biografias, saciando a curiosidade do público, mas o legado desses ícones se manteve para sempre incorruptível: eram os donos legítimos de sua imagem, de sua voz e de suas palavras.

Era uma época em que aceitávamos pacificamente nossa condição de plateia, até que se inventou o conceito de interatividade e as ferramentas para exercê-la. Por um lado, a sociedade se democratizou, todos passaram a ser ouvidos, diminuiu a distância entre patrões e empregados, produtores e consumidores: as relações ficaram mais funcionais; por outro, o uso dessas ferramentas acabou involuindo para a maledicência e a promiscuidade virtual. Hoje ninguém consegue mais ter controle sobre sua imagem ou trabalho. Um ator de televisão diz "oi" para uma amiga na rua e na manhã seguinte correm notícias de que estão de casamento marcado. Uma cantora cancela um show porque está afônica e logo surge o boato de que tentou suicídio. Um escritor publica um texto no jornal e três segundos depois o mesmo texto está na internet, atribuído a Toulouse-Lautrec, que nem escritor foi.

(Adaptado de Martha Medeiros. A graça da coisa. L&PM Editores. 2013)

O termo demais, do título, antecipa uma reflexão crítica que se desenvolve ao longo do texto, sobretudo em relação à

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3885471 Ano: 2025
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FCC
Orgão: TRF-4
Após o trânsito em julgado de sentença que condenou o réu em obrigação de pagar quantia certa fundada em determinada lei, sobreveio decisão do Supremo Tribunal Federal, em controle difuso de constitucionalidade, julgando tal lei inconstitucional, sem nenhum tipo de modulação dos seus efeitos. Nesse caso, de acordo com o Código de Processo Civil, o réu
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas