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1430168 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-3
Zygmunt Bauman: “Vivemos o fim do futuro"

Em 1963, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman foi censurado e afastado da Universidade de Varsóvia por causa de suas ideias, tidas como subversivas no comunismo. Hoje, aos 88 anos, é considerado um dos pensadores mais eminentes do declínio da civilização. Nesta entrevista, ele fala sobre como a vida mudou nos últimos 20 anos.

ÉPOCA – De acordo com sua análise, as pessoas vivem um senso de desorientação. Perdemos a fé em nós mesmos?

Zygmunt Bauman – Durante toda a era moderna, nossos ancestrais viveram voltados para o futuro. Eles avaliavam a virtude de suas realizações pelo modelo da sociedade que queriam estabelecer. A visão do futuro guiava o presente. Nossos contemporâneos vivem sem esse futuro. Estamos mais descuidados, ignorantes e negligentes quanto ao que virá.

ÉPOCA – Os jovens podem mudar e salvar o mundo? Ou nem os jovens podem fazer algo para alterar a história?

Bauman – Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Mas, para isso, precisam recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Também precisam trocar o mundo virtual pelo real.

(Adaptado de: GIRON, Luís Antônio. In: Época. São Paulo, Globo, 19.02.2014)


Zygmunt Bauman expressa a opinião de que
 

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1427244 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-3

Lições dos museus

Os museus, ao contrário do que se imagina, são uma invenção moderna: nasceram durante a Revolução Francesa, no final do século XVIII. Os parisienses revoltados arrebentaram as casas dos nobres e se serviram de bens, mobiliário e objetos de arte. O quebra-quebra era um jeito de decretar que acabara o tempo dos privilégios. A Assembleia Nacional debateu durante meses para chegar à conclusão de que os restos do luxo dos aristocratas deviam ser considerados patrimônio da nação. Seriam, portanto, reunidos e instalados em museus que todos visitariam, preservando agradavelmente a lembrança de tempos anteriores.

A questão em debate era a seguinte: será que fazia sentido preservar o passado, uma vez que estava começando uma nova era em que os indivíduos não mais seriam julgados por sua origem, mas por sua capacidade e potencialidades pessoais? Não seria lógico destruir os vestígios de épocas injustas para começar tudo do zero? Prevaleceu o partido segundo o qual era bom conservar os restos do passado iníquo e transformá-los em memórias coletivas.

Dessa escolha nasceram os museus e, logo depois, a decisão de preservar os monumentos históricos. Na mesma época, na Europa inteira, ganhou força o interesse pela História. A justificativa seria: lembrar para não repetir. Não deu muito certo, ao que tudo indica, pois nunca paramos de repetir o pior. No fundo, não queremos que o passado decida nosso destino: o que nos importa, em princípio, é sempre o futuro.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 330-331)

Atente para as seguintes afirmações:

I. Da leitura do 1º parágrafo, depreende-se que, a princípio, os bens dos nobres passaram às mãos de revolucionários, configurando-se então uma apropriação de caráter particular, ainda não público.

II. Nº 2º parágrafo, informa-se que a posição vencida nos debates da Assembleia Nacional foi a de quem advogava em favor da preservação dos bens apreendidos, para que não se perdesse a memória dos méritos da aristocracia.

III. Nº3º parágrafo, manifestando uma opinião pessoal, o autor do texto julga imprescindível a existência de museus, uma vez que eles acabam exercendo uma função educativa, cuja importância há muito vem se demonstrando.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em

 

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1427145 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-3
A Universidade Jiujiang, da província chinesa de Jiangxi, realizou a primeira aula dada por uma professora robô do país.

Xiaomei, como é chamada a professora robô, organizou sua primeira aula em uma apresentação de PowerPoint* e, enquanto ensinava a lição, gesticulava com seus braços articulados e se deslocava pela sala.

A robô, projetada por uma equipe de pesquisa da universidade, é capaz não só de ensinar as lições para as quais foi programada, mas também de estabelecer interações simples com os estudantes que formam sua audiência.


(Disponível em: htttp://exame.abril.com.br/tecnologia/ noticias/universidade-chinesa-realiza-1a-aula-ministrada-por-umrobo. Acesso em: 04.06.2015)


* PowerPoint: programa de computador que permite a criação de materiais que podem ser apresentados por meio de um projetor.


O assunto central da notícia diz respeito ao fato de ter sido a primeira vez que


 

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1427144 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-3
Dona Doida
Uma vez, quando eu era menina, choveu grosso,
com trovoada e clarões, exatamente como chove agora.
Quando se pôde abrir as janelas,
as poças tremiam com os últimos pingos.
Minha mãe, como quem sabe que vai escrever um poema,
decidiu inspirada: chuchu novinho, angu, molho de ovos.
Fui buscar os chuchus e estou voltando agora,
trinta anos depois. Não encontrei minha mãe.
A mulher que me abriu a porta, riu de dona tão velha,
com sombrinha infantil e coxas à mostra.
Meus filhos me repudiaram envergonhados,
meu marido ficou triste até a morte,
eu fiquei doida no encalço.
Só melhoro quando chove.
(PRADO, Adélia. Poesia Reunida. São Paulo, Siciliano, 1991, p. 108)
No contexto do poema,
 

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Nem bem chegara de lá e já tinha de ouvir o que diziam dele depois que partira. A primeira a anunciar uma das fofocas foi a vizinha, sempre disposta a disseminar novidades, verdadeiras ou não.

− Então, Antônio, soube que rompeu o noivado.



Do ponto de vista da organização do texto, é correto afirmar:

 

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enunciado 1420377-1

O segmento do texto que está traduzido de maneira a não prejudicar o sentido original é:
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue, adaptado de Luciano Martins Costa; o original foi publicado na edição 838 do Observatório da Imprensa, no dia 19/02/2015.

enunciado 1418892-1

Sobre a frase "o leitor pode apreciar duas opiniões diferentes" (linhas 9 e 10), na situação em que está inserida, comenta-se com propriedade:
 

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1418212 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FCC
Orgão: TRT-3
Dentre as orientações quanto a infecção causada pelo papilomavírus humano (HPV), considera-se que
 

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1415917 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: TRT-3
A promoção de saúde foi tema de conferências mundiais (Canadá, 1986; Austrália, 1988; Suécia, 1991; Colômbia, 1992; México, 2000; Tailândia, 2005; Quênia, 2009), que deram origem a importantes documentos com compromissos a serem assumidos por todos os países. A Carta de Otawa (1986) define a promoção de saúde como o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria de sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle desse processo e enfatiza que para atingir um estado de completo bem-estar físico, mental e social, os indivíduos e grupos devem saber identificar
 

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enunciado 1414612-1

Sete décadas depois − porção ínfima da história da humanidade −, aquele que foi chamado Dia da Vitória e comemorado loucamente nas ruas do mundo metamorfoseou-se em Dia das Esperanças Perdidas: a guerra não acabou. Os Aliados desvincularam-se, tornaram-se adversários. A guerra continua, está aí, espalhada pelo mundo, camuflada por diferentes nomenclaturas, inconfundível, salvo em breves hiatos sem hostilidades, porém com intensos ressentimentos.


Comenta-se com propriedade sobre o parágrafo acima, em seu contexto:

 

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