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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A preposição de, em “do que”, introduz o segundo termo de uma comparação iniciada com “mais capaz de”.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Depreende-se do desenvolvimento das idéias do texto que “mais ainda” intensifica a característica de os brasileiros viverem ‘isolados do mundo’.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
O autor do texto, em sua argumentação, opõe o desaparecimento da distância entre os Estados Unidos da América e a Europa, no “plano objetivo”, à preservação dessa distância entre os países da América do Sul, no plano subjetivo.
 

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Costumamos olhar pouco para fora do Brasil quando tentamos compreender o que estamos vivendo. Faz muito que a distância entre os países desapareceu, no plano objetivo. Continuamos, porém, vivendo “isolados do mundo”, como diz uma canção, ainda que apenas na subjetividade.
Se pensarmos no que está à nossa volta, na América do Sul, então, mais ainda. Mesmo quando é bem informado, o brasileiro típico se mostra mais capaz de dar notícia do que ocorre na Europa e nos Estados Unidos da América do que em qualquer de nossos vizinhos.
É pena, pois estar mais informados sobre o que acontece além das fronteiras pode ajudar muito a que nos entendamos como país.
Marcos Coimbra. Olhando à nossa volta. In:
Correio Braziliense, 23/9/2007 (com adaptações).
Com relação às idéias e estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
O emprego da primeira pessoa do plural nos verbos do texto tem o efeito argumentativo de situar autor e leitor como brasileiros, ou como pessoas que vivem no Brasil.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
No contexto em que ocorre, o emprego da flexão de plural em “serem” é opcional segundo as regras gramaticais, podendo, portanto, a forma “serem” ser substituída pelo singular correspondente: ser.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Em “a rejeição, a exclusão”, a substituição da vírgula pela conjunção e preserva a coerência e a correção gramatical do texto.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Preservam-se a correção gramatical e a coerência textual, ao se retirar do texto a expressão “que são”.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Os pronomes “essa” e “dela” são flexionados no feminino porque remetem ao mesmo referente do pronome em “completá-la”.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
O emprego do modo subjuntivo em “haja”, além de ser exigido sintaticamente, indica que a existência de “uma outra coisa” é uma hipótese ou uma conjectura.
 

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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Depreende-se do conjunto das idéias do texto que a definição de “Relação” é diferente da definição de ligação, pois as partes que integram uma relação não precisam estar unidas ou ligadas.
 

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