Foram encontradas 286 questões.
Se x é o logaritmo de 16 na base 2, então, o logaritmo (na base 2) de x2 – 5x + 5 é igual a
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Em um grupo de 200 estudantes, 98 são mulheres das quais apenas 60 não estudam comunicação. Se do total de estudantes do grupo somente 60 estudam comunicação, o número de homens que não estudam esta disciplina é
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Tempo Rei
Gilberto Gil
Não me iludo
Tudo permanecerá do jeito
Que tem sido
Transcorrendo, transformando
Tempo e espaço navegando todos os
sentidos
Pães de Açúcar, Corcovados
Fustigados pela chuva e pelo eterno vento
Água mole, pedra dura
Tanto bate que não restará nem
pensamento
Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei
Pensamento, mesmo fundamento singular
Do ser humano, de um momento para o
outro
Poderá não mais fundar nem gregos nem
baianos
Mães zelosas, pais corujas
Vejam como as águas de repente ficam
sujas
Não se iludam, não me iludo
Tudo agora mesmo pode estar por um
segundo
Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei
GIL, Gilberto. Tempo Rei. Disponível em:
https://www.vagalume.com.br/gilbertogil/
tempo-rei.html. Acesso: 22.06.2018.
Considerando a constituição dialógica da letra da música como um gênero textual, assinale a afirmação verdadeira.
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Tempo Rei
Gilberto Gil
Não me iludo
Tudo permanecerá do jeito
Que tem sido
Transcorrendo, transformando
Tempo e espaço navegando todos os
sentidos
Pães de Açúcar, Corcovados
Fustigados pela chuva e pelo eterno vento
Água mole, pedra dura
Tanto bate que não restará nem
pensamento
Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei
Pensamento, mesmo fundamento singular
Do ser humano, de um momento para o
outro
Poderá não mais fundar nem gregos nem
baianos(c)
Mães zelosas, pais corujas
Vejam como as águas de repente ficam
sujas
Não se iludam, não me iludo
Tudo agora mesmo pode estar por um
segundo
Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei
GIL, Gilberto. Tempo Rei. Disponível em:
https://www.vagalume.com.br/gilbertogil/
tempo-rei.html. Acesso: 22.06.2018.
Nos versos da canção “Água mole, pedra dura/Tanto bate que não restará nem pensamento”, o autor refaz um conhecido provérbio popular. Sobre esta mudança, é correto afirmar que
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Tempo Rei
Gilberto Gil
Não me iludo
Tudo permanecerá do jeito
Que tem sido
Transcorrendo, transformando
Tempo e espaço navegando todos os
sentidos
Pães de Açúcar, Corcovados
Fustigados pela chuva e pelo eterno vento
Água mole, pedra dura
Tanto bate que não restará nem
pensamento
Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei
Pensamento, mesmo fundamento singular
Do ser humano, de um momento para o
outro
Poderá não mais fundar nem gregos nem
baianos
Mães zelosas, pais corujas
Vejam como as águas de repente ficam
sujas
Não se iludam, não me iludo
Tudo agora mesmo pode estar por um
segundo
Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei
GIL, Gilberto. Tempo Rei. Disponível em:
https://www.vagalume.com.br/gilbertogil/
tempo-rei.html. Acesso: 22.06.2018.
Na canção de Gilberto Gil, o tempo é concebido como
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A casa
José Paulo Paes
Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas.
Na livraria, há um avô que faz cartões de
boas-festas com corações de purpurina.
Na tipografia, um tio que imprime avisos
fúnebres e programas de circo.
Na sala de visitas, um pai que lê romances
policiais até o fim dos tempos.
No quarto, uma mãe que está sempre
parindo a última filha.
Na sala de jantar, uma tia que lustra
cuidadosamente o seu próprio caixão.
Na copa, uma prima que passa a ferro
todas as mortalhas da família.
Na cozinha, uma avó que conta noite e dia
histórias do outro mundo.
No quintal, um preto velho que morreu na
Guerra do Paraguai rachando lenha.
E no telhado um menino medroso que espia
todos eles; só que está vivo: trouxe-o até
ali o pássaro dos sonhos.
Deixem o menino dormir, mas vendam a
casa, vendam-na depressa.
Antes que ele acorde e se descubra também
morto.
PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes
mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.
Assinale a assertiva que NÃO condiz com as questões temáticas e estéticas presentes no poema.
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A casa
José Paulo Paes
Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas.
Na livraria, há um avô que faz cartões de
boas-festas com corações de purpurina.
Na tipografia, um tio que imprime avisos
fúnebres e programas de circo.
Na sala de visitas, um pai que lê romances
policiais até o fim dos tempos.
No quarto, uma mãe que está sempre
parindo a última filha.
Na sala de jantar, uma tia que lustra
cuidadosamente o seu próprio caixão.
Na copa, uma prima que passa a ferro
todas as mortalhas da família.
Na cozinha, uma avó que conta noite e dia
histórias do outro mundo.
No quintal, um preto velho que morreu na
Guerra do Paraguai rachando lenha.
E no telhado um menino medroso que espia
todos eles; só que está vivo: trouxe-o até
ali o pássaro dos sonhos.
Deixem o menino dormir, mas vendam a
casa, vendam-na depressa.
Antes que ele acorde e se descubra também
morto.
PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes
mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.
A relação sintático-semântica estabelecida entre os períodos do enunciado “Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas” é
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A casa
José Paulo Paes
Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas.
Na livraria, há um avô que faz cartões de
boas-festas com corações de purpurina.
Na tipografia, um tio que imprime avisos
fúnebres e programas de circo.
Na sala de visitas, um pai que lê romances
policiais até o fim dos tempos.
No quarto, uma mãe que está sempre
parindo a última filha.
Na sala de jantar, uma tia que lustra
cuidadosamente o seu próprio caixão.
Na copa, uma prima que passa a ferro
todas as mortalhas da família.
Na cozinha, uma avó que conta noite e dia
histórias do outro mundo.
No quintal, um preto velho que morreu na
Guerra do Paraguai rachando lenha.
E no telhado um menino medroso que espia
todos eles; só que está vivo: trouxe-o até
ali o pássaro dos sonhos.
Deixem o menino dormir, mas vendam a
casa, vendam-na depressa.
Antes que ele acorde e se descubra também
morto.
PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes
mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.
Sobre a descrição das personagens do poema, NÃO é lícito afirmar que
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A casa
José Paulo Paes
Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas.
Na livraria, há um avô que faz cartões de
boas-festas com corações de purpurina.
Na tipografia, um tio que imprime avisos
fúnebres e programas de circo.
Na sala de visitas, um pai que lê romances
policiais até o fim dos tempos.
No quarto, uma mãe que está sempre
parindo a última filha.
Na sala de jantar, uma tia que lustra
cuidadosamente o seu próprio caixão.
Na copa, uma prima que passa a ferro
todas as mortalhas da família.
Na cozinha, uma avó que conta noite e dia
histórias do outro mundo.
No quintal, um preto velho que morreu na
Guerra do Paraguai rachando lenha.
E no telhado um menino medroso que espia
todos eles; só que está vivo: trouxe-o até
ali o pássaro dos sonhos.
Deixem o menino dormir, mas vendam a
casa, vendam-na depressa.
Antes que ele acorde e se descubra também
morto.
PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes
mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.
A ordem para vender a casa aparece indicada no início - “Vendam logo esta casa” - e no final do poema – “Deixem o menino dormir, mas vendam a casa, vendam-na depressa”. O uso repetido deste enunciado se justifica pelo fato de o poeta
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A casa
José Paulo Paes
Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas.
Na livraria, há um avô que faz cartões de
boas-festas com corações de purpurina.
Na tipografia, um tio que imprime avisos
fúnebres e programas de circo.
Na sala de visitas, um pai que lê romances
policiais até o fim dos tempos.
No quarto, uma mãe que está sempre
parindo a última filha.
Na sala de jantar, uma tia que lustra
cuidadosamente o seu próprio caixão.
Na copa, uma prima que passa a ferro
todas as mortalhas da família.
Na cozinha, uma avó que conta noite e dia
histórias do outro mundo.
No quintal, um preto velho que morreu na
Guerra do Paraguai rachando lenha.
E no telhado um menino medroso que espia
todos eles; só que está vivo: trouxe-o até
ali o pássaro dos sonhos.
Deixem o menino dormir, mas vendam a
casa, vendam-na depressa.
Antes que ele acorde e se descubra também
morto.
PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes
mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.
Sobre o tom de linguagem empregado no poema de José Paulo Paes, é INCORRETO dizer que
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