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1240093 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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‘É hora de brancos lutarem contra racismo’,

diz escritora Djamila Ribeiro

Depois de 300 anos de escravidão, o ideal seria que os negros ficassem tomando piña colada no Caribe enquanto os brancos lutam contra o racismo no Brasil, na opinião da escritora Djamila Ribeiro. Justo, "já que a gente ficou esses anos todos batalhando e vivendo o racismo", disse ela na noite desta quinta-feira (11), na Casa Folha, durante a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). "Mas, como não vai ser possível, seria importante as pessoas começarem a não delegar", afirmou. "As pessoas brancas precisam começar a entender a importância de elas debaterem racismo, elas lerem sobre isso, ter ações antirracistas nos seus espaços."

Uma pequena multidão fez fila em frente ao espaço para assistir à conversa de Djamila com o também escritor Antônio Prata, ambos colunistas da Folha, mediada pela editora de Diversidade do jornal, Paula Cesarino Costa – mesmo com o espaço lotado, o público se aglomerou para ver o debate do lado de fora. "Ser politicamente incorreto faz sentido quando a gente vive num sistema cruel, desigual, violento. Faz sentido ser incorreto aí. Ter uma contra narrativa, ir contra a norma estabelecida", disse Djamila. "Mas houve um esvaziamento do termo politicamente correto. Se o respeito ao próximo, à humanidade do outro, é ser politicamente correto, devemos ser."

Para Antônio Prata, o assunto não o incomoda. "A patrulha do politicamente correto é um comentário no meu Facebook. A patrulha da Rota mata", afirmou, em consonância com o discurso de Djamila (...). Para o escritor, autor dos livros "Nu, de botas" e "Trinta e poucos", hoje se sabe que é condenável ser machista, racista e homofóbico, mas que "as pessoas estão lutando pelo direito de serem erradas". (...) Prata afirmou que, por um tempo, achou "nada mais saudável que haja uma coerção social" que iniba o comportamento racista, mas que o momento político atual, com ascensão de grupos conservadores no Brasil e no mundo, mostrou que "a gente tem que pensar se o discurso é eficaz, ou se é uma maquiagem que a gente coloca na frente do ódio e o ódio volta pulando o muro."

Para Djamila, por outro lado, "isso não é novo. O Brasil é um país extremamente conservador", afirmou. "Para grupos minoritários, esse discurso de ódio é presente na nossa vida desde sempre. (...)" Mestre em filosofia pela USP e escritora de "O que é lugar de fala" e "Quem tem medo do feminismo negro", a ativista afirmou que "o debate sobre racismo é surreal. A gente é acusado de dividir, de ser sectarista e violento(...). Djamila reclamou de a luta negra ser constantemente classificada como identitária por pessoas brancas que não se reconhecem também como parte de uma identidade. "Me cobram por qualquer coisa que uma mulher negra faça, 'você viu essa negra de direita?'. (...).

Consenso entre eles foi que a falta de diversidade prejudica o Brasil. "A própria elite perde com o privilégio. O mundo perde quando não tem 70% de concorrência. A literatura é pior, o cinema é pior", afirmou Prata, que também é roteirista.

É HORA DE BRANCOS LUTAREM CONTRA O

RACISMO... 12 de julho de 2019. Disponível em:

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br

Acesso em 29 de out. de 2019.

Para construir uma linha argumentativa, é correto afirmar que o texto 3

I. elenca, predominantemente, argumentos contrários à temática do racismo.

II. apresenta, majoritariamente, opiniões sustentadas pela autoridade de quem as emite.

III. conduz à temática da notícia, pautando-se, principalmente, nas palavras de Djamila.

Estão corretas as complementações contidas em

 

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1240092 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é
[falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

A ausência é um estar em mim.

E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada
[nos meus braços,

que rio e danço e invento exclamações

alegres,

porque a ausência, essa ausência assimilada,

ninguém a rouba mais de mim.

ANDRADE, C. D. Poesia completa. Rio de Janeiro:

Nova Aguilar, 2003.

Carlos Drummond de Andrade foi um dos maiores representantes do Modernismo brasileiro, também se destacando pelos seus poemas. Considerando esse aspecto, atente para o que se afirma a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) Drummond foi um dos mais importantes representantes da Poesia de 30.

( ) O poema Ausência possui versos livres (sem métricas) e brancos (sem rimas).

( ) A linguagem impessoal era característica dos poetas modernistas da 2ª Geração.

( ) Carlos Drummond de Andrade abordava temas variados e cotidianos em sua poesia.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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1240091 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é
[falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

A ausência é um estar em mim.

E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada
[nos meus braços,

que rio e danço e invento exclamações

alegres,

porque a ausência, essa ausência assimilada,

ninguém a rouba mais de mim.

ANDRADE, C. D. Poesia completa. Rio de Janeiro:

Nova Aguilar, 2003.

Drummond, no seu poema Ausência, chega a uma conclusão quando diz “A ausência é um estar em mim”. Ao revelar essa constatação, a figura de linguagem que o autor utiliza é

 

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1240090 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é
[falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

A ausência é um estar em mim.

E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada
[nos meus braços,

que rio e danço e invento exclamações

alegres,

porque a ausência, essa ausência assimilada,

ninguém a rouba mais de mim.

ANDRADE, C. D. Poesia completa. Rio de Janeiro:

Nova Aguilar, 2003.

Atente para as seguintes afirmações sobre o poema Ausência:

I. Pode-se considerar que o eu lírico do poema, inicialmente, sentia falta de alguém ou alguma coisa. No entanto, com o passar do tempo, ele ignorou esse sentimento e não sofre mais.

II. É possível afirmar que, de tanto sentir falta de uma pessoa ou de algo que estava ausente, o eu lírico, através de sua experiência, passou a sentir que essa pessoa ou esse objeto estava presente.

III. O eu lírico sempre lastimou a ausência da pessoa amada ou a falta de algo, no entanto, após ter sido roubado, parou de lastimar a ausência, porque descobriu que a vida é para rir e para dançar.

É correto o que se declara em

 

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1240089 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Baseado no best-seller homônimo de R.J. Palacio, Extraordinário intima às lágrimas. Dito assim, pode parecer que o filme dirigido por Stephen Chbosky é um drama apelativo. Não deixa de ser (...), pois estamos falando da história de um menino que sofre da Síndrome de Treacher Collins, responsável por causar deformação facial. É naturalmente tocante a sua jornada inicial, e aparentemente simples, de sair de casa para o primeiro dia de aula, quando instado a tirar o capacete de astronauta que o escondeI). Auggie (Jacob Tremblay) desenvolveu uma série de técnicas para não se embaraçar com o espanto alheio, sendo a mais eficiente delas olhar para baixo e ler as pessoas a partir dos seus calçados.

Mesmo dentro de uma estrutura bastante estanque, os relacionamentos são encarados com candura em Extraordinário, a começar pela estrutura familiar. Auggie é educado e amparado sempre de perto pela mãe, Isabel (Julia Roberts), encontra momentos de leveza ao lado do paizão, Nate (Owen Wilson)II), e tem o total apoio da irmã mais velha, Via (Izabela Vidovic). Esse acolhimento doméstico serve para contrabalancear os episódios difíceis na escola, a despeito de todo o cuidado que a direção e a docência têm com sua integração.

Stephen Chbosky costura as diversas facetas narrativasIII) com habilidade. Saindo ligeiramente do habitual, Extraordinário tenta expandir a mirada aos personagens periféricos, às testemunhas da trajetória de Auggie. Isso ocorre de maneira explícita, com a divisão do filme, literalmente, em capítulos, estes nominados de acordo com o coadjuvante ocasionalmente promovido ao centro, com direito a narração em off. (...) O intuito por trás desse fracionamentoIII) é mostrar um pouco das dificuldades de cada um. Ainda que rapidamente o foco sempre volte ao menino com problemas de adaptação social, esses respiros são bem-vindos para alargar a nossa compreensão acerca de um painel mais amplo. O percurso construído é singelo e terno.

Extraordinário não se propõe a fazer uma investigação profunda das questões concernentes à história de Auggie. Todavia, Stephen Chbosky garante, ao menos, a prevalência dos olhares afetuosos. A dinâmica entre as pessoas em cena, com quem estabelecemos rapidamente empatia, funciona adequadamente dentro da proposta adotada. Em tempos intolerantes como o nosso, é auspicioso assistir a uma realização que, não obstante a restrição por conta do molde pré-definido, neste caso o livro, consegue mirar em um público amplo, sem esquecer-se de propagar ideias de tolerância, afrontando, por exemplo, a conduta reprovável dos bullys.

MÜLLER, M. Crítica. Disponível em:

https://www.papodecinema.com.br/filmes/extraordinario/.

Acesso em: 24 de outubro de 2019.

Ao escrever um texto, o autor utiliza vários elementos para manter sua coesão. Considerando esse aspecto, atente para as seguintes afirmações.

I. Na expressão “(...) quando instado a tirar o capacete de astronauta que o esconde”, o pronome o é utilizado para fazer referência a um termo já mencionado.

II. Em “(...) encontra momentos de leveza ao lado do paizão, Nate (Owen Wilson)”, há um caso de elipse com a finalidade de não repetir termos.

III. A expressão “desse fracionamento” é uma referência às “diversas facetas narrativas”, com a intenção de manter a temática do texto.

Está correto o que se afirma em

 

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1240088 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Baseado no best-seller homônimo de R.J. Palacio, Extraordinário intima às lágrimas. Dito assim, pode parecer que o filme dirigido por Stephen Chbosky é um drama apelativo. Não deixa de ser (...), pois estamos falando da história de um menino que sofre da Síndrome de Treacher Collins, responsável por causar deformação facialB). É naturalmente tocante a sua jornada inicial, e aparentemente simples, de sair de casa para o primeiro dia de aula, quando instado a tirar o capacete de astronauta que o esconde. Auggie (Jacob Tremblay) desenvolveu uma série de técnicas para não se embaraçar com o espanto alheio, sendo a mais eficiente delas olhar para baixo e ler as pessoas a partir dos seus calçados.

Mesmo dentro de uma estrutura bastante estanque, os relacionamentos são encarados com candura em Extraordinário, a começar pela estrutura familiar. Auggie é educado e amparado sempre de perto pela mãe, Isabel (Julia Roberts), encontra momentos de leveza ao lado do paizãoD), Nate (Owen Wilson), e tem o total apoio da irmã mais velha, Via (Izabela Vidovic). Esse acolhimento doméstico serve para contrabalancear os episódios difíceis na escola, a despeito de todo o cuidado que a direção e a docência têm com sua integração.

Stephen Chbosky costura as diversas facetas narrativas com habilidade. Saindo ligeiramente do habitual, Extraordinário tenta expandir a mirada aos personagens periféricos, às testemunhas da trajetória de Auggie. Isso ocorre de maneira explícita, com a divisão do filme, literalmente, em capítulos, estes nominados de acordo com o coadjuvante ocasionalmente promovido ao centroA), com direito a narração em off. (...) O intuito por trás desse fracionamento é mostrar um pouco das dificuldades de cada um. Ainda que rapidamente o foco sempre volte ao menino com problemas de adaptação social, esses respiros são bem-vindos para alargar a nossa compreensão acerca de um painel mais amplo. O percurso construído é singelo e terno.

Extraordinário não se propõe a fazer uma investigação profunda das questões concernentes à história de Auggie. Todavia, Stephen Chbosky garante, ao menos, a prevalência dos olhares afetuosos. A dinâmica entre as pessoas em cena, com quem estabelecemos rapidamente empatia, funciona adequadamente dentro da proposta adotadaC). Em tempos intolerantes como o nosso, é auspicioso assistir a uma realização que, não obstante a restrição por conta do molde pré-definido, neste caso o livro, consegue mirar em um público amplo, sem esquecer-se de propagar ideias de tolerância, afrontando, por exemplo, a conduta reprovável dos bullys.

MÜLLER, M. Crítica. Disponível em:

https://www.papodecinema.com.br/filmes/extraordinario/.

Acesso em: 24 de outubro de 2019.

O aposto é um termo utilizado no texto para explicar algo que aparece anteriormente e vem separado por vírgulas. Com base nessa informação, assinale a opção em que a expressão destacada NÃO é um aposto.

 

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1240087 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Baseado no best-seller homônimo de R.J. Palacio, Extraordinário intima às lágrimas. Dito assim, pode parecer que o filme dirigido por Stephen Chbosky é um drama apelativo. Não deixa de ser (...), pois estamos falando da história de um menino que sofre da Síndrome de Treacher Collins, responsável por causar deformação facial. É naturalmente tocante a sua jornada inicial, e aparentemente simples, de sair de casa para o primeiro dia de aula, quando instado a tirar o capacete de astronauta que o esconde. Auggie (Jacob Tremblay) desenvolveu uma série de técnicas para não se embaraçar com o espanto alheio, sendo a mais eficiente delas olhar para baixo e ler as pessoas a partir dos seus calçados.

Mesmo dentro de uma estrutura bastante estanque, os relacionamentos são encarados com candura em Extraordinário, a começar pela estrutura familiar. Auggie é educado e amparado sempre de perto pela mãe, Isabel (Julia Roberts), encontra momentos de leveza ao lado do paizão, Nate (Owen Wilson), e tem o total apoio da irmã mais velha, Via (Izabela Vidovic). Esse acolhimento doméstico serve para contrabalancear os episódios difíceis na escola, a despeito de todo o cuidado que a direção e a docência têm com sua integração.

Stephen Chbosky costura as diversas facetas narrativas com habilidade. Saindo ligeiramente do habitual, Extraordinário tenta expandir a mirada aos personagens periféricos, às testemunhas da trajetória de Auggie. Isso ocorre de maneira explícita, com a divisão do filme, literalmente, em capítulos, estes nominados de acordo com o coadjuvante ocasionalmente promovido ao centro, com direito a narração em off. (...) O intuito por trás desse fracionamento é mostrar um pouco das dificuldades de cada um. Ainda que rapidamente o foco sempre volte ao menino com problemas de adaptação social, esses respiros são bem-vindos para alargar a nossa compreensão acerca de um painel mais amplo. O percurso construído é singelo e terno.

Extraordinário não se propõe a fazer uma investigação profunda das questões concernentes à história de Auggie. Todavia, Stephen Chbosky garante, ao menos, a prevalência dos olhares afetuosos. A dinâmica entre as pessoas em cena, com quem estabelecemos rapidamente empatia, funciona adequadamente dentro da proposta adotada. Em tempos intolerantes como o nosso, é auspicioso assistir a uma realização que, não obstante a restrição por conta do molde pré-definido, neste caso o livro, consegue mirar em um público amplo, sem esquecer-se de propagar ideias de tolerância, afrontando, por exemplo, a conduta reprovável dos bullys.

MÜLLER, M. Crítica. Disponível em:

https://www.papodecinema.com.br/filmes/extraordinario/.

Acesso em: 24 de outubro de 2019.

A sequência textual que predomina no texto 1 é

 

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1240086 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Baseado no best-seller homônimo de R.J. Palacio, Extraordinário intima às lágrimas. Dito assim, pode parecer que o filme dirigido por Stephen Chbosky é um drama apelativo. Não deixa de ser (...), pois estamos falando da história de um menino que sofre da Síndrome de Treacher Collins, responsável por causar deformação facial. É naturalmente tocante a sua jornada inicial, e aparentemente simples, de sair de casa para o primeiro dia de aula, quando instado a tirar o capacete de astronauta que o esconde. Auggie (Jacob Tremblay) desenvolveu uma série de técnicas para não se embaraçar com o espanto alheio, sendo a mais eficiente delas olhar para baixo e ler as pessoas a partir dos seus calçados.

Mesmo dentro de uma estrutura bastante estanque, os relacionamentos são encarados com candura em Extraordinário, a começar pela estrutura familiar. Auggie é educado e amparado sempre de perto pela mãe, Isabel (Julia Roberts), encontra momentos de leveza ao lado do paizão, Nate (Owen Wilson), e tem o total apoio da irmã mais velha, Via (Izabela Vidovic). Esse acolhimento doméstico serve para contrabalancear os episódios difíceis na escola, a despeito de todo o cuidado que a direção e a docência têm com sua integração.

Stephen Chbosky costura as diversas facetas narrativas com habilidade. Saindo ligeiramente do habitual, Extraordinário tenta expandir a mirada aos personagens periféricos, às testemunhas da trajetória de Auggie. Isso ocorre de maneira explícita, com a divisão do filme, literalmente, em capítulos, estes nominados de acordo com o coadjuvante ocasionalmente promovido ao centro, com direito a narração em off. (...) O intuito por trás desse fracionamento é mostrar um pouco das dificuldades de cada um. Ainda que rapidamente o foco sempre volte ao menino com problemas de adaptação social, esses respiros são bem-vindos para alargar a nossa compreensão acerca de um painel mais amplo. O percurso construído é singelo e terno.

Extraordinário não se propõe a fazer uma investigação profunda das questões concernentes à história de Auggie. Todavia, Stephen Chbosky garante, ao menos, a prevalência dos olhares afetuosos. A dinâmica entre as pessoas em cena, com quem estabelecemos rapidamente empatia, funciona adequadamente dentro da proposta adotada. Em tempos intolerantes como o nosso, é auspicioso assistir a uma realização que, não obstante a restrição por conta do molde pré-definido, neste caso o livro, consegue mirar em um público amplo, sem esquecer-se de propagar ideias de tolerância, afrontando, por exemplo, a conduta reprovável dos bullys.

MÜLLER, M. Crítica. Disponível em:

https://www.papodecinema.com.br/filmes/extraordinario/.

Acesso em: 24 de outubro de 2019.

O autor do texto 1 apresenta alguns fatos sobre o assunto abordado e expõe sua opinião. Considerando esse aspecto, assinale a opção que corresponde a um fato.

 

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1240085 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Baseado no best-seller homônimo de R.J. Palacio, Extraordinário intima às lágrimas. Dito assim, pode parecer que o filme dirigido por Stephen Chbosky é um drama apelativo. Não deixa de ser (...), pois estamos falando da história de um menino que sofre da Síndrome de Treacher Collins, responsável por causar deformação facial. É naturalmente tocante a sua jornada inicial, e aparentemente simples, de sair de casa para o primeiro dia de aula, quando instado a tirar o capacete de astronauta que o esconde. Auggie (Jacob Tremblay) desenvolveu uma série de técnicas para não se embaraçar com o espanto alheio, sendo a mais eficiente delas olhar para baixo e ler as pessoas a partir dos seus calçados.

Mesmo dentro de uma estrutura bastante estanque, os relacionamentos são encarados com candura em Extraordinário, a começar pela estrutura familiar. Auggie é educado e amparado sempre de perto pela mãe, Isabel (Julia Roberts), encontra momentos de leveza ao lado do paizão, Nate (Owen Wilson), e tem o total apoio da irmã mais velha, Via (Izabela Vidovic). Esse acolhimento doméstico serve para contrabalancear os episódios difíceis na escola, a despeito de todo o cuidado que a direção e a docência têm com sua integração.

Stephen Chbosky costura as diversas facetas narrativas com habilidade. Saindo ligeiramente do habitual, Extraordinário tenta expandir a mirada aos personagens periféricos, às testemunhas da trajetória de Auggie. Isso ocorre de maneira explícita, com a divisão do filme, literalmente, em capítulos, estes nominados de acordo com o coadjuvante ocasionalmente promovido ao centro, com direito a narração em off. (...) O intuito por trás desse fracionamento é mostrar um pouco das dificuldades de cada um. Ainda que rapidamente o foco sempre volte ao menino com problemas de adaptação social, esses respiros são bem-vindos para alargar a nossa compreensão acerca de um painel mais amplo. O percurso construído é singelo e terno.

Extraordinário não se propõe a fazer uma investigação profunda das questões concernentes à história de Auggie. Todavia, Stephen Chbosky garante, ao menos, a prevalência dos olhares afetuosos. A dinâmica entre as pessoas em cena, com quem estabelecemos rapidamente empatia, funciona adequadamente dentro da proposta adotada. Em tempos intolerantes como o nosso, é auspicioso assistir a uma realização que, não obstante a restrição por conta do molde pré-definido, neste caso o livro, consegue mirar em um público amplo, sem esquecer-se de propagar ideias de tolerância, afrontando, por exemplo, a conduta reprovável dos bullys.

MÜLLER, M. Crítica. Disponível em:

https://www.papodecinema.com.br/filmes/extraordinario/.

Acesso em: 24 de outubro de 2019.

Sabendo que o texto 1 foi publicado no site Papo de Cinema, espaço que traz informações diversas sobre filmes, séries, artistas etc., é correto afirmar que seu principal público-alvo é formado por

 

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1240084 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Baseado no best-seller homônimo de R.J. Palacio, Extraordinário intima às lágrimas. Dito assim, pode parecer que o filme dirigido por Stephen Chbosky é um drama apelativo. Não deixa de ser (...), pois estamos falando da história de um menino que sofre da Síndrome de Treacher Collins, responsável por causar deformação facial. É naturalmente tocante a sua jornada inicial, e aparentemente simples, de sair de casa para o primeiro dia de aula, quando instado a tirar o capacete de astronauta que o esconde. Auggie (Jacob Tremblay) desenvolveu uma série de técnicas para não se embaraçar com o espanto alheio, sendo a mais eficiente delas olhar para baixo e ler as pessoas a partir dos seus calçados.

Mesmo dentro de uma estrutura bastante estanque, os relacionamentos são encarados com candura em Extraordinário, a começar pela estrutura familiar. Auggie é educado e amparado sempre de perto pela mãe, Isabel (Julia Roberts), encontra momentos de leveza ao lado do paizão, Nate (Owen Wilson), e tem o total apoio da irmã mais velha, Via (Izabela Vidovic). Esse acolhimento doméstico serve para contrabalancear os episódios difíceis na escola, a despeito de todo o cuidado que a direção e a docência têm com sua integração.

Stephen Chbosky costura as diversas facetas narrativas com habilidade. Saindo ligeiramente do habitual, Extraordinário tenta expandir a mirada aos personagens periféricos, às testemunhas da trajetória de Auggie. Isso ocorre de maneira explícita, com a divisão do filme, literalmente, em capítulos, estes nominados de acordo com o coadjuvante ocasionalmente promovido ao centro, com direito a narração em off. (...) O intuito por trás desse fracionamento é mostrar um pouco das dificuldades de cada um. Ainda que rapidamente o foco sempre volte ao menino com problemas de adaptação social, esses respiros são bem-vindos para alargar a nossa compreensão acerca de um painel mais amplo. O percurso construído é singelo e terno.

Extraordinário não se propõe a fazer uma investigação profunda das questões concernentes à história de Auggie. Todavia, Stephen Chbosky garante, ao menos, a prevalência dos olhares afetuosos. A dinâmica entre as pessoas em cena, com quem estabelecemos rapidamente empatia, funciona adequadamente dentro da proposta adotada. Em tempos intolerantes como o nosso, é auspicioso assistir a uma realização que, não obstante a restrição por conta do molde pré-definido, neste caso o livro, consegue mirar em um público amplo, sem esquecer-se de propagar ideias de tolerância, afrontando, por exemplo, a conduta reprovável dos bullys.

MÜLLER, M. Crítica. Disponível em:

https://www.papodecinema.com.br/filmes/extraordinario/.

Acesso em: 24 de outubro de 2019.

Sobre o texto 1, assinale a afirmação FALSA.

 

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