Foram encontradas 80 questões.
- Lógica ProposicionalDiagramas Lógicos
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições Categóricas
- Operações com Conjuntos
A negação da proposição representada no diagrama é
-

Provas
Considerando as figuras a seguir, a figura que completa a sequência é 
Provas
- Lógica ProposicionalTabelas-verdadeConstrução
- Lógica ProposicionalTabelas-verdadeTabela-verdade: Disjunção Inclusiva
Considere a seguinte tabela-verdade.
-
P | Q | ~P | ~Q | ~(PᶺQ) |
-
Verifica-se que o número de condições verdadeiras é
Provas
- Lógica ProposicionalÁlgebra de Proposições
- Lógica ProposicionalContingência, Contradição e TautologiaContradição
- Lógica ProposicionalConectivos LógicosCondicional "se....então"
Considerando a sentença lógica “Se eu estudar muito então não terei dificuldade”, constata-se que uma sentença contrapositiva é
Provas
João é servidor da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e saiu de férias por 30 dias para acompanhar e dar suporte à sua esposa, que está no estágio final da gestação. No décimo dia de suas férias o filho de João nasceu, sendo tal fato devidamente comunicado ao setor de recursos humanos da UEG.
-
Considerando as disposições da Lei estadual n. 20.756/2020 e que o início da contagem do prazo da licençapaternidade se iniciou no dia seguinte ao nascimento de seu filho, João deverá voltar a exercer suas atividades normais na UEG após quantos dias, contados do nascimento de seu filho?
Provas
Nos termos da Lei de Autonomia da Universidade Estadual de Goiás (Lei estadual n.º 18.971/2015), no caso de participação de servidores em eventos, a UEG poderá:
Provas
O Código de Ética e Conduta Profissional do Servidor e da Alta Administração da administração pública direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo estadual (Decreto estadual n.º 9.837/2021):
Provas
Nos termos da Lei n.º 13.842/2001, que institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Pessoal do Magistério Público Superior da Fundação Universidade Estadual de Goiás, verifica-se o seguinte a respeito do afastamento dos docentes de ensino superior da UEG:
Provas
A Lei n.º 9.279, de 14 de maio de 1996, regula os direitos e as obrigações relativos à propriedade industrial. Dentre as disposições preliminares que tratam dos crimes contra a propriedade intelectual, especificamente contra marcas, constata-se que
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.
-
Escravidão e o mito da benevolência
-
01--Certa vez um etnologista disse que "o caminho do progresso é cheio de aventuras, rupturas e escândalos".
02--Devemos, assim, começar examinando o maior de todos os escândalos, aquele que ultrapassou qualquer
03--outro na história da humanidade: a escravização dos povos negro-africanos.
04--No Brasil, é a escravidão que define a qualidade, a extensão e a intensidade da relação física e espiritual
05--dos filhos de três continentes que aqui se encontraram, confrontando um ao outro no esforço épico de
06--edificar um novo país, com suas características próprias, tanto na composição étnica do seu povo quanto
07--na especificidade do seu espírito.
08--A chamada "descoberta" do Brasil pelos portugueses, em 1500, nos assinala o ponto de partida. A
09--exploração da nova terra se iniciou com o aparecimento da raça negra fertilizando o solo brasileiro com
10--suas lágrimas, seu sangue, seu suor e seu martírio na escravidão. Por volta de 1530, os africanos, trazidos
11--sob correntes, já aparecem exercendo seu papel de "força de trabalho". Em 1535, o comércio escravo para
12--o Brasil estava regularmente constituído e organizado e, rapidamente, aumentaria em proporções
13--enormes. Como primeira atividade significativa da colônia portuguesa, as plantações de cana-de-açúcar se
14--espalhavam pelas costas do nordeste, especialmente nos estados da Bahia e Pernambuco. Só a Bahia, lá
15--por 1587, tinha cerca de 47 engenhos de cana-de-açúcar, fato que bem ilustra a velocidade expansionista
16--da indústria açucareira desenvolvida com o uso da força muscular africana. Uma canção de trabalho
17--incluída no artigo de Zora Seljan, “A poesia negra popular no Brasil”, nos fornece o sentido do ritmo dos
18--engenhos de açúcar:
19----------Solo: Engenho novo está p'ra moer!
20----------Côro: Trabalhar até morrer!
21----------Ô trabalhar, ô trabalhar, olé! Trabalhar até morrer!
-------[...]
22--O papel do negro escravizado foi decisivo para o começo da história econômica de um país fundado, como
23--era o caso do Brasil, sob o signo do parasitismo imperialista. Sem o escravo, a estrutura econômica do
24--país jamais teria existido. O africano escravizado construiu as fundações da nova sociedade com a flexão e
25--a quebra da sua espinha dorsal, quando ao mesmo tempo seu trabalho significava a própria espinha dorsal
26--daquela colônia. Ele plantou, alimentou e colheu a riqueza material do país para o desfrute exclusivo da
27--aristocracia branca. Tanto nas plantações de cana-de-açúcar e café e na mineração, quanto nas cidades, o
28--africano incorporava as mãos e os pés das classes dirigentes que não se “autodegradavam” em ocupações
29--vis como aquelas do trabalho braçal. A nobilitante ocupação das classes dirigentes - os latifundiários, os
30--comerciantes, os sacerdotes católicos - consistia no exercício da indolência, no cultivo da ignorância, do
31--preconceito, e na prática da mais licenciosa luxúria.
32--Durante séculos, por mais incrível que pareça, esse duro e ignóbil sistema escravocrata desfrutou a fama,
33--sobretudo no estrangeiro, de ser uma instituição benigna, de caráter humano. Isso graças ao colonialismo
34--português que permanentemente adotou formas de comportamento muito específicas para disfarçar sua
35--fundamental violência e crueldade. A mentira e a dissimulação foram recursos utilizados nesse sentido. A
36--consciência do mundo guarda bem viva a lembrança do colonialista Portugal encobrindo sua natureza
37--racista e espoliadora através de estratagemas como: a) designação de "Províncias de Ultramar" para
38--Angola, Moçambique e Guiné-Bissau; b) as leis do chamado indigenato, proscrevendo, entre outras
39--indignidades, a assimilação das populações africanas à cultura e identidade portuguesas. Essa rabulice
40--colonizadora pretendia imprimir o selo de legalidade, benevolência e generosidade civilizadora à sua
41--atuação no território africano. Porém, todas essas e outras dissimulações oficiais não conseguiram encobrir
42--a realidade, que consistia no saque de terras e povos e na repressão e negação de suas culturas - ambos
43--sustentados e realizados, não pelo artifício jurídico, mas sim pela força militar imperialista.
-
NASCIMENTO, Abdias do. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. 3. ed. São Paulo: Perspectivas,
2016. p. 57-60. (Adaptado).
O trecho “o aparecimento da raça negra fertilizando o solo brasileiro com suas lágrimas, seu sangue, seu suor e seu martírio na escravidão” (linhas 9-10) é construído a partir do seguinte recurso estilístico:
Provas
Caderno Container