O estado de Goiás pode ser estudado a partir da utilização de várias regionalizações elaboradas por órgãos estaduais e
federais tais como a Secretaria de Planejamento do Estado de Goiás (Seplan) e o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Sobre as regionalizações elaboradas por esses órgãos e suas características, observa-se que
Pedro Ludovico Teixeira viu-se num beco sem saída. Em nível nacional, a Constituição de 1934 restaurava a união da Igreja
com o Estado, dando início à neocristandade. Em Goiás, os coronéis e as oligarquias em geral eram todas católicas, deles
dependiam para a manutenção do seu poder. Não teve, assim, outra alternativa que não ceder às pretensões da Igreja. VAZ. Ronaldo Ferreira. Da separação Igreja-Estado em Goiás à nova cristandade. (1891-1955). Dissertação (mestrado em História). Goiânia: Universidade
Federal de Goiás, 1997, p. 266. Sobre a construção de Goiânia e a transferência da capital de Goiás no contexto das relações entre Igreja e Estado, verificase que
Texto 1 Não se pode, portanto, continuar reduzindo a participação do escravo negro de Goiás a de um mero “figurante mudo”, ou
“agente passivo” e romântico do processo histórico. […] Sua revolta e inconformismo ao sistema escravista imposto no Goiás
Colônia são preocupações contínuas, às vezes lentas, mas permanentes, iniciadas no primeiro sentimento libertário, ou
“estágio” de fuga, até sua abrangência coletiva nos quilombos […].
SILVA, Martiniano José da. Quilombos no Brasil Central: séculos XVIII e XIX (1725-1888). Introdução ao estudo da escravidão. Dissertação (mestrado em
História). Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 1998. p. 384. Texto 2 Apesar de meios coercitivos, o trabalho [em Goiás] é feito com a genuína preguiça brasileira. Assim, por exemplo, durante um
dia, da mina de 10 braças de profundidade, por uma trilha suave de ascensão, um negro conduz pedras de 10 a 15 libras,
numa gamela de madeira sobre a cabeça, no máximo quatro vezes. [...] Quando chove, não se trabalha absolutamente. Pohl, Johann E. Viagem ao interior do Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1951. p. 354. Sobre o processo de escravização negra em Goiás entre os séculos XVIII e XIX, verifica-se que
No final do século XIX basicamente três grupos ideológicos dominavam o cenário político goiano: os liberais, ligados aos
Bulhões; os conservadores, ligados às oligarquias Fleury e Jardim, dominantes em Goiás durante a monarquia; e os
republicanos, liderados pelo jovem intelectual Joaquim Xavier Guimarães Natal, ligado por casamento aos Bulhões.
GOMES, Vanessa Carnielo Ramos. Dom Emanuel Gomes de Oliveira e a Educação em Goiás (1923-1947). Tese (doutorado em Educação).
Uberlândia: Faculdade de Educação da UFU, 2019, p. 92. Sobre o cenário e a história política de Goiás na Primeira República (1889-1930), verifica-se que
A modernização da economia goiana, ocorrida especialmente a partir dos anos de 1970, levou a importantes transformações
espaciais no estado de Goiás, dentre elas:
PESSOA, Fernando. Navegar é preciso. Seleção de textos e comentários Rafael Arrais. Disponível em:www.textosparareflexao.blogspot.com . Acesso
em: 11 fev. 2025.
Na frase “Não conto gozar a minha vida” (linha 6), a expressão “a minha vida” desempenha a mesma função sintática que
PESSOA, Fernando. Navegar é preciso. Seleção de textos e comentários Rafael Arrais. Disponível em:www.textosparareflexao.blogspot.com . Acesso
em: 11 fev. 2025.
Os pronomes oblíquos que aparecem nas linhas 4 e 10 estabelecem uma relação referencial
PESSOA, Fernando. Navegar é preciso. Seleção de textos e comentários Rafael Arrais. Disponível em:www.textosparareflexao.blogspot.com . Acesso
em: 11 fev. 2025.
No poema apresentado, o eu poético propõe uma interpretação para a frase "Navegar é preciso; viver não é preciso", mas
essa não é a única possibilidade de interpretá-la. Isso ocorre porque a frase é
DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Tradução Leonor Scliar-Cabral. Porto Alegre:
Penso, 2012. p. 19-21 (Adaptado).
De acordo com o modelo de reciclagem neuronal e com relação à história da escrita, verifica-se que
DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Tradução Leonor Scliar-Cabral. Porto Alegre:
Penso, 2012. p. 19-21 (Adaptado).
Os modelos da plasticidade generalizada e do relativismo cultural (linhas 6-10) explicam a relação entre o funcionamento do
nosso cérebro e a diversidade das culturas a partir da seguinte hipótese: