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O Dicionário de Terminologia Arquivística define a “descrição” como o conjunto de procedimentos que leva em conta os elementos formais e o conteúdo dos documentos para elaboração de instrumentos de pesquisa. Julgue os itens a seguir:
I- A descrição de documentos eletrônicos começa na sua criação e se mantém presente durante a sua tramitação, com a adição de metadados ao documento, como por exemplo os metadados relativos às versões, acessos e alterações na redação.
II- A Norma Brasileira de Descrição Arquivística – NOBRADE – foi aprovada pelo CONARQ pela Resolução nº. 43, de 17 de fevereiro de 2009, em conformidade com a ISAD(G) e a ISAAR (CPF).
III- A norma internacional de descrição arquivística – ISAD-G (Conselho Internacional de Arquivos, 2000) e a norma brasileira de descrição arquivística – Nobrade (Conselho Nacional de Arquivos, 2006), definem como primeiro elemento de descrição o conjunto documental, representado pelo fundo, série ou subsérie.
IV- O Manual dos Arquivistas Holandeses recomenda iniciar a descrição documental a partir das unidades específicas do acervo.
V- O Conselho Internacional de Arquivos propôs um modelo atual para descrição de documentos de arquivo, o Records in Contexts, ou RiC, um padrão de descrição que se subdivide em duas partes: o RiC-CM e o RiC-O.
Estão CORRETOS apenas:
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A Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, também conhecida como Lei de Acesso à Informação, representou um marco para o direito à informação e busca pela transparência administrativa. Com base em seus dispositivos, analise os itens a seguir:
I- As informações ou documentos que tratam de condutas que violem direitos humanos praticadas por agentes públicos ou a mando de autoridades públicas poderão ser objeto de restrição de acesso.
II- A publicidade é vista como um preceito geral e o sigilo como exceção.
III- A negativa de acesso às informações objeto de pedido formulado aos órgãos e entidades públicas da administração direta e indireta, mesmo fundamentada, sujeita o responsável pela negativa a medidas disciplinares.
IV- A informação em poder dos órgãos e entidades públicas poderá ser classificada como ultrassecreta, secreta ou reservada, com prazos máximos de restrição de acesso vigorando a partir da data de sua produção, sendo 25 anos para informação ultrassecreta, 15 anos para secreta e 5 anos para reservada.
V- As informações pessoais, relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem terão seu acesso restrito, independentemente de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 (cem) anos a contar da sua data de produção, a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que elas se referirem.
Estão CORRETOS:
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- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Uma das principais funções do arquivo é tornar disponíveis as informações contidas nos documentos e processos e, assim, facilitar a tomada de decisões, comprovar direitos e garantir a transparência das ações administrativas. Para que tal finalidade seja alcançada, é preciso escolher o(s) método(s) de arquivamento mais adequado(s) àquela realidade. Sobre os métodos de arquivamento, julgue os itens a seguir, assinalando a alternativa INCORRETA:
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A política de gestão documental traz diversas consequências para a instituição que a adota. Assinale a alternativa CORRETA:
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O princípio do respeito aos fundos é considerado fundamental para a arquivologia e preconiza que os arquivos devem ser organizados por fundos de uma mesma fonte geradora, não devendo serem misturados aos arquivos provenientes de outras fontes. A autoria deste princípio é atribuída a:
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado “Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês 'tool' [...]" (linhas 19-20), o termo “Também”
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
Com relação ao enunciado “A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” (linhas 17-19), julgue as assertivas:
I- há um desvio da norma, com relação à concordância em “[...] uma formação de educadores que não contempla [...]".
II- “A construção de um olhar instrumental” é o agente da ação e funciona como sujeito composto.
III- “[...] gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” é um enunciado conclusivo que retoma a ideia do que foi dito anteriormente.
É CORRETO o que se afirma apenas em
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado "Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores [...]" (linha1), o termo "Quando"
( ) apresenta valor semântico de marco temporal.
( ) indica circunstância de tempo, marcado no contexto como passado pela flexão verbal "presenciei".
( ) enuncia uma circunstância de dúvida, por meio do sentido evocado.
Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é
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Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem
Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.
Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]
Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.
Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]
Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.
O texto apresenta como temática central
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Texto 02 - Por que os foguetes decolam na vertical?
Sair do chão apontando para o céu é o jeito mais eficaz de alcançar rapidamente as camadas mais altas da atmosfera - onde o ar rarefeito oferece menos resistência, o que economiza combustível (afinal, combustível pesa. Quanto mais vazio o tanque decolar, melhor).
Segundos após a decolagem, quando o foguete já ganhou uma altitude razoável, ele começa a se inclinar para o lado. O objetivo agora é ganhar velocidade horizontal, tangente à superfície do planeta. Essa velocidade é o mais importante: se a nave não estiver indo rápido o suficiente para o lado - a velocidade mínima são 7,8 km/s -, ela cai de volta mesmo que tenha subido um bocado. [...]
Fonte: VAIANO, Bruno. Revista Superintessante. Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por- que-osfoguetes- decolam-na-vertical/> Publicado em 15/jan/2021. Acesso em 20/fev/2021.
No enunciado "Segundos após a decolagem [...]" (linha 4), a expressão "segundos após" é um operador que
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