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Foram encontradas 540 questões.

1682157 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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A política de gestão documental traz diversas consequências para a instituição que a adota. Assinale a alternativa CORRETA:

 

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1682156 Ano: 2021
Disciplina: Arquivologia
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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O princípio do respeito aos fundos é considerado fundamental para a arquivologia e preconiza que os arquivos devem ser organizados por fundos de uma mesma fonte geradora, não devendo serem misturados aos arquivos provenientes de outras fontes. A autoria deste princípio é atribuída a:

 

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1682155 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

No enunciado “Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês 'tool' [...]" (linhas 19-20), o termo “Também”

 

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1682154 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

Com relação ao enunciado “A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” (linhas 17-19), julgue as assertivas:

I- há um desvio da norma, com relação à concordância em “[...] uma formação de educadores que não contempla [...]".

II- “A construção de um olhar instrumental” é o agente da ação e funciona como sujeito composto.

III- “[...] gera medo e desinformação com relação ao desconhecido” é um enunciado conclusivo que retoma a ideia do que foi dito anteriormente.

É CORRETO o que se afirma apenas em

 

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1682152 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

No enunciado "Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores [...]" (linha1), o termo "Quando"

( ) apresenta valor semântico de marco temporal.

( ) indica circunstância de tempo, marcado no contexto como passado pela flexão verbal "presenciei".

( ) enuncia uma circunstância de dúvida, por meio do sentido evocado.

Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é

 

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1682151 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 03 - Tecnologia digital não é ferramenta, mas linguagem

Quando jovem jornalista, presenciei a chegada da primeira rede de computadores às escolas estaduais de São Paulo, nos longínquos anos 90. Fui convidado a assistir a uma das primeiras aulas nas recém-instaladas salas de informática. Os alunos se perfilavam ante cada computador. Um por um sentavam-se ao lado da professora que os "ensinava" como ligar e desligar a máquina, via sistema operacional Windows. Assim que a desligavam, o jovem seguinte ocupava seu lugar na cadeira.

Há 25 anos essa cena não me sai da cabeça, pois se tratava de um dos momentos mais inanimados, mecânicos e repetitivos que presenciei em uma sala de aula, em oposição a um momento de vida dos mais inquietos e explosivos de um estudante: a adolescência. Qual descompasso abria essa fenda de melancolia e pessimismo quando eu presenciava aquilo que parecia encenado catastroficamente para satisfazer a uma manchete de jornal? [...]

Não é incomum educadores se referirem (e celebrarem, com certo desprezo) às tecnologias digitais como "ferramentas" ou "instrumentos" para se chegar a algo sim relevante: o conhecimento humano.

Também não faltam metodologias e linhas de pensamento que colocam a internet como um mundo a ser evitado; e quem superá-lo poderá evoluir. A construção de um olhar instrumental é oriunda de uma formação de educadores que não contempla com profundidade a questão; gera medo e desinformação com relação ao desconhecido. Também provém de uma tradução equivocada do termo inglês "tool" que, na verdade, transcende o sentido de ferramenta (como um martelo) e está mais ligado ao que podemos entender como o que nos possibilita transformar ou modificar (uma extensão de nossas possibilidades)". [...]

Fonte: SAYAD, Alexandre Le Voci. Revista Educação. Disponível em: <https://revistaeducacao.com.br/2021/02/09/tecnologia-digital-linguagem/ > Publicado em 09/fev/2021. Acesso em 20/fev/2021.

O texto apresenta como temática central

 

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1682150 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 02 - Por que os foguetes decolam na vertical?

Sair do chão apontando para o céu é o jeito mais eficaz de alcançar rapidamente as camadas mais altas da atmosfera - onde o ar rarefeito oferece menos resistência, o que economiza combustível (afinal, combustível pesa. Quanto mais vazio o tanque decolar, melhor).

Segundos após a decolagem, quando o foguete já ganhou uma altitude razoável, ele começa a se inclinar para o lado. O objetivo agora é ganhar velocidade horizontal, tangente à superfície do planeta. Essa velocidade é o mais importante: se a nave não estiver indo rápido o suficiente para o lado - a velocidade mínima são 7,8 km/s -, ela cai de volta mesmo que tenha subido um bocado. [...]

Fonte: VAIANO, Bruno. Revista Superintessante. Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por- que-osfoguetes- decolam-na-vertical/> Publicado em 15/jan/2021. Acesso em 20/fev/2021.

No enunciado "Segundos após a decolagem [...]" (linha 4), a expressão "segundos após" é um operador que

 

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1682149 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 02 - Por que os foguetes decolam na vertical?

Sair do chão apontando para o céu é o jeito mais eficaz de alcançar rapidamente as camadas mais altas da atmosfera - onde o ar rarefeito oferece menos resistência, o que economiza combustível (afinal, combustível pesa. Quanto mais vazio o tanque decolar, melhor).

Segundos após a decolagem, quando o foguete já ganhou uma altitude razoável, ele começa a se inclinar para o lado. O objetivo agora é ganhar velocidade horizontal, tangente à superfície do planeta. Essa velocidade é o mais importante: se a nave não estiver indo rápido o suficiente para o lado - a velocidade mínima são 7,8 km/s -, ela cai de volta mesmo que tenha subido um bocado. [...]

Fonte: VAIANO, Bruno. Revista Superintessante. Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por- que-osfoguetes- decolam-na-vertical/> Publicado em 15/jan/2021. Acesso em 20/fev/2021.

Em relação ao desenvolvimento do texto é CORRETO afirmar que o nível de linguagem predominante é

 

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1682148 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 02 - Por que os foguetes decolam na vertical?

Sair do chão apontando para o céu é o jeito mais eficaz de alcançar rapidamente as camadas mais altas da atmosfera - onde o ar rarefeito oferece menos resistência, o que economiza combustível (afinal, combustível pesa. Quanto mais vazio o tanque decolar, melhor).

Segundos após a decolagem, quando o foguete já ganhou uma altitude razoável, ele começa a se inclinar para o lado. O objetivo agora é ganhar velocidade horizontal, tangente à superfície do planeta. Essa velocidade é o mais importante: se a nave não estiver indo rápido o suficiente para o lado - a velocidade mínima são 7,8 km/s -, ela cai de volta mesmo que tenha subido um bocado. [...]

Fonte: VAIANO, Bruno. Revista Superintessante. Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/oraculo/por- que-osfoguetes- decolam-na-vertical/> Publicado em 15/jan/2021. Acesso em 20/fev/2021.

Em relação ao texto, é CORRETO afirmar que

I- o título é o ponto de partida que dá sustentação à progressão discursiva.

II- evidencia argumento que atende ao questionamento do título.

III- apresenta a função referencial como predominante em sua tessitura.

É CORRETO o que se afirma em

 

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1682147 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Texto 01 - Tétis e Aquiles

Tétis era a grande deusa do mar e dominava tudo o que se movia em suas profundezas. Mas chegou o momento de ela se casar e Zeus, o rei dos deuses, tinha ouvido uma profecia prevendo que, se Tétis desposasse um deus, teria um filho maior do que o próprio Zeus. Preocupado com a possibilidade de perder sua posição, Zeus casou a deusa do mar com um mortal chamado Peleu. Esse casamento misto não foi mal, e os dois se acomodaram com relativa harmonia – embora Peleu às vezes se ressentisse dos poderes sobrenaturais da mulher e, vez por outra, Tétis julgasse haver-se casado com um homem abaixo de sua posição.

Com o tempo, Tétis teve um filho, a quem deu o nome de Aquiles. Como o pai dele era mortal, Aquiles era um menino mortal, que teria seu tempo na terra ditado pelas Parcas, como todos os seres mortais. Mas Tétis não estava satisfeita com essa perspectiva; sendo imortal, não queria permanecer eternamente jovem vendo seu filho envelhecer e morrer. Assim, em segredo, levou o recém-nascido até Estige, em cujas águas residia o dom da imortalidade. Segurou o menino por um dos calcanhares e o mergulhou na água, acreditando que com isso tinha tornadoo imortal. Mas o calcanhar pelo qual ela o segurou não foi tocado pelas águas do Estige, e Aquiles ficou vulnerável nesse ponto.

Ao chegar à idade adulta e combater na Guerra de Tróia, Aquiles foi mortalmente ferido ao ser atingido por uma flecha no calcanhar. Embora ele tenha conquistado grande glória e viesse a ser lembrado para sempre, Tétis não conseguiu enganar as Parcas nem transformar o que era humano na matéria de que são feitos os deuses.

Fonte: GREENE, Liz e SHARMAN-BURKE, Juliet. Uma Viagem através dos Mitos. Rio de Janeiro: Zahar Editora, 2001, p.12.

Em relação ao enunciado “Assim, em segredo, levou o recém-nascido até o rio Estige, em cujas águas residia o dom da imortalidade” (linhas 11-12), é CORRETO afirmar que

( ) o termo coesivo “Assim” introduz uma sequência enunciativa que explicita o que foi dito anteriormente.

( ) “em segredo” tem valor modal, podendo ser substituído por “secretamente”, sem prejuízo no sentido do enunciado.

( ) há um desvio de concordância nominal em relação à expressão “em cujas águas”.

Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é

 

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