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O ChatGPT é uma ferramenta de processamento de linguagem natural impulsionada pela tecnologia AI que permite que você tenha conversas semelhantes às humanas e muito mais com um chatbot. O modelo de linguagem pode responder a perguntas e ajudá-lo com tarefas como redação de e-mails, ensaios e código.Atualmente, o uso é aberto ao público gratuitamente porque o ChatGPT está em fase de pesquisa e coleta de feedback. A partir de 1º de fevereiro, também há uma versão de assinatura paga chamada ChatGPT Plus.
Certamente causou um grande impacto. “ChatGPTé assustadoramente bom. Não estamos longe de uma IA perigosamente forte”, disse Elon Musk, que foi um dos fundadores da OpenAI antes de sair. Sam Altman, chefe da OpenAI, disse no Twitter que o ChatGPT teve mais de 1 milhão de usuários nos primeiros cinco dias após o lançamento. Altman disse a Musk que o custo médio de cada resposta foi em “centavos de um dígito”, mas admitiu que precisará monetizá-lo eventualmente por causa de seus custos de computação “de dar água na boca”.
De acordo com a análise do banco suíço UBS, o ChatGPT é o aplicativo de crescimento mais rápido de todos os tempos. Em janeiro, apenas dois meses após seu lançamento, a análise do UBS estima que o ChatGPT tinha 100 milhões de usuários ativos. Para comparação, levou nove meses para oTikTok chegar a 100 milhões.
O ChatGPT é um modelo de linguagem criado com o objetivo de manter uma conversa com o usuário final. Um mecanismo de pesquisa indexa páginas da Web na Internet para ajudar o usuário a encontrar as informações solicitadas. O ChatGPT não tem a capacidade de pesquisar informações na Internet. Ele usa as informações que aprendeu com os dados de treinamento para gerar uma resposta, o que deixa espaço para erros.
Apesar de parecer muito impressionante, o ChatGPT ainda tem limitações. Essas limitações incluem a incapacidade de responder a perguntas formuladas de uma maneira específica, pois é necessário reformular a redação para entender a pergunta de entrada. Uma limitação maior é a falta de qualidade nas respostas que oferece – que às vezes podem soar plausíveis, mas não fazem sentido prático ou podem ser excessivamente prolixas.
Em vez de pedir esclarecimentos sobre questões ambíguas, o modelo apenas adivinha o que sua pergunta significa, o que pode levar a respostas não intencionais às perguntas. Isso já levou o site de perguntas e respostas do desenvolvedor StackOverflow a proibir, pelo menos temporariamente, as respostas geradas pelo ChatGPT às perguntas.
“O principal problema é que, embora as respostas que o ChatGPT produz tenham uma alta taxa de incorretas, elas geralmente parecem boas e as respostas são muito fáceis de produzir”, dizem os moderadores do Stack Overflow em um post . Os críticos argumentam que essas ferramentas são muito boas em colocar as palavras em uma ordem que faça sentido do ponto de vista estatístico, mas não conseguem entender o significado ou saber se as afirmações feitas estão corretas. Outra grande limitação é que os dados do ChatGPT são limitados a 2021. O chatbot não tem conhecimento de eventos ou notícias que ocorreram desde então. Portanto, alguns prompts que você perguntar não renderão resultados, como “Quem ganhou a Copa do Mundo em 2022?”
As pessoas estão expressando preocupação com os chatbots de IA substituindo ou atrofiando a inteligência humana. Por exemplo, o chatbot pode escrever um artigo sobre qualquer tópico com eficiência (embora não necessariamente com precisão) em segundos, eliminando potencialmente a necessidade de um redator humano. O chatbot também pode escrever uma redação completa em segundos, tornando mais fácil para os alunos trapacear ou evitar aprender a escrever corretamente. Isso levou alguns distritos escolares a bloquear o acesso a ele.
Outra preocupação com o chatbot de IA é a possível disseminação de desinformação. Como o bot não está conectado à Internet, ele pode cometer erros nas informações que compartilha. O próprio bot diz: “Minhas respostas não devem ser tomadas como fatos e sempre incentivo as pessoas a verificarem todas as informações que receberem de mim ou de qualquer outra fonte”.O próprio OpenAI também observa que o ChatGPTàs vezes escreve “respostas que parecem plausíveis, mas incorretas ou sem sentido”.
(Disponível em: <https://expertdigital.net/o-que-e-chatgpt-e-por-que-isso-importa-aqui-esta-tudo-o-que-voce-precisa-saber/#Quem_criou_o_ChatGPT>. Data da consulta: 25/03/2023.
Da leitura que se depreende dos argumentos de autoridade, no texto, se infere que as informações do chatGPT são:
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O ChatGPT é uma ferramenta de processamento de linguagem natural impulsionada pela tecnologia AI que permite que você tenha conversas semelhantes às humanas e muito mais com um chatbot. O modelo de linguagem pode responder a perguntas e ajudá-lo com tarefas como redação de e-mails, ensaios e código.Atualmente, o uso é aberto ao público gratuitamente porque o ChatGPT está em fase de pesquisa e coleta de feedback. A partir de 1º de fevereiro, também há uma versão de assinatura paga chamada ChatGPT Plus.
Certamente causou um grande impacto. “ChatGPTé assustadoramente bom. Não estamos longe de uma IA perigosamente forte”, disse Elon Musk, que foi um dos fundadores da OpenAI antes de sair. Sam Altman, chefe da OpenAI, disse no Twitter que o ChatGPT teve mais de 1 milhão de usuários nos primeiros cinco dias após o lançamento. Altman disse a Musk que o custo médio de cada resposta foi em “centavos de um dígito”, mas admitiu que precisará monetizá-lo eventualmente por causa de seus custos de computação “de dar água na boca”.
De acordo com a análise do banco suíço UBS, o ChatGPT é o aplicativo de crescimento mais rápido de todos os tempos. Em janeiro, apenas dois meses após seu lançamento, a análise do UBS estima que o ChatGPT tinha 100 milhões de usuários ativos. Para comparação, levou nove meses para oTikTok chegar a 100 milhões.
O ChatGPT é um modelo de linguagem criado com o objetivo de manter uma conversa com o usuário final. Um mecanismo de pesquisa indexa páginas da Web na Internet para ajudar o usuário a encontrar as informações solicitadas. O ChatGPT não tem a capacidade de pesquisar informações na Internet. Ele usa as informações que aprendeu com os dados de treinamento para gerar uma resposta, o que deixa espaço para erros.
Apesar de parecer muito impressionante, o ChatGPT ainda tem limitações. Essas limitações incluem a incapacidade de responder a perguntas formuladas de uma maneira específica, pois é necessário reformular a redação para entender a pergunta de entrada. Uma limitação maior é a falta de qualidade nas respostas que oferece – que às vezes podem soar plausíveis, mas não fazem sentido prático ou podem ser excessivamente prolixas.
Em vez de pedir esclarecimentos sobre questões ambíguas, o modelo apenas adivinha o que sua pergunta significa, o que pode levar a respostas não intencionais às perguntas. Isso já levou o site de perguntas e respostas do desenvolvedor StackOverflow a proibir, pelo menos temporariamente, as respostas geradas pelo ChatGPT às perguntas.
“O principal problema é que, embora as respostas que o ChatGPT produz tenham uma alta taxa de incorretas, elas geralmente parecem boas e as respostas são muito fáceis de produzir”, dizem os moderadores do Stack Overflow em um post . Os críticos argumentam que essas ferramentas são muito boas em colocar as palavras em uma ordem que faça sentido do ponto de vista estatístico, mas não conseguem entender o significado ou saber se as afirmações feitas estão corretas. Outra grande limitação é que os dados do ChatGPT são limitados a 2021. O chatbot não tem conhecimento de eventos ou notícias que ocorreram desde então. Portanto, alguns prompts que você perguntar não renderão resultados, como “Quem ganhou a Copa do Mundo em 2022?”
As pessoas estão expressando preocupação com os chatbots de IA substituindo ou atrofiando a inteligência humana. Por exemplo, o chatbot pode escrever um artigo sobre qualquer tópico com eficiência (embora não necessariamente com precisão) em segundos, eliminando potencialmente a necessidade de um redator humano. O chatbot também pode escrever uma redação completa em segundos, tornando mais fácil para os alunos trapacear ou evitar aprender a escrever corretamente. Isso levou alguns distritos escolares a bloquear o acesso a ele.
Outra preocupação com o chatbot de IA é a possível disseminação de desinformação. Como o bot não está conectado à Internet, ele pode cometer erros nas informações que compartilha. O próprio bot diz: “Minhas respostas não devem ser tomadas como fatos e sempre incentivo as pessoas a verificarem todas as informações que receberem de mim ou de qualquer outra fonte”.O próprio OpenAI também observa que o ChatGPTàs vezes escreve “respostas que parecem plausíveis, mas incorretas ou sem sentido”.
(Disponível em: <https://expertdigital.net/o-que-e-chatgpt-e-por-que-isso-importa-aqui-esta-tudo-o-que-voce-precisa-saber/#Quem_criou_o_ChatGPT>. Data da consulta: 25/03/2023.
Atente à fala de Elon Musk, umdos fundadores da OpenAI, e, em seguida, avalie as afirmações abaixo.
“O ChatGPT é assustadoramente bom. Não estamos longe de uma IA perigosamente forte”. No seu discurso, depreende-se a sensação de que o aplicativo poderia trazer:
I- Risco e ameaça imprevisíveis ao futuro da escrita humana, isto é, aquela feita genuinamente.
II- Temor inteiramente justificado, mas que pode ser controlado.
III- Risco iminente da possibilidade de cometimento de crimes cibernéticos os mais diversificados.
IV- Incerteza quanto ao futuro da escrita, feita genuinamente por pessoas.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Templo (Chico César)
Se você olha pra mim
Se me dá atenção
Eu me derreto suave
Neve no vulcão
Se você toca em mim
Alaúde emoção
Eu me desmancho suave
Nuvem no avião
Himalaia himeneu
Esse homem nu sou eu
Olhos de contemplação
Inca maia pigmeu
Minha tribo me perdeu
Quando entrei no templo
da paixão
Julgue as afirmações abaixo acerca do poema acima e responda o que se pede.
I- O sentimento do eu-poético frente ao ser amado aponta para uma crescente progressiva de sensações, marcada por uma intensa relação de causa e consequência, fato percebido nas duas estrofes iniciais.
II- Os verbos olhar e tocar, neste contexto de uso, geram efeitos semânticos distintos, respectivamente, através das ações de desmanchar e derreter, verbos estes que – não obstante se apresentarem em contextos isolados como sinônimos – no uso do poema assumem efeitos de sentido distintos.
III- O sentimento experienciado pelo eu-poético, nas duas estrofes finais, pode ser resumido a descritores como solidão, isolamento, perda dos laços familiares, dentre outras sensações próximas.
IV- A partícula SE nas estrofes iniciais, do ponto de vista sintático, inicia enunciados que assumem circunstâncias adverbiais conformativas.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Atente às imagens abaixo para responder à questão.

Sobre as transgressões gramaticais de diferentes naturezas, presentes nas imagens acima, julgue as assertivas que seguem e responda ao que se pede.
I- Não promovem relevantes prejuízos nos efeitos de sentido finais, já que podem exercer a sua função comunicativa de maneira plena, levando-seemconta, por exemplo, a dinâmica de interação social da comunidade na qual tais gêneros estão inseridos.
II- Indistintamente devem ser combatidas em nome da beleza e do purismo gramatical, essencial à dinâmica de funcionamento dos fatos da língua, intimamente antenados aos fenômenos sociais, principalmente quando expostos publicamente e em bairros de estrato social menos privilegiados, constituídos por pessoas com menores níveis de letramento.
III- Da primeira imagememanálise, infere-se como pressuposto, implicitamente,um certo apelo aos interlocutores.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Texto III
Quadrilha (Carlos Drummond deAndrade)
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
Texto IV

Disponível em: < https://www.google.com/search?q=imagem+de+quadrilha+junina&tbm=isch&ved=2ahUKEwie2Jf36JD-AhWqq5UCHSKcDL4Q2- cCegQIABAA#imgrc=PvfL2iSIthhmvM&imgd>. Data da consulta: 20/03/2023.
Oenunciado sublinhado em“Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes/ que não tinha entrado na história” classifica-se sintaticamente como:
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Texto III
Quadrilha (Carlos Drummond deAndrade)
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
Texto IV

Disponível em: < https://www.google.com/search?q=imagem+de+quadrilha+junina&tbm=isch&ved=2ahUKEwie2Jf36JD-AhWqq5UCHSKcDL4Q2- cCegQIABAA#imgrc=PvfL2iSIthhmvM&imgd>. Data da consulta: 20/03/2023.
Sobre os textos, pode-se afirmar:
I- Embora pertençam a gêneros textuais/discursivos absolutamente distintos, apresentam, do ponto de vista semântico-discursivo, alguma identidade que os aproxima.
II- A semelhança entre o título do poema e o gênero quadrilha nordestina, no contexto, é absolutamente descabida e não aponta para quaisquer identidades semânticas, nem quaisquer efeitos de sentido geradores.
III- Na tessitura sintática do poema em análise, não se vislumbra nenhum marcador coesivo de natureza sequencial; apenas de natureza coesivo-referencial.
Está CORRETO o que se afirma apenas em
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Texto I
O Estado, compreendido como 'Estado Ético', (...) ganha, em face da mencionada crise atual de legitimidade do Estado, uma importância cada vez maior. Nesse sentido, acreditamos que uma reflexão sobre o modelo hegeliano de Estado, em seu conceito, se apresenta como alternativa possível, no sentido em que o filósofo compreende o 'Estado Ético' como aquele que se efetiva no e através do povo, considerando que tal Estado é uma expressão autêntica dos hábitos e costumes do espírito do povo, do ethos que evolui para a forma da lei, conduzindo o indivíduo ao reconhecimento de si próprio na instituição estatal, que é na sua forma imediata, a constituição ou direito estatal interno. De modo que ao reconhecer-se na lei, que representa o universal, o sujeito ético se dá efetividade pelo exercício de seus direitos e deveres, ouemoutras palavras, pelo exercício da cidadania.
Essa oportunidade de efetivação do assim chamado Estado Ético, que distinguiremos do Estado de Direito característico da modernidade, torna-se necessária a uma realidade social extremamente carente de reconhecimento de si mesma na figura do Estado, enquanto o todo que “suprassume” as partes, mas sem substitui-las, ou seja, levando o Estado à efetividade através da ação cidadã, como única possibilidade de realização do sujeito em e para si, na medida em que retira do próprio ethos do povo suas leis. Desta forma, Hegel nos afirma que
o Estado é a realidade efetiva da ideia ética – o Espírito ético enquanto vontade substancial, revelada,
clara a si mesma - que se pensa e se sabe, que executa o que sabe e na medida em que o sabe. Tem a sua
existência imediata nos costumes, sua existência mediata na consciência de si, no saber e na atividade do
indivíduo, do mesmo modo que, por sua convicção, o indivíduo possui sua liberdade substancial nele que
é sua essência, seu fime o produto de sua atividade. (HEGEL, 2010, § 257, p. 229.Ap. SISNANDO, 2015, p. 12).
(Disponível em: < https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/9580/2/arquivototal.pdf>. Data da consulta: 20/03/2023.Adaptado).
Texto II

Disponível em:
<https://www.google.com/search?q=charge+sobre+a+revolu%C3%A7%C3%A3o+industrial&rlz=1C1GCEA_enBR1042BR1042&oq=charge+sobre+&aqs=chro me.2.69i57j69i64j69i59j35i39i650j0i512l4.10727j0j4&sourceid=chro
me&ie=UTF-8&bshm=nce/1#imgrc=l-bVsBPtbFM86M>Dasta da consulta: 20/03/2023.
Em “... mas sem substitui-las, ou seja, levando o Estado à efetividade através da ação cidadã”, as partes sublinhadas, na sequência, exercem as funções sintáticas de
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Texto I
O Estado, compreendido como 'Estado Ético', (...) ganha, em face da mencionada crise atual de legitimidade do Estado, uma importância cada vez maior. Nesse sentido, acreditamos que uma reflexão sobre o modelo hegeliano de Estado, em seu conceito, se apresenta como alternativa possível, no sentido em que o filósofo compreende o 'Estado Ético' como aquele que se efetiva no e através do povo, considerando que tal Estado é uma expressão autêntica dos hábitos e costumes do espírito do povo, do ethos que evolui para a forma da lei, conduzindo o indivíduo ao reconhecimento de si próprio na instituição estatal, que é na sua forma imediata, a constituição ou direito estatal interno. De modo que ao reconhecer-se na lei, que representa o universal, o sujeito ético se dá efetividade pelo exercício de seus direitos e deveres, ouemoutras palavras, pelo exercício da cidadania.
Essa oportunidade de efetivação do assim chamado Estado Ético, que distinguiremos do Estado de Direito característico da modernidade, torna-se necessária a uma realidade social extremamente carente de reconhecimento de si mesma na figura do Estado, enquanto o todo que “suprassume” as partes, mas sem substitui-las, ou seja, levando o Estado à efetividade através da ação cidadã, como única possibilidade de realização do sujeito em e para si, na medida em que retira do próprio ethos do povo suas leis. Desta forma, Hegel nos afirma que
o Estado é a realidade efetiva da ideia ética – o Espírito ético enquanto vontade substancial, revelada,
clara a si mesma - que se pensa e se sabe, que executa o que sabe e na medida em que o sabe. Tem a sua
existência imediata nos costumes, sua existência mediata na consciência de si, no saber e na atividade do
indivíduo, do mesmo modo que, por sua convicção, o indivíduo possui sua liberdade substancial nele que
é sua essência, seu fime o produto de sua atividade. (HEGEL, 2010, § 257, p. 229.Ap. SISNANDO, 2015, p. 12).
(Disponível em: < https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/9580/2/arquivototal.pdf>. Data da consulta: 20/03/2023.Adaptado).
Texto II

Disponível em:
<https://www.google.com/search?q=charge+sobre+a+revolu%C3%A7%C3%A3o+industrial&rlz=1C1GCEA_enBR1042BR1042&oq=charge+sobre+&aqs=chro me.2.69i57j69i64j69i59j35i39i650j0i512l4.10727j0j4&sourceid=chro
me&ie=UTF-8&bshm=nce/1#imgrc=l-bVsBPtbFM86M>Dasta da consulta: 20/03/2023.
Atente aos enunciados abaixo, todos retirados do texto I, e responda o que se pede.
I. “Nesse sentido, acreditamos que uma reflexão sobre o modelo hegeliano de Estado, em seu conceito, se apresenta como alternativa possível”
II. “... o filósofo compreende o 'Estad oÉtico' como aquele que se efetiva no e através do povo.
III. “Demodo que ao reconhecer-se na lei, que representa o universal...”.
IV. “... talEstado é uma expressão autêntica dos hábitos e costumes do espírito do povo, do ethos que evolui para a forma da lei”.
A análise sintática das partes sublinhadas nos enunciados acima, retirados do texto I, nos aponta queem
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Texto I
O Estado, compreendido como 'Estado Ético', (...) ganha, em face da mencionada crise atual de legitimidade do Estado, uma importância cada vez maior. Nesse sentido, acreditamos que uma reflexão sobre o modelo hegeliano de Estado, em seu conceito, se apresenta como alternativa possível, no sentido em que o filósofo compreende o 'Estado Ético' como aquele que se efetiva no e através do povo, considerando que tal Estado é uma expressão autêntica dos hábitos e costumes do espírito do povo, do ethos que evolui para a forma da lei, conduzindo o indivíduo ao reconhecimento de si próprio na instituição estatal, que é na sua forma imediata, a constituição ou direito estatal interno. De modo que ao reconhecer-se na lei, que representa o universal, o sujeito ético se dá efetividade pelo exercício de seus direitos e deveres, ouemoutras palavras, pelo exercício da cidadania.
Essa oportunidade de efetivação do assim chamado Estado Ético, que distinguiremos do Estado de Direito característico da modernidade, torna-se necessária a uma realidade social extremamente carente de reconhecimento de si mesma na figura do Estado, enquanto o todo que “suprassume” as partes, mas sem substitui-las, ou seja, levando o Estado à efetividade através da ação cidadã, como única possibilidade de realização do sujeito em e para si, na medida em que retira do próprio ethos do povo suas leis. Desta forma, Hegel nos afirma que
o Estado é a realidade efetiva da ideia ética – o Espírito ético enquanto vontade substancial, revelada,
clara a si mesma - que se pensa e se sabe, que executa o que sabe e na medida em que o sabe. Tem a sua
existência imediata nos costumes, sua existência mediata na consciência de si, no saber e na atividade do
indivíduo, do mesmo modo que, por sua convicção, o indivíduo possui sua liberdade substancial nele que
é sua essência, seu fime o produto de sua atividade. (HEGEL, 2010, § 257, p. 229.Ap. SISNANDO, 2015, p. 12).
(Disponível em: < https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/9580/2/arquivototal.pdf>. Data da consulta: 20/03/2023.Adaptado).
Texto II

Disponível em:
<https://www.google.com/search?q=charge+sobre+a+revolu%C3%A7%C3%A3o+industrial&rlz=1C1GCEA_enBR1042BR1042&oq=charge+sobre+&aqs=chro me.2.69i57j69i64j69i59j35i39i650j0i512l4.10727j0j4&sourceid=chro
me&ie=UTF-8&bshm=nce/1#imgrc=l-bVsBPtbFM86M>Dasta da consulta: 20/03/2023.
Atente às assertivas abaixo acerca dos textos acima e responda o que se pede.
I. O fato de o texto II se enquadrar em uma categoria textual-discursiva distinta da do texto I impõe-se como uma condição necessária, no contexto situacionalemanálise, também de exploração de abordagem temática distinta.
II. Segundo o texto I, a constituição do conceito de Estado Ético, na perspectiva hegeliana, move-se do meio do povo até a formação do chamado Estado de Direito, este típico da modernidade.
III. Segundo o texto I, é o exercício da cidadania a consolidação plena do chamado Estado Ético hegeliano.
IV. No texto II, a inquietação da amiga de Mafalda, na segunda fala, apenas corrobora um sentimento de conformismo e acriticidade, já externado na sua primeira fala,emrelação ao trabalho.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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Trem fantasma
Afinal se confirmou: era leucemia mesmo a doença de Matias, e a mãe dele mandou me chamar.
Chorando, disse-me que o maior desejo de Matias sempre fora passear de trem fantasma; ela queria satisfazê-lo agora, e contava comigo. Matias tinha nove anos. Eu, dez. Cocei a cabeça.
Não se poderia levá-lo ao parque onde funcionava o trem fantasma. Teríamos de fazer uma improvisação na própria casa, um antigo palacete nos Moinhos de Vento, de móveis escuros e cortinas de veludo cor de vinho. A mãe de Matias deu-me dinheiro; fui ao parque e andei de trem fantasma. Várias vezes. E escrevi tudo num papel, tal como escrevo agora. Fiz também um esquema. De posse destes dados, organizamos o trem fantasma.
A sessão teve lugar a 3 de julho de 1956, às 21 horas. O minuano assobiava entre as árvores, mas a casa estava silenciosa. Acordamos o Matias. Tremia de frio. A mãe o envolveu em cobertores. Com todo o cuidado colocamo-lo num carrinho de bebê. Cabia bem, tão mirrado estava. Levei-o até o vestíbulo da entrada e ali ficamos, sobre o piso de mármore, à espera.
As luzes se apagaram. Era o sinal. Empurrando o carrinho, precipitei-me a toda velocidade pelo longo corredor. A porta do salão se abriu; entrei por ela. Ali estava a mãe de Matias, disfarçada de bruxa (grossa maquilagem vermelha. Olhos pintados, arregalados. Vestes negras. Sobre o ombro, uma coruja empalhada. Invocava deuses malignos).
Dei duas voltas pelo salão, perseguido pela mulher. Matias gritava de susto e de prazer. Voltei ao corredor.
Outra porta se abriu – a do banheiro, um velho banheiro com vasos de samambaia e torneiras de bronze polido. Suspenso do chuveiro estava o pai de Matias, enforcado, língua de fora, rosto arroxeado. Saindo dali entrei num quarto de dormir onde estava o irmão de Matias, como esqueleto (sobre o tórax magro, costelas pintadas com tintas fosforescentes; nas mãos, uma corrente enferrujada). Já o gabinete nos revelou as duas irmãs de Matias, apunhaladas (facas enterradas nos peitos; rostos lambuzados de sangue de galinha. Uma estertorava).
Assim era o trem fantasma, em 1956.
Matias estava exausto. O irmão tirou-o do carrinho e, com todo o cuidado, colocou-o na cama.
Os pais choravam baixinho. A mãe quis me dar dinheiro. Não aceitei. Corri para casa.
Matias morreu algumas semanas depois. Não me lembro de ter andado de trem fantasma desde então.
(Fonte: SCLIAR, Moacyr. Contos reunidos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 316-317.)
Releia o trecho “Assim era o trem fantasma, em 1956”. Do ponto de vista sintático, deve-se classificá-lo como:
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